Um poema Anáguas-Vidráguas, por Carmen Silvia Presotto

Um poema ao anoitecer com Eros… Quisera o sexo dos sonhos… ter na tez a língua, o ser o giro ser do espanto, o tudo Quisera a palavra solta… a deslizar nua desperta tua repleta, quisera povoando-me o plexo, o dorso do verso, Eros querubins quero sins poesia! Carmen Silvia Presotto – Anáguas- Vidráguas! * Este poema foi publicado, primeiramente, em Anáguas, em nosso anoitecer com Eros, visitem o...

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Um canto ao anoitecer com Eros, poema de Carmen Silvia Presotto…

Um canto a Eros, ao anoitecer… O amor é feito verso quantum que corre rio que não se sabe… se para, fica, rima, presilha …. ou dispara O amor diverso efeito alarido sussurro algazarra calmarias e zunido no peito, quando ouvido é fibra atenta rabicó e febre potente dedo sal língua de gente maresia canto em mil disfarces quando me enquadro com Eros, controverso em pés silábicos…. solto o peso espaço, levo no tempo vida em poesia, amor… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas, Anáguas! Este poema foi publicado em primeira mão em Anáguas- confiram mais poemas lá: www.anáguas.com.br A fotografia é de Ilona...

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oVário, poema ao Anáguas-Vidráguas…

“O Poema no letreiro apagado, só os sentidos piscam no olho mágico!” oVário Uma bolsa guarda o tempo e, os hormônios que deixam mais loucos os sonhos Os filhos que não tive (não terei) hoje são poetas embrulhados na noite N’oVário sentido… Tentam me fazer esquecer que – há tempos! – eu desapareci num rio vermelho Ou, ainda Menina, Dentro de um sonho inventado no fundo de uma bolsa amarela Ou, … talvez, de alguma outra bolsa mágica! Poema de Lou Albergaria, autora de O Cogumelo que nas na bosta da vaca profana, e que escreve conosco ao Anáguas- Vidráguas, todas terças-feiras, leiam lá em seus blogues mais poema e toda a postagem: Semente de Amora e sTRIPalavra A Fotografia é de Sára...

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Carta Magma em Anáguas- Vidráguas…

Carta Magma Tenho um estranho gosto (duvidoso, eu sei) De partir as palavras, e De seus velhos sentidos me despedir Para me desmembrar Arrancar o vestido A flor do cabelo Os botões que me ligam e desligam Do tronco e do tempo Ora eu, ora ninguém O nada cheio de micróbios entre mim e Eu’s O plasma de egos que assusta e comove Ás vezes, irrita Olhos sobre tela Hóstias consagradas que as horas expelem… Mas, no fundo, é só desejo mesmo de magma Retesado nas estátuas de cinza (e, sal) Em Pompeia, ou No melhor pompoir… Poema de Lou Albergaria, autora de O Cogumelo que nasce na bosta da vaca profana e que escreve conosco todas as terças-feiras. Leiam mais poemas em seus blogues: Semente de Amora e Lou Albergaria… A imagem é de...

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Asas de fêmea no Anáguas- Vidráguas…

asas de fêmea… poema de Lou Albergaria* Disseram a Ela quando ainda estava na casca do ovo: Não voe Não ouse Não use batom vermelho! O ovo se quebrou As asas irromperam nos lábios pequenos ou grandes… Pingos de sol, escorreram por seus pelos… Lou Albergaria é autora de O Cogumelo que nasce na bosta da vaca profana e escreve todas terças-feiras aqui, no Anáguas- Vidráguas, e diariamente em seus blogues: Semente de Amora e A Loba de Ray- Ban! A foto é Guy...

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Onde é o paraíso… poema Anáguas- Vidráguas!

Onde é o paraíso… poema de Lou Albergaria onde tangen- cio o sonho arre- pio no umbigo onde o som é mais puro me alimento de nuvens… precipito no seu peito, e acordo no paraíso. … (se, existe mesmo o paraíso deve ser molhado… e, escorre e, envolve feito líquido amni- ótico.) Poema de Lou Albergaria, autora de O Cogumelo que nasce na bosta da vaca profana, ao Anáguas- Vidráguas. Lou escreve conosco todas quintas-feiras, para ler mais de seus poemas, comprem seu Livro e visitem seus blogues: Semente de Amora e A Louba de...

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Eros de Outono, uma canção ao entardecer Vidráguas

Eros de Outono Nas ramagens do dia agora, outonas escuto as notas vibro nos acordes me desfolhas em sinfonias Poesia! és o ouro a esculpir meu ventre mira, os plátanos sorriem ao aconchego escuta, os versos despertam e nos aninham… Carmen Silvia...

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Poemassíntese de Lou Albergaria ao Anáguas- Vidráguas…

Poemassíntese poema de Lou Albergaria Por vezes, sinto-me árvore caem as folhas, e reencontro os poros… Molhada! Em secreções suor, e ritmo Renasço floresta! Lou Albergaria, autora de O cogumelo que nasceu na bosta da vaca profana, escreve conosco ao Anáguas- Vidráguas, todas terças-feiras, leiam mais poemas em seus blogues: A Loba de Ray-Ban e Semente de Amora. Lou e abraço tuas palavras e digo contigo: “Que venha mais um OUTONO de Poemassíntese! E, Seguimos, nos alimentando de poesia… Gracias, amada, por tua companhia, que poema,...

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Ovo. citação, poema ao Anáguas-Vidráguas

OVO.CITAÇÃO poema de Lou Albergaria Que mulher é essa! É flor É pedra Corta no dia- mante a pele Fere, e Expele Grande ou pequena Generosa, maldosa Esfrega o mel Nos olhos Arregala os dentes, e Escorre… Enche até o fundo Voo rasante Absurdo! Que mulher é essa! Busco a resposta Não encontro ainda a pergunta Mas, Arde Mela Grita E, sonha… Que mulher é essa! Uma teia na casca da glande Vício de língua: Histriônica! Essa mulher, não sei… Eu vou! Lou Albergaria é autora de O Cogumelo que nasceu na bosta da vaca profana, e escreve conosco todas terças-feiras ao Anáguas- Vidráguas. Fotografia de Vadim...

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Hoje no anoitecer com Eros, poema Anáguas- Vidráguas

Engaveto. poema de Rodrigo Rios de Lucas Enchia as mãos ouvimos o tinir do metal que caía e no mesmo instante seus lábios a tocar canção em cada linha do corpo o amor passa emoção por vezes, provoca choro dor que nos segue a carne condensa rosto doce vibra arde os olhos cultivam ideia verbo deturpado grita fonte louca insinua toca de novo, baila aninha na linha leva acarinha treme aperta dança comigo e engaveto… Leiam toda a postagem Hoje em nosso entardecer com Eros, bardos e evasAlmas, trazemos um poema de Rodrigo Rios de Lucas, poeta que está conosco no Anáguas-Vidráguas e que temos o prazer de divulgar. E seguimos com nosso projeto Anáguas… … e iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em OUTUBRO-Nei Duclós, recanto...

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Penda-se, um poema Anáguas…

PENDA-SE poema de Lou Albergaria Quero que se arre- Penda Des-prenda Busque outras fendas Alargue-se Torne-se êmbolo Injete primavera Nas horas Imole-se nos versos Soltos Entre Linhas, voo Solto o Menino No vento A pipa desfia as mãos… O Sol me acorda! mas, esse é outro sonho… e, você não está nele. Lou Albergaria no poema Anáguas. A fotografia é de Ilya Rashap! Leia mais sobre a autora em seu seu livro O Cogumelo que nasceu na bosta da vaca profana e em seus blogues: Semente de Amora e a Louba de Ray-ban. ...

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