DESENREDO
DESENREDO
Chovo
o tempo
dedicado
à seca.
Seco a hora enredada.
Falam em catástrofes: finalizo
o inexistente.
Na esterilidade do planeta
aposto verdes plantas
e azuis marítimos: dói
a água derramada sobre o solo
castigado em vazios. O relógio desperta
o sono não reparado pela espécie.
(Pedro Du Bois, inédito)
outros poemas:
http://pedrodubois.blogspot.com
junho 4th, 2009 at 13:53
Cara Carmen,
como sempre, grato pela publicação.
o “desenredo” foi ao ar vista a passagem do que se convencionou chamar de “dia internacional do meio ambiente”, agora em 05.06.
abraços,
Pedro