caros amigos: uma letra, uma carta, um adeus
Amigos!
por Carmen Silvia Presotto

Estar no Rio de Janeiro no feriado de 1º de maio, foi poder assistir a peça Meu Caro Amigo com Kelzy Ecard, acompanhada ao piano por João Bittencourt, para seguir caminhante com a nata musical de Chico Buarque, através da personagem Norma, uma personagem feito nós, Chiquetes por excelência, que através de canções nós faz reviver a história recente do país.
Com as canções de Chico Buarque e a genial interpretação de Kelzy, vamos passeando pelas memórias, compartilhandas pelo amor e admiração deste genial artista e chegamos ao domingo, dia 3 de maio, para dar adeus a Augusto Boal, um dos nossos maiores teatrólogos.
E,novamente, Chico Buarque é o chão da estrada. Desta vez, Caro amigo, chega junto com Francis Hime para nos recordar que houve um tempo, onde a arte tinha que ser driblada em vinil ou cassete para chegar a quem teve que partir pelas duras penas…
Então, num final de semana, pude confirmar que teatro é platéia, sim. Arte que escoa onde o povo está, sem opressão, ri e chorei, revivi O Arena, O Opinião para seguir caminhante tipo Mulheres de Atenas por mais histórias embaladas em canções…

Meu Caro Amigo
Composição: Francis Hime e Chico Buarque
Meu caro amigo me perdoe, por favor
Se eu não lhe faço uma visita
Mas como agora apareceu um portador
Mando notícias nessa fita





