Lendo Tempo Submerso de Ludmila Saharovsky…

Uma carta, uma leitura, um encontro… Querida Ludmila! Que surpresa tive. Num dia de jogo do Brasil, chegou-me teu livro pelo correio. Conto, que já li, emocionada. Tuas palavras resgatam a história de um tempo que parecia apagado, mas sabemos: “Tempo Submerso”, tatuado, conVersado, observado, amado… o amor de transmissão, uma pedra de teu avô que lapidou em ti o mais puro amor, o amor que do amor ama e escreve, descreve, conta, reconta, faz e refaz o que parecia estar em esquecimento. E… hoje depois de reler minhas anotações em “Tempo Submerso”, reescreveria o poema Pisares, colocaria nele uma epígrafe: “pedras são os ossos da terra” e dedicaria meus versos a Ivan Fiodorovich Saharov, um avô que lembra a voz do...

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Ao Dia do Professor, uma carta à Nóia Kern…

Ao Dia do Professor, uma carta à Nóia Kern! Querida Maestra: Há dias que provocam lembranças de tempos marcantes em nossas vidas. Dobras do Tempo, mais do que um livro, mais do que páginas, mais do que “orelhas para um livro da Tita”, agora, são os filtros de que na vida nada segue um tudo de acasos e sim, um sempre às sensações de um caminhar…palavras vivas! Após tanto tempo pelas dobradas de esquinas, ao retornar a Sarandi, volver à pátria do jornal literário estudantil “Informe Estudantil”, absorvi outros jardins lá plantados que seguem dando teus frutos, gerando encontros de teus ensinamentos entre livros, autores, professores e, principalmente, muitos alunos leitores. Sim! Acredita, acreditem, lá, lêem!!! E esta é uma...

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Lendo A Eternidade dos dias, poesia de Luiz Otávio Oliani

Uma carta para A Eternidade Dos Dias, livro de Luiz Otávio Oliani… por Carmen Silvia Presotto Querido Poeta, Luiz Otávio Oliani! Chego de minhas férias, com A Eternidade Dos Dias lido e meu tempo poético ampliado… contigo: BRADO das árvores sou limo ao sabor do vento não gorjeio nem voo me silencio entre folhas choro ao machado que me corta … saio do tempo natural das palavras, gotejo entre letras, deslizo, enlaço-me, adentro metáforas, passeio em bosques, ninhos poéticos e marcas do teu tempo com Whitman e por aí me estendo, dou corda ao meu relógio, religo-me: “mas o que marca a eternidade”, mesmo? – talvez a Contemplação Drummoniana? … este canto que cantas, que me fez chegar mais perto para...

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Mais uma carta de leitura ao Poeta Chico Miguel por Carmen Silvia Presotto

Mais uma carta de leitura ao Poeta Chico Miguel por Carmen Silvia Presotto Querido Francisco Miguel Moura, querido Poeta! Antes que finde o ano, mais uma carta, mais um tempo de estar contigo em poesia. Recebi tua antologia já faz um mês, leio, perpasso cada verso, me adentro a este mundo de saudade e amor que tão bem sabes delinear e reviro-me em humanidade…. … faço de tua busca a minha, mordo metáforas, descasco palavras, invento o dia, chego a ti em palavras e amplio a busca: Minha Busca minha busca em palavras Lavra meu ser – agrava meu fazer em poema escrever o meu ser – problema minha vida em poesia vencer meu ser – adia mordo a metáfora de cada dia. e depois sigo...

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Vejas, bem! – XX… que boas leituras!

Vejas, bem! – XX por Carmen Silvia Presotto Há dias em o Sol se põe poético, chegam notícias, boas leituras onde a poesia nasce por todos os lados. Dia lindo estes em que o Sol nos tece… Vejas, bem! Sim, entro nas redes sociais e recebo a notícia de um poema de Antonio Cicero a Adriano Nunes em seu mais recente livro “Porventura”, lançado pelo grupo Editorial Record. Merecido ato, pois ninguém mais que Adriano tem “guardado” tão bem a poética de Cicero , dia a dia, em acontecimentos de leituras esparramadas oficialmente e carinhosamente por redes sociais. Depois, abro o Jornal Zero Hora, mergulho na matéria de Carlos André Moreira encontro Ronald Augusto lançando A coletânea que revisita sua carreira. “Cair...

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Palavras a Luiz Alberto Machado, Nitolino entre outros…

Luiz Alberto! Hoje sento para responder ao carinho de teu envio, que me fez ter mais admiração por tudo que vens tecendo em busca de arte, poesia, cidadania – Cultura a todos! Vivas à Professora Hilda que te colocou e abriu o caminho e a paixão poética, vivas à Meimei Correia que te acompanha, e segue colocando fogo nesta tua paixão desde menino. E Vivas a Nitolino que vai às Escolas mostrar a força da arte em busca de um mundo melhor! Vivas ao “direito de viver e deixar viver” que cantas e levas adiante.. Um beijabração, gracias pelo envio dos poemas, e parabéns aos 30 Anos de Arte Cidadã – e parece que foi ontem, hein? e seguimos, sucesso sempre meu amigo e abaixo o poema com o qual cruzamos o caminho, e chegaste ao...

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ConVersando com Cesar Vallejo por Carmen Silvia Presotto

Há dias em quem Deus é dia, são.. a Cesar Vallejo Há dias que cabem num poema numa música perfeitos dias em que me sento para escrever como se tivesse no deslize de um raio de sol onde fluxa em influxo o meu mais sensível sentir para que todo pulsar seja mais do que um simples dia me debruço sobre a tela em branco e logo estou rindo para a roseira que avisto de meu escritório e rio mais forte ainda quando percebo que o botão que estava orvalhado pelo rocio da noite se faz presença no voo onde pousa agora uma borboleta amarela que me leva mais adiante para perceber que tudo que vivo é concreto tal qual a folha que agora cai em minha escrita uma folha verde com muitas matizes que insiste em me dizer algo e por isso e por ela paro e escuto e sim...

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Uma carta a mãos que leem, escrevem, trocam… uma carta ao Poeta Chico Miguel!

Querido Chico Miguel*! por Carmen Silvia Presotto Registro aqui a minha alegria, ao chegar no Escritório e me deparar com tua carta. Maior ainda, minha euforia, ao rasgar o envelope para nele encontrar um tempo precioso de trocas poéticas, recortes da publicação de sua resenha sobre Dobras do tempo, meu primeiro livro de poesia, no Jornal o Dia, em Teresina, dia 14/4/2012 e não bastasse, junto chegam poema dedicados à vida de quem vive. Por Toda A Vida para Mercinha Já não posso fazer tudo que queres, e o teu tempo é um tempo de querer. Porém sonhos jamais hão de morrer. agora que os mistérios são misteres. De outra forma não vejas: – São deveres que vão acompanhar-te. Há mais prazer em voar menos tempo e tudo ver, doravante criando...

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Uma carta, amanhecer com Eros por Carmen Presotto

Esperando Eros por Carmen Silvia Presotto Um deus feito de ar onde o sopro dos dias denunciam a ausência latejam as cortinas do olhar gotejam os dedos ao escrever saudade um fio ínfimo aos galopes do teu vento suspiro em meu jardim e onde a relva era verde nasceu a mais linda flor e agora cuido de suas sementes preparo os vasos amplio a água da base separo os talos de ausência atormento o branco movimento e sei que logo a casa estará enfeitada nas janelas coloco as grinaldas de heras nos potes das despensa todas as espumas latentes espio,e Vênus me sorri nos lençóis gotas de lavanda e goma no algodão o de cetim, está na caixa envolto em papel de seda, acariciando as cartas recebidas na espera disfarço os vincos aliso o decote da árvore que...

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Estamos na era do delete, uma carta ao imaginário

Estamos na era do delete por Carmen Silvia Presotto Estamos na Era do delete, tal qual a Idade Média, só que em mídia? Hey amigos! O que vêm buscara aqui que não encontram? O que dizemos nós que os espantam? E digo isso, pensando em conversas que temos sobre o que viemos tecendo por aqui, e também por estar lendo Amor Líquido- sobre a fragilidade dos laços humanos de Zygmunt Bauman, onde percebo cada vez mais o descarte das relações humanas, o fácil deletar, o sair, o deixar o que está para ser construído. O descaso muitas vezes com o texto do outro. E também, claro, o cuidado de muito Vidraguenses que agrededeço de coração, um passo já demos. Mas, nos dias de hoje, penso que persistência mais do que nunca é sabedoria. Sair, para...

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Educação para vida, uma carta-crônica de Elisa Lucinda…

EDUCAÇÃO PARA A VIDA por Elisa Lucinda *Uma foto antiga,mas bom recordar este abraço na Jornada Literária de Passo Fundo Psiu! Um recado, um convite e uma crônica de Elisa Lucinda Olá, queridos amigos! É com muito carinho que a Casa Poema abre suas portas mais uma vez para o nosso divertidíssimo Sarau, como vem acontecendo toda última quinta-feira de cada mês. O próximo é agora, dia 24 a partir das 20h. A entrada é somente um livro de poesia novo ou usado para nossa singela biblioteca poética. O endereço da Casa Poema é: Rua Paulino Fernandes, nº 15 – Botafogo – bem pertinho do metrô. Saída pela Voluntários Não vou cansar de falar do tema enquanto achar necessário: Não há outro propósito na existência de qualquer instituição...

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