novembro 24th, 2011 in Cartas, Crônicas, Eventos, Receitas Vidráguas, Reciclagens..., Sentir sinta quem lê - poema sentido..., Versos que Conversam | No Comments »
EDUCAÇÃO PARA A VIDA
por Elisa Lucinda

*Uma foto antiga,mas bom recordar este abraço na Jornada Literária de Passo Fundo
Psiu! Um recado, um convite e uma crônica de Elisa Lucinda
Olá, queridos amigos!
É com muito carinho que a Casa Poema abre suas portas mais uma vez para o nosso divertidíssimo Sarau, como vem acontecendo toda última quinta-feira de cada mês. O próximo é agora, dia 24 a partir das 20h. A entrada é somente um livro de poesia novo ou usado para nossa singela biblioteca poética.
O endereço da Casa Poema é: Rua Paulino Fernandes, nº 15 – Botafogo – bem pertinho do metrô. Saída pela Voluntários
Não vou cansar de falar do tema enquanto achar necessário: Não há outro propósito na existência de qualquer instituição educativa a não ser a função de educar para a vida. Não bastassem as afinidades do nosso sistema escolar com os cárceres (uniformes, grade curricular, pátios áridos, altos muros, sirene entre as aulas), seu ensino continua estanque, longe do ser humano e esse conceito forma a sociedade. Por isso corremos o risco permanente quando vamos ao médico de joelho, por exemplo, que nos medica com um antiinflamatório que há de arrasar a flora intestinal, ofender o fígado, para salvar o joelho.
É como se o resto do corpo não fosse assunto desse médico, como se um joelho fosse não uma parte, mas um paciente inteiro (por sinal incompleto). Por causa dessa contradição o aluno tem diarréia no dia da prova sobre aparelho digestivo sem saber que na prática a prova já começou. Nele. No corpo dele. Sigo na certeza de que os mais simples conhecimentos da ciência, da medicina, precisam estar na sala de aula.
Leia toda a carta-crônica e hoje tem Sarau na Casa do Poema, 20h!
Read more »
novembro 21st, 2011 in anáguas, Anáguas- EvasAlmas, Cartas, Cartografias Poéticas, conversando sobre arte, Conversando sobre cinema, conversando sobre literatura, Crônicas, De verso em verso...um novelo poético., Entrevistas, Eventos, Foto do Dia, Haicaiando em Vidráguas, Interiores, Lançamentos, mo(r)mentos - poemas enRedados, photoCrônicas, photoPoemas, Poemas, Poemas Plicários- VidrAnáguas, Pontuação - Letras em Quadrinhos, Quase_Conto, Receitas de Poetas, Receitas Vidráguas, Reciclagens..., Sentir sinta quem lê - poema sentido..., Versos que Conversam, Videos | No Comments »

Psiu! Entro para dizer aos amigos, que entro, leio seus blogues, de todos que aqui estão nos Rol de Leituras Vidráguas, mas estou com problemas pra deixar comentários, acusa um erro de sistema que logo deve estar sendo resolvido pela pessoa encarregada do Site.
Beijos, boa semana e seguimos lendo, trocando e assim, que aparecer o erro a ser consertando, eu volto a deixar meu rastros de leitura em comentários…
Carmen Silvia Presotto
novembro 20th, 2011 in Cartas, conversando sobre literatura, Interiores, Sentir sinta quem lê - poema sentido... | 2 Comments »
Um carta ao Amigo Imaginário III – ConVersar é vital
por Carmen Silvia Presotto

“O corpo é a prisão da psiquê”
Sócrates
O psíquico busca um lugar, marcas de linguagem, corpo para que além da privação interna e biológica, sua busca seja lógica, ética, topológica, logus, discurso – manto sagrado – texto, onde poder falar de si mesmo, também será se reproduzir dentro da lei do significante que é um Valor humano.
Dito isso, Imaginário, repenso no que nos diz Sócrates, sobre corpo e psiquê, dito por ele num contexto em que o interesse intelectual estava em Atenas e o físico em Esparta, e chego a Freud para conversar sobre o que seria isso enquanto (de)formação onírica.
Desde aí, contextualizo , o que é fundamental Imaginário!, o quão complexo é poder compreender o que se busca por sua formação, por saber o quanto a própria ignorância se faz sabedoria para seguirmos caminhantes.
Sim, isso que não informa, é o que rompe com a letra por si só, com a palavra por si só, porque conduz o saber a uma construção, uma ação que será uma palavra em expressão, ato, efeito de-efeito, palavra plena, palavra significada.
Sim, Platão! Uma escuta poética, talvez seja uma possibilidade de aproximar o que age e o que pensa?!
Leia toda Carta ao Amigo Imaginário ao qual venho escrevendo todos os domingos…
Read more »
novembro 16th, 2011 in Cartas, Interiores, Sentir sinta quem lê - poema sentido... | 3 Comments »
Querido amigo(s), sigo minhas cartas da semana.

Assim, resenho a mim mesma, repasso a semana sobre o que ando lendo e vivendo, e assim, meu amigo sabemos, sempre tem sido. Para reparar os mofos e limpar os sótãos nada como nos encontrarmos por aqui, entre palavras não há segredos, aos revés, há libertação…
Hoje vivemos num mundo onde as distâncias estão cada vez menores, basta sentarmos em frente ao elefante branco, que, para acompanhar o tempo e os deslocamentos, já vestiu-se de “pretinho” básico”, mais elegante, chic mesmo!!! Há também os vanguardistas, bem mais coloridos e ainda raros, prateados, brancos, há teclas potentes e muitos avanços… Sim, imaginário, imagina que hoje num célula de ar tudo é possível?, chegamos a Lua, avançamos as barreiras espaciais e o tempo flui intensamente.
Uns sustentam uma imagem mais leve, econômica, parecem recém saídos de um filtro, lipoaspirado. Alguns já cabem na palma da mão; outros, ainda ocupam uma mesa inteira. Há uns que num simples toque já identificam o nome, o número, a série de quem os chama. Há outros que sem mover-se, apertam o tal de Gogle Earth e mapas e descobrem tudo e todos. Outros num teclar de botões se mexem e até dançam e cantam e vivem a vida dos outros…
Read more »
novembro 9th, 2011 in Cartas, Interiores, Reciclagens..., Sentir sinta quem lê - poema sentido... | 4 Comments »
Psiu! havia deixado de escrever ao amigo imaginário.
No entanto, tantos fluxos de viver me dizem que só escrever ao diário não me basta, este já está viciado, então volto…se conseguirem passar adiante do primeiro parágrafo me avisem, porque sei que ouvido alheio não é latrina… mas voltei ao Interiores Vidráguas, onde toda semana postarei minhas cartas ao amigo das obras do tempo.
Uma carta ao amigo imaginário
por Carmen Silvia Presotto

Querida amigo, eras para ser imaginário, portanto qualquer coincidência já não é mero acaso… Escrever.
Escrever se tem escrito. Há jornais, há livros, há muitas letras para serem trabalhadas, há projetos. No entanto, o grande desejo está em ser lida, escutado e quem me lerá, quem poderá me responder, e quem será o destino destas palavras, para que delas me venham algo mais do que sons e imagens?
Quem as deixará penetrar além das setas? Quem, através delas, enviará cartas em respostas que me façam crer que eu(nós) exista, existamos?
Coisas nada comuns, porém, também nem tão complexas. Apenas momentos de um viver, de um respirar, de um estar junto além da própria pele, além da própria sombra.
Conspirar!
E tu sabes querido amigo(s), que estar na multidão me agrada, porém estar com uma multidão em mim é sol em dor – talvez um pouco trágico – mas o tempo de hoje nos pede encontros e desencontros e como lidar com Isso? Eu sei, eu sei… e por tanto saberes é que pulso por uma palavra e que ela me seja mais que vento, inVento, me seja carne, sangue azul, tinta que demarque qualquer rastro, existência.
se desejar, desejarem, leia(m) toda a carta, lendo até aqui já está bom(rs)
Read more »