Hoje, em poema primeira mão Vidráguas: Elke Lubitz!

Pestanejar “quando passar por mim e sentir uma brisa leve e perfumada é a tua presença que me acompanha num olor chamado lembrança” Elke Lubitz, poeta que escreve conosco em Vidráguas, Grupo Facebook, e também me ajuda na coordenação do Grupo… A fotografia é de Mark-Meir Poluksht Mark ! Elke, coisa boa esta lembrança, poesia!! ...

Leia Mais

Poemas Traduzidos XXXXII – Adriano Nunes

Hoje, lendo Rubén Vela em poemas traduzidos, para garantir em minhas poemas, Una buena manera de luchar, poesía!! Maneras de luchar – Rubén Vela Que no me digan que escriben simplemente, que dicen el poema sin pensarlo siquiera. Que él nace porque sí. Es un arduo trabajo, un oficio de herreros, un hacer proletario. Un cansancio que continuará mañana. Que no me digan que se hacen poemas sin sudores, sin una larga y violenta jornada de trabajo. Tengo las manos como las de un labriego, duras, gastadas, llenas de poemas. Maneiras de lutar – tradução de Adriano Nunes Que não me digam que escrevem simplesmente, que dizem o poema sem pensá-lo sequer. Que ele apenas nasce. é um árduo trabalho, Um ofício de ferreiros, um fazer...

Leia Mais

Hoje em poema primeira mão Vidráguas: Carmen Silvia Presotto

Sou poeta à Maria Bethânia Tenho gana tenho raça, conVerso povoo palavras canto amo de graça tenho sede, espaço o tempo fome, redes, partituras mil leituras, vazios existentes sou poeta, texto em gente tenho medo… estômago, grilos ardo entre estilhaços colo vidraças, apago fogo fácil Sou poeta, ventre livro palavra meu contrato dia dia de esquinas, tremo temo por estantes vazias mão concreta, dedo atento apedrejo silêncios, ando, sou poeta… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! ...

Leia Mais

Lendo Ferreira Gullar, amo esparramar quem leio…

Amo esparramar quem leio, hoje lendo, relendo Gullar em Toda Poesia… poesia, paixão, revolução… e vamos ler, viver, POESIA!! A poesia Onde está a poesia? indaga-se por toda a parte. E a poesia vai à esquina comprar jornal. Cientistas esquartejam Púchkin e Baudelaire. Exegetas desmontam a máquina da linguagem. A poesia ri. Baixa-se uma portaria: é proibido misturar o poema com Ipanema. O poeta depõe no inquérito: meu poema é puro, flor sem haste, juro! Não tem passado nem futuro. Não sabe a fel nem sabe a mel: é de papel. Não é como açucena que efêmera passa. E não está sujeito a traça pois tem a proteção do inseticida. Creia, o meu poema está infenso à vida. Claro, a vida é suja, a vida é dura. E sobretudo...

Leia Mais

Poesia nas veias, já…

Poesia nas veias, já… “A pena do poeta é uma arma carregada de futuro, nela está, sempre estará a palavra como meio de transporte e aí… temos que nos movimentar, temos que UIVAR, mas que não nos faltem palavras, que não seja seco o útero da pátria que nos chama… ” Carmen Silvia Presotto – Vidráguas!

Leia Mais

Palavras de amor ao dia…

Palavras de amor ao dia… para Julia Presotto Há dias em que estrelas aTerram… Faz 31 anos, que em nossos planos contornos e sonhos, te aninhas… Júlia! … menina faceira, companhia certeira… soma de amor à mana Carolina. E juro! Desde aí, nossa vida se refaz muito agitada, mas também muito, muito mais plena, linda, corada e animada … Ser tua mãe me ilumina, me engradece, me aVida me estrela… gracias por existires em mim. Feliz aniversário, meu bebê!, o tempo corre, eternamente te amo!!!! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! ...

Leia Mais

Hoje, em poema primeira mão Vidráguas: Joelma Bittencourt!

V (psiu, clique e amplie a imagem para ler) Meu pai sempre dava um jeito de melhorar nossa infância. Consertava brinquedos construía casa em árvore atava balanço no quintal… O balanço – meu companheiro-mor! Ele e meu pai tinham o dom de me levar às alturas! Poema de Joelma Bittencourt, arte de Joice Furtado,em a Série – A Menina e o Quintal. Poemas em primeira mão Vidráguas. Confiram mais poemas nos blogues das autoras. Transfigurações e Um gole de poiesis. Joice é a autora da Edição e Arte deste trabalho e também de nosso Web-Livro Ventrelinhas. ...

Leia Mais

Vamos falar sério?, por Carmen Silvia Presotto

Hey, viajando, voltando ao Sul e por isso, até segunda-feira!! Vamos falar sério? E que ninguém se iluda… feito professora já tive, tivemos, cachorro na cola, na orelha pólvora … eterna é a briga… mas ainda vivemos sob efeito da velha (social) ferida narcísica - falta de EDUCAÇÃO toda essa peleia e esmaramuça e que nos sirva a carapuça … ainda é pela falta de crédito à Cultura e Educação que temos como poder em nossas mãos… Até quando? Bem, o verbo é de todos, se todos nascemos crianças, todos temos possibilidades, três vozes no mínimo: Ativa, Passiva, Reflexiva…quem sabe aprendamos a conVersar, a atravessaar a Linguagem com diálogo, leituras, livros, amor de CONSTRUÇÃO… temo usar jovens...

Leia Mais

A LUA, algumas razões para lembrar…, por Tânia Du Bois!

A LUA, algumas razões para lembrar… por Tânia Du Bois Não me contento apenas em olhar a Lua, faço questão de propor um estilo de vida onde os escritores gritam sobre ela e nós levitamos… segundo Luiz Coronel, “A Lua //… A palavra lua / nos leva / a ver janelas / na treva. // A palavra Lua / sobre a nave / se constrói. // A palavra Lua / é cúmplice da loucura, / e desmaia de gozo sobre os lençóis”. Apesar da retórica de envolvimento total, ao refletir a luz prateada, a Lua desempenha papel importante em nossas vidas, porque permanece ativa em nossas histórias pessoais, na literatura e constantes em letras para música, como “… Lua ó lua quero te beijar agora /todos eles estão errado a lua é dos...

Leia Mais

Poemas Traduzidos XXXXI – Adriano Nunes

Hoje em poemas traduzidos, o Bardo dos bardos.. Sonnet XXXVIII – William Shakespeare How can my muse want subject to invent While thou dost breathe, that pour’st into my verse Thine own sweet argument, too excellent For every vulgar paper to rehearse? O give thyself the thanks, if aught in me Worthy perusal stand against thy sight. For who’s so dumb that cannot write to thee, When thou thyself dost give invention light? Be thou the tenth muse, ten times more in worth Than those old nine which rhymers invocate; And he that calls on thee, let him bring forth Eternal numbers to outlive long date. If my slight muse do please these curious days, The pain be mine, but thine shall be the praise. Soneto XXXVIII – Tradução de Adriano Nunes Como...

Leia Mais
Untitled Document
Home | PhotoPoemas | Clube de Leituras | Projeto Vidráguas | Publicações | YouTube | Contato

Tivemos 4.218.921 visitas desde 14/01/2009
Todos os direitos reservados. Copyright ©
Analista de Sistemas Rúbia Formigheri

Rua Francisco Ferrer, 441/507.
Rio Branco - Porto Alegre / RS
Telefone (51) 3392 3727