habituais, um poema de Pedro Du Bois

HABITUAIS
A habitualidade
do engodo
consultado em oráculos
desprovidos
de verdades.
A insensatez da vida se opõe
em brados não ouvidos. O caco
de vidro
rasga
a pele.
O tema de amores
conduzidos ao êxtase da permanência.
Corpos habituados
ao engodo
dos resultados
anteriores.
(Pedro Du Bois, inédito)
outros poemas:
http://pedrodubois.blogspot.com
http://valeemversos.blogspot.com
julho 22nd, 2009 at 22:47
Minha boa Carmem,
mais uma vez, e como sempre, grato pela divulgação. Habituais se inserem na visão paradoxal – e portanto sem solução – com que me deparo com a civilização que ora nos permeia. abraçoas, Pedro.
julho 23rd, 2009 at 0:16
Um abraço carinhoso, Pedro.
Obrigada.
Carmen Silvia Presotto