Mote, poema a 4 mãos…

Mote poema a 4 mãos por Karinne Santiago e Carmen Silvia Presotto Julguei divindade os lábios do desejo incontidos segredos do amor um deus adormecido como saboroso unguento encontro inervado no encanto distraímos-nos afrontamos fomos também deuses (nossos próprios) em devoção dupla redoma poética êxtase de versos línguas em festa rimas, esferas repartimos-nos devoramos-nos fomos a palavra descalça livre de riscos, fomos nossos outros além do osso, da carne a libido em seresta, os donos do tempo o homem dos lances, a seta do dia na rua, dos sentimentos nus Poema escrito por Karinne Santiago e Carmen Silvia Presotto entre leituras e comentários… conVersares!! A fotografia é de Paul Von...

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Nas alças do amor…

Poema a 4 mãos Vidráguas.. Nas alças do amor toda voz se faz recanto abre-se uma porta do mar, ar do verso, maríntimo … desainoteço! Poema a 4 mãos por Wilson Caritta e Carmen Silvia Presotto, entre leituras e comentários… Imagem...

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TempEus, poema a 4 mãos..

TempEus por Carmen Silvia Presotto e Vanessa Vieira Há um tempo tão estreito em alguns tempos tempeus,tempoases Tempo e fases istmos solitários engasgos de nós laços indistintos concretos, quase sólido de tão liquido há um tempo tão estreito em alguns tempos escorregadios movimentos de um mesmo tempo que pra não dividir? – soma em nós,tecidos, nódulos coágulos… vamos transfundir vamos compartir circular o vento a novos tempos unir as órbitas que nos compõem há um temponós, tempomais, tempomor tempUnindo em poesia, Vivo! A Arte é de Gérard Daran! Escrito a 4 mãos por Vanessa Vieira e Carmen Silvia Presotto, reflexões ao tempo, um exercício, um conVersar...

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Dos pesos e medidas, versos que conVersam…

Dos pesos e medidas versos que conVersam por Carmen Silvia Presotto e Joice Furtado O peso na rosa é leve espinho pende a balança um tapa da ingratidão cara a cara cartada falsa seu desgosto permanece a ira perdura tão dura sufoca conheço-a até à vista paga … desses olhos breves mastiga e cospe injustos pregos massageia o ego por enquanto é alento, mas urra vez ou outra faz secar mor floras e faunos há além das cercas trevas circulam verdes os tempos circulares em que o amor conVersa troca compartilha espinhos há musgos também no entanto, no sufoco do desgosto um fauno em movimento nos abana desperta faz alerta cerca viva poiésis poesia nossa que se alastra se arrima e não disfarça, se emenda e onde a mata se faz mais...

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Joice Furtado conVersando em Vidráguas…

Versos que conVersam por Joice Furtado Verso choroso soluça baixo coração sensível Poema de Joice Furtado, confiram mais poemas em seu blog: http://joicefurtado.blogspot.com.br/2012 Inspirado em versos de Carmen Silvia Presotto. Foto: pinterest.com E aqui o poema que trouxe a inspiração… Momentos Há momentos insones em que viver é morrer na escada de um bar na garagem de um prédio na tecla de uma palavra um corpo me assombra volto para casa morto de vida e choro… Poema de Carmen Silvia Presotto –...

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ConversAres poéticos, aquarelando tempos…

*Escapes* poema conversa a 4 mãos No beco um gato me assombra. Já sabemos dos erros, da usura nem tudo é ditadura há penas que libertam e papéis que alforriam há amores que abraçam e estes são os imprescindíveis dobradura quebradiça dobradiça … … atadura movediça com melado tu soçobras sílabas nos dedos treliças no corpo, flexibilidades cochichos nos ares palavra roçada movimentos dos céus nuvens que nos dissipam luares que nos abrigam escapes lascas dos ecos escorrem por fendas vulcânicas já não sei mais de minhas metades flutuando pelas calçadas olha minha bagunça: era som, era partícula e agora sou você revirado por viveres. Carmen Silvia Presotto & Wilson Caritta em conVersares poéticos!! Um beijo Wilson e bom este...

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Ai que lindo, lindo!

Ai que lindo, lindo! poema de Carmen Silvia Presotto Este despertar macio tua voz teus versos, diásporas ao ser coração que bate forte agora, tudo em mim revigoras teus versos, vestes ritmos mantimentos canteiros tinteiros poemas sementes teus versos, amor margens migrações ao sempre… poesia! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas A fotografia é de Kirsty...

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Lendo o Corvo e aquarelando com Joice Furtado, conVersas poéticas!

Hey, lendo O Corvo de Edgar Allan Poe, relembrando a fábula da Coruja, conVersando com Joice Furtado saiu esta troca poética, dedos e versos compartilhados… Então é issso? Arrulha como cotovia Vira coruja no galho assovia agouro à noite cai a chuva fria observa a presa arrasta-te e dardeja língua dos venenos torpezas destilas maçã podre no galho bichada estraga sozinha em meio aos retalhos de si corta, recorta os outros espragueja aos ventos garras escondidas, asfixiantes surgem violentas atrás dos ramos travam a presa irrompem e ranham executam tal descuidado engolem aos poucos coitado o corpo já desfiado ainda respira morte não percebida enxerga o fio da navalha oculta no coração do mau “De amigos melhor ouvir o destino, nunca...

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Aquarelando com Renata Oliveira, ai que lindo…

Ai, que lindo!! Serás minha caneta a tinta de meus dias porque contigo tudo vira poesia tinta verde… partida vermelha…? quem segue na preta me desloco com a branca te encontro e na amarela, quem serei com ela? Carmen Silvia Presotto, escrevendo com Renata Oliveira! Hey, conversando vamos colorindo as letras e pulsando a caminho do versos, beijos Renata, cá está… sem medo de...

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