a concha vazia, poema inédito de Paulo Neves
A concha vazia
Refugo do mar jogado na areia.
Vento em rodopio nas suas volutas.
Refúgio do mar, canto de sereia
que o tempo esculpiu. A forma da escuta.
Poema de Paulo Neves, lido e copiado do Jornal ZH de sábado (19/12/2009), Caderno Cultura.
Paulo Neves é autor do livro Viagem, espera, editado pela Companhia das Letras.

E vale acompanhar sua entrevista, aqui ou no Caderno Cultura- Jornal ZH de 19/11/2009, sobre o ofício do poeta
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