Vamos falar sério?, por Carmen Silvia Presotto

Hey, viajando, voltando ao Sul e por isso, até segunda-feira!! Vamos falar sério? E que ninguém se iluda… feito professora já tive, tivemos, cachorro na cola, na orelha pólvora … eterna é a briga… mas ainda vivemos sob efeito da velha (social) ferida narcísica – falta de EDUCAÇÃO toda essa peleia e esmaramuça e que nos sirva a carapuça … ainda é pela falta de crédito à Cultura e Educação que temos como poder em nossas mãos… Até quando? Bem, o verbo é de todos, se todos nascemos crianças, todos temos possibilidades, três vozes no mínimo: Ativa, Passiva, Reflexiva…quem sabe aprendamos a conVersar, a atravessaar a Linguagem com diálogo, leituras, livros, amor de CONSTRUÇÃO… temo usar...

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Desacontecimentos, ai que triste!!!

Desacontecimentos Momentos latentes peito a fora gotejo gótico aos dias, agonia latem os dedos os olhos cinzam umedecem, circundam o corpo, que antes por tudo ria, estremece… Momentos de gente sem gente, bula vazia sonhos tarja preta Momentos de Ser ao que a outros, apenas, desacontece… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas. A Arte é de Malika Favre

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Ai que triste, o frio de alguns mundos! ( III)

Ai que triste, o frio de alguns mundos! ( III) Úteros secos dedos distorcidos nadas no mundo… carne rota desejos de aluguel gozos mal paridos na frente os caninos nas costas o vazio do animal, ainda espelho quando do amor, santos são os lampejos suas vidas de sarjetas ampulhetas sem destino roem os ossos no caminho talvez seja o cão, ainda o melhor de seus caminhos… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! Ando pela vida, ando pelo face, ando entre leituras e versos e roo a dor do mundo e escrevo esta série .. mais uma série a caminho, e signo sigo em coma de ser feliz!! Dando com sintagamas livre arbítreo aos meus sentimentos! mas o coisa boa também segue(rs)!! A fotografia é de Robert...

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Lendo o Corvo e aquarelando com Joice Furtado, conVersas poéticas!

Hey, lendo O Corvo de Edgar Allan Poe, relembrando a fábula da Coruja, conVersando com Joice Furtado saiu esta troca poética, dedos e versos compartilhados… Então é issso? Arrulha como cotovia Vira coruja no galho assovia agouro à noite cai a chuva fria observa a presa arrasta-te e dardeja língua dos venenos torpezas destilas maçã podre no galho bichada estraga sozinha em meio aos retalhos de si corta, recorta os outros espragueja aos ventos garras escondidas, asfixiantes surgem violentas atrás dos ramos travam a presa irrompem e ranham executam tal descuidado engolem aos poucos coitado o corpo já desfiado ainda respira morte não percebida enxerga o fio da navalha oculta no coração do mau “De amigos melhor ouvir o destino, nunca...

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Ai que triste, o frio do mundo…

Ai que triste! Na pele, nem todo arrepio é sede há frio e abandono há desviveres intensos, nestes em que me penso amores partidos corações aos fados leões soltos palavras amordaçadas alma enjauladas nem todo frio que aqui canto é pranto, há lareiras há palavras abrigadas inverno nos pampas no entanto, senhoras e senhores, há descaso, há desvios (des)amizades, descautelas sem mais nem menos nem todos têm sua hora… ai que triste! este ninho sem moinho este silêncio intenso em que agora me (re)penso… por sorte há o amor, colcha teto e travesseiro, que nos levam a esvoaçar tamanha dor. Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! E mais uma série a caminho, e signo sigo em coma de ser feliz!! Dando com sintagamas livre...

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