Venho para um poema…

Bailo… Venho para um poema como se a um baile fosse reviro minhas pérolas separo muitas canções visto com seda as palavras adoço o tempo com incenso vibro por cada sílaba em busca do ritmo sonhado nem sempre a banda me agrada, aí, lavo com sal o momento refaço novos movimentos no tempo, aos olhos repasso os sentimentos penso por cada salto dado ato em abraços os versos desejados deixo de lado os ainda embaraçados busco o mar, toco o ar, escavo a terra e no fogo mais vivo, me arrisco, amo venho para teu poema, componho versos como se a um baile fosse… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A fotografia é de Ralph Gibson! ...

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A ciência como ela é… por Tânia Du Bois

GILBERTO CUNHA: “A ciência como ela é…” por Tânia Du Bois “A ciência como ela é…” é coletânea dos ensaios publicados semanalmente no jornal O Nacional, de Passo fundo, que o autor Gilberto Cunha reuniu em livro. Feliz encontro, já que o livro pode ser carregado para todos os lugares. E, num mundo sem tempo, pode ser lido nos momentos livres. Para celebrar essa conquista, desvendo suas palavras em tom de narrativa: ele reconstrói épocas para oferecer ao leitor novos caminhos que escapam da vida cotidiana, como os temas científicos. Leia toda a postagem “A ciência como ela é…” trata de vários cientistas que revelam o “segredo da vida”, em que poucos têm a coragem de contrariar a via-vida, de mão...

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