hoje, sal-grando em Vidráguas

Sal-grando
Choro tanto
Sou puro pranto
Mesmo sem lágrimas
Alguma coisa me inunda
Imunda!
E sai salgando tudo…
Sangrando o mundo!
Aline Morais Farias
Leia mais poemas no blog da autora:
http://alinemoraisfarias.blogspot.com/
*Aline, bem- vinda à Trança Poética Vidráguas e que venham mais versos…
março 10th, 2010 at 12:47
Aline, poeta inquieta,
Que bom te ler aqui no Vidráguas, também. Adorei esta poesia, e disso você já sabe. Parabéns.
Beijo grande.
Ivan Bueno
blog: Empirismo Vernacular
http://www.eng-ivanbueno.blogspot.com
março 10th, 2010 at 14:20
Obrigada à vocês, Carmen e Ivan, pelo incentivo constante pelos olhares atentos e por tanto me ensinarem, para mim é uma honra participar de um site onde tão lindas poesias estão expostas, e tantos poetas que admiro são presença constante.
Um beijo enorme para vocês!
Aline Morais Farias.
março 11th, 2010 at 15:07
“E sai salgando tudo…
Sangrando o mundo!”
Ficaram lindos teus versos, Aline, fiquei pensando no último, em especial, forte demais. A lágurima que sai, tal qual o verso, já não é mais sua ou só sua porque sai salgando e arrancando sangue – do mundo! Gostei de verdade, que bom te ver por aqui, menina!
Beijão.