habituais, um poema de Pedro Du Bois

Henri Matisse

HABITUAIS


A habitualidade
do engodo
consultado em oráculos
desprovidos
de verdades.

A insensatez da vida se opõe
em brados não ouvidos. O caco
de vidro
rasga
a pele.

O tema de amores
conduzidos ao êxtase da permanência.

Corpos habituados
ao engodo
dos resultados
anteriores.

(Pedro Du Bois, inédito)

outros poemas:

http://pedrodubois.blogspot.com

http://valeemversos.blogspot.com

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2 respostas para “habituais, um poema de Pedro Du Bois”

  1. Pedro Du Bois Says:

    Minha boa Carmem,
    mais uma vez, e como sempre, grato pela divulgação. Habituais se inserem na visão paradoxal – e portanto sem solução – com que me deparo com a civilização que ora nos permeia. abraçoas, Pedro.

  2. carmen Says:

    Um abraço carinhoso, Pedro.

    Obrigada.

    Carmen Silvia Presotto

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