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	<title>Vidráguas &#187; Videos</title>
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		<title>O amanhã de Gaia por Lisa Alves&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 22:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lisa Alves]]></category>
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		<description><![CDATA[O Amanhã de Gaia poema de Lisa Alves Gaia de God of War &#8220;Só uma guerra é permitida à espécie humana: a guerra contra a extinção.&#8221; Isaac Asimov A lágrima de uma primavera que sangra tinge a casa velha de dor e vingança. O céu-pólvora-cinza traduz o vazio no peito de mães orfãs. ( mães [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Amanhã de Gaia<br />
poema de <a href="http://lisaallves.blogspot.com.br/">Lisa Alves</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Gaia2.jpg" rel="lightbox[14933]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Gaia2-300x236.jpg" alt="" title="Gaia2" width="300" height="236" class="alignnone size-medium wp-image-14934" /></a><br />
Gaia de God of War<br />
<br />
&#8220;Só uma guerra é permitida à espécie humana:<br />
a guerra contra a extinção.&#8221;<br />
Isaac Asimov<br />
<br />
A lágrima de uma primavera que sangra<br />
tinge a casa velha de dor e vingança.<br />
O céu-pólvora-cinza traduz o vazio no peito de mães orfãs.<br />
 <br /> <br />
( mães cedidas as valetas de uma Cidade do Sol)<br />
<br />
No palanque o erro dos covardes é legitimado.<br />
Ocidente e Oriente são enlaçados pela mesma doutrina do papel vil.<br />
Furei as mãos para lembrar o suplício de um messias esquecido.<br />
<br />
                                               (não é o seu messias, é o messias esquecido)<br />
<br />
Fui ao funeral de Meena e jurei não esquecer as suas crianças.<br />
As estações passaram – esqueci – Perdão!<br />
O meu continente jogou desmemórias em mim – e agora sou pura amnésia.<br />
<br />
(?)<br />
Viver um dia de cada vez não é apagar os outros dias.<br />
A beleza do vermelho só existe na pele dos meus índios<br />
e sem minha identificação transformo-me em um ingrediente massivo.<br />
<br /> <br />
(que nem é cá ou lá)<br />
<br />
Peco na postura, não sigo a fila pra degustação.<br />
No meu ventre há células que armazenam um futuro.<br />
<br /> <br />
(nano, tecno, lógico)<br />
<br />
Aguardo o dia em que não será dia,<br />
aguardo a água que não será mais água<br />
e o verde que não será mais verde.<br />
<br />
Só nessa hora poderei libertar<br />
o feto que teimo em resguardar<br />
para o verdadeiro mundo de cinzas.<br />
<br /> <br />
(Vá, minha pequena cria, brincar no mundo que contigo gerei!)<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/KPiqmrSHitU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>*<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/05/esteril-coletivo-por-lisa-alves/">Lisa Alves</a> com sua prosa poética nos envolve, contagia e desperta. Amo estar em suas linhas, recomendo!!<br />
<bR.<br />
Confiram mais poemas e escritos em seu blogue:<a href="http://lisaallves.blogspot.com.br/"> A Fábula de um Mundo Real </a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8221; Ah&#8230;(a)mares II poema de Carmen Silvia Presotto</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/28/ah-amares-ii-poema-de-carmen-silvia-presotto/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/28/ah-amares-ii-poema-de-carmen-silvia-presotto/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 21:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA["Ah..(a) mares"Poemas Carmen Silvia Presotto - 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA["ah... (a)mares"]]></category>
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		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[mares]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Demarchelier]]></category>
		<category><![CDATA[poemas cantados- carmen silvia presotto]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ah&#8230; mares II &#8221; Senti em mim o nó se arrastar fio invisível pedi a ti o pó de amor vieste em vento chegaste em tempo colei-me em nós pra não voltar&#8230; Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas A fotografia é de Patrick Demarchelier!! Este é o segundo poema de uma nova série de poemas, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ah&#8230; mares II &#8221;<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/306526_333523103378598_100001627342954_875906_1274837188_n.jpg" rel="lightbox[14767]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/306526_333523103378598_100001627342954_875906_1274837188_n.jpg" alt="" title="306526_333523103378598_100001627342954_875906_1274837188_n" width="246" height="268" class="alignnone size-full wp-image-14768" /></a><br />
<br />
Senti em mim o nó se arrastar<br />
<br />
fio invisível<br />
pedi a ti o pó de amor<br />
<br />
vieste em vento<br />
chegaste em tempo<br />
<br />
colei-me em nós pra não voltar&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas<br />
<br />
A fotografia é de Patrick Demarchelier!!<br />
<br />
Este é o segundo poema de uma nova série de poemas, um mar a caminho de um novo livro…”amares…ah…(a)mares). Bom dia a todos que aqui chegarem, e ainda estamos com o site se reestruturando e seguimos, sigamos!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Carta Magma em Anáguas- Vidráguas&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/10/carta-magna-em-anaguas-vidraguas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/10/carta-magna-em-anaguas-vidraguas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 15:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Lou Albergaria]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[poesia erótica]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Carta Magma Tenho um estranho gosto (duvidoso, eu sei) De partir as palavras, e De seus velhos sentidos me despedir Para me desmembrar Arrancar o vestido A flor do cabelo Os botões que me ligam e desligam Do tronco e do tempo Ora eu, ora ninguém O nada cheio de micróbios entre mim e Eu&#8217;s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carta Magma<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/HELMUT-NEWTON3332.jpg" rel="lightbox[14584]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/HELMUT-NEWTON3332-229x300.jpg" alt="" title="HELMUT NEWTON3332" width="229" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14585" /></a><br />
<br />
Tenho um estranho gosto (duvidoso, eu sei)<br />
De partir as palavras, e<br />
De seus velhos sentidos me despedir<br />
Para me desmembrar<br />
Arrancar o vestido<br />
A flor do cabelo<br />
Os botões que me ligam e desligam<br />
Do tronco e do tempo<br />
Ora eu, ora ninguém<br />
O nada cheio de micróbios entre mim e Eu&#8217;s<br />
O plasma de egos que assusta e comove<br />
Ás vezes, irrita Olhos sobre tela<br />
Hóstias consagradas que as horas expelem&#8230;<br />
Mas, no fundo, é só desejo mesmo de magma<br />
Retesado nas estátuas de cinza (e, sal)<br />
Em Pompeia, ou<br />
No melhor pompoir&#8230;<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/fOi2nVB31GM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Poema de <a href="http://loualbergaria.blogspot.com.br/">Lou Albergaria</a>, autora de <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=5101630&#038;sid=62052237914223711217861460">O Cogumelo que nasce na bosta da vaca profana</a> e que escreve conosco todas as terças-feiras.<br />
<br />
Leiam mais poemas em seus blogues: <a href="http://sementedeamora.blogspot.com.br/">Semente de Amora</a> e  <a href="http://loualbergaria.blogspot.com.br/">Lou Albergaria</a>&#8230;<br />
<br /> <br />
A imagem é de Helmut Newton!<br />
e<br />
O vídeo que acompanha a postagem é um Concerto do Pink Floyd em Pompeia &#8211; a cidade italiana soterrada pelo Vesúvio e, depois, encontrada por arqueólogos. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Feliz Páscoa, Vidráguas!!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/04/08/feliz-pascoa-vidraguas/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 15:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
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		<category><![CDATA[Feliz Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Inebrie-se com a Páscoa poema de Américo Conte* Coelhinho pimpolho Querido fofinho A páscoa não tem graça Sem o teu charmoso jeitinho. Tuas graciosas formas Me entristece um pouquinho, E a brevidade das festas Dissolvemos em teu ninho. *Américo Conte é poeta e Artista Plástico e obrigada Américo e Mauro pelo envio deste poema e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inebrie-se com a Páscoa<br />
poema de Américo Conte*<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/17.jpg" rel="lightbox[14566]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/17-300x239.jpg" alt="" title="1" width="300" height="239" class="alignnone size-medium wp-image-14567" /></a><br />
<br /> <br />
Coelhinho pimpolho<br />
Querido fofinho<br />
A páscoa não tem graça<br />
Sem o teu charmoso jeitinho.<br />
<br /> <br />
Tuas graciosas formas<br />
Me entristece um pouquinho,<br />
E a brevidade das festas<br />
Dissolvemos em teu ninho.<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/a8mxigD9TAc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
*Américo Conte é poeta e Artista Plástico e obrigada Américo e Mauro pelo envio deste poema e por nos recordarem da criança que temos em nós, um eterno renascimento sempre&#8230;<br />
<br />
Feliz Páscoa a todos que aqui chegarem e bom domingo!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pensando a poesia com  Sophia De Mello Breyner Andresen</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/19/pensando-a-poesia-com-sophia-de-mello-breyner-andresen/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 21:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[mo(r)mentos - poemas enRedados]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
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		<category><![CDATA[Poemas enRedados]]></category>
		<category><![CDATA[sophia de mello breyner andresen]]></category>
		<category><![CDATA[webLivros Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Hey e seguimos com nossas leituras que vão dar em poemas enRedados, um tempo em muitas mãos, e nesta edição que levará ao nosso webLivro 4 estamos lendo e homenageando a Poesia Portuguesa, o próximo poeta será Cesário Verde, boa semana e seguimos!! Poesia Se todo o ser ao vento abandonamos E sem medo nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey e seguimos com nossas leituras que vão dar em poemas enRedados, um tempo em  muitas mãos, e nesta edição que levará ao nosso <a href="http://en.calameo.com/books/00084252928db6a6e14fe">webLivro 4</a> estamos lendo e homenageando a Poesia Portuguesa, o próximo poeta será Cesário Verde, boa semana e seguimos!!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/sophia_site.jpg" rel="lightbox[14354]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/sophia_site-300x226.jpg" alt="" title="sophia_site" width="300" height="226" class="alignnone size-medium wp-image-14355" /></a><br />
<br />
<strong>Poesia</strong><br />
<br />
Se todo o ser ao vento abandonamos<br />
E sem medo nem dó nos destruímos,<br />
Se morremos em tudo o que sentimos<br />
E podemos cantar, é porque estamos<br />
Nus em sangue, embalando a própria dor<br />
Em frente às madrugadas do amor.<br />
Quando a manhã brilhar refloriremos<br />
E a alma possuirá esse esplendor<br />
Prometido nas formas que perdemos.<br />
<br />
Aqui, deposta enfim a minha imagem,<br />
Tudo o que é jogo e tudo o que é passagem.<br />
No interior das coisas canto nua.<br />
<br />
Aqui livre sou eu — eco da lua<br />
E dos jardins, os gestos recebidos<br />
E o tumulto dos gestos pressentidos<br />
Aqui sou eu em tudo quanto amei.<br />
<br />
Não pelo meu ser que só atravessei,<br />
Não pelo meu rumor que só perdi,<br />
Não pelos incertos atos que vivi,<br />
<br />
Mas por tudo de quanto ressoei<br />
E em cujo amor de amor me eternizei.<br />
<br />
Leia toda a postagem<br />
<br />
<span id="more-14354"></span><br />
<br />
<strong>Cantar</strong><br />
<br /><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/6crDzqSywWM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Tão longo caminho<br />
E todas as portas<br />
Tão longo o caminho<br />
Sua sombra errante<br />
Sob o sol a pino<br />
A água de exílio<br />
Por estradas brancas<br />
Quanto Passo andado<br />
País ocupado<br />
Num quarto fechado<br />
<br />
As portas se fecham<br />
Fecham-se janelas<br />
Os gestos se escondem<br />
Ninguém lhe responde<br />
Solidão vindima<br />
E não querem vê-lo<br />
Encontra silêncio<br />
Que em sombra tornados<br />
Naquela cidade<br />
<br />
Quanto passo andado<br />
Encontrou fechadas<br />
Como vai sozinho<br />
Desenha as paredes<br />
Sob as luas verdes<br />
É brilhante e fria<br />
Ou por negras ruas<br />
Por amor da terra<br />
Onde o medo impera<br />
<br />
Os olhos se fecham<br />
As bocas se calam<br />
Quando ele pergunta<br />
Só insultos colhe<br />
O rosto lhe viram<br />
Seu longo combate<br />
Silêncio daqueles<br />
Em monstros se tornam<br />
Tão poucos os homens<br />
<br />
<strong>Liberdade</strong><br />
<br />
Aqui nesta praia onde<br />
Não há nenhum vestígio de impureza,<br />
Aqui onde há somente<br />
Ondas tombando ininterruptamente,<br />
Puro espaço e lúcida unidade,<br />
Aqui o tempo apaixonadamente<br />
Encontra a própria liberdade.<br />
<br />
<strong>Chamo-Te</strong><br />
<br />
Chamo-Te porque tudo está ainda no princípio<br />
E suportar é o tempo mais comprido.<br />
<br />
Peço-Te que venhas e me dês a liberdade,<br />
Que um só de Teus olhares me purifique e acabe.<br />
<br />
Há muitas coisas que não quero ver.<br />
<br />
Peço-Te que sejas o presente.<br />
Peço-Te que inundes tudo.<br />
E que o Teu reino antes do tempo venha<br />
E se derrame sobre a Terra<br />
Em Primavera feroz precipitado.<br />
<br />
<strong>Um poema exemplar</strong><br />
<br />
Um poema exemplar: em linhas como:<br />
«Cidade, rumor e vaivém sem paz das ruas,<br />
Ó vida suja, hostil, inutilmente gasta,<br />
Saber que existe o mar e existem praias nuas,<br />
Montanhas sem nome e planícies mais vastas<br />
<br />
Que o mais vasto desejo,<br />
E eu estou em ti fechada e apenas vejo<br />
Os muros e as paredes e não vejo<br />
Nem o crescer do mar nem o mudar das luas.<br />
<br />
Saber que tomas em ti a minha vida<br />
E que arrastas pela sombra das paredes<br />
A minha alma que fora prometida<br />
Às ondas brancas e às florestas verdes»<br />
<br />
Leiam mais poemas e sobre a autora nos sites abaixo:<br />
<br />
<a href="http://poesiaseprosas.no.sapo.pt/sophia_m_b_andresen/poetas_sophiambandresen01.htm">http://poesiaseprosas.no.sapo.pt/sophia_m_b_andresen/poetas_sophiambandresen01.htm</a><br />
<br />
<a href="http://www.jornaldepoesia.jor.br/brey.html">http://www.jornaldepoesia.jor.br/brey.html</a><br />
<br />
<a href="http://www.antoniomiranda.com.br/iberoamerica/portugal/sophia_mello.html">http://www.antoniomiranda.com.br/iberoamerica/portugal/sophia_mello.html</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gaza, gases, podres poderes&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/12/gaza-gases-podres-poderes/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 21:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
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		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
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		<category><![CDATA[gaza]]></category>
		<category><![CDATA[podres podres]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Gaza, gases, podres poderes&#8230; Na fronteira racial todos sobrevivem uma faixa, cega gases, gaZas, gozos choros, choro onde não há deus que dê conta por tantas contas &#8230; d&#8217;eus, onde está tua humanidade, quem és tu que não sejamos nós? - até quando, até quantos? Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/gaza3.jpg" rel="lightbox[14285]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/gaza3-300x195.jpg" alt="" title="gaza3- Vidráguas" width="300" height="195" class="alignnone size-medium wp-image-14286" /></a><br />
<br />
Gaza, gases, podres poderes&#8230;<br />
<br />
Na fronteira racial<br />
todos sobrevivem<br />
<br />
uma faixa, cega<br />
gases, gaZas, gozos<br />
choros, choro<br />
onde não há deus<br />
que dê conta por tantas contas &#8230;<br />
<br />
d&#8217;eus, onde está tua humanidade,<br />
quem és tu que não sejamos nós?<br />
<br />
- até quando, até quantos?<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/SQ-AvTNbUXU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Hoje no anoitecer com Eros, poema Anáguas- Vidráguas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 00:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Anáguas- EvasAlmas]]></category>
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		<category><![CDATA[anoitecer com bardos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[poemas com eros]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Rios de Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Engaveto. poema de Rodrigo Rios de Lucas Enchia as mãos ouvimos o tinir do metal que caía e no mesmo instante seus lábios a tocar canção em cada linha do corpo o amor passa emoção por vezes, provoca choro dor que nos segue a carne condensa rosto doce vibra arde os olhos cultivam ideia verbo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engaveto.<br />
poema de<a href="https://www.facebook.com/riosdelucas"> Rodrigo Rios de Lucas</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mail5.jpg" rel="lightbox[14235]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mail5.jpg" alt="" title="mail" width="169" height="120" class="alignnone size-full wp-image-14236" /></a><br />
<br />
Enchia as mãos<br />
ouvimos o tinir do<br />
metal que caía e no<br />
mesmo instante seus<br />
lábios a tocar canção<br />
<br />
em cada linha do corpo<br />
o amor passa emoção<br />
por vezes, provoca choro dor<br />
que nos segue a carne<br />
condensa rosto doce vibra<br />
arde<br />
<br />
os olhos cultivam ideia verbo<br />
deturpado grita fonte louca<br />
insinua toca de novo, baila<br />
aninha na linha leva acarinha<br />
treme aperta dança comigo<br />
e engaveto&#8230;<br />
<br />
Leiam toda a postagem<br />
<br />
<span id="more-14235"></span><br />
<br />
Hoje em nosso entardecer com Eros, bardos e <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/06/poesia-afogada-hoje-no-anoitecer-com-eros/#more-14196">evasAlmas</a>, trazemos um poema de Rodrigo Rios de Lucas, poeta que está conosco no Anáguas-Vidráguas e que temos o prazer de divulgar. E seguimos com nosso projeto Anáguas…<br />
<br />
… e iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em <a href="http://outubro.blogspot.com/2012/03/umida.html">OUTUBRO-Nei Duclós</a>, recanto onde nos espelhamos para seguir o canto com Eros, porque parafraseando este bardo, amamos sem tirar nem por. Amor pela verdade… e seguimos!<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ZyqY5k0kLdE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vidráguas a Lucio Dalla&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/02/vidraguas-a-lucio-dalla/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/02/vidraguas-a-lucio-dalla/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 20:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Caruso]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Dalla]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Vidráguas a Lucio Dalla Choro ao ponto desfeito, no umbigo do sonho que sejas logo, renascimentos&#8230; Caruso! de teus acordes uma linda história e sou movimentos colho o vento branco, notas a balançar os cílios da memória&#8230; Carmen Silvia Presotto, poema a Lucio Dala, Vidráguas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vidráguas a Lucio Dalla<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Lucio_Dalla__12000_Lune12.jpg" rel="lightbox[14124]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Lucio_Dalla__12000_Lune12-300x298.jpg" alt="" title="Lucio_Dalla__12000_Lune1" width="300" height="298" class="alignnone size-medium wp-image-14127" /></a><br />
<br />
Choro ao ponto desfeito,<br />
no umbigo do sonho<br />
que sejas logo, renascimentos&#8230;<br />
<br />
Caruso!<br />
de teus acordes<br />
uma linda história<br />
e sou movimentos<br />
colho o vento branco, notas<br />
a balançar os cílios da memória&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto, poema a Lucio Dala, Vidráguas.<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/r461Aa5ZDCM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Movimentos Anáguas, no entardecer com Eros&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/01/movimentos-anaguas-no-entardecer-com-eros/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/01/movimentos-anaguas-no-entardecer-com-eros/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 18:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anáguas- EvasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[anoitecer com Eros]]></category>
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		<category><![CDATA[evasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[poema anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia erótica]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Rios de Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Movimentos. poema de Rodrigo Rios de Lucas Na paisagem eras tempo imaginei as suas voltas passarem pela minha janela entrar e dar comigo em pensamento em torno do meu corpo o ar se aquece me nasce vermelho em movimento a dançar levitando no rebolar esquento me atiço no coxeado a delirar nos olhos uma estrela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Movimentos.<br />
poema de <a href="https://www.facebook.com/riosdelucas">Rodrigo Rios de Lucas</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mulher-nua-veu.jpg" rel="lightbox[14113]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mulher-nua-veu-286x300.jpg" alt="" title="mulher-nua-veu" width="286" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-14114" /></a><br />
<br />
Na paisagem<br />
eras tempo<br />
imaginei as<br />
suas voltas<br />
passarem pela<br />
minha janela<br />
entrar e dar<br />
comigo em<br />
pensamento<br />
em torno do<br />
meu corpo<br />
o ar se<br />
aquece me<br />
nasce vermelho<br />
em movimento<br />
a dançar levitando<br />
no rebolar<br />
esquento<br />
me atiço no<br />
coxeado a<br />
delirar nos<br />
olhos uma<br />
estrela hoje haverá<br />
de valsar comigo<br />
senti seu cheiro<br />
em respiração rolamos<br />
na cama ouvia<br />
seus gritos em mim<br />
agitações do beijo<br />
a despertar.<br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ItfyoMvJnx0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Leiam toda a postagem<br />
<br />
<span id="more-14113"></span><br />
<br />
Hoje no anoitecer com Eros, dose dupla, trazemos um poema de<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/24/hoje-no-anoitecer-com-eros-colheitas-anaguas-em-dose-dupla/"> Rodrigo Rios de Lucas</a> que escreve conosco em Anáguas todas as quintas&#8230;<br />
<br />
… iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em <a href="http://outubro.blogspot.com/2012/03/oculta.html">OUTUBRO-Nei Duclós</a>, recanto onde nos espelhamos para seguir o canto com Eros, porque parafraseando este bardo, amamos sem tirar nem por. Amor pela verdade… e seguimos!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/01/movimentos-anaguas-no-entardecer-com-eros/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Vivas à Elis Regina desde o Enthulho Musical&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/19/vivas-a-elis-regina-desde-o-enthulho-musical/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/19/vivas-a-elis-regina-desde-o-enthulho-musical/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 15:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre arte]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Receitas Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
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		<category><![CDATA[elis regina]]></category>
		<category><![CDATA[EnThulho Musical]]></category>
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		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[ARTISTA DO MÊS: ELIS REGINA! por EnThulho Musical Elis é Elis. Sem mais&#8230; O EnTHulho Musical orgulhosamente apresenta a nova artista do mês, em data extremamente propícia: 30 anos após sua morte! Confiram lá no EnThulo Musical a bela homenagem à nossa amada Elis Regina, gracias Thiago por este trabalho!! http://enthulho.blogspot.com/2012/01/artista-do-mes-elis-regina.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ARTISTA DO MÊS: ELIS REGINA!<br />
por <a href="http://enthulho.blogspot.com/2012/01/artista-do-mes-elis-regina.html">EnThulho Musical</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/673AC6F9C5844A09A97AD290D2F36E39.jpg" rel="lightbox[13591]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/673AC6F9C5844A09A97AD290D2F36E39-288x300.jpg" alt="" title="673AC6F9C5844A09A97AD290D2F36E39" width="288" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13592" /></a><br />
<br />
Elis é Elis. Sem mais&#8230;<br />
<br />
O EnTHulho Musical orgulhosamente apresenta a nova artista do mês, em data extremamente propícia: 30 anos após sua morte!<br />
<br />
Confiram lá no EnThulo Musical a bela homenagem à nossa amada Elis Regina, gracias Thiago por este trabalho!!<br />
<br />
<a href="http://enthulho.blogspot.com/2012/01/artista-do-mes-elis-regina.html">http://enthulho.blogspot.com/2012/01/artista-do-mes-elis-regina.html</a></p>
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