Sol moreno, poema de Cristina De Souza…
SOL MORENO poema de Cristina DeSouza onde me fiz sangrar silêncio nasceu brotos pálidos sem espinhos tenros como a aurora despertar da noite a se esvair ondei pintei teus olhos de azul um pássaro veio ter ciscou no chão de terra devagarinho e cantou manso até eu me perder em sua música amarela e só do outro lado do muro oceano de concreto restou-me a lembrança da luz que já não vejo e esta febre morena oliva tez morre aos poucos cambaleando lento até o sol se ir rasteiro desaparecendo de vez * Cristina DeSouza, poeta, autora de Uns Poucos Versos, que escreve conosco e diariamente em seu blog MiXtura, confiram!! A arte de Jonathan Steele! ...
Leia MaisE…poemas aos sábados Vidráguas!
E… poema de Wilson Caritta* com a ponta dos dedos te escrevia nas costas pele de rendas macias brinquei de apagador espalmado de carinhos brincava de segredos nem sempre a musa reconhecia as letras distorcidas por desejo a lembrança nem passa pela cama ela está por toda a casa um lado da presença ainda mora na janela da sala e senta poesia na sua cadeira… *Wilson Caritta é um poeta que escreve conosco em redes sociais, que leio diariamente e recomendo. Leiam mais poemas seus aqui e em seu blog ATEMPORAL. Bom sábado a todos que aqui chegarem! ...
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