Nestas quatro aulas, pretendo levar a turma a reviver comigo uma aventura, que começa com a minha descoberta da poesia nos livros escolares, depois à sua desconstrução e, mais tarde, à sua reconstrução e às descobertas do momento atual.
09 de junho Aprendendo a falar e a busca do poema impossível 16 de junho A poesia sem discurso: do concretismo aos poemas espaciais 23 de junho Reaprendendo a falar: dos poemas de cordel ao novo discurso poético 30 de junho Do Poema Sujo à desordenação da fala.
Ferreira Gullar é poeta, ensaísta e crítico de arte. Publicou, em 1954, A Luta Corporal, e em 1959, o Manifesto Neoconcreto, no Jornal do Brasil, assinado por vários artistas plásticos como Lygia Pape, Franz Weissmann, Lygia Clark e Amilcar de Castro. Em 2002, teve sua vida e obra revistas na exposição “Ferreira Gullar 70 anos”, no Museu de Arte Moderna do Rio. No mesmo ano, foi lançada a nona edição de Toda poesia, reunião atualizada de todos os seus poemas. Publicou, entre outros trabalhos sobre artes plásticas, Relâmpagos (2003), reunindo vários textos curtos sobre obras de Michelangelo, Renoir, Picasso, Calder, Iberê Camargo e outros.
Foto: Luciane Maria Strack,Projeto Unimúsica 2009-UFRGS.
Imagem
Arnaldo Antunes
Palavra lê
Paisagem contempla
Cinema assiste
Cena vê
Cor enxerga
Corpo observa
Luz vislumbra
Vulto avista
Alvo mira
Céu admira
Célula examina
Detalhe nota
Imagem fita
Olho olha
É, Poeta! Como disseste:Cancionista é ir atrás da música feito palavra viva, tipo consciências de interfaces de onde as palavras se encaixam até virarem clarão, ganhar rua ou ir para o Baú de Fertilidade até poderem respirar…
Paulo Sant´Ana fala sobre relacionamentos, suas cantorias, poesia e segredos de seu dia-a-dia como cronista na série Encontros com o Professor.
Imaginem Ostermann e Sant’Ana, dois craques da linguagem juntos, imperdível o conversar entre estes entre-vistas do olhar cotidiano no StudioClio, tabernáculo de Ruy, como diz Paulo Sant’Ana.