Marulhos para Chico Buarque de Hollanda, um poema de Carmen Silvia Presotto

Marulhos para Chico Buarque marolho, marsendo, foz vendo… mar fundo profundo, absoluto, nascendo cecílico, orgânico, orgasmo espumo marsido… marvendo Marulhas marondas martudo mar dito, querido vivendo, amar olhar íntimo… mar branco, azul, venoso verde verso, marisco, arisco, maresia… Mar Olho fluência constância instância à vista, a tempo, marnado, mar tudo, ar sendo… MarÍntimo! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas, em Poemas...

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Poema em primeira mão – Carmen Silvia Presotto

MarÍntimo para os bardos Entre duchas, porta aberta, teu cheiro o mar, na janela em acordes sua a memória, tomo assento … teu corpo um riso, um gozo brisa ao dia, amor recapitulado… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A Arte é de Alex Alemany!

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Revelação, poema de Carmen Silvia Presotto

Revelação Na moldura de teus versos o beijo o sonho – lampejos – em acontecimentos vida no caminho dos meus dedos desejos vértices saltos cheiros … saudade em molejos em poema, infinito entardeço, maríntimo canto e danço amo … ráfagas, águas em bons atravessamentos. Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A Fotografia é de Alex Alemany.

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Maríntimo, vivas ao livro a caminho do mar… (a)mares!!

“Ah…(a)mares XXXVI” Estendo-me ao teu tempo um grão de areia no lábio um olhar perdido no céu um movimento intenso e no corpo as cócegas do vento olho ao Sol ele reflete me lança certeira ao verde instante te vejo chegas e em ti, debruço me refaço nua de versos a deriva de nós – novo dia – menos que espera, desejo na gola do amor havia uma sombra em meu delineador, ciscos de vida… teu sentir me arde havia um risco na sombra, teu olhar me trouxe agora , atravesso o ponto salto as asas do argumento arrasto o pensamento ondas de tuas planuras deixo o poema, desalmo me tocas, te alcanço… a verdade é ousada a virtude nunca amedronta gota a gota de tua sede atravesso outras sendas viajo nas nuvens ...

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“Ah…(a)mares XXXV”…poema de Carmen Silvia Presotto

Maríntimo Ao teu instante insisto, existo, crio me entrego dilacero o íntimo tudo isso – – será rito, será verso livro, será? Carmen Silvia Presotto, em mais um poema ao livro em construção, “Ah…(a)mares XXXV, Vidráguas! Serão 36 poemas que estarão conVersando com fotografias e assim, sigo na busca de compor o que venho tecendo em livros e também o desejo de colocar mais trabalhos no mundo. A fotografia que marca esta postagem, bem como as que serão feitas para o livro, é de autoria de Ricardo...

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“Ah…(a)mares XXXIV”, eba mais um poema à série maríntimo…

Maríntimo Hoje mergulhei em nuvens dei descanso ao Sol anoitecia, quando em ti, Ele buscou se por… Tempestades Luzes da Ribalta Luzes de Leminski estrelas recados guardados selos e trovões no horizonte Separo a dor, destravo o nó de algumas palavras dou à alma o desejo de um porto sentido… arrumo a viagem na bagagem a mochila na mochila, versos nos versos, carne pele e fogo no fogo, um poema anáguas : Da trama de teus olhos umedeço úmida de ti úmida de mim deslizas e desapareço… Hoje mergulhei no ar, e na queda simples de mim, sigo em voo de ah.. (a)mares… no coração o amor, na mão a esperança e no olhar aVidamentos… Carmen Silvia Presotto, poema “Ah…(a)mares XXXIV”, do livro em contrução, onde...

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“Ah…(a)mares XXXIII”, e segue o livro em construção

Maríntimo Chegas de longe entranhas o escuro clareias o infinito despertas pés absoltos marAtempo, marAdentro… … trazes o mar do coração e de ti, tenho a melhor canção escuto Cantares e te escuto “pasar haciendo caminos, caminos sobre la mar”*, por tudo, um beijo, meu canto, agora não mais perdido para ti, arÍntimo : Canção de Amar Vem
 vem de mansinho
 me desnuda
 te aninha
 abra os poros com carinho

 Vem
 vem de mansinho
 me surpreenda
 te desvenda
 toma o vento com sussurros

 Fica
 dança, descruza o tempo
 curva o dorso, salga o movimento e sai e fica… e fica… fica… Carmen Silvia Presotto – em mais um poema em contrução, “Ah…(a)mares XXXII”, Vidráguas. Hoje Canção...

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“Ah…(a)mares XXXII” e segue o poemar…

Entro no mar como quem entra na vida passo a primeira onda, a segunda… salto a terceira e na quarta te encontro. no silêncio, nossas sombras se arquitetam entre tempos, encaixes… … suores a iluminar o entardecer chega a lua disfarçada de noite, já não te imagino… água de teu corpo salivo por teus beijos entro em ti como quem entra no mar levo no corpo a vereda dos sonhos desejo da cabeça aos pés agora, escuto Bethânia de tuas águas em mim maravida maramor marolhares … cabeceiras sem fim ah, maríntimo que tempo é este onde marés nos devolvem, melhores, a nós mesmos. – Vida? Carmen Silvia Presotto – em mais um poema em contrução, “Ah…(a)mares XXXII”, Vidráguas. A fotografia é de Ricardo...

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“Ah..(a)mares XXXI”, e segue o livro em contrução…

Ah…(a)mares XXXI Há momentos em que travamos a saliva arranhões no gosto das palavras uns chegam feito ardis outros, agridoces tal mel e anis Palavras em melodia saltitantes inVentos em poesia templos : influxos de vida meia água meia tela outros tantos, na areia sonhos possíveis olho ao longe leio Vallejo… alongo o pensamento maríntimo! “ cae, cae del aguacero la humana ecuación de tu amor”* se de mim , pensar-te é uma parte a outra, só pode ser (a)mar-te… Carmen Silvia Presotto – em mais um poema em contrução, “Ah…(a)mares XXXI”, Vidráguas. Poema retrabalhado, alongado a esta contrução. Feliz, conto que a caminho do/com o mar, ordeno a poesia em mim, que está aqui, ali, em livros, na Web e agora...

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Maríntimo, vivas a mais um poema… “Ah…(a)mares XXX!

Äh…(a)mares XXX” Sento na areia, me aconchego tua brisa me acolhe no ar, um raro efeito passeio, amares além dos poros Olha, o verde já está mais verde o azul, intenso ouro agora é amarelo olha o branco nos horizonta na gola do mar o aroma de nossos sonhos psiu! descalços os pés no repuxo das ondas a pele em carícias… … somos liberdade olha a feliz idade das mãos trasparece do cinza versos sem maresia … não mais seres do acaso, sombras habitadas … e onde o preto se faz eco nada mais me espanta te vejo antes de mim reflito te abraço – maríntimo- e me trazes do fim… Poema de Carmen Silvia Presotto – em mais um poema em contrução, “Ah…(a)mares XXX”. Eba, e mais um poema retrabalhado,...

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Maríntimo, poema “Ah…(a)mares XIX, eba mais um…

Maríntimo! Se intuição é olhar para dentro, e o pensamento móvel teu olhar é o reflexo do que em mim acontece Revisemos os vínculos da genética revisemos os vínculos das palavras e alcançaremos o que nos sopra o amor Maríntimo! Intuo no corpo o que és a mim o ar, o céu, (a) mares… os líquidos momentos em que agora me penso deságuas em mim, pões a alma para que num mar maior m/eu poesi(e) e aí, te conto : é onde me produzo mais sólida. Poema de Carmen Silvia Presotto – em mais um poema em contrução, “Ah…(a)mares XXIX”. Eba, e mais um poema retrabalhado, alongado e que deve estar junto nesta contrução. Feliz, conto que a caminho do/com o mar, ordeno a poesia em mim, que está aqui, ali, em livros, na Web e agora neste...

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