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	<title>Vidráguas &#187; Versos que Conversam</title>
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		<title>Horas gastas, crônica poética em Vidráguas</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 14:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crônica poética]]></category>
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		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[HORAS GASTAS por Tânia Du Bois “&#8230;Onde os fantasmas que calavam /&#8230;e as coisas que as horas gastavam?&#8230;” (Lúcia Fonseca) Horas gastas é a arte de esquecer, é memória emotiva, aquela que se preocupa apenas em lembrar o que interessa como o essencial para viver. É preciso refletir para lembrar, identificar e imaginar. Nada mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>HORAS GASTAS<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Salvador-Dalí-Clock-Explosion.jpg" rel="lightbox[15288]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Salvador-Dalí-Clock-Explosion-300x243.jpg" alt="" title="Salvador Dalí - Clock Explosion" width="300" height="243" class="alignnone size-medium wp-image-15289" /></a><br />
<br />
“&#8230;Onde os fantasmas que calavam /&#8230;e as coisas que as horas gastavam?&#8230;” (Lúcia Fonseca)<br />
<br /> <br />
Horas gastas é a arte de esquecer, é memória emotiva, aquela que se preocupa apenas em lembrar o que interessa como o essencial para viver. É preciso refletir para lembrar, identificar e imaginar. Nada mais apropriado do que a arte de ler, exercício que estimula a imaginação, sem gastar as horas. Segundo Orides Fontela, “Memória // A cicatriz, talvez / indelével // o sangue / agora / estigma.”<br />
<br />
O grande desafio é permitir-se reconhecer no encontro com o pensamento. Na arte de pensar, partilhar experiências e escolhas é como ter um dia feliz depois do outro. Ao concentrar-se, manter a expressão, o sonho e a lembrança no melhor despertar. A arte de pensar embala o tempo, reproduz a memória e mantém o poder de encantamento, como em Nilto Maciel,“&#8230;Não, talvez não fosse bem assim. De dia, os olhos viam o mundo / e o mundo existia. De noite, os olhos e dentro viam o mundo, / porém um outro mundo&#8230;”<br />
<br />
Leia toda a crônica poética<br />
<span id="more-15288"></span><br />
<br />
Passar as horas, acompanhado da leitura de Carlos Higgie, faz despertar o pensamento no coração e torna o leitor um interessado nas paisagens da beleza do amor, da vida e dos valores éticos. Coloca-o em sinergia com a memória. Deixa a imaginação ir e vir espontaneamente, fazendo com que se entregue de corpo e alma ao texto, sentindo o prazer tomar conta do tempo, “&#8230;Num voo de pássaro e retornando para o passado, para seu passado próximo, sentia que sempre, apesar das atitudes, tinha sido igual. Certas características da sua personalidade a acompanhavam desde os primeiros momentos. Porém, sempre existe um momento crucial, fatal, um instante marcante em que a verdadeira personalidade se apossa das versões fáceis e falsas. Quando as máscaras caem e se fazem pó, aparece a verdadeira&#8230;”<br />
<br />
Horas corridas indicam que viver o dia a dia com intensidade significa lembrar cada minuto como se fosse único, revelando segredos e desenvolvendo o repertório em detalhes, podendo confiar na memória como despertado senso crítico.  Nas palavras de Carlos Higgie, “&#8230; Seus muitos anos, trabalhados, suados, sofridos, não entendem.<br />
<br />
Algo que não pode ser explicado, algo absurdo, sem nexo, perturbador cruelmente trágico, algo que ele não pensou em viver e sofrer. Ele não entende. Ele não sabe. Ele quer respostas e sequer tem as perguntas.” Isto é, horas gastas representam a arte de esquecer. Ganhar as horas e não gastar as horas é contar com a capacidade de lembrar os fatos, datas e valorizar a iniciativa potencial em cada passo e nas ações das pessoas.<br />
<br />
Considero as horas gastas como dia especial, importante, onde vejo a comemoração da passagem do passado com o presente e, ainda, percebo o quanto ganho em viver, como disse Giuseppe Ungaretti, “Ali chega o poeta / e depois regressa à luz com seus cantos / e os dispersa&#8230;”</p>
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		<title>Poemando com os pequenos, um exemplo a seguir&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/23/poemando-com-os-pequenos-um-exemplo-a-seguir-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 18:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[De verso em verso...um novelo poético.]]></category>
		<category><![CDATA[Pontuação - Letras em Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poemando com pequenos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia nas escolas vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Vanessa Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[vinicius de moraes]]></category>

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		<description><![CDATA[Poemando com os pequenos por Vanessa Vieira Se todos fossem iguais a você? E ontem tiramos um tempo para refletir&#8230; Vejam&#8230; Vai tua vida, Teu caminho é de paz e amor Vai tua vida é uma linda canção de amor Abre os teus braços E canta a última esperança A esperança divina de amar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poemando com os pequenos<br />
por <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/16/arvida-poema-de-vanessa-vieira/">Vanessa Vieira</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Vanes-0336.jpg" rel="lightbox[15285]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Vanes-0336-300x225.jpg" alt="" title="Vanes 0336" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-15286" /></a><br />
<br />
Se todos fossem iguais a você?<br />
<br />
E ontem tiramos um tempo para refletir&#8230;<br />
Vejam&#8230;<br />
<br />
Vai tua vida,<br />
Teu caminho é de paz e amor<br />
Vai tua vida é uma linda canção de amor<br />
Abre os teus braços<br />
E canta a última esperança<br />
A esperança divina de amar em paz<br />
<br />
Se todos fossem iguais a você<br />
Que maravilha viver<br />
Uma canção pelo ar,<br />
Uma mulher a cantar<br />
Uma cidade a cantar,<br />
A sorrir, a cantar, a pedir<br />
A beleza de amar<br />
Como o sol,<br />
Como a flor,<br />
Como a luz<br />
Amar sem mentir,<br />
Nem sofrer<br />
<br />
Existiria verdade,<br />
Verdade que ninguém vê<br />
Se todos fossem no mundo iguais a você<br />
<br />
(Vinícius de Moraes &#8211; letra / Tom Jobim &#8211; Música)<br />
<br />
Vanessa Vieira, é poeta, professora e realiza um trabalho que devemos conhecer e aplaudir, toda semana lê e trabalha poesia junto aos seus alunos, confiram e sigamos o exemplo.<br />
<br />
Confira lá no blog-  <a href="http://poemandopq.blogspot.com.br/">Poemando com os pequenos</a> a atividade de leitura poética.<br />
<br />
Um beijo Vanessa a ti e aos pequenos e seguimos!!</p>
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		<title>Às vezes&#8230; poema de Lou Albergaria</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/22/as-vezes-poema-de-lou-albergaria/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 14:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Jan Saudek]]></category>
		<category><![CDATA[Livro O Cogumelo que Nasce na bosta da Vaca Profana]]></category>
		<category><![CDATA[Lou Albergaria]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[poesia marginal]]></category>
		<category><![CDATA[striPalavras]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes.. poema de Lou Albergaria às vezes, tudo o que se tem do poema é só um verso uma palavra, uma letra&#8230; a letra ‘a’ esparrAmada da anarquia e pronto: faz-se a poesia! &#8230; (brincar de ser Deus é bom mas, brincar de ser Poeta é muito mais&#8230;) Lou Albergaria escreve conosco em redes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes..<br />
poema de Lou Albergaria<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/398844_378678025511380_100001075577188_1006671_846998388_n.jpg" rel="lightbox[15251]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/398844_378678025511380_100001075577188_1006671_846998388_n-197x300.jpg" alt="" title="398844_378678025511380_100001075577188_1006671_846998388_n" width="197" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-15252" /></a><br />
<br />
às vezes, tudo o que se tem<br />
do poema<br />
é só um verso<br />
uma palavra, uma letra&#8230;<br />
a letra ‘a’ esparrAmada<br />
da anarquia<br />
e pronto:<br />
faz-se a poesia!<br />
<br />
&#8230;<br />
<br />
(brincar de ser Deus é bom<br />
mas,<br />
brincar de ser Poeta<br />
é muito mais&#8230;)<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/08/sim-eu-podia-te-amar-poema-de-lou-albergaria/">Lou Albergaria</a> escreve conosco em redes sociais, aqui em Vidráguas, todas terças-feiras e diariamente em seus blogues: <a href="http://sementedeamora.blogspot.com.br/">Semente de Amora </a>e <a href="http://loualbergaria.blogspot.com.br/?zx=57f710721088157e">striPalavras</a> e é também autora do livro &#8220;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/busca/busca.asp?palavra=o+cogumelo+que+nasceu+na+bosta+da+vaca+profana&#038;tipo_pesq=&#038;tipo_pesq_new_value=false&#038;tkn=0">O Cogumelo que nasceu na bosta da vaca profana</a>&#8220;&#8230;<br />
<br />
A fotografia é de Jan Saudek!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vidro&#8230;poema de Nei Duclós!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/21/vidro-poema-de-nei-duclos/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/21/vidro-poema-de-nei-duclos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 18:46:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[nei duclós]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Vidro]]></category>

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		<description><![CDATA[VIDRO Poema de Nei Duclós É uma nova situação, a do abandono que segue a da paixão, perda de sono Agora é só dormir, nenhum acordo lençóis inúteis em vida sonâmbula Tudo mudou, o vazio da cômoda onde estava o coração ficou no frio O varal sem tuas rendas, tentações o espelho sem recados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>VIDRO<br />
Poema de <a href="http://outubro.blogspot.com.br/">Nei Duclós</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/natalie-portman-closer.jpg" rel="lightbox[15245]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/natalie-portman-closer-300x200.jpg" alt="" title="natalie portman closer" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-15246" /></a><br />
<br />
É uma nova situação, a do abandono<br />
que segue a da paixão, perda de sono<br />
Agora é só dormir, nenhum acordo<br />
lençóis inúteis em vida sonâmbula<br />
<br />
Tudo mudou, o vazio da cômoda<br />
onde estava o coração ficou no frio<br />
O varal sem tuas rendas, tentações<br />
o espelho sem recados de batom<br />
<br />
Nem me dei conta quando a ruptura<br />
irrompeu por um detalhe, que cresceu<br />
eu estava acostumado ao teu amor<br />
<br />
Não vi como era frágil esse cristal<br />
que da luz matinal inventava o arco-íris<br />
Num descuido o vidro eterno se partiu<br />
<br />
Poema de <a href="http://outubro.blogspot.com.br/">Nei Duclós</a>, que leio diariamente no blog OUTUBRO, bom demais, confiram!!<br />
<br />
E logo, logo, estaremos voltando com Anáguas-Vidráguas ao nosso entardecer, e com muitos cantos de amor desde Outubro, eba!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Em Vidráguas, Poema Branco de Renato Silva&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/20/em-vidraguas-poema-branco-de-renato-silva/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/20/em-vidraguas-poema-branco-de-renato-silva/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 May 2012 19:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Sabino]]></category>
		<category><![CDATA[poema branco]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Uma cidade nas nuvens]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema Branco por Renato Silva A primeira, contra o vento; a segunda, a favor. Uma o pensa lazarento; e a outra, esplendor. A amante do fogo, tal qual a amante da água - a que se acende e a que se ascende - igualmente batizadas: vela. SILVA, Renato, Uma Cidade nas Nuvens, PATUÁ-2011, p. 49. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/foto-Uma-cidade-nas-nuvens.jpg" rel="lightbox[15224]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/foto-Uma-cidade-nas-nuvens-300x224.jpg" alt="" title="foto- Uma cidade nas nuvens" width="300" height="224" class="alignnone size-medium wp-image-15225" /></a><br />
<br />
Poema Branco<br />
por <a href="https://www.facebook.com/renato.silva.3551380">Renato Silva</a><br />
<br />
A primeira, contra o vento;<br />
a segunda, a favor. Uma o pensa<br />
lazarento; e a outra, esplendor.<br />
<br />
A amante<br />
do fogo, tal qual<br />
a amante da água<br />
- a que se acende e<br />
a que se ascende -<br />
igualmente batizadas:<br />
<br />
vela.<br />
<br />
SILVA, Renato, Uma Cidade nas Nuvens, PATUÁ-2011, p. 49.<br />
<br />
Renato Silva é um poeta que escreve conosco em redes sociais, que leio e recomendo&#8230;<br />
<br />
No livro que ele me encaminhou, na dedicatória está: &#8220;Bem-vinda Carmen, à cidade nas nuvens: mi casa su casa&#8221;&#8230; e gosto deste dizer, pois folhando seus poemas realmente digo: me perco, me encontro e vivo poesia. Gracias Renato!!<br />
<br />
E fácil falarmos de nossos mestres, de nossos grandes poetas, mas é importante também dizermos de quem está chegando e <em>Uma Cidade Nas Nuvens</em> vem para mostrar e comprovar isso, a Poesia de Renato não para&#8230; e para, dizer comigo e mais, linko aqui <a href="http://prosaempoema.wordpress.com/2012/05/15/presidio/">Prosa em Poema</a> de Paulo Sabino</a>, outro guardador de poesia, e dos bons&#8230;<br />
<br />
Psiu! Não consigo desvirar a imagem, mas basta girar o pescoço&#8230; bom domingo!! </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrega, poema de Janet Zimmermann em Vidráguas!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/20/entrega-poema-de-janet-zimmermann-em-vidraguas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/20/entrega-poema-de-janet-zimmermann-em-vidraguas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 May 2012 15:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Pérola Pac]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[chão de giz]]></category>
		<category><![CDATA[entrega]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Janet Zimmermann]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[ENTREGA poema de Janet Zimmermann a hora da praça é deserta. bancos chorosos aguardam cansaços. baratas silenciam passeios e as louças derrubam fantasmas mal colocados. enquanto a lua espia, anjos transitam entre demônios e ratos. restos sonham. *Janet Zimmermann escreve conosco em redes sociais, todos os dias em seu blog Chão de Giz e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ENTREGA<br />
poema de <a href="http://chaodejiz.blogspot.com.br/">Janet Zimmermann</a><br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/papel-voandoo1.jpg" rel="lightbox[15221]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/papel-voandoo1.jpg" alt="" title="papel-voandoo" width="280" height="210" class="alignnone size-full wp-image-15222" /></a><br />
<br />
a hora da praça<br />
                    é deserta.<br />
bancos chorosos<br />
aguardam cansaços.<br />
<br /> <br />
baratas silenciam passeios<br />
                               e as louças<br />
derrubam fantasmas<br />
mal colocados.<br />
<br /> <br />
enquanto a lua espia,<br />
                                 anjos<br />
transitam<br />
entre demônios e ratos.<br />
<br /> <br />
restos sonham.<br />
<br />
*<a href="http://chaodejiz.blogspot.com.br/2012/01/levarei-as-azuis-pra-minha-maria.html">Janet Zimmermann</a> escreve conosco em redes sociais, todos os dias em seu blog <a href="http://chaodejiz.blogspot.com.br/">Chão de Giz</a> e que gosto e leio sempre e recomendo&#8230;<br />
<br />
Gracias Janet pela companhia e bom domingo a todos que aqui chegarem!!<br />
<br />
A fotografia é de <a href="https://www.facebook.com/anaperolapacheco">Ana Pérola Pacheco</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Amo, poema de Sulamita Ferreira Teixeira&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/19/amo-poema-de-sulamita-ferreira-teixeira/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/19/amo-poema-de-sulamita-ferreira-teixeira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 22:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Jan Saudek]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Sulamita Ferreira Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Amo poema de Sulamita Ferreira Teixeira* O ímpeto medonho dos teus versos acalma o desespero dos meus sonhos. Acaricio tua presença em minha memória&#8230;. e danço embriagada a música germinada do teu sorriso. Amo-te sem a permissão do amanhã&#8230; Amo-te até que a noite silencie teu canto&#8230; Amo-te no tempo dos heróis sem nome que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amo<br />
poema de <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/13/15064/">Sulamita Ferreira Teixeira*</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/jan_saudek_421.jpg" rel="lightbox[15212]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/jan_saudek_421-270x300.jpg" alt="" title="jan_saudek_42" width="270" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-15213" /></a><br />
<br />
O ímpeto medonho dos teus versos<br />
acalma o desespero dos meus sonhos.<br />
Acaricio tua presença em minha memória&#8230;.<br />
e danço embriagada a música germinada<br />
do teu sorriso.<br />
<br />
Amo-te<br />
sem a permissão do amanhã&#8230;<br />
Amo-te<br />
até que a noite silencie teu canto&#8230;<br />
Amo-te<br />
no tempo dos heróis sem nome<br />
que eternizaram cada conquista.<br />
Amo-te<br />
Amo-te<br />
até que o sono eterno<br />
imortalize nossa alma!&#8230;.<br />
<br />
*<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/13/15064/">Sulamita </a> escreve e administra o grupo Vidráguas no Facebook, junto a mim, Carmen Lúcia e Vanessa. Um prazer trazer e divulgar seus versos também aqui no site.<br />
<br />
Beijos e bom final de semana a quem aqui chegar!<br />
<br />
A fotografia é de Jan Saudek!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quer saber VIII &#8211; poema ao cotidiano&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/19/quer-saber-vii-poema-ao-cotidiano/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 19:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quer Saber? - Poemas de Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[Ilya Rashap]]></category>
		<category><![CDATA[poemas do cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Quer Saber- Poemas de Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer Saber? &#8211; VIII Ah! - quer saber? hoje é sábado o sol se estende a felicidade sussurra o coração tende&#8230; vidraguo além de mim, nado canto amo e onde o todo se curva infinito ao vento&#8230; tapo o nada &#8230; te encontro e quer saber? -suo me consumo por ver-te&#8230; Carmen Silvia Presotto &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quer Saber? &#8211; VIII<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n4.jpg" rel="lightbox[15204]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n4-300x171.jpg" alt="" title="558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n" width="300" height="171" class="alignnone size-medium wp-image-15205" /></a><br />
<br />
Ah!<br />
- quer saber?<br />
<br />
hoje é sábado<br />
o sol se estende<br />
a felicidade sussurra<br />
o coração tende&#8230;<br />
<br />
vidraguo<br />
além de mim,<br />
nado<br />
canto<br />
amo<br />
<br />
e onde o todo se curva<br />
infinito ao vento&#8230;<br />
tapo o nada<br />
<br />
&#8230; te encontro<br />
e quer saber?<br />
-suo me consumo por ver-te&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; em mais um poema a série Quer Saber &#8211; Vidráguas. Poemas ao cotidiano, leves , cantantis, pulsantis e brincalhões!!<br />
<br />
A fotografia que uso para marcar esta série é de Ilya Rashp!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poemas aos sábados Vidráguas, A Viagem do Eco&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/19/poemas-aos-sabados-vidraguas-a-viagem-do-eco/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 15:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[A viagem do eco]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poemas aos sábados]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson Caritta]]></category>

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		<description><![CDATA[A VIAGEM DO ECO poema de Wilson Caritta o sol é tão constante poucas ausências mesmo oceano textura de algas vozes cantam ao falar tantos rumos caminhos prumados excesso de tudo a vida chega por outras portas uma questão de retorno? achei o eco imediato parecia tão distante meu eco voa desvia e faz curvas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A VIAGEM DO ECO<br />
poema de <a href="http://atemporal-wilsoncaritta.blogspot.com.br/">Wilson Caritta</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/wc-9.jpg" rel="lightbox[15197]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/wc-9-300x225.jpg" alt="" title="wc 9" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-15198" /></a><br />
<br />
o sol é tão constante<br />
poucas ausências<br />
mesmo oceano<br />
textura de algas<br />
<br />
vozes cantam<br />
ao falar<br />
tantos rumos<br />
caminhos prumados<br />
excesso de tudo<br />
<br />
a vida chega<br />
por outras portas<br />
uma questão de retorno?<br />
<br />
achei o eco imediato<br />
parecia tão distante<br />
meu eco voa<br />
<br />
desvia e faz curvas<br />
pensa se esconder<br />
nos cajueiros daqui<br />
ao ecoar não há lonjuras<br />
digo ao flamboyant predileto<br />
<br />
as distâncias se perdem no ar<br />
toda diferença<br />
resolve ser igual<br />
<br />
muda o trânsito<br />
o jeito da vida<br />
pratos de comida&#8230;<br />
mas, se o pranto é de alegria<br />
tanto faz o sotaque do choro<br />
o barulho da vida<br />
a infinidade de ondas<br />
simultâneas<br />
banhando meu mapa<br />
fazem o sol e a chuva<br />
servirem vida<br />
<br />
em qualquer praia<br />
frio dos dias<br />
noites quentes<br />
amor de poesia&#8230;<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/12/reencontros-poema-aos-sabados-vidraguas/">Wilson Caritta</a> escreve conosco em redes sociais e em Poemas aos sábados Vidráguas e agora também no blog <a href="http://atemporal-wilsoncaritta.blogspot.com.br/">ATEMPORAL</a>, um espaço que está sendo construindo por <a href="https://www.facebook.com/karinne.santiago1">Karinne</a> para guardar a poesia que aqui também compartilhamos&#8230;<br />
<br />
Vivas Wilson e Karinne pelo novo espaço poético, está lindo e seguimos trançando versos, poesia e amizade. Bom final de semana a todos que por aqui chegarem!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cidade Pássaro poema de Adriane Lima, confiram!!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/18/cidade-passaro-poema-de-adriane-lima-confiram/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/18/cidade-passaro-poema-de-adriane-lima-confiram/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 17:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[A Asa Oculta da Borboleta]]></category>
		<category><![CDATA[Adriane Lima]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[cidade pássaro]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Wend Ng]]></category>

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		<description><![CDATA[Cidade Pássaro poema de Adriane Lima Sou feito sombra da lua na calçada ilumidada desta cidade nua Passo distante a maior parte de meu dia como quem flutua Carros,concretos,sinais ,buzinas Vivendo absurdos e tudo que alucina Sociedade morta dentro de fantasias Cidade que me enlouquece por entre avenidas Cidade que mudou toda minha vida Cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cidade Pássaro<br />
poema de <a href="http://aasaocultadaborboleta.blogspot.com.br/">Adriane Lima</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/wendy-ng-5.jpg" rel="lightbox[15182]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/wendy-ng-5-300x296.jpg" alt="" title="wendy ng 5" width="300" height="296" class="alignnone size-medium wp-image-15183" /></a><br />
<br /> <br />
Sou feito sombra da lua<br />
na calçada ilumidada<br />
desta cidade nua<br />
Passo distante a maior parte<br />
de meu dia como quem flutua<br />
<br /> <br />
Carros,concretos,sinais ,buzinas<br />
Vivendo absurdos e tudo que alucina<br />
Sociedade morta dentro de fantasias<br />
Cidade que me enlouquece por entre avenidas<br />
<br /> <br />
Cidade que mudou toda minha vida<br />
Cidade que tragou a magia que havia<br />
Cidade que invade e joga com sonhos<br />
Cidade pássaro tão feia e linda<br />
Seus clãs falidos<br />
Velhas berlindas<br />
<br /> <br />
Por onde passo me faz vazia<br />
Ás vezes acho que é nostalgia<br />
Teu céu,azul perfeito é o mesmo<br />
de meu mar sem maresia<br />
<br /> <br />
Atravesso praças,bares e sua gente<br />
Olho no olho, ninguém nem sente<br />
Uma cidade surpreendente<br />
Mata, com simpatia silenciosa<br />
Aperta,quebra os ossos e ninguém<br />
nem nota<br />
<br /> <br />
Cidade das andorinhas,tú nunca fostes minha,<br />
eu aqui tão só nunca me fiz, verão<br />
<br /> <br />
Adriane Lima escreve conosco em redes socias, trago aqui poemas seus às nossas sextas, e confiram mais poemas em seu blog: <a href="http://aasaocultadaborboleta.blogspot.com.br/">A Asa Oculta da Borboleta</a>.<br />
<br />
A arte é de Wend Ng!</p>
]]></content:encoded>
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