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	<title>Vidráguas &#187; Lançamentos</title>
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		<title>A Eternidade dos Dias, mais um livro de poesia nas ruas, vivas!!</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 21:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Psiu! Um beijo, sucesso e vivas a mais um livro de poesia Oliani!! Luiz Otávio Oliani e a Editora Multifoco têm o prazer de convidá-lo(a) para o lançamento do livro de poemas “A eternidade dos dias”, no dia 17 de maio de 2012, a partir das 18 horas, no Espaço Multifoco, Av.Mem de Sá, 126, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu!<br />
Um beijo, sucesso e vivas a mais um livro de poesia Oliani!!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-aeternidadedosdias.jpg" rel="lightbox[15061]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite-aeternidadedosdias-300x300.jpg" alt="" title="convite-aeternidadedosdias" width="300" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-15062" /></a><br />
<br />
Luiz Otávio Oliani e a Editora Multifoco têm o prazer de convidá-lo(a) para o lançamento do livro de poemas “A eternidade dos dias”, no dia 17 de maio de 2012, a partir das 18 horas, no Espaço Multifoco, Av.Mem de Sá, 126, Lapa, Rio de Janeiro.<br />
<br /> <br />
Trata-se da terceira obra solo de Oliani que já publicou “Fora de órbita” (2007) e “Espiral” (2009) e figura em mais de 300 jornais, revistas e alternativos e 53 antologias pelo País.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Palavras sobre Brevidades, por Tânia Du Bois&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 12:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“BREVIDADES” por Tânia Du Bois Brevidades é o novo livro de poemas de Pedro Du Bois, lançado através do Projeto Passo Fundo, que tem por criador e administrador, Ernesto Zanette. A obra traz a apresentação do poeta Jorge Tufic; “orelha” do historiador e poeta Paulo Monteiro; capa da artista plástica Silvana Oliveira. Os poemas estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“BREVIDADES”<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa-brevidades30_03-216x3001.jpg" rel="lightbox[14712]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa-brevidades30_03-216x3001.jpg" alt="" title="capa-brevidades30_03-216x300" width="216" height="300" class="alignnone size-full wp-image-14737" /></a><br />
<br />
Brevidades é o novo livro de poemas de Pedro Du Bois, lançado através do Projeto Passo Fundo, que tem por criador e administrador, Ernesto Zanette. A obra traz a apresentação do poeta Jorge Tufic; “orelha” do historiador e poeta Paulo Monteiro; capa da artista plástica Silvana Oliveira.<br />
<br />
Os poemas estão divididos em cinco blocos: Breve apanhado sobre a (minha) lucidez, Breve anotação sobre a (minha) sanidade, Breve apontamento sobre o (meu) equilíbrio, Breve relato sobre a (minha) natureza e Breve ilustração sobre o (meu) sentimento.<br />
<br />
Leia toda a crônica<br />
<br />
<span id="more-14712"></span><br />
<br />
Na obra o autor expõe (suas) brevidades, revelando tipos obsessivos, frutos de suas observações sobre a lucidez, o equilíbrio, a natureza e o sentimento.<br />
<br /> <br />
&#8220;Permito-me a lucidez: vejo a árvore e os frutos; / desfaço a cama e guardo as cobertas. Visto na roupa / a imagem trazida no regresso. //&#8230; A lucidez contém luzes enfeitiçadas de verdades. / A lucidez é o meu cansaço”.<br />
<br /> <br />
Nos poemas, Pedro Du Bois diz “da brevidade do pensamento e dos atos”, através de imagens metafóricas que celebrizam fragmentos da vida na descrição de quadros complexos, onde se defronta com a (sua) sanidade e natureza; penetra na película do (seu) comportamento ao demonstrar a (sua) aparência no universo de (des)equilíbrios: o (seu) sentimento que o libera da necessidade limitadora de se submeter ao cotidiano e pela maneira com que se envolve na imaginação ao se descobrir em “Brevidades”.<br />
<br /> <br />
&#8220;&#8230;  &#8211; sou cores realizadas em tinta / e represento vontades: claras / escuras amarelas e vermelhas. / Pranteio o antecedente espaço / e me aprofundo em brancos. //&#8230;  &#8211; sou cores fixadas sobre a pedra / e me digo consentâneo em respostas”.<br />
<br /> <br />
Segundo o poeta Jorge Tufic, “o autor deste livro capta as situações e posturas mais diversas em que se vê, dando aos tranquilos ou abismáticos rituais de seu cotidiano admissíveis “estampas” da realidade em cada bloco ou fragmento, como se “cantos” fossem de uma bem elaborada saga individual, entre a “solidão do corpo” e a “sentinela do olvido”.<br />
<br />
Nas palavras do historiador e poeta Paulo Monteiro, “&#8230; Os temas minúsculos, invisíveis e indiferentes à grande arte estão presentes nos poemas de Pedro&#8230;. Na verdade, a obra poética de Pedro Du Bois mais do que reunir influências, reúne sensações”.<br />
<br />
Ao lermos Brevidades vemos, além do domínio técnico e da beleza, a certeza do objetivo alcançado através de grande processo criativo, sensível e emotivo.    </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hey, estou feliz com minha posse na ALF, compareçam&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 03:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hey, será um prazer contar com a presença de todos. Para ler, cliquem, ampliem. E estou feliz e honrada por estar tomando posse na Academia Feminina Literária &#8211; ALF, na cadeira 4, que pertenceu às Poetas Carmen Cinira, Alzira Freitas Tacques e à Escritora e Política, Mila Cauduro. E gracias Berenice Sica Lamas pelo convite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey, será um prazer contar com a presença de todos.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/alfcarmen.jpg" rel="lightbox[14687]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/alfcarmen-300x182.jpg" alt="" title="alfcarmen" width="300" height="182" class="alignnone size-medium wp-image-14740" /></a><br />
<br />
Para ler, cliquem, ampliem.<br />
<br />
E estou feliz e honrada por estar tomando posse na <a href="http://www.alf-rs.org.br/">Academia Feminina Literária &#8211; ALF</a>, na cadeira 4, que pertenceu às Poetas Carmen Cinira, Alzira Freitas Tacques e à Escritora e Política, Mila Cauduro.<br />
<br />
E gracias  Berenice Sica Lamas pelo convite a participar, apareçam!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poemas Traduzidos  &#8211; Adriano Nunes</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:16:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Psiu! Hoje trazemos o segundo poema, também de José Gorostiza em tradução de Adriano Nunes, poeta que aprecio e recomendo, confiram seus poemas e trabalhos em suas páginas: &#8220;quefaçocomoquenãofaço&#8221; e Adriano Nunes &#8211; Poeta. &#8220;La casa del silencio&#8221; &#8211; José Gorostiza La casa del silencio se yergue en un rincón de la montaña, con el [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/P1350061_4.jpg" rel="lightbox[14606]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/P1350061_4-300x247.jpg" alt="" title="P1350061_" width="300" height="247" class="alignnone size-medium wp-image-14607" /></a><br />
<br />
Psiu!<br />
<br />
Hoje trazemos o segundo poema, também de José Gorostiza em tradução de Adriano Nunes, poeta que aprecio e recomendo, confiram seus poemas e trabalhos em suas páginas:<br />
<a href="http://astripasdoverso.blogspot.com.br/">&#8220;quefaçocomoquenãofaço&#8221; </a>e <a href="https://www.facebook.com/pages/Adriano-Nunes-Poeta/203909516306213">Adriano Nunes &#8211; Poeta</a>.<br />
<br /> <br />
&#8220;<strong>La casa del silencio</strong>&#8221; &#8211; José Gorostiza<br />
<br />
La casa del silencio<br />
se yergue en un rincón de la montaña,<br />
con el capuz de tejas carcomido.<br />
Y parece tan dócil<br />
que apenas se conmueve con el ruido<br />
de algún árbol cercano, donde sueña<br />
el amoroso cónclave de un nido.<br />
<br />
Tal vez nadie la habita<br />
ni la quiere,<br />
Y acaso nunca la vivieron hombres;<br />
pero su lento corazón palpita<br />
con un profundo latir de resignado,<br />
cuando el rumor la hiere<br />
y la sangra del trémulo costado.<br />
<br />
Imagino, en la casa del silencio,<br />
un patio luminoso, decorado<br />
por la hierba que roe las canales<br />
y un muro despintado<br />
al caer de las lluvias torrenciales.<br />
<br />
Y en las noches azules,<br />
la pienso conturbada si adivina<br />
un balbucir de luz en sus escaños,<br />
y la oigo verter con un ruido<br />
ya casi imperceptible, contenido,<br />
su lloro paternal de tres mil años.<br />
<br />
&#8220;<strong>A casa do silêncio</strong>&#8221; &#8211; tradução de <a href="http://astripasdoverso.blogspot.com.br/">Adriano Nunes</a><br />
<br />
A casa do silêncio<br />
ergue-se em um recanto da montanha,<br />
com capuz de azulejos carcomido.<br />
E parece tão dócil<br />
que apenas se perturba com ruído<br />
de alguma árvore próxima, onde sonha<br />
o amoroso aconchego de um abrigo.<br />
<br />
Talvez nada lá habita<br />
nem mesmo quer,<br />
e talvez nunca ali viveram homens;<br />
mas o seu coração lento palpita<br />
com profundo bater tão resignado,<br />
quando o rumor a fer-<br />
e a sangra do estremecido costado.<br />
<br />
Imagino, na casa do silêncio,<br />
um pátio luminoso, decorado<br />
pelas ervas que roem as estruturas<br />
e um muro sem pinturas<br />
ao cair das chuvas torrenciais.<br />
<br />
E nas noites azuis,<br />
penso-a conturbada se pressagia<br />
um murmúrio de luz em sua entranha,<br />
e a escuto verter com ruído<br />
já quase imperceptível, reprimido,<br />
seu pranto paternal de três mil anos.<br />
<br />
In: GOROSTIZA, José. &#8220;Poesía y Poética&#8221;. Madrid: ALLCA XX, 1997, p. 12.<br />
<br />
Bom dia, boas leituras e estar entre Grande Poesia nos ajuda a seguir no caminho de um mundo mais Poético e seguir no dizer que nos sopra Adriano em <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/09/18/entre-vistas-a-poesia-de-adriano-nunes/">Entrevista a Marcelo Novaes</a> : &#8220;Aprendi, com todos os poetas que amo, a tratar os meus versos como um filho e como um paciente. Feito um filho, o meu verso precisa ser educado&#8230; &#8221;<br />
<br />
&#8230; e cuidemos da Poesia que nos habita,e Adriano, gracias por compartilhar com Vidráguas teus poemas traduzidos!<br /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eba, logo Brevidades nas ruas, novo livro de Pedro De Bois..</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 22:04:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Projeto Passo Fundo e Pedro Du Bois, convidam para o lançamento do livro de poemas,BREVIDADES, dia 19 de abril, 5a. feira, na Livraria Nobel, a partir das 18 horas, à Rua Gal. Osório, 1148 &#8211; Passo Fundo &#8211; RS. E abaixo um poema inédito de Pedro Du Bois, para saber mais de sua Obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa-brevidades30_03.jpg" rel="lightbox[14597]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capa-brevidades30_03-216x300.jpg" alt="" title="capa brevidades30_03" width="216" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14598" /></a><br />
<br />
O Projeto Passo Fundo  e  Pedro Du Bois, convidam para o lançamento do livro de poemas,BREVIDADES, dia 19 de abril, 5a. feira, na Livraria Nobel, a partir das 18 horas, à Rua Gal. Osório, 1148 &#8211; Passo Fundo &#8211; RS.<br />
<br />
E abaixo um poema inédito de <a href="http://pedrodubois.blogspot.com">Pedro Du Bois</a>, para saber mais de sua Obra visitem seu blog:<br />
<a href="http://pedrodubois.blogspot.com">http://pedrodubois.blogspot.com</a><br />
<br />
LONGE<br />
<br /> <br />
Vai para longe<br />
não leva a bandeira<br />
fala com os de longe<br />
não leva a pátria<br />
sorri aos de longe<br />
o sorriso esconde<br />
a veracidade:<br />
<br /> <br />
está aqui<br />
na casa<br />
na rua<br />
na calçada<br />
na mesa<br />
no fundo<br />
do bar<br />
<br /> <br />
longe é estar presente<br />
em não acontecimentos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poemas Traduzidos &#8211; Adriano Nunes em Vidráguas&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 14:12:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Psiu! Iniciamos hoje uma nova secção aqui em Vidráguas, POEMAS TRADUZIDOS &#8211; ADRIANO NUNES -, com poemas desde o espanhol, inglês, francês&#8230; &#8230;e com isso reforçamos um trabalho que vem sendo feito e compartilhado na WEB, pois com Adriano se pode dizer, que este lance de amor em poesia &#8211; amor de construção &#8211; não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/P1350061_3.jpg" rel="lightbox[14519]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/P1350061_3-300x247.jpg" alt="" title="P1350061_" width="300" height="247" class="alignnone size-medium wp-image-14520" /></a><br />
<br />
Psiu!<br />
<br />
Iniciamos hoje uma nova secção aqui em Vidráguas, POEMAS TRADUZIDOS &#8211; <a href="http://astripasdoverso.blogspot.com.br/">ADRIANO NUNES</a> -, com poemas desde o espanhol, inglês, francês&#8230;<br />
&#8230;e com isso reforçamos um trabalho que vem sendo feito e compartilhado na WEB, pois com <a href="http://astripasdoverso.blogspot.com.br/">Adriano</a> se pode dizer, que este lance de amor em poesia &#8211; amor de construção &#8211; não é balela não, existe sim&#8230; uma cota de humanidade poética que deve ser brindada sempre!!<br />
<br />
<strong>&#8220;Pausas I&#8221;</strong> &#8211; José Gorostiza<br />
<br />
¡El mar! ¡El mar!<br />
Dentro de mí lo siento.<br />
Ya sólo de pensar<br />
en él, tan mío<br />
tiene un sabor de sal mi pensamiento.<br />
<br />
<strong>&#8220;Pausas I&#8221;</strong> &#8211; Tradução <a href="http://astripasdoverso.blogspot.com.br/">Adriano Nunes</a><br />
<br />
O mar! O mar!<br />
Sinto-o de mim adentro.<br />
E apenas por pensar<br />
No mar, tão meu<br />
Tem um sabor de sal meu pensamento.<br />
<br />
Esse poema foi escrito em 1925. Traduzi-o do livro &#8220;Poesía y Poética&#8221;. Madrid/Espanha: ALLCA XX, 1997, p. 18.<br />
<br />
E conheçam mais de sua poesia em seu blog: <a href="http://astripasdoverso.blogspot.com.br/">http://astripasdoverso.blogspot.com.br/</a> e também em sua página em redes sociais: <a href="https://www.facebook.com/pages/Adriano-Nunes-Poeta/203909516306213">Adriano Nunes &#8211; Poeta</a>.<br />
<br />
Saiba mais<br />
<br />
<span id="more-14519"></span><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/jose_gorostiza.jpg" rel="lightbox[14519]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/jose_gorostiza.jpg" alt="" title="jose_gorostiza" width="220" height="280" class="alignnone size-full wp-image-14525" /></a><br />
<br />
José Gorostiza:<br />
<br />
Nació el 10 de noviembre de 1901, en San Juan Bautista, actualmente Villahermosa (Tabasco). Este poeta mexicano perteneció al grupo de los Contemporáneos, junto con otros destacados exponentes literarios. Nombres como Xavier Villaurrutia , Carlos Pellicer, Gilberto Owen y Jaime Torres Bodet, se ubican en esta corriente, en búsqueda de lograr una poesía con rasgos de universalidad.</p>
<p>Era un hombre sereno y reflexivo, con una búsqueda continua de su esencia y de lo trascendente. Su obra es profundamente espiritual, caracterizada por el simbolismo y la exaltación de la belleza formal.<br />
<br />
Tuvo la influencia de escritores franceses e ingleses. Fue crítico literario y de las artes plásticas, dedicándole además, mucho tiempo de su vida al servicio público. Trabajó en el Servicio Exterior, a partir de 1927, representando a la diplomacia mexicana en Londres, Copenhague y Roma. Ingresó como numerario en la Academia el 22 de marzo de 1955.<br />
<br />
Sus creaciones se reducen a dos libros: “Canciones para cantar en las barcas” (1925), que contienen poemas sencillos en apariencia, pero plenos de significación. Poemas líricos, populares que cuidan la métrica decimal, para ahondar en el alma.<br />
<br />
Su otro libro: “Muerte sin fin” (1939), expresa en versos más complejos, una búsqueda metafísica de su yo interior y del sentido del universo y de la muerte. Es un poema crítico y dialéctico, rico en técnica y contenido, que explora temas como la vida, la belleza, Dios, el hombre y el conocimiento de la muerte.<br />
<br />
Falleció en México, D.F., el 16 de marzo de 1973.<br />
<br />
*fonte de pesquisa da biografia:<a href="http://www.poemas-del-alma.com/blog/biografias/biografia-de-jose-gorostiza">http://www.poemas-del-alma.com/blog/biografias/biografia-de-jose-gorostiza</a></p>
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		<title>Cores&#8230; poema de Pedro Du Bois</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 14:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CORES Das cores fujo em descolorido caminho: a imagem acredita no espelho. Espalho espantos. Espero a lua infantil da lembrança e lanço cumprimentos: digo bom dia ao transeunte e junto meu corpo à fila do aguardado ônibus. Não pergunto o destino: lamento o ocorrido. Não me aproximo; conservo a distância na criação inconstante: o lucro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CORES<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/magritte251.jpg" rel="lightbox[14454]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/magritte251-232x300.jpg" alt="" title="magritte25" width="232" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14455" /></a><br />
<br />
Das cores fujo em descolorido caminho:<br />
a imagem acredita no espelho. Espalho<br />
espantos. Espero a lua infantil da lembrança<br />
e lanço cumprimentos: digo bom dia ao transeunte<br />
e junto meu corpo à fila do aguardado ônibus.<br />
Não pergunto o destino: lamento o ocorrido.<br />
Não me aproximo; conservo a distância<br />
na criação inconstante: o lucro exorbita<br />
a promessa de me manter vazio<br />
em indiferenças. Sem cores ressurjo<br />
amadurecido. Retiro a cortina e na vitrina<br />
não sou a imagem atrás da porta.<br />
<br /> <br />
Poema de Pedro Du Bois, leiam mais poemas em seu blog:<br />
<a href="http://pedrodubois.blogspot.com">http://pedrodubois.blogspot.com</a><br />
<br />
e um convite de Pedro Du Bois:<br />
<br />
CONVIDO a todos para o lançamento do meu livro, Brevidades, editado através do Projeto Passo Fundo, com prefácio do Poeta Jorge Tufic, comentário (orelha) do Professor e Historiador Paulo Monteiro e 4a. capa de Tânia Du Bois, que será lançado em 19.04.2012, comentário (orelha) do Professor e Historiador Paulo Monteiro e 4a. capa de Tânia Du Bois, que será lançado em 19.04.2012.<br />
<br />
Na Livraria Nobel,(Rua Gal. Osório, 1148), em Passo Fundo (RS), a partir das 18 horas.<br />
<br />
A arte é de Magritte!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um exemplo a seguir, Guia de Posturas na Redes Sociais &#8211; Colégio Farroupilha</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 16:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NAVEGAÇÃO ESCOLAR Pontos da cartilha *Manifeste seu pensamento de forma responsável, respeitosa e educada. *Navegue com uma atitude ética, evitando publicar conteúdos ofensivos, difamatórios ou que ridicularizem outras pessoas. *Escolha bem as comunidades de que irá participar e evite aquelas que possam prejudicar sua imagem e reputação agora e no futuro. *O excesso de exposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/zh.jpg" rel="lightbox[14400]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/zh-300x196.jpg" alt="" title="zh" width="300" height="196" class="alignnone size-medium wp-image-14401" /></a><br />
<br />
NAVEGAÇÃO ESCOLAR<br />
Pontos da cartilha<br />
<br />
*Manifeste seu pensamento de forma responsável, respeitosa e educada.<br />
<br />
*Navegue com uma atitude ética, evitando publicar conteúdos ofensivos, difamatórios ou que ridicularizem outras pessoas.<br />
<br />
*Escolha bem as comunidades de que irá participar e evite aquelas que possam prejudicar sua imagem e reputação agora e no futuro.<br />
<br />
*O excesso de exposição na internet pode atrair pessoas mal-intencionadas, ou mesmo criminosos, e colocar em risco sua segurança.<br />
<br />
Respeite os direitos autorais na internet. Sempre cite a fonte ou a referência do conteúdo utilizado e seja original ao criar os seus.<br />
<br />
*A reputação de cada um é construída diariamente. Os modismos passam, mas o conteúdo fica e se perpetua. Por isso, preserve sua imagem digital hoje e sempre. Seu futuro, sua carreira e sua família estão vendo você na web.<br />
<br />
Um exemplo a seguir, esta Cartilha resultado de um trabalho realizado pelo <a href="http://www.fabulosaideia.com.br/blog/2012/colegio-farroupilha-escolhe-fabulosa-ideia-para-midias-sociais/">Colégio Farroupilha </a>em Porto Alegre, leiam aqui e no Jornal Zero Hora, 22/03/2012,p.p.4 5, de onde colo esta informação, que aplaudo, um exemplo a perseguir&#8230;<br />
<br />
<a href="http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&#038;local=1&#038;source=a3702771.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=19236&#038;section=1015">http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&#038;local=1&#038;source=a3702771.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=19236&#038;section=1015</a><br />
<br />
<a href="http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&#038;local=1&#038;source=a3702772.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=19236">http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&#038;local=1&#038;source=a3702772.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=19236</a></p>
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		<title>Dançar poema de Pedro Du Bois&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 21:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DANÇAR Vejo: pés rápidos deslizam passos convencionados. O rosto preso no exemplo. Mãos inertes ao contato. Reflito a posição exigida e lamento o acontecimento: dançar é esquecer o que vejo. Ativar as mãos deslizar o rosto reinventar o som em movimento. Poema de Pedro Du Bois, que estará lançando Brevidades, seu novo livro, editado através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DANÇAR<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/images44.jpg" rel="lightbox[14391]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/images44.jpg" alt="" title="images- Vidráguas" width="225" height="224" class="alignnone size-full wp-image-14392" /></a><br />
<br />
Vejo: pés rápidos deslizam<br />
        passos convencionados.<br />
        O rosto preso no exemplo.<br />
        Mãos inertes ao contato.<br />
<br />
Reflito a posição exigida<br />
e lamento o acontecimento:<br />
<br /> <br />
dançar é esquecer o que vejo.<br />
<br /> <br />
                 Ativar as mãos<br />
                 deslizar o rosto<br />
                 reinventar o som<br />
                                  em movimento.<br />
 <br />
Poema de <a href="http://pedrodubois.blogspot.com">Pedro Du Bois</a>, que estará lançando <em>Brevidades</em>, seu novo livro, editado através do Projeto Passo Fundo, com prefácio do Poeta Jorge Tufic, comentário (orelha) do Professor e Historiador Paulo Monteiro e 4a. capa de Tânia Du Bois, será lançado em 19.04.2012, na Livraria Nobel (Rua Gal. Osório),em Passo Fundo (RS), a partir das 18 horas.<br />
<br />
Eba, mais um livro de Poesia nas ruas e estarei lá para abraçar o momento, parabéns Pedro!!<br />
<br />
A fotografia é de Vadim Stein!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Prisioneira do Bosque &#8211; Pretexto</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 19:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Prisioneira do Bosque &#8211; Pretexto por Lisa Alves Salvador Dali – Ascensão de Cristo (1958) Em um mundo onde pessoas matam e torturam em nome das cores e pigmentações esse universo seria um verdadeiro “tapa na cara da humanidade”. Mas a menina sabia que não era necessário chegar até aqui para constatar a necessidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Prisioneira do Bosque &#8211; Pretexto<br />
por <a href="http://lisaallves.blogspot.com/">Lisa Alves</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/the-ascension.jpg" rel="lightbox[14294]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/the-ascension-300x294.jpg" alt="" title="the-ascension" width="300" height="294" class="alignnone size-medium wp-image-14295" /></a><br />
Salvador Dali – Ascensão de Cristo (1958)<br />
<br />
Em um mundo onde pessoas matam e torturam em nome das cores e pigmentações esse universo seria um verdadeiro “tapa na cara da humanidade”. Mas a menina sabia que não era necessário chegar até aqui para constatar a necessidade desse tapa. A sua espécie há muito tem cometido atrocidades seguidas de justificativas insanas e infelizmente (para alguns) irreparáveis. Aquele mundo que aos poucos se solidificava possuía cores e tonalidades nunca descobertas e mentalizadas por ela. Naquelas cores, havia cheiro, êxtase e sensações que modificavam sua forma. Da cabeça aos pés ela se transformava naquilo que tolamente seria chamado de não-matéria.<br />
<br />
Tocar com nada o Nada<br />
Sentir o cheiro de nada<br />
e se alimentar do Nada transformador.<br />
<br />
Sua forma atravessava o concreto, a dor, as instituições, os ponteiros e o tempo. Conseguia ver o que a humanidade teria se tornado caso tivesse sempre optado pelo bom, pelo justo e pelo útil.<br />
– O universo possuí uma finalidade de longo alcance, de eternidade e o sentido de “natureza humana” tornou-se um pretexto para todas as limitações e atitudes da espécie. Mudar, evoluir e expandir sempre foi o objetivo central da biota universal.  Não há natureza humana, há negação de evolução. – esclareceu Perséfone.<br />
<br />
Poder voar e entrar no buraco da agulha,<br />
entrar no “céu” e sentir a divindade mais próxima.<br />
Criar um universo. Destruí-lo. Transformá-lo.<br />
<br />
Leiam toda a postagem<br />
<br />
<span id="more-14294"></span><br />
<br />
– Toda mistura é benéfica para o alcance desse objetivo – flora, fauna, elementos, sistemas solares. O caos equilibra as forças e de alguma forma impede ascensões desiguais. Mesmo dentro da bagunça universal todas as coisas possuem “seu lugar ao sol”. – E a revelação de Perséfone a fez compreender que o mundo de onde ela veio caminhava à moda do caranguejo, enquanto o universo se expandia, seu mundo se contraía buscando a forma fetal.<br />
<br />
Morrer e renascer – no caule da planta ou nos olhos de hominídeos.<br />
Estamos na pele da África,<br />
nos dentes pré colombianos e<br />
nas risadas de hienas.<br />
<br />
– Eu posso voltar a ser o que eu era?<br />
– Sim, você aprendeu a fazer isso muito bem! Aliás, toda a sua espécie.<br />
– Sim, “à moda do caranguejo”?<br />
– Você tem medo do que se transformou?<br />
– Eu tenho medo de não ter minha vida de volta. Todas essas novidades são surpreendentes, me fazem perceber a insignificância da luta diária, dos sobrenomes, dos status, do dinheiro, das coisas pelas quais a humanidade insiste em valorizar. Mas nada disso vai ter valor se eu não conseguir voltar e tentar explicar isso para eles.<br />
– Se você voltar a ser o que era, jamais conseguirá explicar, minha menina!<br />
– Então nunca mais verei os meus pais?<br />
– Não foi isso o que eu disse.<br />
<br />
No ciclo da água nunca<br />
caí a mesma gotícula.<br />
<br />
O canto do pássaro<br />
Ganhou um novo tom.<br />
O homem que reza a cartilha<br />
Amanhã queimará bandeiras.<br />
<br />
Tudo se cria, se destrói e se transforma.<br />
<br />
Esta é a continuação do que já viemos publicando, o Primeiro foi Prisioneira do Bosque – <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/06/a-prisioneira-do-bosque-um-conto-de-lisa-alves-em-vidraguas/">Desintegração dos Quarks</a>, depois vieram –<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2011/12/22/a-prisioneira-dos-bosques-as-nuvens/"> As Nuvens</a>,  <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/10/a-prisioneira-do-bosque-demasiadamente-natural/">Demasiadamente Natural</a>… e hoje, A Pri<br />
<br />
E seguimos lendo <a href="http://lisaallves.blogspot.com/">Lisa</a> em poesia, prosa poética e agora em sua Novela, muito bom sempre.</p>
]]></content:encoded>
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