Morre o ator americano Paul Newman

O Cinema está de tarja preta, morre um dos seus maiores ícones. Porém, sabemos, sua memórias seguirão vivas nas retinas de nossas imaginações, pois além da saudade, ele está tombado em Grande Acervo, Teto de Céu de onde nos reenviverá os verdes olhares de suas interpretações…
- 1955: “Cálice sagrado”
- 1956: “Marcado pela sarjeta”
- 1958: “Um de nós morrerá”.
- 1958: “Gata em teto de zinco quente”
- 1960: “Exodus”
- 1961: “Desafio à corrupção”
- 1962: “Doce pássaro da juventude”
- 1963: “O Indomado”
- 1964: “Quatro confissões” (The outrage)
- 1966: “Lady L”
- 1967: “Rebeldia Indomável”
- 1969: “Butch Cassidy and the sundance kid” (Dois homens e um destino)
- 1972: “O efeito dos raios-gama nas margaridas”
- 1972: “O Homem da lei”
- 1973: “O emissário de MacKintosh”
- 1973: “Um golpe de mestre”
- 1974: “Inferno na torre”
- 1976: “Buffalo Bill”
- 1979: “Quinteto”
- 1982: “Veredito”
- 1984: “Eterno amigo”
- 1986: “A cor do dinheiro”
- 1990: “Mr and Mrs Bridge” (Cenas de uma família)
- 1994: “A roda da fortuna”
- 1998: “Twilight” (Fugindo do passado)
- 1998: “Message in a bottle” (As palavras que nunca te direi)
- 2001: “Caminho para a perdição”
- 2006: “Carros”
Vidráguas a Paul Newman, alguém impossível de esquecimento!!!
Washington, 27 set (EFE).- O ator americano Paul Newman, protagonista de filmes inesquecíveis como “Dois homens e um Destino”, morreu hoje aos 83 anos devido a um câncer de pulmão, informou o Newman’s Own Foundation.
“Sentiremos saudades de nosso amigo Paul Newman, mas temos sorte de ter conhecido uma pessoa tão formidável”, disse Robert Forrester, vice-presidente da fundação criada pelo ator, em comunicado.
Em junho, veio a notícia de que Newman, que tinha sido um ávido fumante, estava com câncer de pulmão.
Nos últimos anos de vida, Newman vinha se dedicando ao trabalho filantrópico e destinou US$ 250 milhões a diversos projetos no mundo todo.
Grande parte desse dinheiro foi obtido com uma empresa de alimentação, a Newman’s Own, que começou “como uma piada” no porão de sua casa, contou Forrester.
No entanto, a faceta de empresário de sucesso é só um detalhe em uma vida que esteve marcada pela interpretação, pela direção e pelos marcantes olhos azuis que transformaram Newman em uma das maiores estrelas de cinema do século XX.
Há 50 anos, o ator morava em Westport com a mulher, a atriz Joanne Woodward, com quem teve três filhas. De um casamento anterior, teve um filho e duas filhas.
Esse único filho homem, Scott, morreu devido a uma overdose em 1978, o que foi um grande golpe para Newman, que acabou criando o Scott Newman Center, um centro para a prevenção do uso de drogas.
O ator nasceu em 26 de janeiro de 1925, em Ohio (EUA), de pai judeu e mãe eslovaca.
Serviu na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial como operador de rádio e, na volta, estudou interpretação em New Haven e Nova York.
Newman estreou em Broadway e dos palcos foi para o cinema, onde o papel como o boxeador Rocky Graziano no filme “Marcado pela Sarjeta” (1956), dirigido por Robert Wise, fez com que todas as atenções voltassem para ele.
Desde então, sua carreira decolou. Newman atuou em filmes que marcaram época, como “Exodus” (1960), “Os Criminosos não Merecem Prêmio” (1963), “Harper – O Caçador de Aventuras” (1966) ou “Butch Cassidy” (1969).
Newman dirigiu “Rachel, Rachel” (1968), que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme, e “O Preço da Solidão” (1972), entre outros filmes. Também um Oscar ao melhor ator por “A Cor do Dinheiro” (1986), dirigido por Martin Scorsese. EFE
Fonte: globo.com/Noticias