no Empirismo Vernacular, Ode à Cora Coralina
Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas… Cora Coralina

Cora, Cora linda
Do peitoril de tua janela
Às margens do Rio Vermelho
Tecias versos em mente
Em margens
Depois de doces
Perpetuando a Vila Velha
Cora, Cora linda
Valentia e força viva
Rio de versos vermelhos de Goiás
Riscavas papel ou máquina
Em costuras
A tear escritos
Longevidade na altivez
Cora, Cora linda
És Coralina conhecida
Da janela ainda acenas, Ana
Lembrança não morre
Tua obra perpetua
Pensamentos de vida
Rio que passa e te leva ao mar
Cora Coralina, linda
Que em tuas rugas contou
Histórias, fortalezas de vidas
Encontro de palavras
Versos, in versos
Rio Vermelho, igreja doce, Anhanguera
Cora poetisa
Cora doceira, Cora forte
Que doce e poesia às vezes é o mesmo
Ainda que o doce cristalize
Ou a palavra amargue
Cora, Cora linda, poesia leva a mar.
Poema de Ivan Bueno
Leia mais poemas no blog do autor:
http://www.eng-ivanbueno.blogspot.com/
março 12th, 2010 at 14:10
“Poeta, não é somente o que escreve.
É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.”
Cora Coralina
Ivan,
quantas vezes vc é poeta?…Incrivel e muito linda essa sensibilidade.
beijos para todos!
Aline Morais Farias
maio 23rd, 2010 at 16:56
CORA CORALINA,UM EXEMPLO DE VIDA!!!