Archive for the ‘Entrevistas’ Category

Entrevista de Cristina DeSouza no Momento Lítero Cultural

Cristina DeSouza – Entrevista nº 381
BIOGRAFIA



Cristina DeSouza – Nascida de criada no Rio de Janeiro, mudou-se para Phoenix, Arizona, Estados Unidos, ainda na década de 1990. Lá pratica medicina e escreve. Vive numa cidade cercada por deserto e aprendeu a crescer e a esvedear o marrom com os grandes e sábios saguaros, cactos e poema vivo de Sonora. Pintar com os tons pardos da natureza a seu redor. Quadros e versos. Teve um conto premiado (INSETO) e posteriormente publicado numa Antologia de Contos pela Editora Scortecci (2003). Teve também vários poemas publicados no Vidráguas (blog literário). Mais recentemente três poemas seus – SINAL FECHADO, ARTE, SONO – foram publicados na Revista Macondo #1, assim como também uma série de nove haicais e um poema (MOVEDIÇO), na Revista Macondo #2. Mantém dois blogs – mix-tura (http://prismaticblue-mix-tura.blogspot.com/)(http://mix-turadestilada.blogspot.com). Contato: prismaticblue@cox.net

Acompanhem a entrevista no Momento Lítero Cultural.

Então é Natal… metamorfoses!



Um beijo a todos que aqui chegarem, desejo de um Feliz Natal e um 2012 e, amigos queridos, estaremos de férias até dia 3/1/2012.

E a todos que escrevem semanalmente conosco aqui, em nosso Projetos Culturais e em Redes sociais, gracias mil, pois hoje já somos mais e melhores!! E seguimos…Feliz 2012!!

Entrevista com Pedro Du Bois desde a Revista Cerrado Cultural

ENTREVISTA: PEDRO DU BOIS
Por Paccelli José Maracci Zahler




O poeta Pedro Du Bois (PB) já é conhecido dos leitores da Revista Cerrado Cultural (RCC). Desde os primeiros números, ele tem colaborado sistematicamente com as nossas edições. Ele nos concedeu esta entrevista por correio eletrônico, a qual agradecemos, e, principalmente, pela oportunidade de conhecê-lo e conhecer um pouco do seu processo de criação literária.

RCC.O senhor nasceu em Passo Fundo, RS. Como foi a sua infância?

PB. A pergunta remete-me ao final dos anos 70 quando, em entrevista situacional-psicológica, na PUC-RJ, o psicólogo inquiriu-me da mesma forma; respondi que havia sido normal e ele, sem alterar o tom, cobrou: defina normal. Minha normalidade, que ele aceitou: segundo filho entre quatro irmãos, classe média baixa, gastei minha infância jogando pedras, correndo, nadando, brincando, brigando e apanhando; aprendendo. Passo Fundo permitiu-me ir além da porta da casa, além da rua, além da esquina, desde cedo. Muita fruta no pé, muito matinê cinematográfico. Sempre tive bom círculo de amigos: rua e escola, o qual mantenho até hoje.

RCC. O talento para escrever manifestou-se naquela época?

PB. Sempre tive facilidade para escrever. Já talento seria outra coisa. Não tenho formação literária no sentido acadêmico. Sempre gostei de ler. Sou curioso. Outros tempos, outra formação. Morador do interior, apenas através do rádio (ondas curtas) e da leitura podia acessar o mundo. Imagens, apenas cinematográficas ou em preto-e-branco nos jornais e revistas. Sou fruto da imaginação. Fui bom em redação, mesmo que as minhas fossem curtas na avaliação dos professores. Tímido, desde sempre, não conseguia me expressar, nem através das palavras. Mesmo assim, como adolescente, pratiquei meus poemas confessionais-amorosos. Não os guardei.

Leia toda a entrevista aqui ou na Revista Cerrado Cultural de onde transportamos esta entrevista

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Comentários ….



Psiu! Entro para dizer aos amigos, que entro, leio seus blogues, de todos que aqui estão nos Rol de Leituras Vidráguas, mas estou com problemas pra deixar comentários, acusa um erro de sistema que logo deve estar sendo resolvido pela pessoa encarregada do Site.

Beijos, boa semana e seguimos lendo, trocando e assim, que aparecer o erro a ser consertando, eu volto a deixar meu rastros de leitura em comentários…

Carmen Silvia Presotto

O POETA ADRIANO NUNES ENTREVISTA O POETA LÊDO IVO

O POETA ADRIANO NUNES ENTREVISTA O POETA LÊDO IVO

“…a Poesia tem permanecido ao meu lado, dentro de mim a vida inteira.”
Lêdo Ivo



O plantão no Aeroporto Zumbi dos Palmares estava passando tranquilo. O movimento rotineiro das horas anunciava o vestígio do porvir, a aurora do dia 28 de outubro de 2011. Sim, a mesa redonda “Poesia em Movimento” na V Bienal Internacional do Livro de Alagoas traria à manhã uma dimensão quântica, mágica, um sentido além. Estariam presentes amigos, poetas e o Senhor Lêdo Ivo, o alagoano imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), o poeta que muito admiro e amo, o ancião-menino de lucidez cítrica, de sorriso doce, o filho de Floriano Ivo e Eurídice Plácido que neste ano completara 87 anos no dia 18 de fevereiro, que em 13 de novembro fará 25 anos que vem ocupando a cadeira 10 da ABL. Rabisquei algumas perguntas na madrugada e esperei pelo instante de luz.

Após a mesa redonda, do qual participaram os poetas José Inácio e Ricardo Cabús, resolvi que era a hora do bote, do salto à busca poética e, sem receio, abordei o mestre que, gentilmente, concedeu-me esta entrevista (gravada) transcrita abaixo:

Leiam toda a entrevista genial entre duas gerações de poetas aqui ou no blog de Adriano Nunes

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