Ventanas a Cervantes… poema de Carmen Presotto

Cervantes Con los dedos de tua naturaleza
 alcanzo los vidrios humanos 
 abrense las ventanas de la creación Poema e fotografia: Carmen Silvia Presotto Plaza España, conVersando com Cervantes que conversa com Quixote que conversa com Sancho… Madrid – 27/08/2011

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hacaiando em Vidráguas

Noite sedução 
Coração transbordante 
Louco de paixão Haicai de Loiri Cortese

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em Valência, uma ponte…

Uma ponte uma história recortes de tempo suspensos pontos marcam o imaginário à concretude mão do homem Criações de Calatravas simbólicos mosaicos que azulejam o olhar ao fundo, balés suaves - águas vivas – que oceanografam : aqui somos passagens… Carmen Silvia Presotto – Valência, agosto de 2011.

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Fabuloso a Gaudì

FABULOSO Todos os ângulos Dobram o espaço No olhar, ciscos do imaginário Molduras de Gaudì Curvas que libertam meus movimentos Carmen Silvia Presotto – agosto 2011 – Barcelona.

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hoje é dia de Luz Vermelha que se Azula, um livro de Nilto Maciel

Luz Vermelha que se Azula (Expressão Gráfica e Editora) de Nilto Maciel — ganhador do Prêmio Literário para Autor (a) Cearense – Prêmio Moreira Campos, de CONTOS, da SECULT/CE — Data: 30 de agosto de 2011 (terça-feira) Horário: a partir das 19h Local: Galeria do Teatro SESC Emiliano de Queiroz (Av. Duque de Caxias, 1701, — em frente ao DNOCS — informações: (85) 3452.9032) Apresentação da Obra e do Autor: Carlos Roberto Vazconcelos, escritor, em entrevista no projeto Bazar das Letras do SESC Preço de lançamento: R$ 20,00 Para contato com o Autor: niltomaciel@uol.com.br Saibam mais aqui ou no Literatura sem Fronteiras Para adquirir Luz Vermelha que se Azula (para ausentes ao lançamento e fora do Estado): R$ 25,00 (incluso valor de...

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Vidráguas a Alarico…

Adeus Patético e intrigado observava o teu olhar, sem perceber e sem noção de que aquele olhar era de adeus. Eu, que odeio e abomino este termo, fantasio possibilidades e cultivo esdrúxulas crenças como forma de aplacar a dor. E sobre o teu túmulo que sem alternativas cuidei, plantei muitas plantas que com lágrimas reguei. Florescidas com exuberância na primavera como uma possibilidade de alento. Américo Conte, em poema Homenagem para Alarico Amélio Elisabeto de Anastácio Evangelista Andrade [+17.08.2011] ...

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A virtude original do homem, em Interiores Vidráguas

A virtude original do homem, por Abrão Slavutzky* Vivemos tempos de rebelião. O ano de 2011 provavelmente será lembrado como o ano em que algumas ditaduras árabes foram derrubadas por seus povos. Mas a rebeldia também se fez notar em várias cidades da Europa, e por estas bandas passeatas estudantis agitaram Santiago do Chile. O que há de comum entre todas essas manifestações sociais? Talvez a melhor resposta esteja inscrita naquela faixa de protesto carregada por belas jovens de Madri: “Por un futuro mejor/Democracia Real Ya”. Com efeito, a falta de perspectivas da população em geral que vive sob ditaduras ou mesmo em regimes democráticos tem feito eclodir rebeliões mundo afora. O que impressiona nesses movimentos é o entusiasmo pela busca de...

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em Vidráguas, poemas enRedados à Carmen Silvia Presotto

Hoje nossa edição dos enRedados é em homenagem à Carmen Presotto, nossa amiga poeta de coração e alma, mãe de Vidráguas e de nossos enRedados. Parabéns à Carmen por seu aniversário e que possamos gozar de sua presença e poesia por muito e muito tempo. Beijo carinhoso em Carmen e em todos os poetas que juntos tecerão esses tão belos versos.

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Fenda nua… poema de Carmen Presotto

Psiu! Um beijo a todos por aqui,boas leituras e estaremos 10 dias de férias, aproveitem para ler, comentar, criticar e início de setembro estaremos de volta. Sentiremos saudade, até lá Fenda nua com os dedos da noite assombro as paredes da Lua Hora do terço - dizem as carolas – e eu, rezo momentos com pérolas Psiu! Badalam os sinos um fantasmas me chama e eu, vou lá vesti-lo de carne… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas Fotografia de Gui Bourdin ...

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A Senhora Selvagem um livro, um comentário…

À senhora selvagem, Berenice Sica Lamas por Luiz Olyntho Telles da Silva Braque – Paciência Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste! Criança! Não veras nenhum pais como este! Olha que céu! Que mar! Que rios! Que floresta! A natureza, aqui perpetuamente em festa, É um seio de mãe a transbordar carinhos. Vê que a vida há no chão! Vê que vida há nos ninhos, Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos! Vê que luz, que calor, que multidão de insetos! Vê que grande extensão de matas, onde impera Fecunda e luminosa, a eterna primavera! Boa terra! Jamais negou a quem trabalha O pão que mata a fome, o teto que agasalha… Quem com o seu suor a fecunda e umedece, Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece. Criança! Não...

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