clarão de vida, em Vidráguas
Um clarão de vida

Ando aberto pelas ruas
e sei que as pedras em que piso
se desfazem como azes perdidos
num jogo de cartas
infinito.
Ateio fogo no seio do dia
e recolho as cinzas
para fazer das horas noturnas
meu esconderijo.
Poema de Robson Ribeiro
Arte de Nestor Lampros
Para ler mais poema e conhecer mais arte dos autores acessem:http://www.poesiaemblog.blogspot.com/
http://www.nestorlampros.com/ e
http://caligrafiadoimpossivel.blogspot.com/
janeiro 18th, 2010 at 19:40
Lindooo poema!! Parabéns pelo talento!!
janeiro 19th, 2010 at 1:28
Parabéns,Robson! Adorei o poema.
O Site é muito bom,gostei bastante tbm
janeiro 27th, 2010 at 15:55
Pô, demais.
“Ando aberto pelas ruas”.
Sabe que eu também?
Grande abraço, Robson!
Site trimmassa também!