﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vidráguas &#187; Conversando sobre cinema</title>
	<atom:link href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/conversando-sobre-cinema/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://vidraguas.com.br/wordpress</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 22:52:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>A árvore da vida um filme, uma reflexão&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/06/a-arvore-da-vida-um-filme-uma-reflexao/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/06/a-arvore-da-vida-um-filme-uma-reflexao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 16:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=13447</guid>
		<description><![CDATA[A Árvore da Vida por Sandrio Cândido O tempo findou no coração dos calendários para nascer outra vez. Surge novas possibilidades, nada como iniciar outra vez a jornada rumo a lugar algum. Quando o leitor ler este texto provavelmente estarei de férias, aproveitando para rever o ótimo filme a árvore da vida. Mas um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Árvore da Vida<br />
por <a href="http://www.aalmaearosa.blogspot.com/">Sandrio Cândido</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Poster-a-arvore-da-vida.jpg" rel="lightbox[13447]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Poster-a-arvore-da-vida-204x300.jpg" alt="" title="Poster-a-arvore-da-vida" width="204" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13448" /></a><br />
<br />
O tempo findou no coração dos calendários para nascer outra vez. Surge novas possibilidades, nada como iniciar outra vez  a jornada rumo a lugar algum. Quando o leitor ler este texto provavelmente estarei de férias, aproveitando para rever o ótimo filme a árvore da vida.  Mas um dos grandes lançamentos de 2011, incluo na lista O melancolia, Dos homens e dos deuses, A pele em que habito, Cisne negro e outros.<br />
<br />
Leia todo o comentário<br />
<span id="more-13447"></span><br />
<br />
A árvore da vida é mais uma  grande obra do cinema, do diretor Terrence Malick (cinzas do paraíso e terra de ninguém) e com Brad Pitt vivendo o papel principal e Seam Penn no papel do filho atormentado. O filme gira em torno da relação entre pai e filho de uma família comum, ao mesmo tempo em que o estende desde o Bing Bang.  Deixo aos críticos a analise cinematográfica, quero aqui fazer um comentário sobre a parte filosófica do filme. Já aviso que o filme requer um boa dose de paciência diante do enredo lento e das imagens fantásticas, e sem o conceito de graça e natureza o espectador não entenderá o filme.<br />
<br />
A árvore da vida é descrita na Bíblia cristã no livro do Gênesis, e é exatamente sobre Deus que o filme mais fala, um chamado a Deus, um grito às vezes calado a Deus. A começar pela epígrafe, retirada do livro de Jô, o livro que narra a luta do bem contra o mal. Na primeira cena, já ouvimos a frase “ as freiras nos ensinaram que existem duas formas de se viver, a da graça e da natureza” a partir daí o filme nos transposta para uma atmosfera onde parecemos ouvir o grito desesperado por um Deus que não sabemos existir, um Deus que nos ama, “ mas que envia moscas para as feridas que ele deveria curar”, e como esquecer a passagem em que o reverendo prega sobre o livro do Jô, e nos lança inúmeras perguntas que cabe ao espectador responder, uma delas é quando ele nos questiona se o justo deveria sofrer, em um tempo onde a tal felicidade ocupa as prateleiras das livrarias e que o sofrimento já nada diz ao nossos olhos, esta é uma questão importante.<br />
<br />
Durante o filme são inúmeras as cenas em que o dialogo entre os personagens torna se um dialogo conosco, mas na maioria das vezes é um dialogo com Deus, como na seqüencia em que o diretor reconstrói o Bing Bang até chegar ao nascimento do filho do casal. Mas poderia ser também até chegar a qualquer um de nós.<br />
<br />
O grito pela graça parece ser respondido pelo encontro com  a natureza, como se autor chamasse por Deus e só encontrasse a natureza. Luiz Felipe pondé, filosofo e colunista da folha de são Paulo ao analisar o filme diz que Malick faz da espiritualidade a obra prima de seus filmes e neste não é diferente, “Espiritualidade aqui significa a indagação essencial se a vida é fruto de uma força cega ou fruto de uma intenção bela, confrontada cotidianamente com o sofrimento inquestionável da vida.” Já no inicio ao receber a noticia de que o filho faleceu o espectador se defronta com a pergunta. Será que perante a morte é a natureza que vence a graça ( Deus) mas não pense que o diretor deixe uma resposta fácil para nós, cabe a cada um depois de ver o filme refletir e pensar, afinal “Deus dá, Deus pode tirar” como cita uma das personagens.<br />
<br />
Algo fica claro no filme, cada um de nós deve escolher entre as duas formas de se viver, a natureza ou a graça, em ambas haverá dor, termino com as mesmas palavras do ponde “Se a vida é fruto da graça, ela é dádiva de beleza e de bondade, se ela é apenas natureza, ela é cega e sem sentido.O adulto Sean Penn será o herdeiro agoniado desta questão: a vida é graça ou mera natureza? &#8220;Devo ser competitivo&#8221;, como o pai o ensinou a ser (a natureza), ou &#8220;generoso&#8221;, como a mãe lhe dizia (a graça)? A morte prematura do irmão será intransponível? Como amar a vida diante da morte? Seria ela a derrota da graça?A vitória da natureza cega?<br />
<br />
Cada morte é como se fosse a primeira morte no mundo&#8221;.Impossível não se lembrar de santo Agostinho ao ver o filme.  Boa escolha e bom 2012.<br />
<br />
* Sandrio escreve uma vez por mês em Vidráguas&#8230; bom final de semana, gracias e feliz 2012 Sandrio!!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/06/a-arvore-da-vida-um-filme-uma-reflexao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Então é Natal&#8230; metamorfoses!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/24/entao-e-natal-metamorfoses/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/24/entao-e-natal-metamorfoses/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 15:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Anáguas- EvasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografias Poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[De verso em verso...um novelo poético.]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Haicaiando em Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[mo(r)mentos - poemas enRedados]]></category>
		<category><![CDATA[photoCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[photoPoemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas Plicários- VidrAnáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Pontuação - Letras em Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Quase_Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Feliz 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Feliz Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Metamorfoses]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=13407</guid>
		<description><![CDATA[Um beijo a todos que aqui chegarem, desejo de um Feliz Natal e um 2012 e, amigos queridos, estaremos de férias até dia 3/1/2012. E a todos que escrevem semanalmente conosco aqui, em nosso Projetos Culturais e em Redes sociais, gracias mil, pois hoje já somos mais e melhores!! E seguimos&#8230;Feliz 2012!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/vidraguas_2012.jpg" rel="lightbox[13407]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/vidraguas_2012-300x199.jpg" alt="" title="vidraguas_2012" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-13408" /></a><br />
<br />
Um beijo a todos que aqui chegarem, desejo de um Feliz Natal e um 2012 e, amigos queridos, estaremos de férias até dia 3/1/2012.<br />
<br />
E a todos que escrevem semanalmente conosco aqui, em nosso Projetos Culturais e em Redes sociais, gracias mil, pois hoje já somos mais e melhores!! E seguimos&#8230;Feliz 2012!!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/24/entao-e-natal-metamorfoses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>La Dolce Vita, um filme, uma reflexão por Sandrio Cândido</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/10/la-dolce-vita-um-filme-uma-reflexao-por-sandrio-candido/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/10/la-dolce-vita-um-filme-uma-reflexao-por-sandrio-candido/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 16:53:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[La dolce vita]]></category>
		<category><![CDATA[pensando com arte]]></category>
		<category><![CDATA[Sandrio Cândido]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=13220</guid>
		<description><![CDATA[La Dolce Vita um filme, uma reflexão por Sandrio Cândido Frederico Fellini é um gênio do cinema. A doce vida é uma das grandes obras do cinema italiano e mundial. Para aqueles que ainda não assistiram ao filme uma pequena sinopse. Roma anos 50, o jornalista Marcelo ( Marcello Mastroianni) passa os dias em festa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>La Dolce Vita um filme, uma reflexão<br />
por <a href="http://www.aalmaearosa.blogspot.com/">Sandrio Cândido</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/la-dolce-vita.jpg" rel="lightbox[13220]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/la-dolce-vita-200x300.jpg" alt="" title="la dolce vita" width="200" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13222" /></a><br />
<br />
Frederico Fellini é um gênio do cinema.  A doce vida é uma das grandes obras do cinema italiano e mundial. Para aqueles que ainda não assistiram ao filme uma pequena sinopse. Roma anos 50, o jornalista Marcelo ( Marcello Mastroianni) passa os dias em festa e badalações, mas sente-se vazio e sonha em escrever sobre assuntos sérios. Seu trabalho é perseguir celebridades, acompanhar supostas aparições da virgem Maria e acompanhar uma grande atriz em visita turística. Qualquer semelhança entre o enredo e a sociedade pós-moderna é fruto da capacidade que têm os grandes artistas de perceberem para onde vai o mundo.<br />
<br />
O  filme dos anos 60 adiante em muito algumas das coisas que vivemos hoje na sociedade do espetáculo. O culto as celebridades talvez seja um dos fatos mais presentes no filme. A perseguição dos jornalistas a algumas celebridades no filme lembra-me os casos estampados em inúmeras revistas. Como sempre um culto onde só vale as aparências e o interesse pela vida alheia. O culto a estética e falta de profundidade.<br />
<br />
leiam todo o artigo de Sandrio que escrevre uma vez por mês aqui em Vidráguas<br />
<br />
<span id="more-13220"></span><br />
<br />
 Outro fato semelhante é as aparições supostas. Lembro-me da paixão pós moderna pelo fantástico, pelo “milagre” que não é milagre nenhum. A paixão pelo espetáculo passageiro e sem profundidade. Uma sociedade que não busca a reflexão mas apenas o prazer. Não buscamos a verdade e sim a felicidade mas a felicidade é uma ilusão pós-moderna.<br />
<br />
Até a forma como o filme é construído, fragmentado lembra-me a sociedade atual. A crise do Marcelo é no fundo a crise de muitos de nossos intelectuais. Sonham em escrever uma grande obra e enquanto não conseguem contentam-se em ser escritores de auto-ajuda ( sem ofender aqueles que leem auto ajuda mas eu não sou politicamente correto e nem acredito em formulas para viver melhor). A fama hoje é mais importante que a grande obra, esta pode ficar apenas no sonho. Muitos de nós sabemos quem é Beethoven, mas nem todos conhecem a obra dele. Quero dizer que se antes a arte era para esconder o artista (como afirmou Oscar Wilde), Hoje o artista é para esconder a arte. Pena que até mesmo na arte a banalidade transformou em objeto, coisificou, aquilo que era para ter um valor estético transcendente.<br />
<br /> <br />
O filme é no fundo uma leitura daquilo que vivemos na chamada pós-modernidade que como sabem ainda não me provaram que existe. Existe um mundo em crise que perdeu todo o sentido de ser humano. Um mundo cheio de duvidas e incertezas mas que quer impor a certeza de um sistema capitalista e banal. Um mundo fundamentalista e de pessoas fundamentalistas. Não no sentido religioso, mas no sentido de ser fechado mesmo. Não há diferença entre alguns movimentos ditos libertadores e os movimentos conservadores. Ambos são radicais e fechados. Ambos acham que a vida se resume apenas ao ato de respirar e outras coisinhas que não incluo aqui.<br />
<br /> <br />
Recomendo o filme além de ser uma obra de arte do cinema é uma boa opção para reflexão sobre os rumos que a vida está tomando hoje. Sobre como o ser humano está tornando-se apenas um objeto de consumo do mercado. Como as promessas do racionalismo francês falharam e muitas outras. Se não estiver com vontade de refletir ao menos verá o que significa a obra de um grande artista do cinema mundial.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/10/la-dolce-vita-um-filme-uma-reflexao-por-sandrio-candido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Festival da Diversidade Sexual chega a Porto Alegre &#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/29/festival-da-diversidade-sexual-chega-a-porto-alegre/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/29/festival-da-diversidade-sexual-chega-a-porto-alegre/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 14:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Festival da Diversidade Sexual chega a Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Correio do Povo]]></category>
		<category><![CDATA[Olhe para mim de novo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=13037</guid>
		<description><![CDATA[* Um bom tempo para refletirmos sobre sexualidade em Porto Alegre, sobre as dimensões do erotismo que desejamos trabalhar por aqui em Vidráguas&#8230; Festival da Diversidade Sexual chega a Porto Alegre Filmes serão exibidos de hoje a domingo em três salas da Capital Cena de Olhe para Mim de Novo, um dos títulos da mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>* Um bom tempo para refletirmos sobre sexualidade em Porto Alegre, sobre as dimensões do erotismo que desejamos trabalhar por aqui em Vidráguas&#8230;<br />
<br />
Festival da Diversidade Sexual chega a Porto Alegre<br />
Filmes serão exibidos de hoje a domingo em três salas da Capital<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/olhe-para.bmp" rel="lightbox[13037]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/olhe-para.bmp" alt="" title="olhe para" class="alignnone size-full wp-image-13038" /></a><br />
<br /> <br />
Cena de Olhe para Mim de Novo, um dos títulos da mostra que começa hoje<br />
Crédito: Avante Filmes / Divulgação / CP<br />
<br /> <br />
Desta terça-feira até domingo será realizada, em Porto Alegre, a segunda edição do Close – Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual. Os filmes serão exibidos em três salas: CineBancários, Eduardo Hirtz  da CCMQ e Memorial do Rio Grande do Sul.<br />
<br />
A maioria dos filmes exibidos no Close é inédita no Rio Grande do Sul e não estão disponíveis nem em locadoras ou na Internet; após as sessões ocorrerão debates. A programação contará com três mostras principais: Mostra Competitiva, com o melhor dos filmes curtas-metragens selecionados, que disputarão premiações em dez categorias; Mostra Paralela, não competitiva, com filmes selecionados pela curadoria; e Mostra Informativa, com uma seleção de filmes convidados &#8211; em curta, média ou longa-metragem &#8211; de conteúdo artístico, histórico ou social, nacionais e estrangeiros.<br />
<br />
Saiba mais, acompanhe toda a postagem<br />
<span id="more-13037"></span><br />
<br />
A cerimônia de abertura será às 19h, no CineBancários (General Câmara, 424), com exibição de &#8220;Meu Amigo Cláudia&#8221;, seguido de debate com o diretor, Dacio Pinheiro, e o crítico Marcus Mello. Uma retrospectiva do cinema Lgbt brasileiro é feita no média-metragem &#8220;Cinema em Sete Cores&#8221;, com a presença do diretor Filipe Tostes. A coprodução Brasil/Dinamarca &#8220;Rosa Morena&#8221; é um dos destaques. Já a Mostra Corpo Militar, através dos filmes &#8220;Sebastiane&#8221; e &#8220;Brigada Pára-Quedista&#8221; visa abordar a retratação do corpo militar no cinema através de uma perspectiva homoerótica. Ainda vale ressaltar o polêmico &#8220;Bocage &#8211; O Triunfo do Amor, e a estreia em Porto Alegre do documentário &#8220;Olhe pra Mim de Novo&#8221;.<br />
<br />
Segundo seus organizadores, o festival tem como objetivo valorizar produções cinematográficas e promover reflexões em relação a seu tema principal: a diversidade de expressões da sexualidade humana. Em sua segunda edição, o Close tem, também, na sua programação a promoção, novamente de encontros e diálogos entre cineastas, estudantes, pesquisadores e cinéfilos. Da mesma forma que durante a primeira edição, a produção do evento espera reunir, nos dias do Festival, um público diverso, crítico e curioso, interessado nas questões sobre as diferenças e singularidades ligadas à sexualidade, por meio de produções audiovisuais de alta qualidade técnica e artística, ousadas e diferentes.<br />
<br /> <br />
Correio do Povo<br />
Arte &#038; Agenda<br />
29 de novembro de 2011<br />
ANO 117 / Nº 60<br />
<br /> <br />
Programação Completa: <a href="http://somos.org.br/close2011/?page_id=9">http://somos.org.br/close2011/?page_id=9</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/29/festival-da-diversidade-sexual-chega-a-porto-alegre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comentários &#8230;.</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/21/comentarios/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/21/comentarios/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 21:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Anáguas- EvasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografias Poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[De verso em verso...um novelo poético.]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Haicaiando em Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[mo(r)mentos - poemas enRedados]]></category>
		<category><![CDATA[photoCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[photoPoemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas Plicários- VidrAnáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Pontuação - Letras em Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Quase_Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[comentários]]></category>
		<category><![CDATA[site em manutanção]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=12896</guid>
		<description><![CDATA[Psiu! Entro para dizer aos amigos, que entro, leio seus blogues, de todos que aqui estão nos Rol de Leituras Vidráguas, mas estou com problemas pra deixar comentários, acusa um erro de sistema que logo deve estar sendo resolvido pela pessoa encarregada do Site. Beijos, boa semana e seguimos lendo, trocando e assim, que aparecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/comentários.png" rel="lightbox[12896]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/comentários-300x199.png" alt="" title="comentários" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-12897" /></a><br />
<br />
Psiu! Entro para dizer aos amigos, que entro, leio seus blogues, de todos que aqui estão nos Rol de Leituras Vidráguas, mas estou com problemas pra deixar comentários, acusa um erro de sistema que logo deve estar sendo resolvido pela pessoa encarregada do Site.<br />
<br />
Beijos, boa semana e seguimos lendo, trocando e assim, que aparecer o erro a ser consertando, eu volto a deixar meu rastros de leitura em comentários&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/11/21/comentarios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fenda nua&#8230; poema de Carmen Presotto</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/08/19/fenda-nua-poema-de-carmen-presotto/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/08/19/fenda-nua-poema-de-carmen-presotto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 13:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografias Poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[De verso em verso...um novelo poético.]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Haicaiando em Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[mo(r)mentos - poemas enRedados]]></category>
		<category><![CDATA[photoCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[photoPoemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[fenda nua]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Bourdin]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=11594</guid>
		<description><![CDATA[Psiu! Um beijo a todos por aqui,boas leituras e estaremos 10 dias de férias, aproveitem para ler, comentar, criticar e início de setembro estaremos de volta. Sentiremos saudade, até lá Fenda nua com os dedos da noite assombro as paredes da Lua Hora do terço - dizem as carolas &#8211; e eu, rezo momentos com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu!<br />
<br />
Um beijo a todos por aqui,boas leituras e estaremos 10 dias de férias, aproveitem para ler, comentar, criticar e início de setembro estaremos de volta. Sentiremos saudade, até lá<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/guy_bourdin1.jpg" rel="lightbox[11594]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/guy_bourdin1-300x200.jpg" alt="" title="guy_bourdin" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-11597" /></a><br />
<br />
Fenda nua<br />
<br />
com os dedos da noite<br />
assombro as paredes da Lua<br />
<br />
Hora do terço<br />
- dizem as carolas &#8211;<br />
e eu,<br />
rezo momentos com pérolas<br />
<br />
Psiu!<br />
<br />
Badalam  os sinos<br />
um fantasmas me chama<br />
e eu,<br />
vou lá  vesti-lo de carne&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto – Vidráguas<br />
Fotografia de Gui Bourdin</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/08/19/fenda-nua-poema-de-carmen-presotto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>E aí, quem tem coragem de confessar?</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/06/28/e-ai-quem-tem-coragem-de-confessar/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/06/28/e-ai-quem-tem-coragem-de-confessar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 15:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografias Poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Haicaiando em Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[photoCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[photoPoemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Pontuação - Letras em Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Quase_Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[@monicacompoesia]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Confessionário Urbano]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cultural Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=10946</guid>
		<description><![CDATA[Estamos com mais um Projeto Cultural Vidráguas, acompanhem, participem, é fundamental descruzarmos os braços a caminho de uma Literatura Social&#8230; O caminho se faz ao andar e ao conVersar!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe frameborder="0" height="388px" src="http://catarse.me/pt/projects/199-confessionario-urbano-vidraguas/video_embed" width="364px" style="-moz-border-radius: 8px;-webkit-border-radius: 8px;-o-border-radius: 8px;-ms-border-radius: 8px;-khtml-border-radius: 8px;border-radius: 8px;-moz-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;-webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;-o-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;"></iframe><br />
<br />
Estamos com mais um Projeto Cultural Vidráguas, acompanhem, participem, é fundamental descruzarmos os braços a caminho de uma Literatura Social&#8230; O caminho se faz ao andar e ao conVersar!!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/06/28/e-ai-quem-tem-coragem-de-confessar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>retorno sem dados&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/04/30/retorno-sem-dados/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/04/30/retorno-sem-dados/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 08:58:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartas]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografias Poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Haicaiando em Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[mo(r)mentos - poemas enRedados]]></category>
		<category><![CDATA[photoCrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[photoPoemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Quase_Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas de Poetas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen presotto]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen;carmen silvia presotto]]></category>
		<category><![CDATA[problemas com servidor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=9302</guid>
		<description><![CDATA[Hey, há momentos em que voltar ao passado é mais do que um eterno retorno, é a única possibilidade que temos de estar no ar&#8230; por isso, perdoem os dias aqui postados, até dia 28 de abril e desaparecidos, por problemas junto ao servidor, mas penso que logo estaremos com o material recuperado de volta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Relógio-Dali1.jpg" rel="lightbox[9726]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Relógio-Dali1.jpg" alt="" title="Relógio-Dali" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9304" /></a><br />
<br />
Hey, há momentos em que voltar ao passado é mais do que um eterno retorno, é a única possibilidade que temos de estar no ar&#8230; por isso, perdoem os dias aqui postados, até dia 28 de abril e desaparecidos, por problemas junto ao servidor, mas penso que logo estaremos com o material recuperado de volta, e com o Vidráguas atualizado, enquanto isso, boas leituras&#8230;<br />
<br />
A todos um beijo, bom dia, bom final de semana e seguimos! </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/04/30/retorno-sem-dados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>e depois de assistir a eterno amor, escrevo&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/02/18/e-depois-de-assistir-a-eterno-amor-escrevo/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/02/18/e-depois-de-assistir-a-eterno-amor-escrevo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 15:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[acaso]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Eterno Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Pierre Junet]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=8907</guid>
		<description><![CDATA[Diários de memórias&#8230; depois de assistir Eterno Amor de Junet por Carmen Silvia Presotto Paris&#8230; 1920, e a cada movimento do trem um embalo de que a esperança é verde é azul, é mar porto navegável, onde cada palpitação reporta a margem do não sabido: cartas marcadas cartas esperadas tarô&#8230;gare&#8230; garagem&#8230; guidon de mãos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diários de memórias&#8230;<br />
<br />
depois de assistir Eterno Amor de Junet<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<iframe title="YouTube video player" width="450" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/bVI1hdNZQNE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Paris&#8230;<br />
1920, e a cada movimento do trem<br />
                          um embalo de que a esperança é verde<br />
é azul, é mar<br />
<br />
porto navegável, onde cada palpitação reporta a margem do não sabido:<br />
<br />
cartas marcadas<br />
            cartas esperadas<br />
tarô&#8230;gare&#8230; garagem&#8230;<br />
<br />
guidon de mãos que se diziam quietas<br />
<br />
ela olhava ele<br />
         ele olhava ela<br />
e nessa circunstância existiam<br />
<br />
Há acordes<br />
       há despertares<br />
há sufocos e<br />
              lágrimas<br />
que a cada girar pedregulham<br />
<br />
Há o Front<br />
     hoje  nos jornais ainda há Argélia<br />
e a o encontro que a cada final se desencontra como se a vida fosse espinhos<br />
sinal de que sangue<br />
e granada não se misturam&#8230;<br />
<br />
Uma mão,<br />
       esquece tudo<br />
e todos&#8230;<br />
segue acreditando<br />
        que o Rosa- Prata<br />
a rosa envelhecida<br />
     é a cor da ação<br />
<br />
- coração –<br />
que entre símbolos decifra<br />
               a imagem da letra, a letra do som<br />
o som da palavra e<br />
se aquieta&#8230;<br />
<br />
E teve um dia:<br />
Descartado, um dia em que a carta era o endereço da memória viva.<br />
<br />
Lembranças<br />
        e nestas, um recomeçar,<br />
porque num dia alguém acreditou<br />
um amor pôde existir<br />
<br />
Se último,<br />
      não se sabe,<br />
mas se hoje vive<br />
é porque crer é um infinitivo<br />
dedo à mão que falta,<br />
onda que gira ao mapa certo,<br />
bússola geográfica que diz:<br />
há vida,<br />
       enquanto há respiração<br />
esperança  há e logo estarei indo encontrar-me com mais uma ponta de uma folha em branco&#8230;<br />
<br />
ver o filme Eterno Amor<br />
      me faz verter o sangue que<br />
minha boca não verte&#8230;<br />
<br />
vertebradoinvertebrado, assim é a humanidade.<br />
<br />
Dobra-se a qualquer esquina<br />
e depois<br />
desdobra-se para não ser vento<br />
poeira no deserto,<br />
e quando o céu percebe algo,<br />
cai uma chuva,<br />
        um albatroz<br />
uma palavras<br />
um poema<br />
e onde a vida não flui é onde mais me ardo.<br />
<br />
Querido Diário,<br />
Todas  as reminiscências lembram uma tela daliliana&#8230;<br />
As imagens surgem na boca de cada personagem como rosa-prata,<br />
fotos in sépias -<br />
     época em que a guerra é apenas plano de fundo –<br />
<br />
 jovens<br />
        trabalhadores<br />
com mãos rotas, dizendo que a linha da vida é  mais que uma simples fronteira&#8230;<br />
<br />
Que dor!<br />
        Dor humana&#8230;<br />
Que a cada tanto se repete entre um movediço solo.<br />
<br />
E lembro muito de Alma Fuerte, poetas que amam a vida, quando nela está o construir, pontes, o que já é Guerra!!!<br />
<br />
Violentas separações<br />
        fronteiras inaudíveis<br />
                                                                                                          e<br />
<br />
o fio é mão que pulsa&#8230;<br />
e se pulsa<br />
           vibra aos acordes de cada canção.<br />
<br />
Ela não acreditou&#8230;<br />
      Todos o tinham morto,<br />
no entanto, querido diário,<br />
           uma árvore estendia-se como abraço a cada pensamento&#8230;<br />
<br />
Na trincheira, apenas um galho registrava o farol&#8230;<br />
O grande túnel  em que o amor se faz presente&#8230;<br />
<br />
* escrevo sempre ao meu diário e pela sincronia de ter lido Acaso, coincidência e narrativa de Nei Duclós. Hoje compartilho aqui minhas palavras, escritas quando assisti pela primeira vez Eterno Amor, um filme de 2006 de Jean-Pierre Junet que gostei tanto que vou assistir novamente. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/02/18/e-depois-de-assistir-a-eterno-amor-escrevo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>revisitando filmes, dica para o final de semana</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/02/18/revisitando-filmes-dica-para-o-final-de-semana/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/02/18/revisitando-filmes-dica-para-o-final-de-semana/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 14:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conversando sobre cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eterno Amor]]></category>
		<category><![CDATA[nei duclós]]></category>
		<category><![CDATA[pensando com arte]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=8903</guid>
		<description><![CDATA[Acaso, coincidência e narrativa por Nei Duclós Por pura coincidência (ou seriam os deuses do Acaso?) vi dois filmes seguidos sobre o mesmíssimo tema, apesar de, nos créditos e no Google, não existir ninguém que tenha falado que haja ligação entre eles. Um é A Ponte de São Luís del Rey e outro Eterno Amor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaso, coincidência e narrativa<br />
por Nei Duclós<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/eterno-amor06.jpg" rel="lightbox[8903]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/eterno-amor06.jpg" alt="" title="eterno-amor06" width="448" height="220" class="alignnone size-full wp-image-8904" /></a><br />
<br />
Por pura coincidência (ou seriam os deuses do Acaso?) vi dois filmes seguidos sobre o mesmíssimo tema, apesar de, nos créditos e no Google, não existir ninguém que tenha falado que haja ligação entre eles. Um é A Ponte de São Luís del Rey e outro Eterno Amor. Cada um é baseado num autor diferente. O primeiro, no ganhador do Pulitzer Thornton Wilder, que lançou seu livro em 1927. E o outro no livro de Sébastien Japrisot. O argumento é idêntico: cinco pessoas condenadas se encontram juntos no mesmo lugar para morrer. Quem são elas e por que estão lá? pergunta o narrador/investigador da Ponte de São Luis Rey, um padre que está sendo julgado pela Inquisição. Quem são essas pessoas e será que uma delas sobreviveu? pergunta a narradora/investigadora de Eterno Amor. Destino é a chave para decifrar a charada. A trama é a busca de respostas, que surgem a partir do resgate de cada uma das cinco vidas.<br />
<br />
Li no Outubro blog de Nei Duclós, leiam lá mais momentos de filmes, arte, e muita poesia:<br />
<a href="http://outubro.blogspot.com/">http://outubro.blogspot.com/</a><br />
<span id="more-8903"></span><br />
<br />
TRINCO &#8211; O que é uma coincidência? Você coloca a mão no trinco e sente que a porta tem vida própria. Ela está se abrindo praticamente sozinha, impulsionada por uma força fora de você. É que no mesmíssimo instante, alguém colocou também a mão no trinco, do outro lado da porta e as duas pessoas se vêem uma diante da outra, a se perguntar: porque ela teve a mesma necessidade, a mesma idéia e o mesmo impulso no mesmo exato momento? Bem, isso tem que acontecer de alguma forma, diz o Calculador de Probabilidades, que nada mais é do que o Inquisidor Científico Anti-Acaso. Magia, sinal, destino, dirá o Esotérico, que nada mais é do que o Procurador de Coincidências Reveladoras. A coincidência é isso mesmo: a porta entre os mundos, quando o caos encontra um ponto em comum e, a partir daí, uma saída. Foi Deus que decidiu punir as cinco pessoas que caíram da ponte? O noivo da mulher que vai atrás de respostas está realmente vivo? Por que ele deveria sobreviver e os outros, morrer? Por que as cinco pessoas, de vidas tão distintas, estavam juntas naquele lugar?<br />
<br />
FRANÇA &#8211; Eterno amor foi incendiado pela crítica brasileira, a Demolidora Genocida. Por uma simples razão: o diretor, Jean-Pierre Jeunet, repetiu a dose do seu mega-sucesso Amélie Poulin, ao escolher a atriz Audrey Tautou e optar também por um filme quase todo narrado. É o seguinte: o cara pegou todo mundo de surpresa com um filme maravilhoso, encantador, um anti-blockbuster total, feito de emoção, amadurecimento, poesia, tudo regado com a música (sumida) e essa língua sem igual que é o francês. Aí as massas acorreram ao cinema. A crítica brasileira ficou mordida. O cara estava fazendo muito sucesso. Esperou o passo seguinte.<br />
<br />
OBRA &#8211; O sujeito repetiu a dose, quer fazer o mesmo sucesso, repetiu-se? Ódio em cima dele. E essa negação não passa de uma bobagem. Jeunet é um autor com uma obra, tem o direito de fazer uma seqüência de filmes do seu jeito, como acontece com todos os grande cineastas. Era só o que faltava: os sem-noção quererem ensinar cineasta a fazer filme direito! Eterno amor é magnífico, inacreditável de tão bom. Tem performances estupendas, desde Audrey até a ponta feita por Jodie Foster. Só vendo para crer.<br />
<br />
CAOS &#8211; Em a Ponte, até que o canastrão Robert de Niro está bem, talvez porque faça um arcebispo histriônico, que é bem do seu feitio. Mas lá estão Kathy Bates, arrasadora como sempre, e Harvey Keitel, um ator didático, que descreve seus personagens enquanto atua. O filme é de Mary McGuckian e parece confuso no início, difícil de entrar nele, pois não sabemos as intenções dos autores. Mas a idéia é essa mesma: ao resgatar a vida das pessoas que caíram da ponte, o narrador pontua um tribunal com sua narração fragmentada, caótica. Aos poucos, a história vai se afunilando até fazer sentido completamente. O padre queria saber os desígnios de Deus no episódio, para reforçar sua fé; a noiva queria saber se o noivo estava vivo, para continuar vivendo.<br />
<br />
NÓ &#8211; A presença de cinco pessoas diferentes no mesmo local e hora é o ponto nodal de narrativas que se desdobram ao infinito quando vão para o passado, e resultam numa síntese no desfecho. Foi o acaso, a coincidência que decidiu a parada, ou há algo maior e mais complicado por trás de tanto mistério?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/02/18/revisitando-filmes-dica-para-o-final-de-semana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

