Poesia sempre, dica de Carlos André Moreira em ZH de hoje

Uma das atrações bacanas da Praça é o estande da Fundação Biblioteca Nacional, montado ali no fim do corredor D, próximo aos fundos do prédio do Banrisul.
É o sétimo ano consecutivo que a Fundação participa da Feira e sempre tem boa receptividade da gauchada. É o que diz uma das responsáveis pelo estande, Déa Lúcia Becker Cabral:
– Participamos de todas as grandes feiras literárias do Brasil, e entre elas esta é aquela em que mais vendemos.
Uma das coisas bacanas de se encontrar por ali é a coleção de dossiês Poesia Sempre, que traz coletâneas comentadas de autores como Manoel de Barros e Haroldo de Campos, mas também dossiês internacionais com o que de melhor se produziu na poesia contemporânea de países como Sérvia, Peru, Angola, Moçambique e Polônia.
Quer uma palhinha de um? Pinta lá no blog Mundo Livro (www.zerohora.com/mundolivro) para ler um poema da polonesa Wislawa Szymborska. Ou dê um pulo no estande, onde eles estão também fazendo assinaturas da Revista de História da Biblioteca Nacional.
RATO DE LIVRARIA | Carlos André Moreira
Jornal Zero Hora, 6 de novembro de 2009, Segundo Caderno
novembro 6th, 2009 at 23:05
Pena, Carmen, que a produção poética da Fundação Biblioteca Nacional tenha acabado em 2005 ou 2006. Eram de suma importância. Aliás, diga-se, não pensei que a Feira fosse ter tão pouca poesia (quase nada) e que fosse ter tantos e tantos e tantos livros técnicos. Abraços, Pedro.
novembro 7th, 2009 at 0:54
Pois é Pedro,Querido Poeta!!!
Que um dia, mais do que retóricos, sejamos Sempre(s) em Mais Poesia!!!
Gracias pelo comentário e observação.
Abraços,
Carmen Silvia Presotto