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	<title>Vidráguas &#187; Reciclagens&#8230;</title>
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		<title>&#8220;Ah&#8230; (a)mares XI&#8230; poemas de Carmen Silvia Presotto</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 21:52:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA["Ah..(a) mares"Poemas Carmen Silvia Presotto - 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA["ah... (a)mares"]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[livro de carmen silvia presotto - web]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah&#8230; (a)mares XI Teu nome saltou-me ontem da boca e com ele os sonhos em fios de versos babas da noite franjas maríntimos primeiro desfiamos o sol&#8230; dourado o espaço, chegamos ao mar verdes algas ao nosso estar no canto das águas, alcançamos a luz das estrelas e onde todas luzes resflorescem, vibramos&#8230; surgiram pontes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ah&#8230; (a)mares XI</strong><br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n.jpg" rel="lightbox[14779]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n-300x199.jpg" alt="" title="531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n- Vidráguas" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-14782" /></a><br />
<br />
Teu nome<br />
saltou-me ontem da boca<br />
e com ele os sonhos<br />
em fios de versos<br />
<br />
babas da noite<br />
franjas maríntimos<br />
primeiro desfiamos o sol&#8230;<br />
<br />
dourado o espaço,<br />
chegamos ao mar<br />
verdes algas ao nosso estar<br />
no canto das águas,<br />
alcançamos a luz das estrelas<br />
e onde todas luzes resflorescem,<br />
vibramos&#8230;<br />
<br />
surgiram pontes, passamos montes<br />
e quando  a lua já nos vestia dia<br />
com nosso olhar em poros abertos,<br />
atravessamos o branco das nuvens<br />
<br />
no inVento pulsantes horas<br />
instantes dos sonhos<br />
&#8230;quasares<br />
desejo e amor em movimentos&#8230;<br />
<br />
cordas do tempo<br />
tornamos-no os sonhos que latem,<br />
não mentem, sentem&#8230;<br />
amam tudo que arde em nossas mentes<br />
&#8230;poesia ao sempre!<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas!<br />
<br />
A Fotografia de <a href="http://www.ricardohegenbart.com/">Ricardo Hegenbart</a>.<br />
<br />
E seguem os versos de Ah&#8230;(a)mares, um caminho do meu fazer poético e  mais um livro se aprumando, eba!! Beijos e coloco nesta postagem todos os outros poemas. Seguimos!!<br />
<br />
Bom final de domingo e boa semana a tos e acompanhem aqui os poemas anteriores, beijos!<br />
<br />
<span id="more-14779"></span><br />
<br />
<strong>&#8220;ah..(a)mares&#8221;</strong><br />
<br />
O amor quando chega,<br />
não cheira&#8230;<br />
&#8230;poema<br />
<br />
O amor<br />
quando ama,<br />
não esvazia&#8230;<br />
&#8230; povoa<br />
<br />
O amor<br />
dá saudade<br />
gira, revira,<br />
pões perna<br />
na sinceridade<br />
<br />
amor<br />
se verdade,<br />
não acalma&#8230;<br />
&#8230; arde!<br />
<br />
<strong>&#8220;Ah&#8230; (a mares II &#8220;</strong><br />
<br />
Senti em mim o nó se arrastar<br />
<br />
fio invisível<br />
pedi a ti o pó de amor<br />
<br />
vieste em vento<br />
chegaste em tempo<br />
<br />
colei-me em nós pra não voltar&#8230;<br />
<br />
<strong>ah&#8230;(a)mares III&#8221;</strong><br />
<br />
Não esperava&#8230;<br />
&#8230;acontece!<br />
<br />
Já deixava o sonho na gola da noite,<br />
sabendo que todo despertar se dá<br />
pelo cuco ou pela virada de meus pés<br />
<br />
Toco o piso, tranco o vento, solto o ar,<br />
colho versos, busco nexo e quando<br />
nada me conforta<br />
<br />
Não esperava&#8230;<br />
&#8230; acontece!<br />
<br />
Descasco maçanetas, enjaulo o desejo,<br />
raciono a ilusão e onde não me esperava,<br />
em tudo me encontro<br />
<br />
Não esperava&#8230;<br />
&#8230; acontece!<br />
<br />
Coloco uma música, teço mais um verso, leio<br />
Walt Withman, assinalo a ideia, circulo a relva,<br />
movimentos, expando o coração, colho paisagens,<br />
absorvo, do momentos, uma gota azul<br />
<br />
Não esperava&#8230;<br />
&#8230;acontece!<br />
<br />
Anoitece, alueço, reviso atos, revivo fatos,<br />
remendo fios, desviro a mim, descubro o dia,<br />
revolvo a máscara, perfuro o umbigo, fecho o livro<br />
e os Desassossegos.<br />
<br />
O amor atravessa chega com inVento<br />
desebrulhos, em brancas páginas<br />
Não esperava&#8230;<br />
&#8230;acontece!<br />
<br />
<strong>&#8220;Ah &#8230; (a)mares IV:</strong><br />
<br />
Algo no ar que não seja nada<br />
aconteceu&#8230;<br />
<br />
me busco no que sinto<br />
mexo no teto, abro o céu<br />
descaso o acaso<br />
<br />
leve é a distância<br />
entre versos próximos<br />
- paradas habitadas -<br />
aconteceu&#8230;<br />
<br />
pesado é o tempo<br />
sem elo<br />
- imaginação -<br />
tiquetaques&#8230;tiquetaques<br />
e líquidos são os momentos<br />
em que te penso<br />
&#8230; intuo no corpo<br />
o que em mim<br />
aconteces&#8230;<br />
<br />
zigue-zagues<br />
rosnares<br />
olhos atentos<br />
coração pulsante<br />
suores gelados<br />
ah&#8230; mares<br />
<br />
caracóis<br />
nós do vento<br />
até os dedos sangrarem,<br />
pensamentos móveis<br />
poesia<br />
<br />
passam brumas<br />
passam nuvens<br />
me desTerras<br />
aconteceu&#8230;<br />
<br />
<strong>&#8220;Ah, (a)mares V &#8220;</strong><br />
<br />
Vamos<br />
ajeita as horas<br />
me desproporciones<br />
<br />
vento de andorinhas<br />
garoa de pedra<br />
<br />
fado<br />
e vegetações<br />
<br />
vamos<br />
não quero a hora cega&#8230;<br />
<br />
só,<br />
estranho<br />
e me consumo<br />
<br />
que da luz se cumpram os dias<br />
que do tique-taque do peito<br />
explodas em hidrogênio<br />
e oxigênio<br />
<br />
H2O<br />
<br />
amor<br />
toques de límpidas águas,<br />
vertentes da dor<br />
que tuas margens, em mim<br />
sejam fênix glóbulos<br />
<br />
vamos me desproporiones&#8230;<br />
<br />
<strong>ah&#8230;(a)mares VI</strong><br />
<br />
Ser de ti<br />
é o meu encontro<br />
<br />
se em teu olhar,<br />
me perco&#8230;<br />
ao me tocares,<br />
&#8230; descubro-me<br />
<br />
e na melhor contradança<br />
saltas, suspiro<br />
e poemo<br />
<br />
<strong>&#8220;Ah &#8230;(a)mares VII &#8220;</strong><br />
<br />
Olho o mar<br />
te vejo<br />
<br />
vês a mim<br />
lampejo<br />
<br />
aliso a areia<br />
sereias?<br />
<br />
risco o céu<br />
desfaço-me<br />
colhes o ar<br />
reforço-me<br />
<br />
sorvo o sol,<br />
deslizas<br />
vem o luar,<br />
te findas&#8230;<br />
<br />
poema natural<br />
:<br />
te amo,<br />
simples assim&#8230;<br />
<br />
<strong>&#8220;Ah&#8230; (a)mares VIII&#8221;</strong><br />
<br />
Dou ao dia<br />
duplo sentido<br />
<br />
com teus cílios<br />
teço um barco<br />
com teus dedos<br />
amarro os passos<br />
<br />
ah&#8230; mares<br />
<br />
remos sem porto,<br />
calmarias<br />
noite em degelo,<br />
(a)maresias<br />
<br />
horas e ancaradouros<br />
portas compartidas<br />
se és a margem, sou<br />
de ti, a vida<br />
e eterna viagem<br />
<br />
ah&#8230; poesia!!<br />
<br />
<strong>&#8220;Ah&#8230; (a)mares XIX&#8221;</strong><br />
<br />
Busco-te&#8230;<br />
<br />
cedinho<br />
vou à onda do amanhecer<br />
arrastão de mim,<br />
entre sonhos e marolas<br />
fisgo do mar<br />
nossa melhor história<br />
<br />
descasco o acaso<br />
absorvo o maríntimo<br />
e no dizer mais puro<br />
destaco do argumento<br />
o orvalho<br />
:<br />
amor<br />
<br />
no fim do dia<br />
cedinho da noite,<br />
&#8230; o recomeço<br />
olhares, palpitações<br />
entradeSeres onde me busco<br />
&#8230; poesia, de teus amores&#8230;<br />
<br />
<strong>&#8220;Ah&#8230; (a)mares X&#8221;</strong><br />
<br />
Maríntimo<br />
sabores d&#8217;alma<br />
por cada palavra, um estalo<br />
<br />
cochichos e versos<br />
na concha do ouvido<br />
<br />
dedos<br />
no tempo,<br />
algaravias<br />
deslizes<br />
na cabeceira,<br />
gozo<br />
<br />
nus momentos<br />
&#8230; mar poesia<br />
na gola do umbigo,<br />
salivas que selam<br />
língua(s) em mim<br />
quando em ti, poemo&#8230;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Voo de um pássaro poema de Carmen Silvia Presotto</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/15/voo-de-um-passaro-poema-de-carmen-silvia-presotto/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/15/voo-de-um-passaro-poema-de-carmen-silvia-presotto/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 16:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[asas poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Silvia Presotto]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<category><![CDATA[voos]]></category>

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		<description><![CDATA[Voos de um pássaro Que céu! Radiante imenso.. Sem obstáculos, deslizo longe. As nuvens sumiram, mas os ventos podem trazê-las logo. Vou me agilizar e esbaldar em alongamentos. Brincarei na horizontal até não aguentar. Cansei das árvores. Ah esses tempos indefinidos tentam me aprisionar. Buscarei bons tempos&#8230; Não quero atrofiar minhas asas. Nossa! Estou trágico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voos de um pássaro<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/avepássaro.jpg" rel="lightbox[14654]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/avepássaro-300x214.jpg" alt="" title="ave!pássaro- Vidráguas!" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-14655" /></a><br />
<br />
Que céu!<br />
Radiante imenso..<br />
Sem obstáculos, deslizo longe.<br />
As nuvens sumiram, mas os ventos podem trazê-las logo.<br />
Vou me agilizar e esbaldar em alongamentos.<br />
Brincarei na horizontal até não aguentar.<br />
Cansei das árvores.<br />
<br />
Ah esses tempos indefinidos tentam me aprisionar.<br />
Buscarei bons tempos&#8230;<br />
Não quero atrofiar minhas asas.<br />
Nossa! Estou trágico para um pássaro.<br />
Urubu? Corvo?<br />
- Carniceiros e vingativos -<br />
Bem-te-vis?<br />
- amigos e poetas -<br />
E eu tão lindo, tão lindo, liiiindo!<br />
<br />
Eis o perigo!<br />
Nunca caçam as bruxas feias.<br />
Não! Para coleções só querem as borboletas feiticeiras.<br />
<br />
Ah! Por falar em beleza&#8230;<br />
Vou dar uma rasante ao lago, mirar o visual e me alegrar!<br />
Narciso, sim, mas que fazer?<br />
Se sou tão belo&#8230;<br />
VoaaaaaAndo chego à margem,<br />
reflito na estonteante imagem e me banho.<br />
Inspirado retorno para dar brilho ao sooool.<br />
E, epa!<br />
VoltaaaAndo&#8230;<br />
Ainda sobrarm alguns.<br />
Malditos jurássicos bodoques!<br />
E, não fosse eu, o maravilhoso filho da coruja<br />
Voaria liiiivre<br />
&#8230;lindo<br />
e SOoooLto!<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, Dobras do tempo, Vidráguas!<br />
<br />
A Arte é de Américo Conte!<br />
<br />
Hey, moral da história(rs), voar é com pássaros e  poetas, asas de pleno vooooos&#8230; e um feliz domingo a todos que por aqui chegarem!! </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Psiu, escuta&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/07/psiu-escuta/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/07/psiu-escuta/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 15:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[escuta]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[mirchuk pavel]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Psiu! Escuto os teus passos corro ao jardim, abres a porta dos dedos, colho as rosas e o jasmim Escuto um verso me ouço, recolho- te em pautas e cores &#8230; e num abraço, nem sei mais mim&#8230; Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas. A fotografia é de Mirchuk Pavel!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/562537_319053048158937_100001627342954_842271_712451345_n.jpg" rel="lightbox[14556]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/562537_319053048158937_100001627342954_842271_712451345_n-300x300.jpg" alt="" title="562537_319053048158937_100001627342954_842271_712451345_n" width="300" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14557" /></a><br />
<br />
Escuto os teus passos<br />
corro ao jardim,<br />
abres a porta<br />
dos dedos, colho<br />
as rosas<br />
e o jasmim<br />
<br />
Escuto um verso<br />
me ouço,<br />
recolho- te<br />
em pautas<br />
e cores<br />
<br />
&#8230; e num abraço,<br />
nem sei mais mim&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas.<br />
<br />
A fotografia é de Mirchuk Pavel!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vazio, no anoitecer com Eros&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/18/vazio-no-anoitecer-com-eros/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/18/vazio-no-anoitecer-com-eros/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 23:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[anoitecer com bardos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[evasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[nei duclós]]></category>
		<category><![CDATA[poemas com eros]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Vazio poema de Nei Duclós Não há motivo para a alma fiquei vazio por tua causa tanto silêncio que cultivas toda palavra arrasta a asa A frase dita corre risco abres a fenda para a lava preparas aulas de mutismo classe amarrada ao sacrifício Estamos condenados ao ofício águas do poema submarino suplício em sílabas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vazio<br />
poema de Nei Duclós<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/liz-taylor-classe.jpg" rel="lightbox[14344]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/liz-taylor-classe-300x229.jpg" alt="" title="liz taylor classe" width="300" height="229" class="alignnone size-medium wp-image-14346" /></a><br />
<br />
Não há motivo para a alma<br />
fiquei vazio por tua causa<br />
tanto silêncio que cultivas<br />
toda palavra arrasta a asa<br />
<br />
A frase dita corre risco<br />
abres a fenda para a lava<br />
preparas aulas de mutismo<br />
classe amarrada ao sacrifício<br />
<br />
Estamos condenados ao ofício<br />
águas do poema submarino<br />
suplício em sílabas de verniz<br />
<br />
Queres que eu perca o sentido<br />
enredo que tece o labirinto<br />
Nasci para o mar, não o limite<br />
<br />
Leia toda a postagem<br />
<br />
<span id="more-14344"></span><br />
<br />
E domingo é dia de entardecermos com <a href="http://outubro.blogspot.com.br/2012/03/costura.html">Nei Duclós</a>, e aqui, quase que diariamente, trazemos o canto de Bardos e <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas-evasalmas-2/">EvasAlmas</a> para seguirmos o Projeto Anáguas, um tempo de poemar com Eros…<br />
<br />
…e iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em <a href="http://outubro.blogspot.com.br/2012/03/ela-me-disse.html">Outubro</a>, lago em quem nos espelhamos para seguir o canto, porque parafraseando este bardo, “Sim, amamos sem tirar nem por. Amor pela verdade…” e seguimos!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Singrando, sangrando&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/12/singrando-sangrando/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/12/singrando-sangrando/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 19:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Trombin]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[sangrando]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para ler, clique na imagem. Uma boa semana a todos e gracias Geraldo pela tua poesia, aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/singrando-sangrando.jpg" rel="lightbox[14279]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/singrando-sangrando-211x300.jpg" alt="" title="singrando, sangrando" width="211" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14280" /></a><br />
<br />
Para ler, clique na imagem.<br />
<br />
Uma boa semana a todos e gracias<a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100000210297899&#038;sk=info"> Geraldo </a>pela tua poesia, aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O dia Internacional da Mulher foi ontem, mas que seja sempre&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/09/o-dia-intarnacional-da-mulher-foi-ontem-mas-que-seja-sempre/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 03:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Bourdin]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Hey! Palavras ao Dia Internacional da Mulher&#8230; por Carmen Silvia Presotto Não que não goste deste dia. Mas confesso, sinto medo ao comemorar um único dia por tudo que teço, tecemos&#8230;. Este único dia me indica reposições, expiações de culpa e o que é pior nos traz ufanismos hipócritas, atentos! Mulheres vivas ao dia sim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey! Palavras ao Dia Internacional da Mulher&#8230;<br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/GuyBourdinBeauty-5.jpg" rel="lightbox[14239]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/GuyBourdinBeauty-5-300x176.jpg" alt="" title="GuyBourdinBeauty-5" width="300" height="176" class="alignnone size-medium wp-image-14240" /></a><br />
<br />
Não que não goste deste dia. Mas confesso, sinto medo ao comemorar um único dia por tudo que teço, tecemos&#8230;. Este único dia me indica reposições, expiações de culpa e o que é pior nos traz ufanismos hipócritas, atentos!<br />
<br />
Mulheres vivas ao dia sim, mas por ele nos dar consciência de que o nosso sexo é a palavra, de que a liberdade segue sendo foz e fonte para banharmos nossos sonhos e &#8230;<br />
<br />
Sonha paz e amor<br />
encontra<br />
dor<br />
e àsperas esperas<br />
<br />
Busca a felicidade<br />
há espinhos<br />
de humanidade<br />
étereas fugas<br />
<br />
Despe-se de vida<br />
veste-se de carne<br />
sangra &#8230;<br />
<br />
Cai de deusa mulher&#8230;<br />
<br />
E ao cair, me encontro, nos encontramos com o discurso de que não há dia do homem, um dizer tão velho quanto dizer que somos tecidos por costelas de adões&#8230; e viva Eros!!<br />
<br />
Psiu, mulheres!<br />
<br />
Leiam toda a postagem<br />
<span id="more-14239"></span><br />
<br />
Vivas ao dia sim. No entanto, pensemos juntos, se somos o feminino, também somos sujeitos em luta de encaixes além da carne&#8230; feito palavras, encaixes de viver!!<br />
<br />
Somos o feminino que já não tem mais elástico para queimar em fogueiras, em rojões e mais não temos tempo para isso&#8230; somos ponte e travessia do mundo, canal por onde o Mundo nasce, então, basta de bodoques aos voos, sigamos escutando Woolf, Plath, Beauvoir , Lispector, Marias sim&#8230; mas também Drumond, Quintana, José.<br />
<br />
Isso é mérito.<br />
Isso é vida<br />
Isso é criação&#8230;<br />
<br />
Poetas, para mim, não tem sexo, têm sexual idade, tem voz ativa, passiva e reflexiva. Poeta é mais que sexo, é Eros em ebulição, é língua que cria, que age, expele, procria, remexe, acontece, desperta e arrisca., é mão que escreve&#8230; poeta é verbo e seu feminino é poetisa sim, um tempo mulher, um tempo de criar com outros, um tempo, um calendário de eventos.<br />
<br />
Por isso, e por todos os dias, um beijo, gracias pelas mensagens recebidas e Feliz Dia Internacional das Mulheres sim, mas também gritemos que é um dia de todos que amam, que cuidam da mulher em si, porque amam a voz da criação e o eco de sua natureza e seguimos, sigamos o que nos sopra a Vida<br />
<br />
:<br />
<br />
humanos!<br />
<br />
E como não há mulheres sem homens e vice versa, então viva o dia do Ser, e gracias por todo carinho, poemas, flores recebidos , mas sigamos atentos nas entrelinhas de uma sociedade machista&#8230; olhem as pedras no Islã, as facas na África, os roxos em todos mundo, talvez efeito de um capitalismo cruel onde carne ainda é objeto, talvez pelo desejo de dar a Elas um dia especial..<br />
<br />
Psiu, atentos, porque também há os que deem num dia , e regem a escravidão que nos tiraniza no resto do ano&#8230; atentos, porque há os que ao adorar, muitas veze também sacralizam, congelam&#8230; e nós que de deusa já caímos mulher sabemos, e sim, vivas ao dia a dia, um tempo de ser, um tempo de todos.<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto – Vidráguas!<br />
<br />
A fotografia é de Guy Bourdin!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mil &#8211; Folhas ao Anáguas Vidráguas&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/06/mil-folhas-ao-anaguas-vidraguas/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 16:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>

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		<description><![CDATA[Mil-Folhas Onde a pele parto a parede Mil-folhas na face oculta-Me Beijo que o espera pétalas em sépia lábios: arco-íris! Lou Albergaria é autora de O Cogumelo que nasceu na bosta da vaca profana e escreve conosco ao Anáguas- Vidráguas, leiam mais poemas em seus blogues: Semente de Amora e a Loba de Ray- Ban [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mil-Folhas<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mulher_composi_o.jpg" rel="lightbox[14187]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mulher_composi_o-212x300.jpg" alt="" title="mulher_composi_o" width="212" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14188" /></a><br />
<br />
Onde a pele<br />
parto a parede<br />
<br />
Mil-folhas<br />
na face<br />
oculta-Me<br />
<br />
Beijo que o espera<br />
<br />
pétalas em sépia<br />
lábios: arco-íris!<br />
<br />
Lou Albergaria é autora de <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=O+cogumelo+que+nasceu+na+bosta+da+vaca+profana&#038;tkn=0">O Cogumelo que nasceu na bosta da vaca profana</a> e escreve conosco ao Anáguas- Vidráguas, leiam mais poemas em seus blogues: <a href="http://sementedeamora.blogspot.com/">Semente de Amora</a> e a <a href="http://lobaderayban.blogspot.com/">Loba de Ray- Ban<br />
</a><br />
<br />
Imagem: via web</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vidráguas a Lucio Dalla&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/02/vidraguas-a-lucio-dalla/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 20:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
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		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Caruso]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Dalla]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Vidráguas a Lucio Dalla Choro ao ponto desfeito, no umbigo do sonho que sejas logo, renascimentos&#8230; Caruso! de teus acordes uma linda história e sou movimentos colho o vento branco, notas a balançar os cílios da memória&#8230; Carmen Silvia Presotto, poema a Lucio Dala, Vidráguas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vidráguas a Lucio Dalla<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Lucio_Dalla__12000_Lune12.jpg" rel="lightbox[14124]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Lucio_Dalla__12000_Lune12-300x298.jpg" alt="" title="Lucio_Dalla__12000_Lune1" width="300" height="298" class="alignnone size-medium wp-image-14127" /></a><br />
<br />
Choro ao ponto desfeito,<br />
no umbigo do sonho<br />
que sejas logo, renascimentos&#8230;<br />
<br />
Caruso!<br />
de teus acordes<br />
uma linda história<br />
e sou movimentos<br />
colho o vento branco, notas<br />
a balançar os cílios da memória&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, poema a Lucio Dala, Vidráguas.<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/r461Aa5ZDCM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Fluxos&#8230; poema de Carmen Silvia Presotto</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/12/fluxos-poema-de-carmen-silvia-presotto/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/12/fluxos-poema-de-carmen-silvia-presotto/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 18:46:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Fluxos]]></category>
		<category><![CDATA[Influxos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Renné Magritte]]></category>

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		<description><![CDATA[Fluxos Há momentos em que travamos a saliva arranhões no gosto das palavras uns chegam feito ardis outros, agridoces tal mel e anis Palavras em melodia saltitantes inVentos em poesia templos : influxos a digerir nossas vidas&#8230; Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A arte é de Magritte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Magritte11530H.jpeg" rel="lightbox[13932]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Magritte11530H-192x300.jpg" alt="" title="Magritte11530H" width="192" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13933" /></a><br />
<br />
Fluxos<br />
<br />
Há momentos<br />
em que travamos a saliva<br />
arranhões<br />
no gosto das palavras<br />
<br />
uns chegam<br />
feito ardis<br />
outros,<br />
agridoces<br />
tal mel e anis<br />
<br />
Palavras<br />
em melodia<br />
saltitantes<br />
inVentos<br />
<br />
em poesia<br />
templos<br />
:<br />
influxos a digerir nossas vidas&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto – Vidráguas!<br />
<br />
A arte é de Magritte. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Nada acontece duas vezes&#8221;,  poema de Carmen Presotto à Wislawa Szymborska</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/02/nada-acontece-duas-vezes-poema-de-carmen-presotto-a-wislawa-szymborska/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/02/nada-acontece-duas-vezes-poema-de-carmen-presotto-a-wislawa-szymborska/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Wisława Szymborska]]></category>

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		<description><![CDATA[Nic dwa razy* à Wislawa Szymborska Tua asa em meu jardim chega como se fosse uma pluma do Éden paro, observo&#8230; ela vem úmida ela vem com sal corro à piscina vejo o banho do pássaro olho à gaiola ele está lá enfim, tudo em seus contornos olho ao céu a tempo de perceber um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nic dwa razy</em>*<br />
à Wislawa Szymborska<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/szymborska.jpg" rel="lightbox[13785]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/szymborska-300x227.jpg" alt="" title="szymborska" width="300" height="227" class="alignnone size-medium wp-image-13786" /></a><br />
<br />
Tua asa em meu jardim<br />
chega como se fosse uma pluma do Éden<br />
paro, observo&#8230;<br />
<br />
ela vem úmida<br />
ela vem com sal<br />
corro à piscina<br />
vejo o banho do pássaro<br />
olho à gaiola<br />
ele está lá<br />
<br />
enfim,<br />
tudo em seus contornos<br />
olho  ao céu<br />
a tempo de perceber um arco-íris em luz…<br />
<br />
Poema de Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
*<em>Nada acontece duas vezes</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/02/nada-acontece-duas-vezes-poema-de-carmen-presotto-a-wislawa-szymborska/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
	</channel>
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