ordinateur, poema de Elaine Pauvolid
Ordinateur
Os fios são os cabelos
duma mulher; dessas
que têm presságios,
olhos loucos
e se disfarça.
Resta quieta, porém,
como gris estátua,
acompanhando-me
viva por trás
do que é só máquina.
Elaine Pauvolid, p.3o, Vertentes, Coletânea de poemas e fortuna crítica, editora Fivestar.
junho 16th, 2010 at 18:28
Alô,
Agradeço a divulgação da capa do livro “Vertentes”, no qual sou um dos autores, e também do poema de nossa companheira nessa obra, Elaine Pauvolid, aqui representada em um de seus belos poemas. Saudações, Ricardo Alfaya.
junho 16th, 2010 at 22:54
Hey, querido Poeta!!!
Que bom quando as frestas da Poesia nos escutam, assim te parafraseando não escrevemos para as parades, pois como diz o teu poema, também eu:” Escrevo para o branco das paredes/ E finjo que têm ouvidos”… Parabéns pela tua poesia e obrigada por estas “Vertentes” poéticas que me chegaram através de Oliani. E seguimos!!!
Um abraço, carmen Silvia Presotto.