Archive for janeiro 16th, 2010

clarão de vida, em Vidráguas

Um clarão de vida
4259560045_1aea30f466

Ando aberto pelas ruas
e sei que as pedras em que piso
se desfazem como azes perdidos
num jogo de cartas
infinito.

Ateio fogo no seio do dia
e recolho as cinzas
para fazer das horas noturnas
meu esconderijo.

Poema de Robson Ribeiro
Arte de Nestor Lampros

Para ler mais poema e conhecer mais arte dos autores acessem:http://www.poesiaemblog.blogspot.com/
http://www.nestorlampros.com/ e

http://caligrafiadoimpossivel.blogspot.com/