Archive for the ‘Eventos’ Category

Vidráguas à Danci Caetano Ramos, chegando à ALF!!



Danci, um beijo, carinho e até lá e sejas bem-vinda!!

Poema enRedado Vidráguas, é o 45 e com Cesário Verde!!

Hey, voltamos com nosso enredo poético, nesta série tecemos leitura e homenagem à Poesia Portuguesa, desta vez Cesário Verde. A próxima leitura e escritura será com Camões.



Par ler clique na imagem, ou leia lá no blog de Luana Neres, autora de nossa Arte!

E logo, logo, estaremos com novidades deste projeto cultural Vidráguas. Seguimos com nosso experimentalismo poético em redes sociais e acreditando que um verso susten um outro, e mais, que lendo e em trocas poéticas, um poeta sustentará outro…

Estamos com mais de 80.000 leituras na soma de nossos webLibros, isso é muito bom, e seguimos, eba!!!

Confiram webLivros Vidráguas: I, II, III

Rosa de maio, poema de Janet Zimmermann ao dia das mães

Rosa de maio
Poema de Janet Zimmermann



Saudade de amor aparece…
Venta forte no instante da prece.
Escoa pelasfrestas chorosas
e cai nesta hora perfumosa…

Como um consolo de rosa
teu aroma ultrapassa a porosa
parede e me invade, santidade,
feito sereno de eternidade…

Teu cheiro, graça minha,
jamais findará, adorada rainha,
porque imortalizei tuas corolas

na capela do coração…
E tu moras aqui, mãe de luz
aninhada com Cristo Jesus…

Janet Zimmermann escreve conosco em redes sociais e diariamente em seu blog Chão de Jiz, e este poema foi colhido aqui: http://www.horizontems.com.br/colunas-ler/versoverde-5%C2%AA-edicao/102

Vidráguas ao dia do trabalho!

Vidráguas ao dia do trabalho!



Fazendo meu o que é de outros,
lustro a lâmpada dos dias…

Deste brilho, virá
o retrato amarelo
- Sol -
rebordando tempos
- Poesia -
mãos de arremates aos brancos movimentos

poderei ser Gullar, Quintana, Meireles
poderei ser uma cópia, uma réplica…
mas sendo leitura entre mil versos
sou escritura, caricatura de um EU borrado,
que não vejo, mas que ao criar (des)imagino
para me apropriar do que vivo e sinto

Artesã de palavras, escultora de desejos,
cantora do amor, mão que caminha,
sei das conchas que são minhas

caminhante com meu sujeito, poemo
… dou ao olhar morada
e quando encontro pérolas d’almas,
somo os pisares em dias, instantes
em que sou voz além de mim…

nestes passos, existo
e a Poesia que parecia não servir para nada,
passa a ser tudo em mim, tempo de existência,
trabalho de viver, feliz idade, amor, trocas
porque sem Arte a vida é nada ao ser…

A todas mãos que em mim e que aqui em Vidráguas escrevem, beijos, gracias e feliz dia do trabalho e seguimos!!

Poema de Carmen Silvia Presotto, fotografia de Bill Brandt

Hey, estou feliz com minha posse na ALF, compareçam…

Hey, será um prazer contar com a presença de todos.



Para ler, cliquem, ampliem.

E estou feliz e honrada por estar tomando posse na Academia Feminina Literária – ALF, na cadeira 4, que pertenceu às Poetas Carmen Cinira, Alzira Freitas Tacques e à Escritora e Política, Mila Cauduro.

E gracias Berenice Sica Lamas pelo convite a participar, apareçam!!