FLOR

A flor
colhida
no frescor
da manhã
amanhece
em vaso d’água
afogada
sem razão
e dor
a flor oferecida
fenece
em desencontro.
(Pedro Du Bois, inédito)
Leia mais poemas do autor em seu blog:http://www.pedrodubois.blogspot.com/
fevereiro 11th, 2010 at 16:42
essa última estrofe é uma perfeição! a sonoridade, a ambiguidade, oferecer, desencontrar… uma beleza. esse lugar aqui é uma delícia! parabéns!