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	<title>Vidráguas &#187; Conversando sobre cinema</title>
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		<title>Ninguém é perfeito, um filme, uma crônica..</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 18:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ninguém é Perfeito por Carmen Silvia Presotto Guion, domingo à noite, cenário ideal: Ninguém é Perfeito. Paradoxo entre dois mundos rolam no cinema, enquanto na calçada a tela é verdadeira. Macho-Fêmea? Normal- Inválido? herói-anti-Herói? Quem disse. E vá saber&#8230; Leia toda a crônica Porém, o filme e a vida nos impõem ideias de transformismos. Sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ninguém é Perfeito<br />
por <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/12/dobras-do-tempo-poeia-singular-por-francisco-miguel-moura-que-presente/">Carmen Silvia Presotto</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/filme_14.jpg" rel="lightbox[14641]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/filme_14-203x300.jpg" alt="" title="conversando sobre cinema Vidráguas" width="203" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14642" /></a><br />
<br />
Guion, domingo à noite, cenário ideal: Ninguém é Perfeito. Paradoxo entre dois mundos rolam no cinema,<br />
enquanto na calçada a tela é verdadeira. Macho-Fêmea? Normal- Inválido? herói-anti-Herói? Quem disse.<br />
E vá saber&#8230;<br />
<br />
Leia toda a crônica<br />
<span id="more-14641"></span><br />
<br />
Porém, o filme e a vida nos impõem ideias de transformismos. Sempre somos muitos em um, o difícil é encarar os espelhos. Daí, homem ou mulher, pobre ou rico, poeta ou prosador, torna-se uma escolha visível.<br />
<br />
Mesmo que palpitações internas acusem o inverso, busca-se o normal. Assim é a vida&#8230; Assim é o mundo. Tudo já está escrito, foi dito e não devemos transformar certezas, caso contrário haverá outro rótulo: Loucura!<br />
<br />
E quem gosta de ser louco? Ninguém é perfeito, e melhor é imaginar demências em outros. Enquanto borbulhamos verdades somos normais. Não fugimos e encaramos a realidade sem dramas. Pisar em palco diferente, mudar o roteiro é coisa de artista, seres sentimentais, diferentes e que vivem catando as profundezas dos mares.<br />
<br />
Quanta hipocrisia, quantos dízimos pagamos e&#8230;<br />
<br />
Para que tanta onda se basta viver?<br />
<br />
Se somos muitos em apenas um coração, não devemos dar muita corda para que ele não se farte. Afinal, transmutações não estão no catálogo natural do homem, que, ao pensar, se exclui da natureza. E se a lagartixa escolheu ser borboleta, o problema é dela&#8230; eu existo, ponto.<br />
<br />
Óbvio! Mas não fosse a má distribuição de meus impostos, talvez nem percebesse a renda dos outros. Não fossem os espectadores, talvez De Niro e muito menos eu, contracenássemos juntos para mostrar que ninguém é perfeitamente o que aparenta.<br />
<br />
O filme não é perfeito e nem tão bom. Já dessas palavras tecidas deixo que outros falem&#8230; A mim, valeu pesar a certeza da morte na gangorra da vida. Valeu pelos antagonismos de sermos humanos, apesar de tantos tereres.<br />
<br />
E por hoje rever o filme, para poder trazer este escrito aqui, e validar um crédito&#8230;&#8221;Viva e deixa Viver!&#8221;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, Dobras do tempo, Vidráguas!</p>
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		<title>Bruta Aventura em Versos, um legado de Ana Cristina César&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 22:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruta Aventura em Versos entra em cartaz no CineBancários Entra em cartaz no CineBancários, entre os dias 3 e 8 de abril, com três sessões diárias, às 15h, 17h e 19h, o documentário Bruta Aventura em Versos. O filme fala sobre o legado de Ana Cristina César, a mais importante escritora brasileira de toda uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruta Aventura em Versos entra em cartaz no CineBancários<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-bruta1.jpg" rel="lightbox[14499]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-bruta1-259x300.jpg" alt="" title="convite-bruta1" width="259" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14500" /></a><br />
<br />
Entra em cartaz no CineBancários, entre os dias 3 e 8 de abril, com três sessões diárias, às 15h, 17h e 19h, o documentário Bruta Aventura em Versos.  O filme  fala sobre o legado de Ana Cristina César, a mais importante escritora brasileira de toda uma geração.<br />
<br />
Leia toda a informação<br />
<span id="more-14499"></span><br />
<br /> <br />
“Me fascina a forma como algo tão concreto, como a poesia, que está no papel e é palavra, pode virar algo tão abstrato como vídeoarte, dança, fotografia”. A afirmação é da diretora Letícia Simões, que esteve no  CineBancários dia 20, em Porto Alegre, para participar do lançamento, e explica em parte a decisão de fazer seu primeiro filme sobre a poeta Ana Cristina Cesar – escritora que teve vários de seus trabalhos adaptados para outras formas de expressões artísticas.<br />
<br />
Classificando sua relação com a poesia como visceral – Letícia também é poeta, tendo lançado seu primeiro livro em 2011 –, a diretora admitiu que nunca teve dúvidas que sua estreia nos  longas metragens teria o estilo literário como tema central. “A poesia sempre esteve muito perto de mim, considero o meio mais bonito de expressão, e no meu caso, um meio mais que necessário. É como me expresso e me comunico com o mundo”.<br />
<br /> <br />
O Filme: Ícone da poesia marginal dos anos 1970 no Rio, Ana Cristina Cesar se matou em 1983, aos 31 anos, deixando inúmeros leitores e adeptos. Ela criou versos, traduziu poemas e contos, pesquisou sobre cinema e literatura, escreveu artigos, deu aulas, redigiu cartas. Seu estilo direto porém delicado, visceral, comunicativo influenciou a literatura e a poesia de diversos artistas. A partir da apropriação de sua obra por outros artistas, o documentário procura captar a beleza e a originalidade de sua escrita, seja através da dança de Marcia Rubin, do espetáculo de Paulo José e Ana Kutner ou da poesia de Alice Sant’Anna. Todos, de maneiras diversas e particu lares, conviveram com as vírgulas, as pausas, a voz e os olhos da poeta.<br />
<br /> <br />
Bruta Aventura em Versos, de Leticia Simões. Brasil, 2011, 75 minutos,  Documentário em cores.  Classificação Etária: LIVRE<br />
<br /> <br />
Ingressos: R$ 5,00 para público em geral e R$ 2,50 para bancários e jornalistas sindicalizados, idosos, estudantes e funcionários do GHC.<br />
<br />
CineBancários<br />
(51) 34331204 / 34331205<br />
Rua General Câmara, 424, Centro &#8211; POA<br />
blog: cinebancarios.blogspot.com<br />
site: cinebancarios.sindbancarios.org.br<br />
facebook.com/cinebancariosII<br />
Twitter: @cine_bancarios</p>
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		<title>A árvore da vida um filme, uma reflexão&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 16:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Árvore da Vida por Sandrio Cândido O tempo findou no coração dos calendários para nascer outra vez. Surge novas possibilidades, nada como iniciar outra vez a jornada rumo a lugar algum. Quando o leitor ler este texto provavelmente estarei de férias, aproveitando para rever o ótimo filme a árvore da vida. Mas um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Árvore da Vida<br />
por <a href="http://www.aalmaearosa.blogspot.com/">Sandrio Cândido</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Poster-a-arvore-da-vida.jpg" rel="lightbox[13447]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Poster-a-arvore-da-vida-204x300.jpg" alt="" title="Poster-a-arvore-da-vida" width="204" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13448" /></a><br />
<br />
O tempo findou no coração dos calendários para nascer outra vez. Surge novas possibilidades, nada como iniciar outra vez  a jornada rumo a lugar algum. Quando o leitor ler este texto provavelmente estarei de férias, aproveitando para rever o ótimo filme a árvore da vida.  Mas um dos grandes lançamentos de 2011, incluo na lista O melancolia, Dos homens e dos deuses, A pele em que habito, Cisne negro e outros.<br />
<br />
Leia todo o comentário<br />
<span id="more-13447"></span><br />
<br />
A árvore da vida é mais uma  grande obra do cinema, do diretor Terrence Malick (cinzas do paraíso e terra de ninguém) e com Brad Pitt vivendo o papel principal e Seam Penn no papel do filho atormentado. O filme gira em torno da relação entre pai e filho de uma família comum, ao mesmo tempo em que o estende desde o Bing Bang.  Deixo aos críticos a analise cinematográfica, quero aqui fazer um comentário sobre a parte filosófica do filme. Já aviso que o filme requer um boa dose de paciência diante do enredo lento e das imagens fantásticas, e sem o conceito de graça e natureza o espectador não entenderá o filme.<br />
<br />
A árvore da vida é descrita na Bíblia cristã no livro do Gênesis, e é exatamente sobre Deus que o filme mais fala, um chamado a Deus, um grito às vezes calado a Deus. A começar pela epígrafe, retirada do livro de Jô, o livro que narra a luta do bem contra o mal. Na primeira cena, já ouvimos a frase “ as freiras nos ensinaram que existem duas formas de se viver, a da graça e da natureza” a partir daí o filme nos transposta para uma atmosfera onde parecemos ouvir o grito desesperado por um Deus que não sabemos existir, um Deus que nos ama, “ mas que envia moscas para as feridas que ele deveria curar”, e como esquecer a passagem em que o reverendo prega sobre o livro do Jô, e nos lança inúmeras perguntas que cabe ao espectador responder, uma delas é quando ele nos questiona se o justo deveria sofrer, em um tempo onde a tal felicidade ocupa as prateleiras das livrarias e que o sofrimento já nada diz ao nossos olhos, esta é uma questão importante.<br />
<br />
Durante o filme são inúmeras as cenas em que o dialogo entre os personagens torna se um dialogo conosco, mas na maioria das vezes é um dialogo com Deus, como na seqüencia em que o diretor reconstrói o Bing Bang até chegar ao nascimento do filho do casal. Mas poderia ser também até chegar a qualquer um de nós.<br />
<br />
O grito pela graça parece ser respondido pelo encontro com  a natureza, como se autor chamasse por Deus e só encontrasse a natureza. Luiz Felipe pondé, filosofo e colunista da folha de são Paulo ao analisar o filme diz que Malick faz da espiritualidade a obra prima de seus filmes e neste não é diferente, “Espiritualidade aqui significa a indagação essencial se a vida é fruto de uma força cega ou fruto de uma intenção bela, confrontada cotidianamente com o sofrimento inquestionável da vida.” Já no inicio ao receber a noticia de que o filho faleceu o espectador se defronta com a pergunta. Será que perante a morte é a natureza que vence a graça ( Deus) mas não pense que o diretor deixe uma resposta fácil para nós, cabe a cada um depois de ver o filme refletir e pensar, afinal “Deus dá, Deus pode tirar” como cita uma das personagens.<br />
<br />
Algo fica claro no filme, cada um de nós deve escolher entre as duas formas de se viver, a natureza ou a graça, em ambas haverá dor, termino com as mesmas palavras do ponde “Se a vida é fruto da graça, ela é dádiva de beleza e de bondade, se ela é apenas natureza, ela é cega e sem sentido.O adulto Sean Penn será o herdeiro agoniado desta questão: a vida é graça ou mera natureza? &#8220;Devo ser competitivo&#8221;, como o pai o ensinou a ser (a natureza), ou &#8220;generoso&#8221;, como a mãe lhe dizia (a graça)? A morte prematura do irmão será intransponível? Como amar a vida diante da morte? Seria ela a derrota da graça?A vitória da natureza cega?<br />
<br />
Cada morte é como se fosse a primeira morte no mundo&#8221;.Impossível não se lembrar de santo Agostinho ao ver o filme.  Boa escolha e bom 2012.<br />
<br />
* Sandrio escreve uma vez por mês em Vidráguas&#8230; bom final de semana, gracias e feliz 2012 Sandrio!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Então é Natal&#8230; metamorfoses!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/24/entao-e-natal-metamorfoses/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 15:08:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um beijo a todos que aqui chegarem, desejo de um Feliz Natal e um 2012 e, amigos queridos, estaremos de férias até dia 3/1/2012. E a todos que escrevem semanalmente conosco aqui, em nosso Projetos Culturais e em Redes sociais, gracias mil, pois hoje já somos mais e melhores!! E seguimos&#8230;Feliz 2012!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/vidraguas_2012.jpg" rel="lightbox[13407]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/vidraguas_2012-300x199.jpg" alt="" title="vidraguas_2012" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-13408" /></a><br />
<br />
Um beijo a todos que aqui chegarem, desejo de um Feliz Natal e um 2012 e, amigos queridos, estaremos de férias até dia 3/1/2012.<br />
<br />
E a todos que escrevem semanalmente conosco aqui, em nosso Projetos Culturais e em Redes sociais, gracias mil, pois hoje já somos mais e melhores!! E seguimos&#8230;Feliz 2012!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>La Dolce Vita, um filme, uma reflexão por Sandrio Cândido</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 16:53:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[La Dolce Vita um filme, uma reflexão por Sandrio Cândido Frederico Fellini é um gênio do cinema. A doce vida é uma das grandes obras do cinema italiano e mundial. Para aqueles que ainda não assistiram ao filme uma pequena sinopse. Roma anos 50, o jornalista Marcelo ( Marcello Mastroianni) passa os dias em festa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>La Dolce Vita um filme, uma reflexão<br />
por <a href="http://www.aalmaearosa.blogspot.com/">Sandrio Cândido</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/la-dolce-vita.jpg" rel="lightbox[13220]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/la-dolce-vita-200x300.jpg" alt="" title="la dolce vita" width="200" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13222" /></a><br />
<br />
Frederico Fellini é um gênio do cinema.  A doce vida é uma das grandes obras do cinema italiano e mundial. Para aqueles que ainda não assistiram ao filme uma pequena sinopse. Roma anos 50, o jornalista Marcelo ( Marcello Mastroianni) passa os dias em festa e badalações, mas sente-se vazio e sonha em escrever sobre assuntos sérios. Seu trabalho é perseguir celebridades, acompanhar supostas aparições da virgem Maria e acompanhar uma grande atriz em visita turística. Qualquer semelhança entre o enredo e a sociedade pós-moderna é fruto da capacidade que têm os grandes artistas de perceberem para onde vai o mundo.<br />
<br />
O  filme dos anos 60 adiante em muito algumas das coisas que vivemos hoje na sociedade do espetáculo. O culto as celebridades talvez seja um dos fatos mais presentes no filme. A perseguição dos jornalistas a algumas celebridades no filme lembra-me os casos estampados em inúmeras revistas. Como sempre um culto onde só vale as aparências e o interesse pela vida alheia. O culto a estética e falta de profundidade.<br />
<br />
leiam todo o artigo de Sandrio que escrevre uma vez por mês aqui em Vidráguas<br />
<br />
<span id="more-13220"></span><br />
<br />
 Outro fato semelhante é as aparições supostas. Lembro-me da paixão pós moderna pelo fantástico, pelo “milagre” que não é milagre nenhum. A paixão pelo espetáculo passageiro e sem profundidade. Uma sociedade que não busca a reflexão mas apenas o prazer. Não buscamos a verdade e sim a felicidade mas a felicidade é uma ilusão pós-moderna.<br />
<br />
Até a forma como o filme é construído, fragmentado lembra-me a sociedade atual. A crise do Marcelo é no fundo a crise de muitos de nossos intelectuais. Sonham em escrever uma grande obra e enquanto não conseguem contentam-se em ser escritores de auto-ajuda ( sem ofender aqueles que leem auto ajuda mas eu não sou politicamente correto e nem acredito em formulas para viver melhor). A fama hoje é mais importante que a grande obra, esta pode ficar apenas no sonho. Muitos de nós sabemos quem é Beethoven, mas nem todos conhecem a obra dele. Quero dizer que se antes a arte era para esconder o artista (como afirmou Oscar Wilde), Hoje o artista é para esconder a arte. Pena que até mesmo na arte a banalidade transformou em objeto, coisificou, aquilo que era para ter um valor estético transcendente.<br />
<br /> <br />
O filme é no fundo uma leitura daquilo que vivemos na chamada pós-modernidade que como sabem ainda não me provaram que existe. Existe um mundo em crise que perdeu todo o sentido de ser humano. Um mundo cheio de duvidas e incertezas mas que quer impor a certeza de um sistema capitalista e banal. Um mundo fundamentalista e de pessoas fundamentalistas. Não no sentido religioso, mas no sentido de ser fechado mesmo. Não há diferença entre alguns movimentos ditos libertadores e os movimentos conservadores. Ambos são radicais e fechados. Ambos acham que a vida se resume apenas ao ato de respirar e outras coisinhas que não incluo aqui.<br />
<br /> <br />
Recomendo o filme além de ser uma obra de arte do cinema é uma boa opção para reflexão sobre os rumos que a vida está tomando hoje. Sobre como o ser humano está tornando-se apenas um objeto de consumo do mercado. Como as promessas do racionalismo francês falharam e muitas outras. Se não estiver com vontade de refletir ao menos verá o que significa a obra de um grande artista do cinema mundial.</p>
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		</item>
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		<title>Festival da Diversidade Sexual chega a Porto Alegre &#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 14:47:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[* Um bom tempo para refletirmos sobre sexualidade em Porto Alegre, sobre as dimensões do erotismo que desejamos trabalhar por aqui em Vidráguas&#8230; Festival da Diversidade Sexual chega a Porto Alegre Filmes serão exibidos de hoje a domingo em três salas da Capital Cena de Olhe para Mim de Novo, um dos títulos da mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>* Um bom tempo para refletirmos sobre sexualidade em Porto Alegre, sobre as dimensões do erotismo que desejamos trabalhar por aqui em Vidráguas&#8230;<br />
<br />
Festival da Diversidade Sexual chega a Porto Alegre<br />
Filmes serão exibidos de hoje a domingo em três salas da Capital<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/olhe-para.bmp" rel="lightbox[13037]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/olhe-para.bmp" alt="" title="olhe para" class="alignnone size-full wp-image-13038" /></a><br />
<br /> <br />
Cena de Olhe para Mim de Novo, um dos títulos da mostra que começa hoje<br />
Crédito: Avante Filmes / Divulgação / CP<br />
<br /> <br />
Desta terça-feira até domingo será realizada, em Porto Alegre, a segunda edição do Close – Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual. Os filmes serão exibidos em três salas: CineBancários, Eduardo Hirtz  da CCMQ e Memorial do Rio Grande do Sul.<br />
<br />
A maioria dos filmes exibidos no Close é inédita no Rio Grande do Sul e não estão disponíveis nem em locadoras ou na Internet; após as sessões ocorrerão debates. A programação contará com três mostras principais: Mostra Competitiva, com o melhor dos filmes curtas-metragens selecionados, que disputarão premiações em dez categorias; Mostra Paralela, não competitiva, com filmes selecionados pela curadoria; e Mostra Informativa, com uma seleção de filmes convidados &#8211; em curta, média ou longa-metragem &#8211; de conteúdo artístico, histórico ou social, nacionais e estrangeiros.<br />
<br />
Saiba mais, acompanhe toda a postagem<br />
<span id="more-13037"></span><br />
<br />
A cerimônia de abertura será às 19h, no CineBancários (General Câmara, 424), com exibição de &#8220;Meu Amigo Cláudia&#8221;, seguido de debate com o diretor, Dacio Pinheiro, e o crítico Marcus Mello. Uma retrospectiva do cinema Lgbt brasileiro é feita no média-metragem &#8220;Cinema em Sete Cores&#8221;, com a presença do diretor Filipe Tostes. A coprodução Brasil/Dinamarca &#8220;Rosa Morena&#8221; é um dos destaques. Já a Mostra Corpo Militar, através dos filmes &#8220;Sebastiane&#8221; e &#8220;Brigada Pára-Quedista&#8221; visa abordar a retratação do corpo militar no cinema através de uma perspectiva homoerótica. Ainda vale ressaltar o polêmico &#8220;Bocage &#8211; O Triunfo do Amor, e a estreia em Porto Alegre do documentário &#8220;Olhe pra Mim de Novo&#8221;.<br />
<br />
Segundo seus organizadores, o festival tem como objetivo valorizar produções cinematográficas e promover reflexões em relação a seu tema principal: a diversidade de expressões da sexualidade humana. Em sua segunda edição, o Close tem, também, na sua programação a promoção, novamente de encontros e diálogos entre cineastas, estudantes, pesquisadores e cinéfilos. Da mesma forma que durante a primeira edição, a produção do evento espera reunir, nos dias do Festival, um público diverso, crítico e curioso, interessado nas questões sobre as diferenças e singularidades ligadas à sexualidade, por meio de produções audiovisuais de alta qualidade técnica e artística, ousadas e diferentes.<br />
<br /> <br />
Correio do Povo<br />
Arte &#038; Agenda<br />
29 de novembro de 2011<br />
ANO 117 / Nº 60<br />
<br /> <br />
Programação Completa: <a href="http://somos.org.br/close2011/?page_id=9">http://somos.org.br/close2011/?page_id=9</a></p>
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		<title>Comentários &#8230;.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 21:01:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Psiu! Entro para dizer aos amigos, que entro, leio seus blogues, de todos que aqui estão nos Rol de Leituras Vidráguas, mas estou com problemas pra deixar comentários, acusa um erro de sistema que logo deve estar sendo resolvido pela pessoa encarregada do Site. Beijos, boa semana e seguimos lendo, trocando e assim, que aparecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/comentários.png" rel="lightbox[12896]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/comentários-300x199.png" alt="" title="comentários" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-12897" /></a><br />
<br />
Psiu! Entro para dizer aos amigos, que entro, leio seus blogues, de todos que aqui estão nos Rol de Leituras Vidráguas, mas estou com problemas pra deixar comentários, acusa um erro de sistema que logo deve estar sendo resolvido pela pessoa encarregada do Site.<br />
<br />
Beijos, boa semana e seguimos lendo, trocando e assim, que aparecer o erro a ser consertando, eu volto a deixar meu rastros de leitura em comentários&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
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		<title>Fenda nua&#8230; poema de Carmen Presotto</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 13:12:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Psiu! Um beijo a todos por aqui,boas leituras e estaremos 10 dias de férias, aproveitem para ler, comentar, criticar e início de setembro estaremos de volta. Sentiremos saudade, até lá Fenda nua com os dedos da noite assombro as paredes da Lua Hora do terço - dizem as carolas &#8211; e eu, rezo momentos com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu!<br />
<br />
Um beijo a todos por aqui,boas leituras e estaremos 10 dias de férias, aproveitem para ler, comentar, criticar e início de setembro estaremos de volta. Sentiremos saudade, até lá<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/guy_bourdin1.jpg" rel="lightbox[11594]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/guy_bourdin1-300x200.jpg" alt="" title="guy_bourdin" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-11597" /></a><br />
<br />
Fenda nua<br />
<br />
com os dedos da noite<br />
assombro as paredes da Lua<br />
<br />
Hora do terço<br />
- dizem as carolas &#8211;<br />
e eu,<br />
rezo momentos com pérolas<br />
<br />
Psiu!<br />
<br />
Badalam  os sinos<br />
um fantasmas me chama<br />
e eu,<br />
vou lá  vesti-lo de carne&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto – Vidráguas<br />
Fotografia de Gui Bourdin</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E aí, quem tem coragem de confessar?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 15:41:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estamos com mais um Projeto Cultural Vidráguas, acompanhem, participem, é fundamental descruzarmos os braços a caminho de uma Literatura Social&#8230; O caminho se faz ao andar e ao conVersar!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe frameborder="0" height="388px" src="http://catarse.me/pt/projects/199-confessionario-urbano-vidraguas/video_embed" width="364px" style="-moz-border-radius: 8px;-webkit-border-radius: 8px;-o-border-radius: 8px;-ms-border-radius: 8px;-khtml-border-radius: 8px;border-radius: 8px;-moz-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;-webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;-o-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;"></iframe><br />
<br />
Estamos com mais um Projeto Cultural Vidráguas, acompanhem, participem, é fundamental descruzarmos os braços a caminho de uma Literatura Social&#8230; O caminho se faz ao andar e ao conVersar!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>retorno sem dados&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 08:58:31 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Relógio-Dali1.jpg" rel="lightbox[9726]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Relógio-Dali1.jpg" alt="" title="Relógio-Dali" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-9304" /></a><br />
<br />
Hey, há momentos em que voltar ao passado é mais do que um eterno retorno, é a única possibilidade que temos de estar no ar&#8230; por isso, perdoem os dias aqui postados, até dia 28 de abril e desaparecidos, por problemas junto ao servidor, mas penso que logo estaremos com o material recuperado de volta, e com o Vidráguas atualizado, enquanto isso, boas leituras&#8230;<br />
<br />
A todos um beijo, bom dia, bom final de semana e seguimos! </p>
]]></content:encoded>
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