Archive for abril 16th, 2010

ver-so, verso e mais versos…

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Ver-so

Feita de versos,
espalho-me pétalas
de rosa que apenas espinhos deixou

Feita-me versos
acordo metáfora
e espalho poemas nos interstícios do Amor

Feita com-verso
tolero os espinhos
Fragmentos de dor que permito existir

Despida dos versos
eu perco o caminho
e vago no vácuo perdida de mim

Poema de Sereyani
Fotografia:Patrick Demarchelier

Leiam mais poema da autora em seu blog:

http://sereyani.blogspot.com/

a sedução maligna, em Interiores

*Hoje, em Vidráguas iniciamos a publicação do Ensaio A Sedução Maligna, escrito por Luiza Moura e cedido pela autora para a nossa secção Interiores.
Este ensaio está no livro Breve Ensaio Sobre a Maldade, escrito em parceria com José Outeiral e Theobaldo Thomaz, editado pela REVINTER.

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Leiam o livro, leiam o ensaio, que aqui será publicado, às sextas-feiras, em 6 capítulos:

A SEDUÇÃO MALIGNA
por Luiza Moura

8537201677

“Duas enguias ameaçadoras interromperam os soluços de Ariel e disseram: ‘Fomos enviadas por alguém que pode realizar seus sonhos”.
(Disney, adaptação Amy Edgar, 2001)

1- INTRODUÇÃO

Na origem de uma “sedução maligna”, temos duas personagens: “a vítima e o abusador”. Possivelmente, duas pessoas com histórias bastante peculiares, que, em algum momento, irão se encontrar; talvez uma das personagens seja nosso paciente, ou virá a ser.

Provavelmente, o nosso paciente será aquele que “desempenha o papel de vítima” nesta dupla. O encontro com a outra personagem custará a ele, ou ela, muito sofrimento, dor física e/ou psíquica, constrangimento e/ou dinheiro; e existe uma grande chance de que este episódio componha um padrão que venha se repetindo ao longo da sua história.

No caso de um padrão de comportamento repetido, podemos pensar que a vítima foi novamente escolhida e fisgada por algum motivo pessoal e específico, e é, neste ponto, que proponho uma reflexão.

Leiam todo o artigo
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