nem isso

Salvador Dalí. Cenicitas. 1927-28.
à Sapho
Nem isso
nem aquilo
Ah, como essa vida é urgente
Reviro ninhos
encontro caramujos
faço pacto com o impossível.
Fonte,
sou porta e sutil travessia
da profanada luz, mulher.
Sexo em verso
pés de tuas raízes
sou o insustentável regaço
carne-jardim semeado por versos que COMversam…
Carmen Silvia Presotto





