coda, um poema de Eugénio de Andrade
Quando o ser da luz for
o ser da palavra,
no seu centro arder
e subir com a chama
(ou baixar à agua),
então estarei em casa.
Eugénio de Andrade
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junho 10th, 2009 in Poemas, Receitas de Poetas, Versos que Conversam | No Comments »
Quando o ser da luz for
o ser da palavra,
no seu centro arder
e subir com a chama
(ou baixar à agua),
então estarei em casa.
Eugénio de Andrade
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Analista de Sistemas Rúbia Formigheri