EntreVistas, leituras, um encontro com Luiz Alberto Machado

Hey, bom estar com meu amigo Luiz Alberto Machado, poeta, músico, produtor cultural.. entre tantos Nitolino, confiram no Varejo Sortido e Crônica de Amor por Ela, nosso encontro e sua leitura sobre minha poesia!! Vivas!! CARMEN SILVIA PRESOTTO – Conheci primeiro o trabalho extraordinário que a Carmen Silvia Presotto desenvolve no espetacular Projeto e Editora Vidráguas. Logo me apaixonei pela excelente iniciativa e passei a indicar nas minhas páginas, o que levou, por consequência, a desenvolver um contato mais estreito com a autora. Deu-se então o lançamento do seu terceiro livro, Postigos, quando procurei realizar uma entrevista com ela. Simpática como é, aceitou na hora e publiquei aqui no Varejo Sortido. Leiam toda a postagem lá no Varejo...

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Agora rumo ao Rio de Janeiro com Uns Poucos Versos de Cristina DeSouza, eba!!

Lançamento do livro “Uns Poucos Versos” de Cristina DeSouza Dia 16/11 na Blooks Livraria MOVEDIÇO “meu jazz é azul baixo no compasso guitarra no blues ávida de estrelas procuro a luz é noite a lua é cheia pés na areia enquanto meus olhos passeiam no escuro nus” Com os pés firmes no chão, Cristina DeSouza nos dá provas de que é uma das mais agradáveis surpresas na recente safra emergida dentro da poesia contemporânea em língua portuguesa. Seus poemas fluem com facilidade, em ritmo marcado normalmente por versos curtos, mas numa linguagem de grande profundidade e nas palavras habilmente desferidas de seus haicais. Em “Uns Poucos Versos”, o arranjo e a musicalidade de Cristina levam-nos a telas, retratos, cores, sentidos e emoções...

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Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar… mais uma Cartografia Poética em Vidráguas

Desbundalismos poéticos, Pedras de calcutar… Por Carmen silvia Presotto * Esta foto, é em Verona, imaginem, estava eu na casa de Julieta, esperando os Bardos chamarem e não é que deu certo, o telefone tocou e… Psiu, hoje meu telefone vai tocar! Hoje é dia de publicarmos mais um poema enRedados Vidráguas, no entanto Luana Neres, vidraguense amiga, dona da Arte de nosso projeto está em um Congresso de História da Arte no Rio, por isso o atraso… Amanhã deverá estar nossa homenagem ao Poeta Amado Armindo Trevisan, outro, entre tantos é o Poeta, tradutor e tanto mais…Professor Donaldo Shuler, com trema, sim, que além de nos desnudar Joyce, escreveu Chimarrita, onde nos mostra um Cândido tão moderno que até Joyce se...

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CAIO F: CARTA DE UMA DATA ADIVINHADA, desde Outubro… desde Nei Duclós

Psiu! Isso tem que ir para Escolas, tem que ser distribuido e compartilhado, memórias poéticas, Vivas Memórias.. CAIO F: CARTA DE UMA DATA ADIVINHADA por Nei Duclós Foto de Juarez Fonseca Da solidão à epifania, esta carta que Caio escreveu para mim em data incerta, mas determinada (vejam por que logo no início) percorre as dificuldades que enfrentávamos na época, como desemprego, projetos frustrados, amores que se esvaziam, relacionamentos que acabam, dor de cabeça que não passa. Começa mostrando como se fazia nos anos 70: ia-se pessoalmente à redação levar o texto para ser publicado. Não tinha essa moleza de e-mail . E não era um lugar qualquer, mas na mais profunda Marginal do Tietê,na redação da Veja. Ia-se a pé, ou seja, de ônibus....

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Eros, poema Anáguas em Vidráguas

Agarrei-me a seu ombro e beijei-o, havia uma intimidade mais viril devido a meu ato rude de algumas horas atrás. “Coisas antigas também me chamam, os pensamentos dela” Em poucos minutos eu estava completamente vestida para voar com ele abraçada; estava tão impregnada desses sentimentos que não consegui deixar de abraçá-lo e beija-lo, só para fazer seus lábios se entreabrirem, só para sentir sua boca se fechando na minha mais uma vez. Poema de Rodrigo Rios de Lucas, que escreve todas as quintas-feiras para nosso Anáguas-Vidráguas e administra conosco o Vidráguas e também o Enterprosa, frupos de poesia no Facebook. Psiu, e logo o site Anáguas estará no ar, onde também teremos a seleção EvasAlmas, aguardem, bom anoitecer e...

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Uma resposta viajeira, momentos bruxelentos, uma cartografia poética

Uma resposta viajeira por Carmen Presotto Um dia alguém me perguntou que acho da Bélgica. Poderia ser uma simples resposta, tipo, terra de Marguerite Yourcenar,Henri Michaux…ou chocolate Godyva ou a estátua do menino que faz pipi, Manneken Pis,onde todo o mundo, literalmente, quer passar por ele, colocar a mão na fonte e ainda tirar fotos com o crédito de que a lenda reforçará a sorte desejada aos piratas por viagens. Por ali, outros reforçam seus créditos com souvenieres, camisetas, restaurantes, em que várias línguas serepenteiam entre o francês, espanhol, italiano, antigo latim, e com um ardente salpicar de resquícios mourescos, som mais anasalado – gutural – uma vez que logo ao lado está a Holanda, porto de tulipas, entrada deste...

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Fenda nua… poema de Carmen Presotto

Psiu! Um beijo a todos por aqui,boas leituras e estaremos 10 dias de férias, aproveitem para ler, comentar, criticar e início de setembro estaremos de volta. Sentiremos saudade, até lá Fenda nua com os dedos da noite assombro as paredes da Lua Hora do terço – dizem as carolas – e eu, rezo momentos com pérolas Psiu! Badalam os sinos um fantasmas me chama e eu, vou lá vesti-lo de carne… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas Fotografia de Gui...

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E aí, quem tem coragem de confessar?

Estamos com mais um Projeto Cultural Vidráguas, acompanhem, participem, é fundamental descruzarmos os braços a caminho de uma Literatura Social… O caminho se faz ao andar e ao conVersar!!

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Em Vidráguas, cartografia poética com Rubens Jardim

Psiu! Dois dias atrás li este texto escrito na juventude do Poeta Rubem Jardim, inspirado na forte repercussão de Liberdade, Liberdade, datado dos anos 60 em pleno movimento da Catequese Poética. O texto foi escrito para ser , levado aos palcos, aos colégios e faculdades, enquanto isso, leiamos aqui em uma cartografia poética. As palavras podem abrir, revelar, dividir emoções Por Rubem Jardim Poeta 1 Bom dia, minha vida, minha luta! Bom dia bandeira, bom dia escudo, Palma, enterrada flexa, bom dia. Bom dia pedra dura, fixa na onda da serra. Bom dia minhas mãos, minha colher, minha sopa, Meu escritório, minha casa e meu sonho. Bom dia meu arroz, meu milho, meus sapatos, minha roupa. Bom dia meu campo, meu livro, meu sol e meu sangue sem dono. Poeta...

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hoje em Anáguas, uma cartografia poética

Oh, Velho Hank!  Por que não cruzei com Você no Km 18 da Marginal que emoldura No Tietê a Merda da Megalópole Talvez tivesse economizado vinte anos Números e constelações em amor com uma Mulher – Miró – jogados no ralo de uma vida – Privada – Válvula da Descarga destroçada, estragada Leiam toda a cartografia poética Não havia por onde escapar… Todos os canos travados entupidos fome de estrada e de vida mastigada triturada ruminada Poesia carne viva! Entre os dentes cariados, machucados nervos expostos desmorona faces A Guernica dita a Nova Poética! Miró grafitado no Urro de Arrimo… Nos colhões do Velho Hank exorcizo o Meu Medo de fazer Poesia Livre e também o Medo de Amar. Oh, Hank…my...

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Feliz 2011 e seguimos com mais Postigos ao mundo…

Queridos Amigos, todos, obrigada por estes momentos junto a Vidráguas e que Postigos, um tempo de compartilhar tempos, versos, encontros prossiga nos iluminando sempre No Rio, no mar em Porto Alegre e em qualquer porto onde a Poesia seja caminho estaremos. A todos um beijo carinhoso, gracias e seguimos!!! Feliz Novo Ano e até dia 3 de...

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