clarão de vida, em Vidráguas
Um clarão de vida

Ando aberto pelas ruas
e sei que as pedras em que piso
se desfazem como azes perdidos
num jogo de cartas
infinito.
Ateio fogo no seio do dia
e recolho as cinzas
para fazer das horas noturnas
meu esconderijo.
Poema de Robson Ribeiro
Arte de Nestor Lampros
Para ler mais poema e conhecer mais arte dos autores acessem:http://www.poesiaemblog.blogspot.com/
http://www.nestorlampros.com/ e
http://caligrafiadoimpossivel.blogspot.com/





