Em poemas primeira mão Vidráguas: Lou Albergaria!

Hoje, em poemas em primeira mão Vidráguas: Lou Albergaria. E vamos ler poesia! A PELE DA PÁGINA gosto de rosas mais do que de livros gosto de gente mais do que de rosas tudo espeta – e a pele sangra tudo é um tanto viciado em dor por isso, estranho quando é leve e simplesmente, roça. Lou Albergaria, poeta, autora de O Cogumelo que nasceu na bosta profana, que amo ler e esparramar e que escreve, diariamente no StriPalavras, e também mais poemas aqui: http://www.sescsp.org.br/online/artigo/7706_LOU+ALBERGARIA#/tagcloud=lista!....

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Vídeo arte: Poemas em primeira mão II – Maria Regina Alves

Hoje, mais um vídeo arte com a poesia de Maria Regina Alves. Viva a poesia que nos une, reúne. Ilusão De que ilusão, falamos? Aquela que arrepia o corpo teso A que a vida tatua, crava e esfola Que escarra nas rugas e pregas Contorna… amorna… gruda e entorta É essa ilusão que definha os dias Consome as horas, encurta o tempo Arruína sonhos, encrava dores Espeta amores, mata por dentro Pássaro sem asas, ilusão alada… Vadia… vazada. Ressequida, assada. Farsa talhada no circo experimental Ilusão fatal: tão vida… tão nada Mesmice no peito cavada? Maria Regina Alves, poeta que escreve conosco no grupo Vidráguas, que leio e amo esparramar, confiram, mais poemas, aqui:...

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Vídeo poema: poemas em primeira mão I Vidráguas – A menina e quintal de Joelma Bittencourt

Hoje, começamos a publicação dos Poemas em Primeira Mão Vidráguas. Em vídeo poema, A menina e o quintal de Joelma Bittencourt Joelma, gracias por estar junto vidraguando e seguimos. http://vidraguas.com.br/wordpress/category/poema-em-primeira-mao/

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Lendo Violeta Parra, Gracias a la vida, em tradução de Thiago de Melo

Amo esparramar quem leio. Gracias a la vida. Ave Poesia! Gracias a La Vida Gracias a la vida, que já me deu tanto, Me deu dois luzeiros e, sempre que os abro, distingo bem claro o negro do branco e no alto celeste seu fundo estrelado e entre a multidão o homem que eu amo. Gracias a la vida, que já me deu tanto, me deu este ouvido que tão longe alcança, grava noite e dia, grilos e canários, martelos, turbinas, ladridos e chuvas, e a voz tão terna do meu bem-amado. Gracias a la vida, que já me deu tanto. Que me deu o som e o abecedário; com ele as palavras que penso e declaro: mãe, amigo, irmão, luz iluminando o caminho da alma de quem estou amando. Gracias a la vida, que já me deu tanto. Me deu o caminhar de meus pés cansados; com eles andei...

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Vidráguas a Álvares de Azevedo, hoje o dia é dele…

Vidráguas a Álvares de Azevedo. Hoje o dia é dele. Se eu morresse amanhã Se eu morresse amanhã, viria ao menos Fechar meus olhos minha triste irmã; Minha mãe de saudades morreria Se eu morresse amanhã! Quanta glória pressinto em meu futuro! Que aurora de porvir e que manhã! Eu perdera chorando essas coroas Se eu morresse amanhã! Que sol! que céu azul! que doce n’alva Acorda a natureza mais louçã! Não me batera tanto amor no peito Se eu morresse amanhã! Mas essa dor da vida que devora A ânsia de glória, o dolorido afã… A dor no peito emudecera ao menos Se eu morresse amanhã! Álvares de Azevedo, lido no Jornal de...

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Hoje em poema primeira mão Vidráguas: Carmen Silvia Presotto

Sou poeta à Maria Bethânia Tenho gana tenho raça, conVerso povoo palavras canto amo de graça tenho sede, espaço o tempo fome, redes, partituras mil leituras, vazios existentes sou poeta, texto em gente tenho medo… estômago, grilos ardo entre estilhaços colo vidraças, apago fogo fácil Sou poeta, ventre livro palavra meu contrato dia dia de esquinas, tremo temo por estantes vazias mão concreta, dedo atento apedrejo silêncios, ando, sou poeta… Carmen Silvia Presotto –...

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Vamos falar sério?, por Carmen Silvia Presotto

Hey, viajando, voltando ao Sul e por isso, até segunda-feira!! Vamos falar sério? E que ninguém se iluda… feito professora já tive, tivemos, cachorro na cola, na orelha pólvora … eterna é a briga… mas ainda vivemos sob efeito da velha (social) ferida narcísica – falta de EDUCAÇÃO toda essa peleia e esmaramuça e que nos sirva a carapuça … ainda é pela falta de crédito à Cultura e Educação que temos como poder em nossas mãos… Até quando? Bem, o verbo é de todos, se todos nascemos crianças, todos temos possibilidades, três vozes no mínimo: Ativa, Passiva, Reflexiva…quem sabe aprendamos a conVersar, a atravessaar a Linguagem com diálogo, leituras, livros, amor de CONSTRUÇÃO… temo usar...

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Acordes, um poema de Carmen Silvia Presotto para Jorge Drexler e bardos…

Acordes para Jorge Drexler e bardos Saltos poéticos Saltam tuas dobras e sou sentimento Trapiche de cordas teu amor, o movimento penas ao encosto da lua, transporte, acordes, versos desejo, ecos que me debruçam páginas aos dias Aos teus pés, livro aberto sonho uivo em movimento sou ar em descoberto… Carmen Silvia Presotto –...

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Poema-cinema, O perfume por Margarida Cimbolini

O Perfume por Margarida Cimbolini França Paris 1738 Mercado do peixe No meio do pescado votado há morte Jean-Baptiste é nado não o quis a sorte Sentindo o destino fica só cresce é vendido O olfacto é seu mote cheira antes da fala cheira pedras animais perfumes do mundo odor abençoado talvez o odor do diabo Jean,Jean-Baptiste. aprende perfume no perfumista Tem objecto primeiro certo e certeiro o sublime odor do amor Quer a essência da alma sublime odor da criação da lima o oleo,da larangeira a flor aprende Jean a distilar o calor A perfeição,perfume da pele profume do ser,da mulher da beleza do prazer Quer o cheiro da alma quer o cheiro do vidro morre agoniza não consegue o perfume do ser vivo Corre mundo solidão infinita a essência da...

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Ventrelinhas: Amor emergente! Eba mais um WebLivro Vidráguas- Anáguas…

Salve o Dia Internacional da Mulher, que é feito poesia, todos os dias e para celebrar, mais um WebLivros Vidráguas- Anáguas: Ventrelinhas – Amor Emergente I, eba!! Ventrelinhas Anáguas-Vidráguas Ed. 1 Publish at Calameo or read more publications.

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Poema-cinema, por Margarida Cimbolini

À MINHA AMIGA ANNE FRANK por Margarida Cimbolini O céu imortal abre buraco na trincheira por onde passam as mãos, mãos estendidas dedos murchos de escrita. O Sol vermelho de Amesterdam o cheiro da roupa lavada. A vida e a morte em batalha calada almas que choram em chaminés. O fumo branco é a prova, a prova eram eles… Nas águas do canal, brilhava ainda o Sol. Nos arquivos, procuram as mãos… o diário ainda não lido está vivo na serena cidade O Sol brilha no canal de Amesterdam. Margarida Cimbolini escreve conosco em Anáguas e no grupo Vidráguas em redes socias. Agora, toda semana, estarei trazendo aqui seus poemas-cinemas, síntese de um olhar poético que une leituras a mais artes… poética...

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