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	<title>Vidráguas &#187; photoPoemas</title>
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		<title>Imagine 2010!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 12:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carmen Silvia Presotto]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/imagine1.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/imagine1.jpg" alt="imagine" title="imagine" width="450" height="3874" class="alignnone size-full wp-image-4423" /></a></p>
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		<title>Bufões da Água</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 06:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[photoPoemas]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Fous de Bassin]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>

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		<description><![CDATA[


Instantes mudos, esses em que miramos as fotografias. São eles que nos falam&#8230;


Enquanto mentimos viver, o sonho das águas, a Poesia, transplante de almas, nos estende a mão.


Ilotopie!


Um caminho, um espetáculo sob as águas.


E sabemos:
Lagos
Oceanos
e Portos
sempre foram inspiração para o imaginário.


Todos ocupam lugares em nosso sonho.
Mas hoje, os Bufões da Água nos trazem uma visão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0088.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0088.jpg" alt="DSC_0088" title="DSC_0088" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3375" /></a><br />
<br />
</br><br />
Instantes mudos, esses em que miramos as fotografias. São eles que nos falam&#8230;<br />
<br />
</br><br />
Enquanto mentimos viver, o sonho das águas, a Poesia, transplante de almas, nos estende a mão.<br />
<br />
</br><br />
Ilotopie!<br />
<br />
</br><br />
Um caminho, um espetáculo sob as águas.<br />
<br />
</br><br />
E sabemos:<br />
Lagos<br />
Oceanos<br />
e Portos<br />
sempre foram inspiração para o imaginário.<br />
<br />
</br><br />
Todos ocupam lugares em nosso sonho.<br />
Mas hoje, os Bufões da Água nos trazem uma visão espetacular desta vida úmida. Espelhada, através de fogos, surge pedalando a Rainha Aquática e sua Corte sob o Rio de Londres e como se estivessem saindo das páginas de um livro, as imagens vão escorrendo de nossos olhos.<br />
<br />
</br><br />
Durante, algumas horas, precisamos esfregar os olhos para ver que não era sonho, era o Tâmisa cenário e palco do Festival das Águas.<br />
E em suas margens, em seus retalhos, entre carros e caravanas<br />
somos alguma costura desta flutuação<br />
ponte do mudo instante, somos algum zumbido<br />
a revirar os ouvidos a margem deste Verde Lago.<br />
<br />
</br><br />
E<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0015.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0015.jpg" alt="DSC_0015" title="DSC_0015" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3368" /></a><br />
<br />
</br><br />
Era sexta feira a noite em Docklands, o verão em Londres é sempre especial para eventos ao ar livre. Sentamos na grama frente ao lago, e já caia a noite quando no meio do lago surge navegando algo que parecia um Fiat 147, precariamente iluminado.<br />
<br />
</br><br />
Começava Fous de Bassin no Greenwich + Docklands International Festival 2009.<br />
<br />
</br><br />
O tema deste ano: Água.<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0023.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0023.jpg" alt="DSC_0023" title="DSC_0023" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3369" /></a><br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0040.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0040.jpg" alt="DSC_0040" title="DSC_0040" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3370" /></a><br />
<br />
</br><br />
Leituras molhadas como iscas de vidas, fagulhas sob uma cama refletindo: mãe e filha, fogo e água a iluminar a leitura do lago em frente as Docas Londrinas, lugar onde navegações há  muito vão e vem, feito árvores vivas, porto em labaredas, revelações de que  um dia tudo era fogo, chamas para que uma cidade despertasse na águas sua história e legado&#8230;<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0123.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0123.jpg" alt="DSC_0123" title="DSC_0123" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3379" /></a><br />
<br />
</br><br />
Nas águas está o início, está o espelho, está o tempo grão, rondando de bicicleta o caminho do Tâmisa<br />
pesca<br />
sombrinhas<br />
bicicletas<br />
navegações<br />
momentos que, no lago em nossa frente, espelha toda a vida Londrina se desfolhando no jornal lido pelo bufão que chega junto com um gari público que chega junto com a mãe menina que chegam iluminados pelos postes suspensos para que a água  seja mais do que um lago, seja uma cidade palafita navegando entre tempos.<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0047.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0047.jpg" alt="DSC_0047" title="DSC_0047" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3371" /></a><br />
<br />
</br><br />
É noite e a cidade acorda.<br />
<br />
</br><br />
A mãe menina do início retorna várias vezes a nossa frente, como querendo indicar em suas aparições, várias gestações e mudanças. Sua criança cresce. Alastrada a cidade, a menina mãe atravessa o rio, anunciando-nos que dali veio o progresso que, hoje, segue estendido das margens da docas ao Convent Garden, à Oxford Street&#8230;<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0127a.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0127a.jpg" alt="DSC_0127a" title="DSC_0127a" width="450" height="455" class="alignnone size-full wp-image-3380" /></a><br />
<br />
</br><br />
No ar, agora há muitos acordes, um caos sinfônico que nos desfragmenta para o inusitado. Esfregamos os olhos às bolinhas de sabão que vão  ligando os pensamentos vividos ao imaginado e percebemos outras ondulações&#8230;<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0114.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0114.jpg" alt="DSC_0114" title="DSC_0114" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3378" /></a><br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_01121.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_01121.jpg" alt="DSC_0112" title="DSC_0112" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3377" /></a><br />
<br />
</br><br />
Tudo fica vermelho, incendeia , a música fica mais intensa e parece que somos embalados ao futuro.<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0062.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0062.jpg" alt="DSC_0062" title="DSC_0062" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3373" /></a><br />
<br />
</br><br />
Tudo gira, tudo toca. E de repente, ao fogo  retornamos, porque do caos da música se rompem os fogos de artifício, um enorme rastro de fumaça, clarão onde todos desaparecem&#8230;<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0144.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0144.jpg" alt="DSC_0144" title="DSC_0144" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3367" /></a><br />
<br />
</br><br />
Esfregando os olhos, retornamos a tempo de rever o gari  que chega para recolher a cidade. Ao desmanchar a praça, volta a intensidade vermelha&#8230;Em nossa frente, o clarão das águas emboca o curso das sementes queimadas, recordando: incêndio em Londres!<br />
<br />
</br><br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0139.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_0139.jpg" alt="DSC_0139" title="DSC_0139" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-3381" /></a><br />
<br />
</br><br />
E num apagão a cena nos desperta ao recomeço e como se tudo se reintegrasse, absorvemos o Fogo Verde Cristalino esparramando a memória real da rainha aquática à esperança de  prosseguir  Viagem: é Festival de Verão, há labaredas em Londres!<br />
<br />
</br><br />
Texto: Carmen Silvia Presotto<br />
Fotos: Ricardo Hegenbart</p>
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		<title>photoPoemas na ZH e a Roger Lerina pela divulgação aquele abraço</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 18:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
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		<description><![CDATA[
Obrigado a todos que estiveram no café Retrô ontem, gracias Lerina por nos ajudar a seguir com mais versos que conVersam pela ruas&#8230; 
Psiu!
Amigos a Exposição segue no Café Retrô, Fabrício Pillar, 18. Participem com o Olhar, um café e um Livro à Biblioteca da Creche Renascer,Restinga. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/zh_24_0409.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2770" title="zh_24_0409" src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/zh_24_0409.jpg" alt="zh_24_0409" width="450" height="294" /></a></p>
<p>Obrigado a todos que estiveram no café <em>Retrô</em> ontem, gracias Lerina por nos ajudar a seguir com mais versos que conVersam pela ruas&#8230; </p>
<p>Psiu!<br />
Amigos a Exposição segue no Café Retrô, Fabrício Pillar, 18. Participem com o Olhar, um café e um Livro à Biblioteca da Creche Renascer,Restinga. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>dois amores ao mesmo tempo</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2009/04/24/dois-amores-ao-mesmo-tempo/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 14:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<description><![CDATA[
DOIS AMORES AO MESMO TEMPO 
Fabrício Carpinejar 
Uma biblioteca desarrumada não significa que é menor. Estantes com filas duplas não sinalizam desordem. Um livro que não se encontra não está perdido. Não achar alguma coisa é mexer em obras esquecidas e ler o que não se esperava. Não sou contra a catalogação. Nada disso. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/dsc_0012pq.jpg" alt="dsc_0012pq" title="dsc_0012pq" width="450" height="563" class="alignnone size-full wp-image-2760" /></p>
<p><strong>DOIS AMORES AO MESMO TEMPO </strong><br />
<a href="http://www.carpinejar.com.br/home.htm">Fabrício Carpinejar </a></p>
<p>Uma biblioteca desarrumada não significa que é menor. Estantes com filas duplas não sinalizam desordem. Um livro que não se encontra não está perdido. Não achar alguma coisa é mexer em obras esquecidas e ler o que não se esperava. Não sou contra a catalogação. Nada disso. É que livros lidos são naturalmente livros fora de ordem. Escapam do crivo, deitam em dormitório alheio, se misturam com ansiedade. Duvido de uma biblioteca ordenada em excesso, impecável, limpa. Parece que a única leitora é a traça. A vida não deixa nada em seu lugar. Como ler sem contrariar o rumor alfabético? Como viver sem contradição? O mesmo posso pensar dos amores. Desejamos ao longo dos dias ter um casamento regulado, com todos os volumes cadastrados e que sirva mais como um móvel para decoração do que uma escada de leitura. Amor, como uma biblioteca, não é posse, mas despertence. Quanto mais leio mais perco as certezas do começo. Quanto mais amo mais apresso o final. Um livro não dirá onde estamos, uma paixão não consola, ambos apontarão para onde podemos ir dentro do corpo. É possível viver dois amores ao mesmo tempo? Sim, é possível viver até três amores ao mesmo tempo, porém o esgotamento nervoso chega junto. Desde que um amor não seja a migalha do outro. Desde que o amor não seja a falta de solidão, e sim a solidão assumida. Desde que o amor não seja a segurança do egoísmo e sim a insegurança do diálogo. Desde que um amor não seja o complemento do outro. Pois amores não se completam, se bastam. Não adianta somar duas carências para gerar uma terceira. Dois amores são possíveis no início, para se desentenderem logo em seguida. O amor que é forte, luminoso, não permite concorrência. Amor é naufrágio, nem todos encontram madeira boiando para voltar a si. Dois amores são possíveis ao mesmo tempo porque um deles será o proibido. Porém, o proibido pode ser transar com a esposa, não a amante, e quem dançará sozinha depois é a amante. Difícil de compreender? Permanecer no casamento ou na estabilidade, desde que se amem, é hoje a mais alta transgressão. Aventurar-se fora de seus domínios cheira a regra. Não existe roteiro pronto. Assim como o marido pode segurar a vela de seu enterro e as duas arranjarem coisa melhor pela frente. O amor não está em uma instituição, mas na capacidade de suplantá-la. </p>
<p>Amor não se mede, se confunde. É impraticável comparar relacionamentos como ofertas de lojas. Um amor que não pode ser comparado é difícil de esquecer (ainda que a separação aconteça). Aquele que já permite comparação demonstra ser pouco consistente (ainda que os dois fiquem juntos). A gente ama para quê? Para não avaliar o amor. Não conseguir acompanhá-lo é quando vai bem. Quando se começa a ter consciência do certo ou do errado é aviso prévio. Sintomático que os casais peçam conselhos aos amigos para fazer em seguida tudo diferente. Amor muda as regras de propósito, muda o telefone, muda o endereço. Quem não está jogando não entenderá. É feito somente para jogar, não ser assistido. O mistério é não entendê-lo a ponto de preveni-lo. Prevenir o amor é matar a capacidade de aprender com suas conseqüências.</p>
<p>Crônica: Dois amores ao mesmo tempo, Fabrício Carpinejar, do livro <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1386447/amor+esquece+de+comecar,+o/?franq=276842">O amor Esquece de Começar</a>, Bertrand.</p>
<p><strong>Atentos!</strong><br />
Mais fotos por enquanto só no <a href="http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?uf=1&#038;local=1&#038;source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&#038;pg=1&#038;template=3948.dwt&#038;tp=&#038;section=Blogs&#038;blog=17&#038;tipo=1&#038;coldir=1&#038;topo=3951.dwt">blog do Lerina</a>. Mas a partir do dia primeiro de maio poderá conferir o <em>photopoema</em> na integra no site Vidráguas (<a href="http://www.vidraguas.com.br">www.Vidraguas.com.br</a>). Lembrado também que em breve Vidráguas estará de cara nova.</p>
<p><strong>Produção Editorial e Cultural Vidráguas</strong><br />
Coordenação: Carmen Silvia Presotto<br />
Fotografia: Ricardo Hegenbart<br />
Arte e figurino: Bruno Padjem<br />
Modelo: Fernanda Evangelista – Way Models Porto Alegre<br />
Maquiagem:Val Oliveira<br />
Painelista: Américo Conte<br />
Web-designer: Eduardo Côrrea<br />
Apoio: Retro Brechó e Câmara do Livro, Porto Alegre<br />
Sapatos: Júlia Presotto</p>
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