Tempaço II, poema de Carmen Silvia Presotto

Escrevendo ao 123º Desafio Poético com Imagens projeto de TaniaContreiras Arteterapeuta TEMPAÇO II não há ausência pra quem sempre esteve presente gotícula do universo na agulha do medo costuro o ar, como se colasse o tempo poesia, saudade! dias infindos volta e giro hera, quimera colar… dou linha ao infinito, remendo-me… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas – nov/2014. Imagem: Chema...

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Para além de mim, poema de Carmen Silvia Presotto

Desafio poético… Para além de mim a quem chegar meu ar… verso ao instante intenso ao pretenso encontro um olhar um afago um carinho leitura e ninho verso no escuro a alguém um poema futuro… livro aberto entre flores… e histórias coração sem véu a céu aberto, poesia ao léu… minha humanidade, vivas serão as memórias! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas. Nov/2014. Seguindo do desafio poético de TaniaContreiras Arteterapeuta, deixar um poema no banco de uma praça, buscar alguém para somar o sentir, e que venha resposta…...

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Sudário, poema de Carmen Silvia Presotto

Um poema ao entardecer… SUDÁRIO A vida é lance encaixe alcance A vida é rumo trama sumo A vida por certeza, e sorte é o atalho da morte… … meta concreta. Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! nov/2014. A arte é de Vladimir Kush!

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Parto poema, poema de Carmen Silvia Presotto ao Desafio Poético de Tânia Contreira

Escrevendo com a imagem. 120º Desafio Poético com Imagens, projeto da poeta e amiga TaniaContreiras Arteterapeuta. PARTO POEMA O verso que se pretende outro universo não sai, de mim não sai… olho para todos os lados nada, além de mim penso em 3 D… o imaginário late a face condena recolho a simultaneidade que amanhã, outros espelhos me condenem hoje, narciso múltiplo, sou minha própria poluição… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! Arte: Abbey...

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Preciso de um poema teu…, poema de Carmen Silvia Presotto

Um poema ao dia… Preciso de um poema teu… que ele venha com o porteiro por caixa, e-mail face, bilhete, rosas ou correio que venha por ondas marés, quinteto entrelinhas quadras ou soneto mas que chegue imerso, livre em versos precioso… … preciso um poema por inteiro… por empréstimo consórcio ou favor seja o meio que for que nele estejas todo… todo por amor! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A arte é de Ive M....

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Às mãos que escrevem, Ave Poesia!

A todas mãos que escrevem, amam, conVersam – do Norte ao Sul, Portugal e amigos do Mundo – um bom anoitecer. Ave Poesia! Minha Pátria está no coração. Um poeta sabe que a humanidade é sua melhor região. Carmen Silvia Presotto – Vidráguas!

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Cara Apagada, poema de Carmen Silvia Presotto

Escrevendo com a imagem. 119º Desafio Poético, projeto de TaniaContreiras Arteterapeuta. CARA APAGADA Onde está o olhar que antes tudo iluminava? onde está o nariz que ao perfumar me perfilava? e a boca… sumiram os beijos? me deleto da série borro a matriz a tempo de me reinventar no tempo resta a mala, em mãos uma esperança descansa Ser Viajante… … parto! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! Arte: Van...

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Ser_eu, sereia? ( II), poema ao 118º Desafio Poético com Imagens

Escrevendo ao 118º Desafio Poético com Imagens. Projeto da poeta e amiga TaniaContreiras Arteterapeuta! Ser_eu, sereia? ( II) o poema pode ser leve solto breve na areia, a mente hibrido instante maríntimo verso aos pés do mar o poema pode ser sonho viagem fuzil maré começo ou fim desejo, imagem a inundar o melhor de mim… – poesia ? o amor pode ser úmido! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas. Imagem: Irina Kuznetsova e aqui o Ser_eu, sereia? ( I ):...

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Lendo, Pedro Du Bois…

Lendo Pedro Du Bois e vamos ler poesia! HERÓIS No tempo vive segundos de glória. O restante da façanha conta em casa e no bar da esquina: focalizado no instante do espetáculo. Sorri o estado calamitoso das essências: não é o mesmo. Nos estertores da glória restam resquícios de histórias. Poema de Pedro Du Bois. Leiam mais poemas...

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Um poema presente de Airton Souza, Viva!!

Um poema presente de Airton Souza. Coisa boa, assim me aVido… me longo a mais existência! pra poeta Carmen Silvia Presotto voltas ao gesto pictural à guisa do que passou ascende por entre a solidão a gênese fragmentada coligindo perguntas acerca da palavra existencial feito e afoito como a baioneta convivendo com o não calar diante da morte desfaz fronteiras o outrora assusta agora. Airton Souza Marabá – Pará nesse outubro de incertezas e poesias muitas. Poema de Airton Souza, leiam mais poemas...

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Dor, um poema presente de Adriano Nunes. Viva!!

Gracias, Adriano. Ganhar um poema teu me alegra e me alonga a mais existência. “Dor” – para Carmen Silvia Presotto Desde a pele Aos núcleos talâmicos, Do finíssimo fio De cabelo à ponta do hálux dedo, Ela, soberana das horas Menos esperadas, Medeia a esquartejar os seus, Paira sobre mim agora. Não há travesseiro ou lençol Que a mandem embora. Não há analgésico potente Que a faça desaparecer pela tangente. Não há nada que se faça. Nem prece, nem pranto, nem praga. A dor não passa. Lembranças de anseios antigos. Momentos difíceis que trago comigo. Quem sabe, fazendo estes versos, Não se processe uma cordotomia Do tracto espinotalâmico lateral. Quem sabe? Quem saberá Dizer como ter direito a um voo No dorso de Pégaso, Ter,...

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