ai dia da Poesia, Vidráguas
Poesia é todo dia, poesia é sempre, no entanto há um dia em que revivemos e para não cair nos esquecimentos, reEncaixamos o tempo ao espaço, as tags, os créditos e brindamos…
A todos, Vidráguas!
Poesia é todo dia, poesia é sempre, no entanto há um dia em que revivemos e para não cair nos esquecimentos, reEncaixamos o tempo ao espaço, as tags, os créditos e brindamos…
A todos, Vidráguas!
PORTA (aberta para a poesia)
por Tânia Du Bois

*Fotografia:Gosia Janik
Ao convidar para olhar pela porta, onde a luz escapa, procuro levar o leitor a invadir, encenar, sentir e saborear palavras que representam um palco de detalhes com criatividade, realçando o lirismo e a força da poesia. Abro a porta para espiarmos;
Pedro Du Bois: “Entre portas a entrada é suave /
se o destino sabe do encontro…”;
Lêdo Ivo: “Paredes têm olhos / Portas têm ouvidos.”
“E a vida vai se abrindo / em portas e janelas /
como se fora flor…”
“Onde está a outra porta? // A porta que busquei /
… é esta: aberta para a vida…”
Orides Fontela: “A porta está aberta. // … Para além do que é humano
o ser se integra / e a porta fica aberta. Inutilmente”.
Mário Chamie: “… nem se espanta / quando abro essa janela …
e nos renova / se uma porta atrás da outra
se desdobra…”
Nei Duclós: “Eu só preciso de uma coisa: / contar toda a verdade /
e esperar pela resposta // repetir o verso em cada porta”.
leia toda a crônica homenagem à Poesia
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