Archive for julho 16th, 2008
Modus Vivendi…

São Jerónimo, doutor da Igreja, tradutor da Bíblia para latim e padroeiro dos bibliotecários.
Por Pedro Du Bois
Ouvir música: estado intermediário antes dos finais seculares das etapas cristãs ou mediáticas dos afins trazendo em sons as dimensões ocultas transformadas em sinais percebidos no âmago da nossa aculturação; finalmente podemos dizer haver entendido o caminho e ter desfrutado o todo e o pouco pretendido andar de todos os dias; as repetições langorosas das notas baixas, menores em composições elementares: o elemento sofre as conseqüências dos projéteis disparados e não se afasta no vagar constante dos instantes elaborados em entremeadas notas: o sonoro não recebido como prova e cicatriz de outros tempos maiores em sementes lançadas aos ventos outonais: onde está e de onde seguirá as notas díspares dos caminhos; bifurca a vida em antes e depois de algo e o agora o sufoca em verdades somente assim poderá acender o som e retirar o agir constante da razão no fulgor dos anos posteriores ao depois onde escondia a mudez recalcitrante da juventude escondida em medos e silêncios a decorrência da ignorância roendo cordas onde amarrado o corpo estende a mão ao passante e pede a compreensão da sua história; no som acre e ácido aprende sobre as passagens melhores das cogitações entremeadas ao canto e a voz feminina explode seus ouvidos sobre a felicidade e a maldade feita em todas essas épocas menores de infidelidades.
Um abraço Pedro por este precioso escrito, uma alerta e uma sonora informação, gracias!
Carmen Silvia Presotto, em nome de Vidráguas…
A Luiz Coronel Vidráguas…
Feliz aniversário querido Poeta e como dizes:
É

(foto arquivo pessoal_vidráguas)
Mais uma década, apenas isso.
Os ponteiros dos relógios continuam seu pàs-de-deux.
O combustível ainda não acendeu os sinais de alarme
mas a viagem inibe projeto de grandes distâncias.
Urge abastecer-nos em abraços, afagos e outros melindres do humano coração.
Algumas vezes pensei em tablados, músicos, recital para tatuar o braço estendido desta data.
Recolho-me ao silêncio. Quero pôr o tempo no colo.
Aprendi a polir memórias gratificantes e a retirar a nódoa dos desalentos.
A vida segue em seus trilhos. Existem os filhos, os amigos.
Escrevi alguns livros nos quais me reconheço.
A ansiedade de eco, lentamente, cedeu lugar à alegria de criar.
Conheci pequenos eclipses e vastas considerações.
Não há lugar para rancores em meus íntimos aposentos.
Pedir escusas por múltiplos equívocos, agora é tarde.
Em vez da certidão de idade levo no bolso, localizado no lado esquerdo do peito, um breve contra desavenças.
Colho as dádivas das estações. Sou um menino com lembranças muito antigas.
Entre assombros e melancolias abro a janela dos dias.
E é sempre bom repetir: ”Só presto continências às árvores. E só beijo a mão das crianças”.
Luiz Coronel
16 de Julho
E pelo teu canto de amor à humanidade, re-edito um poema:
Al nombre de la Vida
…pulsa la poesia en tus manos
se posa y crece la música
en esta orquesta
Violin
cuerda vocal
partitura infinita
eco
aire en el aire
Poeta…
el privilegio de tocar tus versos
transforma todo en bálsamo curativo
en un bien mayor
amor, trabajo, amor social
otra escritura, outra vida
:
que dejará huellas
en en papel nacido de los arboles
del monte,
más allá de la lápidas
habrá mas que un nombre
habrá versos para el mundo…
Piel y tinta
tejido humano
Escritos para que tus hijos, amigos, tejan
nuevos tiempos…
Com carinho, vivas!!!
Carmen Silvia Presotto.





