minha história…
Minha História
Não me chames de escritor, poeta ou ensaísta…
Galgo o caminho do vasto, do Artista…
Reproduzindo o não visto nem tocado.
Eu sou um intrépido Coringa, exaltado por ser abençoado.
Não busco o desmazelo, quero encaixar-me…
Esculpindo palavras, polindo meus montes.
Gozo de fervo nato, sou além dos horizontes.
Enfrentando o ato de arruinar-me…
Insanidade, talvez, um bom gole de insensatez.
Nesta bebedeira soam os sinos do meu egoísmo…
Surdo Eu! O único ouvinte absorto.
Estar dissipado ou assim… Vigoroso barco estou…
Mas há areia ou água sob mim?
Fugaz tenho sido, indiferente, serei um morto-vivo?
Poema de Renato Araújo
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http://poetaraujo.wordpress.com/