Corpoemas, poemas de Carmen Silvia Presotto

Uns dias de férias, voltando dia 12 de setembro e vamos ler, dizer, estar em poesia!! CORPOEMAS… entro em teu poema como quem sonha, amacio as dores as frestas indigestas e re/levo a coberta malfadada e sacudo os poros a novos dias e sonho o sonho dos sonhos macios, ajusto-me! – Carmen Silvia Presotto- Vidráguas! Corpoemas (2) … Sonho pelos relâmpagos de todos os encontros – nu delírio – colho versos do horizonte. Carmen Silvia Presotto, em reflexões poéticas. A arte é de Carrie...

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Poemas Traduzidos LXXV – Adriano Nunes

Hoje, em poemas traduzidos, mais um lindo poema de Juan Ramón Jiménez, salve! ( clique na imagem para ampliar) Desfolhei-te, como uma rosa – Tradução de Adriano Nunes Desfolhei-te, como uma rosa para ver-te a alma, e não a vi. Mas tudo em torno – horizontes de terras e de mares -, tudo, até o infinito, fartou-se de uma essência imensa e viva. Te deshojé, como una rosa – Juan Ramón Jiménez Te deshojé, como una rosa para verte tu alma, y no la vi. Mas todo en torno – horizontes de tierras y de mares –, todo, hasta el infinito, se colmó de una esencia inmensa y viva. JIMÉNEZ, Juan Ramón. Obra Completa: Poesía. Madrid: Visor Libros, 2008. Todas semanas trago Poemas Traduzidos por Adriano Nunes ao Vidráguas, confiram...

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Lendo Elias Canetti, amo esparramar quem leio…

Lendo, esparramando e pensando a poesia com Elias Canetti. Muito, muito bom! O QUE UM POETA NÃO VÊ NÃO ACONTECE* • O poeta deve ser aquele que percebe o que já aconteceu para antecipar aquilo que será. Portanto, não sofre realmente, apenas se lembra; e não faz nada, porque ainda o precisa predizer. • O que mais prezo no verdadeiro poeta é aquilo que ele, por soberba, omite. • O que um poeta não vê não aconteceu. • Eu não sou poeta, pois não sei calar. Mas muitas pessoas dentro de mim – que eu não conheço – calam. Suas irrupções eventuais me tornam um poeta. • Nada se compara às palavras, sua deturpação me tortura como se fossem criaturas sensíveis à dor. Um escritor que não sabe disso é, para mim, um ser...

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Strip tease, poema de Jorge Ricardo Dias…

Strip tease Acordou de sono agitado Estranha vontade do espelho Seu duplo estampava um sorriso Esgar de alegria ensaiada Tocada, a pele temeu sua mão Em gesto agudo arrancou o rosto Um outro, de choro, surgiu Já sem surpresa, não o entristeceu Outra vez despojou-se do falso semblante Disfarces desmascarados Pra se deparar com um, comum a exibir em delicada nitidez todo medo pânico toda dor torturante toda dúvida cruciante toda a esperança incurável desse homem desnudado Tocou de novo o rosto pra se garantir E genuíno, sereno, reconciliado voltou a dormir Jorge Ricardo Dias, poeta e compositor, que escreve conosco em Redes Sociais Vidráguas e, diariamente, em seu blog: http://ricardias-blablablog.blogspot.com.br/ A fotografia é de Ruslan...

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Thot e Shanti…

Gatos a Thot e Shanti Gatos são poemas ambulantes. Pisam na Terra como se estivessem no céu e seus olhos atravessam as fronteiras dos mundos invisíveis. Poema de Roseana Murray Bem-vindos ao lar Shanti e Thot, beijos Carolina!!

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Confiança, poema de Sulamita Ferreira Teixeira

Confiança poema de Sulamita Ferreira Teixeira Viajei nas suas palavras… Descobri-me e sorri, Lavei-me na água benta Das suas lágrimas… Segurei suas mãos sem medo, Beijei o seu rosto molhado, Abracei seu corpo sutil Adormeci num sono tranquilo Anulando minhas dores que cessaram Enfim!… Sulamita escreve conosco em redes sociais e administra comigo, Vanessa Vieira e Carmen Lúcia Lima Sarmento o Grupo Vidráguas no Facebbok. Ã todas meu carinho e agradecimento por mais este tempo de construções poéticas! A fotografia é de Helena...

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Vivas Memórias, capítulo V – Novela de Carmen Silvia Presotto

Seguindo… – Alô! – Oi Geraldo. Bonita tua voz pela manhã. Não que não seja sempre – apressa-se em dizer- mas… – Rosa, fala logo. Sei que queres algo. Tua voz também não me engana. – Que tal um café juntos? Nem escutou a resposta. Em minutos ele chegaria. Sabendo disso, apressa sua rotina matinal e voa para a cozinha. “ Suco de laranja, frutas, croissant, margarina sem sal, menos colesterol… menos hipertensão. Ih! Parece uma velha Rosa. – Ri como não fazia há tempos. Organiza a louça e escuta o cuco badalando junto com a campanhia. Mira-o e brinca. Vocês sempre cúmplices, hein?” Abre a porta lembrando Geraldo para não esquecer de apanhar uma chave. Ele a segue, elogiando o cheirinho do...

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Em nosso domingo, felicidade é sentir…

Felicidade é sentir poema de Adroaldo Bauer Não sei do tamanho exato da felicidade. Sei que há e depende de hora e lugar de circunstâncias e pessoas. Não dispensa gentileza, nem solidariedade E não vive sem amor. O tamanho exato da felicidade não há como medir. É questão apenas de sentir. A fotografia é de Mark Shaw! Todos domingos Adroaldo Bauer em Vidráguas e na minha rota poética, bom demais ter esta feliz idade por aqui…ave Poesia! Leiam mais poemas em seu site:...

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Uns dias de férias… boas leituras!!

Viajando… ” Os arautos do amor deveriam ser os pensamentos que deslizam dez vezes mais rápido que os raios do sol, afastando as sombras das colinas encobertas. Por isso as ágeis pombas que puxam a carruagem de Vênus atraem o amor, e por isso tem asas Cupido, veloz como o vento. ” – William Shakespeare em Romeu e Julieta. p. 420 Hey,alguns dias de férias! Desejo a todos boas leituras, muita poesia e amor. Dia 15/10 retornamos com novidades e seguimos!!

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Coisa boa! (35) – Dia do Brasil

Coisa boa! (35 ) – Dia Do Brasil! poema de Carmen Silvia Presotto Coisa boa um feriado dia de amor esparramado pés ao vento, sentimentos descalços dia do Brasil, esparramadas esperanças independência entre frestas muitos consertos no caminho… choros entre bandeiras gazas entre fronteiras palavras presas, amor absolto eu te amo, meu Brasil de mil maneiras, em todas cores não te sou indiferente no entanto, és na cor Poesia minha língua, minha pátria minha vida lago e regaço também o pranto onde liberto as amarras, colho o desejo de gente e me implanto diferente transmuto me aVido e brasileiramente me torno verde amazono …. branca negra marrom vermelha aquarela amarEla… dia livre, ventre aberto no olhar movimento, no...

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Besos, poema de Carmen Silvia Presotto

Besos poema de Carmen Silvia Presotto Átomos invisibles respiraciones sin tiempo planto mi pecho toco tu cuerpo mutilaciones en mi alma que no detengo Creación futuro es manos en manos ojos en ojos ebrias hojas de mi a mi… tocador plumas piernas al aire sueños al amanecer libre de la pagina no escrita soy la pena del amor De lo que no he vivido, camino. Besos abrazados entre brazos Aire, una estación que cambia giros en el anillo del tiempo Saltos Vidas que en el trampolín se evapora. En el solo, pies vuelan Búsqueda Colores que sangran En el roto espacio mi corazón mezcla Otro ritmo Luna de miel beso lo imposible y borro la otra de mi … … te escribo, amo! Carmen Silvia Presotto- Vidráguas! A fotografia é de...

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