no Empirismo Vernacular, Ode à Cora Coralina

Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas… Cora Coralina

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Cora, Cora linda
Do peitoril de tua janela
Às margens do Rio Vermelho
Tecias versos em mente
Em margens
Depois de doces
Perpetuando a Vila Velha

Cora, Cora linda
Valentia e força viva
Rio de versos vermelhos de Goiás
Riscavas papel ou máquina
Em costuras
A tear escritos
Longevidade na altivez

Cora, Cora linda
És Coralina conhecida
Da janela ainda acenas, Ana
Lembrança não morre
Tua obra perpetua
Pensamentos de vida
Rio que passa e te leva ao mar

Cora Coralina, linda
Que em tuas rugas contou
Histórias, fortalezas de vidas
Encontro de palavras
Versos, in versos
Rio Vermelho, igreja doce, Anhanguera

Cora poetisa
Cora doceira, Cora forte
Que doce e poesia às vezes é o mesmo
Ainda que o doce cristalize
Ou a palavra amargue
Cora, Cora linda, poesia leva a mar.

Poema de Ivan Bueno

Leia mais poemas no blog do autor:
http://www.eng-ivanbueno.blogspot.com/

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2 respostas para “no Empirismo Vernacular, Ode à Cora Coralina”

  1. aline Says:

    “Poeta, não é somente o que escreve.
    É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.”

    Cora Coralina

    Ivan,
    quantas vezes vc é poeta?…Incrivel e muito linda essa sensibilidade.

    beijos para todos!

    Aline Morais Farias

  2. Elizabeth Jardim Says:

    CORA CORALINA,UM EXEMPLO DE VIDA!!!

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