No Sarau Palavra Falada, poema enRedado Vidráguas

POEMA ENREDADO – SARAU PALAVRA FALADA- 20/08/2014 CAFÉ DO MARGS O amor que do amor é Um poema inesperado, caiu e chorou Hoje, vi uma chuva ao contrário Teu rosto, fina luz que guia meu caminho, felicidade Mirando teus olhos me perco em estrelas Palavra desnuda O calor do teu café, aquece minha alma Pensar que a monotonia da vida me alcançou depois que te foste? Não!!! Amigo, é um ser estimado, gravado com muito amor, no coração de cada um de nós Não escuto o sol No obscuro bemol E então, Abriu-se o espelho da alma Aviões cortam o céu rubro de sangue Palestino Momentos de encantamento Versos Tarde invernal De agosto. Participaram do Poema Enredado: Ana Mello, Beatriz T. B. Barbican, Beth Ramaciotti, Carmen Silvia Presotto, Dione Marques,...

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Poema enRedado Vidráguas – pele poema!

POEMA ENREDADO – TARDE PELE POEMA Pele poema sem esquema teorema… Não sei o quero agora Momentos maravilhosos que enchem minha alma Tarde longa, novas pessoas, vidas vividas … extremamente sensíveis A beleza se produz no encontro de almas abertas O que transborda encanta o momento em voos São os delírios do tempo, poemas sem lamentos A beleza está na alma que vibra, poesia! Em 09 de agosto de 2014. Participantes: Carmen Silvia Presotto – Lota Moncada – Jeanete Maurello Gnocchi – Pâmela Soares Bratkowski – Benette Bacelar – Leris Seitenfus – Ive Soares A fotografia é de Lota Moncada, a edição de Ives Marques...

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Poemando com os pequenos, um exemplo a seguir… O menino Poeta!

O menino poeta Vejam que bacana o texto que lemos na semana passada. Estávamos lá brincando e de repente a professora começou a nos peguntar sobre um tal de menino poeta. Ficamos todos curiosos e paramos para ouvir… Logo depois da leitura a professora voltou a perguntar sobre o tal do menino poeta. E veja só o que nós respondemos!!! O menino poeta é uma pipa que parece um índio e tem olhos laranja ele voa como um passarinho e às vezes como um ganso Ele é como um gavião e voa como um avião… E você já descobriu quem e como é o menino poeta? Entre nesta festa com a gente!!!! Vanessa Vieira, professora, poeta, que escreve conosco aqui, dia a dia em redes sociais e em seus blogues: Pensamentos valem mais que ouro e Poemando com...

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No dia da Poesia, Poemando com os Pequenos…

Que presente ao dia Vanessa, meu beijo aos pequenos e Ave Poesia!! Eu quero ser… Esta semana foi bem divertida lá na turminha 31. Ouvimos muitas histórias legais e pensamos em como gostaríamos de ser e o que gostaríamos de ser quando crescermos. No meio dessas histórias legais teve uma que nos chamou bastante a atenção pois o personagem era a gente mesmo. Quando íamos olhar o rostinho do personagem desenhado na história dávamos de cara com um espelho e acabemos vendo a nós mesmos. Foi legal porque assim pudemos ser um monte de coisa no mesmo dia. Mas o legal mesmo foi quando a gente pode escolher uma profissão. Todo mundo escolheu ser piloto. Veja só no que deu: Se eu fosse… Se eu fosse um piloto eu voaria para marte para conhecer...

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Roda de leitura, um exemplo a seguir…

Roda de Leitura por Vanessa Vieira Olá pessoal. Hoje vamos compartilhar com vocês um trabalho que iniciamos quando retornamos das “férias” de julho. A Roda de leitura. Assim que voltamos começamos a refletir sobre a importância que a leitura tem em nossa vida e que a gente só teria mais vontade de ler todo dia lêssemos um pouco.. Então resolvemos fazer um gincana… Toda semana levaríamos alguma leitura para compartilhar com os colegas de sala e para cada leitura estipulamos uma pontuação. Aqueles que trouxessem cópias de poemas, piadas, histórias curtinhas receberiam 10 pontos, aqueles que produzissem algum texto receberiam 20, e assim, conforme foram chegando as produções fomos pontuando. Teve um amigo que resolveu fazer...

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Poema enRedado Vidráguas, é o 45 e com Cesário Verde!!

Hey, voltamos com nosso enredo poético, nesta série tecemos leitura e homenagem à Poesia Portuguesa, desta vez Cesário Verde. A próxima leitura e escritura será com Camões. Par ler clique na imagem, ou leia lá no blog de Luana Neres, autora de nossa Arte! E logo, logo, estaremos com novidades deste projeto cultural Vidráguas. Seguimos com nosso experimentalismo poético em redes sociais e acreditando que um verso susten um outro, e mais, que lendo e em trocas poéticas, um poeta sustentará outro… Estamos com mais de 80.000 leituras na soma de nossos webLibros, isso é muito bom, e seguimos, eba!!! Confiram webLivros Vidráguas: I, II,...

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Pensando a poesia com Cesário Verde…

Hey, seguimos nossas leituras e homenagens rumo a mais um webLivro Vidráguas, o primeiro já está com mais de 42.000 leituras, confiram aqui, este e também o II e o III… … e seguimos nossos experimentalismos poéticos e continuamos lendo Poetas Portugues, desta vez Cesário Verde,e logo, logo estaremos com Camões a caminho de mais poemas enRedados, porque sim!, logo teremos boas novidades deste projeto cultural Vidráguas que viemos tecendo!! “Ao entardecer, debruçado na janela, e sabendo de soslaio que há campos em frente, leio até me arderem os olhos o livro de Cesário Verde” Fernando Pessoa, em Poemas de Alberto Caeiro, Lisboa,, Ática, 1952, p.23. Manhãs Brumosas Aquela, cujo amor me causa alguma pena, Põe o chapéu...

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Sophia de Mello Breyner Andresen, poema enRedado Vidráguas!

Para ler cliquem na imagem, ou leiam lá no blog de Luana Neres, autora de nossa Arte. Um beijo a todos por aqui, um bom domingo e seguimos com nosso enredo, com nossas leituras e Poemas enRedados, a desta semana, será com Cesário Verde, em homenagem à Poesia Portuguesa. E estamos sendo muito lidos, visitem os WebLivros Vidráguas e confiram… I, II e III, o terceiro em três meses já está com mais de 9.000 leituras,...

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Pensando a poesia com Sophia De Mello Breyner Andresen

Hey e seguimos com nossas leituras que vão dar em poemas enRedados, um tempo em muitas mãos, e nesta edição que levará ao nosso webLivro 4 estamos lendo e homenageando a Poesia Portuguesa, o próximo poeta será Cesário Verde, boa semana e seguimos!! Poesia Se todo o ser ao vento abandonamos E sem medo nem dó nos destruímos, Se morremos em tudo o que sentimos E podemos cantar, é porque estamos Nus em sangue, embalando a própria dor Em frente às madrugadas do amor. Quando a manhã brilhar refloriremos E a alma possuirá esse esplendor Prometido nas formas que perdemos. Aqui, deposta enfim a minha imagem, Tudo o que é jogo e tudo o que é passagem. No interior das coisas canto nua. Aqui livre sou eu — eco da lua E dos jardins, os gestos...

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Hoje, poema enRedado 43 – Eugénio de Andrade

Hey, e seguimos com nossas leituras, e rumo ao próximo webLivro, onde estaremos por 10 poestagens lendo, escutando e aprendendo com Poesia Portuguesa… a próxima leitura será com Sophia de Mello Breyner Andresen. Para ler, ampliem a imagem, ou leiam lá no blog da Luana Neres, autora de nossa Arte nos enRedados. A todos que aqui estão compondo com Eugénio de Andrade Gracias e seguimos!! E estamos sendo muito lidos, visitem os WebLivros Vidráguas e confiram… I, II e III, o terceiro em dois meses já está com mais de 8.000 leituras,...

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pensando a Poesia de Eugénio de Andrade em O Sal da Língua…

Hey, era para ser toda a semana, mas por motivos de viagens, saltamos uma… e seguimos com nosso enRedo poético, rumo ao terceiro webLivros, onde estaremos cantando, lendo e conVersando com a Poesia Portuguesa. O encontro de hoje é com Eugénio de Andrade, o da semana que passou foi com Natália Correia… bom domingo, boa semana a todos por aqui. Nocturno da água Pergunto se não morre esta secreta música de tanto olhar a água, pergunto se não arde de alegria ou mágoa este florir do ser na noite aberta. Eugénio de Andrade, Ostinato Rigore (1964) e POESIA Sobre as sílabas O assédio do verão, as rolas dos pinheiros, a risca de sal das areias; às vezes chovia – então um barco de borco era o abrigo, era o amigo; a chuva abria o aroma...

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