Archive for the ‘Foto do Dia’ Category

Reencontros… poema aos sábados Vidráguas

Reencontros de um encontro
poema de Wilson Caritta*



Quero voar na noite escura
mais fácil que não sinta
suas lágrimas escorrendo no peito
não veja a distância
que não volta
por todo o sonho que morri
a cada sentido dos seus versos
silentes madrugadas de estrelas
vão nos corroer em beleza
mas foi assim que o amor
nos conjugou
em desejos belos
de dor embalada
por mero acaso
em desencontro
jogou pela janela
os caminhos da nossa
estrada…

a partir do re(encontro)
garantido pela chama das almas
amor não falta!
há muita luz por cada olhar
cantos vivos dos
encantos
por toda vida
desta casa.

*Wilson Caritta escreve conosco em redes sociais e está conosco em nossos sábados poesia Vidráguas…

… E de leitura em leitura vamos reunindo mãos a mais escritos, gracias Wilson pela companhia e bom sábado a todos.

A Fotografia é de Jan Saudek!

Em tempo de lua cheia, quer saber?



Quer saber?

A Lua está imensa
que contra senso
nesta noite só faltar você

Quer saber?

Aluo no tempo
te busco no vento
abaixo as estrelas

desfio um verso bonito
cruzo os dedos ao infinito
emagreço o dia
alongo a noite,
- e quer saber?
acheio me à Lua, nua…

Carmen Silvia Presotto – Vidráguas

psiu, acabo de ver a lua e saltito aqui uns versos brincados, beijos, Vidráguas!!

A fotografia é de Ilya Rashap!

Infinito, poemetho de Carmen Silvia Presotto



Infinito

debruço-me nestes momentos,
te miro, me miras
e todo medo…
torna-se lastros de amor ao desejo
:
tempo em feliz idade!

Carmen Silvia Presotto, escrevendo com a fotografia de Ricardo Hegenbart.

Obra, poema de Pedro Du Bois

OBRA
poema de Pedro Du Bois




Prefácio: apresento
a obra
digo
da delicadeza
da palavra
escrita


a obra: fechada em si
lamenta a entonação
cortante nos desvios
sobrepostos ao texto


glossário: alego insanidade
em sorrisos e nada explico
além dos signos traduzidos.


Poema de Pedro Du Bois,a Arte é de Dalí!

Novelo Poético Vidráguas – O Beijo no face…

Feito quem vive,

instalo-me nos lábios dos dias

como se todo o tempo fosse o hoje,

como se todo beijo fosse o sonhado

…
pronto 

:

beijo dado.



Carmen Silvia Presotto – Vidráguas

E assim começou nosso Novelo Poético, lendo estes versos e conVersando com a fotografia Robert Doisneaude: O beijo do hotel de ville (1950):

E como dizemos aqui em Vidráguas, quando a imagem conVersa os versos se realinham, e seguimos tecendo nosso experimentalismo em Redes Sociais, um côro de muitas vozes para dizer que há versos no ar, na terra, no mar e no face que se encontram, leiam…




Beijo dado ainda é melhor que roubado!
Beijos amado ainda é melhor que qualquer dado
e vale beijar… quem não gosta de beijo, bom sujeito não é, é ruim de saliva e sem voos nos pés( e vale brincar por um beijo).

Há beijos do acaso, há beijos roubados e também, há os grafados, estes dizem são tão forte que versam ao sempre…
Há beijos dispersos, feito versos perdidos, espalhados no vento, tonto e sem tempo…

Há línguas que agem, reversam, amam e beijam mais que simples estalagem…
Há quem odeie beijos, destes me espanto e , claro!,cruzo os dedos com medo de seus quebrantos…

Há beijos crianças, abanos de bonés e tranças, tempo de recreios em escolas…

Leiam toda a postagem, desfiem todo o Novelo Poético Vidráguas
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