Cara Apagada, poema de Carmen Silvia Presotto

Escrevendo com a imagem. 119º Desafio Poético, projeto de TaniaContreiras Arteterapeuta. CARA APAGADA Onde está o olhar que antes tudo iluminava? onde está o nariz que ao perfumar me perfilava? e a boca… sumiram os beijos? me deleto da série borro a matriz a tempo de me reinventar no tempo resta a mala, em mãos uma esperança descansa Ser Viajante… … parto! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! Arte: Van...

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Revelação: o “ANTIPOEMA” por Tânia Du Bois

Revelação: o “ANTIPOEMA” por Tânia Du Bois Os dias são repletos de segredos e surpresas, como significado para manter, renovar, melhorar, mudar e recomeçar o que considero importante em busca do essencial, da sensação do viver, como canta Simone, “… vestidos de saudades vivas”. Segredo é o que que se revela a alguém, algo importante para a vida. A dúvida permanece quando o segredo deixa de ser, por que foi revelado quando era para ser reservado. Já a surpresa pode ser agradável e, por vezes, contribuir para causar ótima impressão em outra pessoa. Segredo e surpresa são palavras que desvelam e definem o estilo de vida; assim, nada mais natural do que compartilhar tais momentos com os amigos, o que de alguma forma impõe limites e...

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Psiu! Hoje “Sopapo Poético”. Uma festa poesia!

Psiu! Hoje “Sopapo Poético”. Uma festa poesia! EM OUTUBRO, O SOPAPO POÉTICO CELEBRA O MÊS DAS CRIANÇAS COM UMA MOSTRA DO TRABALHO DA TRUPI DI TRAPU, GRUPO DE TEATRO DE BONECOS PORTO-ALEGRENSE Realizado desde 2012 pela Associação Negra de Cultura (ANdC), o projeto Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia acontece sempre na última terça-feira do mês, com entrada franca. Neste mês, o evento será realizado na sede do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA), na Av. João Alfredo, nº 61, ao lado do Largo Zumbi. Referência para a poesia em Porto Alegre, o sarau é um ponto de encontro de artistas e admiradores da cultura negra e um espaço de reflexão. A cada mês, no evento, tem destaque um grupo ou personalidade negra da...

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Vidráguas à Sylvia Plath

Vidráguas à Sylvia Plath*, hoje meu dia poesia é dela! Words – Sylvia Plath Axes After whose stroke the wood rings, And the echoes! Echoes travelling Off from the center like horses. The sap Wells like tears, like the Water striving To re-estabilish its mirror Over the rock That drops and turns, A white skull, Eaten by weedy greens Years later I Encounter them on the road — Words dry and riderless, The indefatigable hoof-taps. While From the bottom of the pool, fixed stars Govern a life. Palavras – Tradução de Ana Cristina Cesar Golpes, De machado na madeira, E os ecos! Ecos que partem A galope. A seiva Jorra como pranto, como Água lutando Para repor seu espelho sobre a rocha Que cai e rola, Crânio branco Comido pelas ervas. Anos depois, na...

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Bar: um olhar, por Tânia Du Bois

BAR: um olhar por Tânia Du Bois Nilto Maciel pergunta: “você acredita em amizade?” Taveira responde, “Não só acredito como não posso viver sem meus amigos”. A vida passa no instante em que encontramos os amigos na mesa do bar. Entre músicas, palavras e os múltiplos caminhos, o bar é o limite que dá sentido para quem procura outro sentido: contar histórias e ouvir mentiras satisfeitas e insuspeitas, como a lâmina da faca dá emoção às palavras sem compromisso, como as indagações na possibilidade de esconder e desvelar segredos – causos se cruzam nos espelhos. Quando vejo o grupo de amigos reunidos na mesa de um bar, lembro o livro de Miguel Guggiana, “Garçom, a Saideira!”, presente no olhar com que detona velhas histórias...

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Poemas Traduzidos XCVIII – Adriano Nunes

Hoje, lendo “Marine”, poema de Paul Verlaine em poemas traduzidos por Adriano Nunes. E vamos ler Poesia! Marinha – Tradução de Adriano Nunes Sonoro o oceano Pulsa sob o olhar Da lua enlutada E segue a pulsar, Enquanto um relâmpago Sinistro e brutal Varre o cosmo branco Com rútilo sinal, E um elo de lâminas, Em convulsos saltos, Ao longo dos bancos, Vai, vem, brilha e clama, E além na amplidão, Onde o tufão vaga, Estronda o trovão Extraordinário. Marine – Paul Verlaine Marine L’Océan sonore Palpite sous l’oeil De la lune en deuil Et palpite encore, Tandis qu’un éclair Brutal et sinistre Fend le ciel de bistre D’un long zigzag clair, Et que chaque lame, En bonds convulsifs, Le long des...

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Ser_eu, sereia? ( II), poema ao 118º Desafio Poético com Imagens

Escrevendo ao 118º Desafio Poético com Imagens. Projeto da poeta e amiga TaniaContreiras Arteterapeuta! Ser_eu, sereia? ( II) o poema pode ser leve solto breve na areia, a mente hibrido instante maríntimo verso aos pés do mar o poema pode ser sonho viagem fuzil maré começo ou fim desejo, imagem a inundar o melhor de mim… – poesia ? o amor pode ser úmido! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas. Imagem: Irina Kuznetsova e aqui o Ser_eu, sereia? ( I ):...

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Lendo, Pedro Du Bois…

Lendo Pedro Du Bois e vamos ler poesia! HERÓIS No tempo vive segundos de glória. O restante da façanha conta em casa e no bar da esquina: focalizado no instante do espetáculo. Sorri o estado calamitoso das essências: não é o mesmo. Nos estertores da glória restam resquícios de histórias. Poema de Pedro Du Bois. Leiam mais poemas...

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Um poema presente de Airton Souza, Viva!!

Um poema presente de Airton Souza. Coisa boa, assim me aVido… me longo a mais existência! pra poeta Carmen Silvia Presotto voltas ao gesto pictural à guisa do que passou ascende por entre a solidão a gênese fragmentada coligindo perguntas acerca da palavra existencial feito e afoito como a baioneta convivendo com o não calar diante da morte desfaz fronteiras o outrora assusta agora. Airton Souza Marabá – Pará nesse outubro de incertezas e poesias muitas. Poema de Airton Souza, leiam mais poemas...

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Dor, um poema presente de Adriano Nunes. Viva!!

Gracias, Adriano. Ganhar um poema teu me alegra e me alonga a mais existência. “Dor” – para Carmen Silvia Presotto Desde a pele Aos núcleos talâmicos, Do finíssimo fio De cabelo à ponta do hálux dedo, Ela, soberana das horas Menos esperadas, Medeia a esquartejar os seus, Paira sobre mim agora. Não há travesseiro ou lençol Que a mandem embora. Não há analgésico potente Que a faça desaparecer pela tangente. Não há nada que se faça. Nem prece, nem pranto, nem praga. A dor não passa. Lembranças de anseios antigos. Momentos difíceis que trago comigo. Quem sabe, fazendo estes versos, Não se processe uma cordotomia Do tracto espinotalâmico lateral. Quem sabe? Quem saberá Dizer como ter direito a um voo No dorso de Pégaso, Ter,...

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