Archive for the ‘Crônicas’ Category

Livro da Tânia, livro de Pedro Du Bois e Vidráguas ao amor…

“LIVRO DA TÂNIA”
por Tânia Du Bois




Psiu, leiam*
http://www.arevistasc.com.br/edicao_24.html

O amor, segundo Fernando Andrade, “é sempre o motivo mais profícuo a inspirar os poetas.” E ao meu lado tenho Pedro Du Bois, o poeta que escreveu o Livro da Tânia, em homenagem ao nosso amor. São poemas que marcam momentos importantes e dão voz ao nosso relacionamento. Costumo dizer que para amar é preciso receber amor.


“Não escrevo / Tânia / escrevo tânias / tantos são os anos / compassados //
junto as letras / o nome leve / solta o perfume / adocicado // sempre é o início /
onde os corpos se confundem / nas descobertas // no final da tarde / na tranqüilidade da casa / olho-te / como fosse o dia / do primeiro olhar entrelaçado. ”

Leia toda a cônica poética

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Professores que transformam, exemplo a seguir…

CIDADE DAS BRINCADEIRAS QUE ENSINAM
por Vanessa Vieira



Há muitos e muitos anos. Em um lugar muito distante daqui, havia uma cidade. Um lugar onde só moravam pessoas que tinham coração de criança.

Lá nessa cidade todas as pessoas gostavam de brincar, eles passavam o dia brincando.
A escola não era feita de prédio, todas as escolas funcionavam em um campo de futebol enorme e também não haviam alunos da primeira série, alunos da segunda série e tantas outras séries que nos conhecemos.
Todos os alunos eram da mesma série e tudo o que se aprendia era através das brincadeiras.

Leiam todo o texto aqui ou no blog da Professora Vanessa, Educar para transformar, um exemplo a seguir…

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Agradáveis Reminiscências em Interiores Vidráguas…

AGRADÁVEIS REMINISCÊNCIAS
Por Loiri Zancanella Cortese



Nos tempos do ginásio ou do grupo escolar, nossas mentes juvenis estavam repletas de mil sonhos e de projetos, tínhamos os olhos voltados, insistentemente, para o horizonte do futuro.


Leia toda a crônica poética
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VERSO Dissabor & REVERSO Sabor…

VERSO Dissabor & REVERSO Sabor
por Tânia Du Bois




“… A dureza de um verso, poeta,/ é a maciez do seu reverso.” (Clauder Arcanjo)


Hoje em dia, aparentemente, é possível ver através do verso e reverso a aproximação que dá sentido à vida e à arte. Recriar o mundo através do verso é alcançar a liberdade, algo que se constrói com o conhecimento e a criatividade, tendo a força indomável da inspiração.

Como Clarice Lispector escreveu, ”Eu te invento, ó realidade”. A inovação reversa diz respeito à introdução de novidades onde tudo pode ser dito dentro de uma forma, fosse o poema o rastro possível da poesia.

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Eros, filho de aporia por Jaime Medeiros Jr

Eros, filho de aporia
por Jaime Medeiros Jr*



Estou a ler novamente o Banquete de Platão. Daí me muni da vontade de ler um tanto mais a sério. Busquei comentários. Estou a lê-los concomitantemente. Se nisto vier a descobrir algum remansozinho em que me pôr por algum tempo, já estarei bem contente por ter, mesmo que circunstancialmente, ancorado os apelos distraídos do meu coração. Como não se pôr a deriva neste grande e vago mar de saudadesejo que se há de navegar?

Leia todo o artigo aqui ou no site da Palavraria onde Jaime escreve sua Prosa Ligeira…

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