Biblioteca Mário de Andrade, salva-se dos insetos…

(Gravura em nanquim-Américo Conte) O Bicho Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem. Rio, 27 de dezembro de 1947 Manuel Bandeira, Uma Antologia Poética, L&PM POCKET É! A Poesia decanta o tempo… E quando a melhor medida não é a do homem, chega o Poema para declarar que os bichos chegam, feito cupins e brocas, criam um túnel contínuo para devorar o que o bicho-homem não preserva… Falo da Biblioteca Municipal Mário de Andrade, no centro de São Paulo, que está fechada para reforma e restauro desde setembro de 2007 com reabertura,...

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Humano

Na sujeição a fraqueza como relógio emociona. O choro declarado repõe a sensibilidade. Simplifica. Dignifica. Democratiza. A lágrima não derramada inunda o sentido: desanda a máscara. Amoldada. A criança ressurgente diz do tempo. Sujeito objetado à história. Desfeito efeito. Dispostos versos no marco do crescimento: trajeto e obstáculo. Desacompanhada sombra em que o vulto se certifica como humana forma. (Pedro Du Bois, inédito) Leia outos poemas no blog do Autor: Pedro Du Bois

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