Vidráguas à Lya Luft!

Vidráguas à Lya Luft, hoje o meu dia poesia é dela....

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Lendo Domingos da Mota, Soneto da tentação…

Hoje, entardeço ao som de um Soneto de Domingos da Mota. Belo, belo. Soneto da tentação Alude à fibra da sua. Se for assim, corresponde ao sinal que acentua a tentação, quando e onde o desejo acomete e o perfume irradia de tal modo que promete uma agitada porfia. Gostava de a abordar, ou melhor, ir mais além, ir mais fundo, mergulhar lá onde a sua também é capaz de sublevar o delírio que sustém. Poema de Domingos da Mota Leiam mais poemas aqui:...

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Poema presente: Fim de Festa – Flávio Barreto!

Um poema presente de Flávio Barreto – Barreto Poeta. Viva. FIM DE FESTA PARA CARMEN COM SEU “OUTONAR” Há um sol que nos outona e um verão que nos embroma, deixando à boca espessa goma que prende e estreita o gozo num gosto que nos espreita como um navio no cais. Gosto assim de quero-mais. Mas o querer indevido só a uma emoção se presta: Nos fazer dó, divididos, sem bem saudar o que vem, sofrendo o que já não tem, a viver um FIM DE FESTA… 13 / 04 / 014 Poema de Barreto Poeta. Flávio Barreto, autor de Bicho- Homem, Gente de Palavra Microeditora, Porto Alegre- 2014. A foto é de Michelle...

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Lendo Ferreira Gullar em Luta Corporal…

Hoje, encontro-me com Gullar em Luta Corporal, bom desfrutar, recordar seus primeiros passos… É, a poesia é necessária!* E vamos ler Poesia. 5 Prometi-me possuí-la muito embora ela me redimisse ou me cegasse Busquei-a na catástrofe da aurora, e na fonte e no muro onde sua face, entre a alucinação e a paz sonora da água e do musgo, solitária nasce. Mas sempre que me acerco vai-se embora como se me temesse ou odiasse. Assim, persigo-a, lúcido e demente. Se por detrás da tarde transparente seus pés vislumbro, logo nos desvãos das nuvens fogem, luminosos e ágeis! Vocabulário e corpo – deuses frágeis – eu colho a ausência que me queima as mãos. GULLAR, Ferreira. “Sete Poemas Portugueses”. In: A luta corporal, prefácio de Fábio...

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Lendo Antônio Lázaro de Almeida Prado…

Hoje, lendo e esparramando “Ciclo das Chamas e outros poemas” – poesia de Antônio Lázaro De Almeida Prado. Muito, muito bom. E vamos ler poesia! DEIXA A NARCISO… Deixa a Narciso O fascínio da imagem Auto-desdobrada. Deixa fluir o amor, Inunda-te de amor, Que tudo mais é nada. Deixa a palavra voar Sem ecos redundantes, Sem peias no ouvido Sem temor à blandície Do canto das sereias. Mais sagaz do que Odisseu Deixa às sereias o canto inútil. Deixa a Narciso A autocomplacência Do egotismo. Amor repete amor, Sem ecos infecundos, Sacia-te de amor, Essa insaciável fonte Que não suporta diques, Nem margens minudentes. Deixa a Narciso A oclusão da imagem: Ama! PRADO, Antônio Lázaro de Ameida. In: Ciclo das Chamas e Outros...

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Lendo, Manguelândia, um poema para Lêdo Ivo, em Laringes de Grafite

Ao entardecer, um poema de Adriano Nunes a Lêdo Ivo e um brinde para 2ª edição de Laringes de Grafite e ao Antípodas Tropicais que estará chegando em maio. Ave Poesia. ! Manguelândia Para Lêdo Ivo. Aqui não se vê vergonha. A tez do povo é robalo, Caranguejo, lodo, lama. O sonho? Como sonhá-lo Entre a terra decomposta E o mar? Nunca só suponha O tamanho da alegria Das crianças a brincar Com inverterbrados cães, Brinquedos sujos de barro, Cipós, garrafas de plástico, Camaleão na cabeça, Atração para os turistas. Aqui vive a dor quem ama O peixe fritado em posta, As picadas dos mosquitos, Moscas, mormaço, maré, Camarão, chama-maré, Lagosta, mexilhão, craca. A vida vinga é o que é: Caranguejo aratu, uçá, Guaiamum… Tudo...

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Lendo, Ana Andrade…

Num lugar… Num lugar sem rosto um menino grita, o vazio que sem piedade, um homem silenciou! Poema de Ana Andrade, lido no Grupo Vidráguas em redes sociais.

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Hoje, lendo e esparramando Paulo George…

Psiu! Hoje, leio, desvendo e esparramo a poesia de Paulo George, o Paulinho Poeta. Muito, muito bom! A obra do poeta não precisa ter meta pode ser uma cobra pode ser em linha reta A obra do poeta ao poeta nada cobra pode ser uma seta pode ser uma sobra A obra do poeta pode ser direta pode ser sem lógica pode ser outra obra pode ser do operário pode ser uma ópera A obra do poeta nasce na caverna vive na moda é uma forma eterna que o tempo desdobra. e Uma caneta um papel uma borboleta nu céu e boca pequena finge que é cena nada de escarcéu Pra quê saber mais se a paz já nos faz cruel. SOUZA, Paulo George Merhy. in: ARTE POEMAS, Capa e Ilustração de Augusto Jatobá, edição do autor, Rio de Janeiro, 1987. Aqui mais sobre a Obra e Trajetória...

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Lendo Manuel Bandeira…

Eis um poeta que quanto mais leio, mais aprendo e amo. Ave Poesia! UBIQUIDADE Estás em tudo que penso, Estás em quanto imagino: Estás no horizonte imenso, Estás no grão pequenino. Estás na ovelha que pasce, Estás no rio que corre: Estás em tudo que nasce, Estás em tudo que morre. Em tudo estás, nem repousas, Ó ser tão mesmo e diverso! (Eras no início das cousas, Serás no fim do universo.) Estás na alma e nos sentidos. Estás no espírito, estás Na letra, e, os tempos cumpridos, No céu, no céu estarás. BANDEIRA, Manuel. ( 18886 – 1968 ) – “Lira dos cinquent’anos”. In: Antologia Poética. Org. do autor. Global, São Paulo, 2013. p.187...

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Poética, um presente poesia de Adriano Nunes, salve!

Que feliz estou por ganhar este poema! Gracias, gracias, gracias Adriano por tua Amizade, Poesia, Laringes de Grafite e em maio, Antípodas Tropicais. Viva! “Poética” Para Carmen Silvia Presotto Pela janela do carro, Eu observo o Corre-corre rotineiro De transeuntes Transtornados pelo acaso. Os meus sonhos, Ecos de tudo, relembram-me, Sem vacilo, De que posso desviar-me Das vis regras, Corvos à espreita do fígado Já bicado. Inúmeras folhas rasgo, Fico tonto, Nenhum verso quer dar certo, Quer vingar, Ficar pronto. Só o esforço, Carne e osso! Ai, quanto me desespero! Vai-se a tarde. O trânsito, o olhar atento. De repente, – Não deve ser diferente Com os outros Vates – Lançam-me ao infinito As sinapses! Poema de...

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Hoje, lendo e esparramando Nós, poesia de Fred Girauta…

Hoje, lendo, relendo NÓS, livro de Fred Girauta. E vamos ler Poesia....

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