ao ponto sonolento, escrevo…

Seguindo o branco papel

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aliso o pânico
enrolo o tempo

Debruçada no medo
balanço a poeira dos poros

pele de outros ventos,
descruzo as pernas
ao ponto sonolento, escrevo…

Poema: Carmen Silvia Presotto
Fotografia: Henri Cartier-Bresson

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2 respostas para “ao ponto sonolento, escrevo…”

  1. aline morais Says:

    é mesmo quando descruzamos as pernas e liberamos a alma… desarmadas ao ponto sonolento que nos vem tanta beleza! poesia de vida!
    e bela fotografia… retrata as lindas letras!
    aline.

  2. julio rodrigues correia Says:

    Carmecita vc continua nos brindando com uma poesia da melhor cêpa poética.Essa então é de estesia inebriante.Abraços do seu leitor number one.

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