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	<title>Vidráguas</title>
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		<title>Um poema ao hoje, 3 de fevereiro por Carmen Presotto</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[3 de fevereiro]]></category>
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		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Iemanjá]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Rainha do Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Sandro Botticelli - Vênus]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Psiu! E finda janeiro já estamos em dois dias de fevereiro colho o cheiro da chuva sinto tua harmonia e mesclo na lavanda toda a intensa banda é samba é lança é marcha perfumes flores e sentimentos E finda janeiro já estamos em dois de fevereiro nua avenida és toda a alegoria de minhas evolução, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Botticelli_Venus.jpg" rel="lightbox[13808]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Botticelli_Venus-300x187.jpg" alt="" title="Botticelli_Venus" width="300" height="187" class="alignnone size-medium wp-image-13809" /></a><br />
<br />
E finda janeiro<br />
já estamos em<br />
dois dias de fevereiro<br />
<br />
colho o cheiro da chuva<br />
sinto tua harmonia<br />
e mesclo na lavanda<br />
toda a intensa banda<br />
<br />
é samba<br />
é lança<br />
é marcha<br />
perfumes<br />
flores e sentimentos<br />
<br />
E finda janeiro<br />
já estamos em<br />
dois de fevereiro<br />
<br />
nua avenida<br />
és toda a alegoria<br />
de minhas evolução, fantasias<br />
<br />
cadência imaginada<br />
piso em tuas poças<br />
salto do tanque à Grécia<br />
destoo em peripécias<br />
e saibas, nesta folia<br />
estou feliz a beça&#8230;<br />
<br />
no ar lavanda<br />
doce comanda<br />
a deitar nossa noite de verão<br />
<br />
e terminou janeiro<br />
já é três de fevereiro<br />
ainda dia de Rainha Mar no ar&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas<br />
<br />
A arte é de Botticelli!<br />
<br />
Um beijo, e voltamos domingo, bom final de semana a todos e seguimos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Louco entardecer ao poemar com Eros&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 16:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anáguas- EvasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Carmen Lúcia Lima Sarmento]]></category>
		<category><![CDATA[entardecer com bardos]]></category>
		<category><![CDATA[evasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[mirchuk pavel]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Louco entardecer poema de Carmen Lúcia Lima Sarmento Fotografia de Mirchuk Pavel em cascalhos piso entre varais me escondo vozes ao longe escuto procuro a sombra &#8230; &#8230; nela sou vulto transpiro flores colho pétalas num tapete de cores de suave maciez tento ser vento tento ser pássaro desperto com a luz sou apenas uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Louco entardecer<br />
poema de <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=578483235">Carmen Lúcia Lima Sarmento</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Pavel-Mirchuk-031.jpg" rel="lightbox[13802]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Pavel-Mirchuk-031-300x300.jpg" alt="" title="Pavel-Mirchuk-03" width="300" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13803" /></a><br />
Fotografia de Mirchuk Pavel<br />
<br />
em cascalhos piso<br />
entre varais me escondo<br />
vozes ao longe escuto<br />
procuro a sombra<br />
<br />
&#8230; &#8230; nela sou vulto<br />
transpiro flores<br />
colho pétalas<br />
<br />
num tapete de cores<br />
de suave maciez<br />
tento ser vento<br />
tento ser pássaro<br />
desperto com a luz<br />
sou apenas uma mulher.<br />
<br />
Hoje nosso entardecer com Bardos e <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas-evasalmas-2/">EvasAlmas</a>, se dá mais cedo e traz um poema <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=578483235">Carmen Lúcia Lima Sarmento</a>, que escreve conosco no grupo Vidráguas em redes sociais, e seguimos o Projeto Anáguas, um tempo de poemar com Eros.<br />
<br />
…iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em,<a href="http://outubro.blogspot.com/2012/02/desfecho.html"> Outubro</a> – blog de Nei Duclós – lago em quem nos espelhamos para seguir o canto, porque parafraseando este bardo, amamos sem tirar nem por… e seguimos!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As mesmas mãos poema e mais escritos de Lisa Alves&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[A prisioneira do bosque]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Lisa Alves]]></category>
		<category><![CDATA[mãos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[As Mesmas Mãos poema de Lisa Alves Da mão do tempo colhi experiências: flores autênticas com espinhos artificiais. A proteção desfigura-se – nada guarda a chuva. Pingo tempestades, choro dilúvios. E o mar da tranqüilidade pertence ao vizinho. Disseram para livrar-me desses pensamentos. Mas as idéias enterradas nos pés da massa, multiplicaram-me. Estou neles, estou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As Mesmas Mãos<br />
poema de <a href="http://lisaallves.blogspot.com/">Lisa Alves</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/168550_132618040133581_100001561581239_209478_7593231_n.jpg" rel="lightbox[13794]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/168550_132618040133581_100001561581239_209478_7593231_n-300x228.jpg" alt="" title="168550_132618040133581_100001561581239_209478_7593231_n" width="300" height="228" class="alignnone size-medium wp-image-13795" /></a><br />
<br />
Da mão do tempo colhi experiências:<br />
flores autênticas com espinhos artificiais.<br />
A proteção desfigura-se – nada guarda a chuva.<br />
<br />
Pingo tempestades,<br />
choro dilúvios.<br />
E o mar da tranqüilidade<br />
pertence ao vizinho.<br />
<br />
Disseram para livrar-me<br />
desses pensamentos.<br />
Mas as idéias enterradas<br />
nos pés da massa, multiplicaram-me.<br />
<br />
Estou neles, estou eles e agora somos<br />
os mesmo pés e as mesmas mãos.<br />
Na dança da multidão,<br />
ganho horários e cartões de compras.<br />
<br />
Andar reto nesse coletivo insano.<br />
Os meses são demais, mas são poucos os anos.<br />
Um mapa traçado na face – ainda não é sinal do fim.<br />
<br />
Gero despesas, abomino a TV<br />
e quando vou às compras volto com a sacola cheia de Nada.<br />
A falta de sentido me causa dor – é melhor pensar que sou um esqueleto.<br />
<br />
Assistir um filme, ler um livro<br />
e depois dormir.<br />
Ainda bem que a tenho aqui perto – só assim para acreditar em existência imediata.<br />
<br />
Lá fora sei que chove ou faz sol – é bem simples mesmo.<br />
Lá fora sei que quem vai sempre volta – quase sempre.<br />
<br />
Aqui dentro prefiro me preocupar com o sistema digestivo das minhas gatas.<br />
Aqui dentro falamos sobre o futuro, quem vai cozinhar e o horário do remédio.<br />
<br />
Não há garantias que nasci em 1981.<br />
Não há garantias que nasci.<br />
Não há garantias.<br />
Não há.<br />
<br />
Comunico-me com pessoas que nunca vi.<br />
Isso não é desenvolvimento espiritual.<br />
Isso é desenvolvimento tecnológico – Kardec  era um visionário.<br />
<br />
Eu amo a poesia de Drummond<br />
mas odeio sua voz – eu também odeio minha voz.<br />
Eu amo a prosa de Clarice Lispector<br />
mas odeio sua voz – eu também odeio minha voz.<br />
<br />
Quando a tempestade vai embora, eu sopro as nuvens.<br />
Agosto e setembro passado<br />
trouxeram grandes inundações.<br />
<br />
Mas depois me reformei, sou igual a multidão – resiliente.<br />
<br />
O tempo sempre me doa mãos<br />
e eu as leio com minha visão turva e limitada.<br />
O futuro é alquebrado, leva consigo lápides,<br />
 histórias e resistentes construções .<br />
O comum fica, fica também o rancor, o coração partido<br />
e a multidão.<br />
<br />
<a href="http://lisaallves.blogspot.com/">Lisa Alves</a> é uma poeta e escritora que leio sempre, desde de nosso encontro em Brasília, sigo desvendando seus livros, versos, novelas e contos&#8230; aqui em Vidráguas temos o prazer de ter seus poemas e também de divulgarmos <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/?s=a+prisioneira+do+bosque">A Prisioneira do Bosque</a> e agora trazemos &#8220;Adeus Companheiro&#8221;, saibam mais <a href="http://lisaallves.blogspot.com/2012_02_01_archive.html#2895198250637893608">aqui</a><br />
<br />
Psiu Lisa, beijos e seguimos!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Embriaguez-69 no entardecer com  Eros em Anáguas..</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/02/embriaguez-69-no-antardecer-com-eros-em-anaguas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/02/embriaguez-69-no-antardecer-com-eros-em-anaguas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Anáguas- EvasAlmas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[embriaguez-69]]></category>
		<category><![CDATA[entardecer com bardos em Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poemas com eros]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Rios de Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Embriaguez-69. poema de Rodrigo Rios de Lucas Lábios explodiam rolavas com prazer f i q u e i à deriva abri os olhos como vinho colorir tremeluzir ao v e r m e l h o intoxicante meu membro se retesando flutuando suspirou de emoção engolindo pela minha garganta com força me tirou do sonho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embriaguez-69.<br />
poema de Rodrigo Rios de Lucas<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/400507_281496025244471_100001522282677_823159_1225341488_n.jpg" rel="lightbox[13788]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/400507_281496025244471_100001522282677_823159_1225341488_n-300x152.jpg" alt="" title="400507_281496025244471_100001522282677_823159_1225341488_n" width="300" height="152" class="alignnone size-medium wp-image-13791" /></a><br />
<br />
Lábios<br />
explodiam<br />
rolavas<br />
com<br />
prazer<br />
f<br />
i<br />
q<br />
u<br />
e<br />
i<br />
à deriva<br />
abri os olhos<br />
como vinho<br />
colorir<br />
tremeluzir ao<br />
v<br />
e<br />
r<br />
m<br />
e<br />
l<br />
h<br />
o<br />
intoxicante<br />
meu membro<br />
se retesando<br />
flutuando<br />
suspirou<br />
de<br />
emoção<br />
engolindo<br />
pela minha<br />
garganta<br />
com força<br />
me tirou<br />
do sonho<br />
eletricamente<br />
a luz da janela<br />
seguia meu prazer<br />
subiu nas palavras<br />
e estrangulou a ferida<br />
a glória macia da luz<br />
entre nós vida de uma<br />
paixão que levará à realidade<br />
com essas realizações<br />
c<br />
o<br />
m<br />
você<br />
e<br />
sairá em busca<br />
daquelas coisas<br />
preciosas que desejas<br />
ao chão fiquei com seu salto<br />
em<br />
m<br />
i<br />
n<br />
h<br />
a<br />
s<br />
mãos.<br />
<br />
Leia toda a postagem<br />
<br />
<span id="more-13788"></span><br />
<br />
<iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/raB8z_tXq7A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br />
Poema de <a href="https://www.facebook.com/riosdelucas">Rodrigo Rios de Lucas</a> que escreve todas quintas-feira ao Anáguas&#8230; hoje, em dose dupla com o entardecer com Eros e seguimos o <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas-evasalmas-2/">Projeto Anáguas</a>, um tempo de poemar com Eros.<br />
<br />
…iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em, <a href="http://outubro.blogspot.com/">Outubro</a> – blog de Nei Duclós – lago em quem nos espelhamos para seguir o canto, porque parafraseando este bardo, amamos sem tirar nem por… e seguimos!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Nada acontece duas vezes&#8221;,  poema de Carmen Presotto à Wislawa Szymborska</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/02/nada-acontece-duas-vezes-poema-de-carmen-presotto-a-wislawa-szymborska/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagens...]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Wisława Szymborska]]></category>

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		<description><![CDATA[Nic dwa razy* à Wislawa Szymborska Tua asa em meu jardim chega como se fosse uma pluma do Éden paro, observo&#8230; ela vem úmida ela vem com sal corro à piscina vejo o banho do pássaro olho à gaiola ele está lá enfim, tudo em seus contornos olho ao céu a tempo de perceber um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nic dwa razy</em>*<br />
à Wislawa Szymborska<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/szymborska.jpg" rel="lightbox[13785]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/szymborska-300x227.jpg" alt="" title="szymborska" width="300" height="227" class="alignnone size-medium wp-image-13786" /></a><br />
<br />
Tua asa em meu jardim<br />
chega como se fosse uma pluma do Éden<br />
paro, observo&#8230;<br />
<br />
ela vem úmida<br />
ela vem com sal<br />
corro à piscina<br />
vejo o banho do pássaro<br />
olho à gaiola<br />
ele está lá<br />
<br />
enfim,<br />
tudo em seus contornos<br />
olho  ao céu<br />
a tempo de perceber um arco-íris em luz…<br />
<br />
Poema de Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
*<em>Nada acontece duas vezes</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Livro da Tânia, livro de Pedro Du Bois e Vidráguas ao amor&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/02/livro-da-tania-livro-de-pedro-du-bois-e-vidraguas-ao-amor/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/02/02/livro-da-tania-livro-de-pedro-du-bois-e-vidraguas-ao-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[crônica poética]]></category>
		<category><![CDATA[Livro da Tânia]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[“LIVRO DA TÂNIA” por Tânia Du Bois Psiu, leiam* http://www.arevistasc.com.br/edicao_24.html O amor, segundo Fernando Andrade, “é sempre o motivo mais profícuo a inspirar os poetas.” E ao meu lado tenho Pedro Du Bois, o poeta que escreveu o Livro da Tânia, em homenagem ao nosso amor. São poemas que marcam momentos importantes e dão voz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“LIVRO DA TÂNIA”<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/p052_0_1.jpg" rel="lightbox[13778]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/p052_0_1-239x300.jpg" alt="" title="p052_0_1" width="239" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13780" /></a><br />
<br />
Psiu, leiam*<br />
<a href="http://www.arevistasc.com.br/edicao_24.html">http://www.arevistasc.com.br/edicao_24.html</a><br />
<br />
O amor, segundo Fernando Andrade, “é sempre o motivo mais profícuo a inspirar os poetas.” E ao meu lado tenho Pedro Du Bois, o poeta que escreveu o Livro da Tânia, em homenagem ao nosso amor. São poemas que marcam momentos importantes e dão voz ao nosso relacionamento.  Costumo dizer que para amar é preciso receber amor.<br />
<br /> <br />
“Não escrevo / Tânia / escrevo tânias / tantos são os anos / compassados //<br />
junto as letras / o nome leve / solta o perfume / adocicado // sempre é o início /<br />
onde os corpos se confundem / nas descobertas // no final da tarde /  na tranqüilidade da casa / olho-te / como fosse o dia / do primeiro olhar entrelaçado. ”<br />
<br />
Leia toda a cônica poética<br />
<br />
<span id="more-13778"></span><br />
<br />
O livro é festa que celebra o amor ao revelar o segredo de nossa vida longa e eletrizante, ao buscar na literatura o ardor da vida a dois, porque retenho o sopro do reflexo intenso das palavras, sempre presente na sombra do seu olhar, onde desvela meu sigilo e transfigura o meu olhar, dando sentido a nossa vida.<br />
<br />
“Tua proximidade insta o corpo / cúpida razão para me fazer bonito / em perfumadas roupas de domingo / / tens a magia com que despertas o sexo / adormecido sonho de outras épocas // chega no que traz no ar: / próprio o perfume e o passo / leve gesto de longas horas // tens o murmúrio dos passados / respeitosamente aberto em espaços // tua proximidade acelera o canto / desencanta o tempo / ilumina o momento: / és deusa do começo trazes a luz / alva e alba era de chegadas // sou súdito igual que presencia / em ti a estrela e a guia / corpo de mulher desenhado ao tempo.”<br />
<br />
O Livro da Tânia é intenso, ousado, sonhador e romântico. Pedro, com seu talento, reflete cenas que descrevem a nossa história construída com paixão, desejo e cumplicidade, ingredientes que fazem a diferença em nossa vida.<br />
<br />
De que vale a vida sem carinho? Fascinada, encontro a desordem de dentro que vem para a ordem de fora, onde a vida se reflete na arte. Tudo o que do amor sei parece ligar o impulso que me leva à paixão no simples estar em sua companhia; o simples estar na tarde; o sorriso, o toque, a pele e o perfume. Não há pressa, apenas penso como gostaria de ficar parada como em um beijo. Assim, classifico a vida como emocionante leitura que nunca perde o encanto, na qual me permito acreditar que possa existir tal literatura, como poder transcendental do amor.<br />
<br />
“No encontro / esqueces o tempo / conversas // teu sorriso / atravessa o tempo / em que os sérios / ficam presos // teus gestos / traduzem a beleza / com que os sinos / embelezam as torres // leve o hálito / traduzindo o corpo / composto em amores // conversas teus assuntos tantos / enquanto os olhos me procuram / como sempre estou ao teu lado.”<br />
<br />
Defendo que o amor (o nosso amor) é exercício de vida na maneira com que – ainda &#8211; podemos romancear o mundo ao celebrar nossos 37 anos de casados.<br />
<br />
* Tânia querida, um  abraço e vivas aos 37 anos de casados e fico feliz de estarmos juntas em mais uma crônica poética e também parabenizo o Pedro pela entrevista, gracias, e seguimos.</p>
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		<title>Vidráguas à Wislawa Szymborska</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 04:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Radość pisania poema de Wislawa Szymborska Dokąd biegnie ta napisana sarna przez napisany las? Czy z napisanej wody pić, która jej pyszczek odbije jak kalka? Dlaczego łeb podnosi, czy coś słyszy? Na pożyczonych z prawdy czterech nóżkach wsparta spod moich palców uchem strzyże. Cisza &#8211; ten wyraz tez szeleści po papierze i rozgarnia spowodowane slowem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capítulo-3.jpg" rel="lightbox[13764]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/capítulo-3-236x300.jpg" alt="" title="capítulo 3" width="236" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-13765" /></a><br />
<br />
Radość pisania<br />
poema de Wislawa Szymborska<br />
<br />
Dokąd biegnie ta napisana sarna przez napisany las?<br />
Czy z napisanej wody pić,<br />
która jej pyszczek odbije jak kalka?<br />
Dlaczego łeb podnosi, czy coś słyszy?<br />
Na pożyczonych z prawdy czterech nóżkach wsparta<br />
spod moich palców uchem strzyże.<br />
Cisza &#8211; ten wyraz tez szeleści po papierze i rozgarnia<br />
spowodowane slowem &#8220;las&#8221; gałęzie.<br />
<br />
Nad białą kartką czają się do skoku<br />
litery, które mogą ułożyć się źle,<br />
zdania osaczające,<br />
przed którymi nie będzie ratunku.<br />
<br />
Jest w kropli atramentu spory zapas<br />
myśliwych z przymrużonym okiem,<br />
gotowych zbiec po stromym piórze w dół,<br />
otoczyc sarnę, złożyć się do strzału.<br />
<br />
Zapominają, że tu nie jest życie.<br />
Inne, czarno na białym, panują tu prawa.<br />
Okamgnienie trwać będzie tak długo, jak zechce,<br />
pozwoli się podzielić na małe wieczności<br />
pełne wstrzymanych w locie kul.<br />
Na zawsze, jesli każę, nic się tu nie stanie.<br />
<br />
<strong>A alegria da escrita</strong><br />
Tradução de Tiago Halewicz<br />
<br /> <br />
Para onde corre esta cerva escrita na floresta que escrevi?<br />
Para beber da água escrita,<br />
que imprime seu focinho como se fosse folha de papel?<br />
Por que ela ergue a cabeça, escutou algo?<br />
Sobre as  quatro patas emprestadas da realidade<br />
ela levanta a orelha sob meus dedos.<br />
Silêncio—esse termo murmura sobre o  papel e afasta<br />
os galhos que surgem com a palavra “floresta”.<br />
<br />
Sobre a folha em branco agacham-se para um pulo<br />
letras que podem se dar mal,<br />
formando frases ameaçadoras<br />
das quais nada escapa.<br />
<br />
Em cada gota de tinta há um bom estoque<br />
de caçadores de olho na mira,<br />
prontos a descer pela caneta íngreme,<br />
cercar a cerva e apontar as armas.<br />
<br />
Esquecem que aqui não há vida.<br />
Preto e branco, aqui reinam outras leis.<br />
Um piscar de olhos será tão longo quanto eu quiser<br />
e poderá ser dividido em pequenas eternidades,<br />
cada uma com o chumbo suspenso em pleno vôo.<br />
Aqui nada acontecerá sem meu aval.<br />
Contra minha vontade, nenhuma folha cairá<br />
e nenhuma grama se dobrará sob o casco da cerva.<br />
<br />
Então existe um mundo assim,<br />
sobre o qual exerce um destino independente?<br />
Tempo, que eu teço com uma corrente de sinais?<br />
Existência que, a meu comando, não terá fim?<br />
<br />
A alegria da escrita.<br />
O poder da consolidação.<br />
A Vingança de uma mão mortal.<br />
<br />
Tradução de Tiago Halewicz do poema original em polonês Radość Pisania, extraído de Wislawa Szymborska, Sto Pociech (Kraków: Wydawinictwo Literackie, 2007), em Memória Cultural Polonesa, p.p., 86.87, 88, 89., edição em parceria Vidráguas, StudioClio e Rodycz &#038; Ordakowski Editores &#8211; 2008.</p>
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		<title>Hoje no entardecer com Eros, um Fotopoema de Madhu Maretiore</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 21:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para ler clique na imagem e amplie! Hoje nosso entardecer com Eros traz um Fotopoema de Madhu Maretiore, mais uma EvAlmas, companheira de versos e do grupo Vidráguas em redes sociais. E seguimos o Projeto Anáguas, um tempo de poemar com Eros. …iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em, Outubro – blog de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ARTE-DIGITAL-EROS.gif" rel="lightbox[13760]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/ARTE-DIGITAL-EROS-300x211.gif" alt="" title="ARTE-DIGITAL---EROS" width="300" height="211" class="alignnone size-medium wp-image-13761" /></a><br />
<br />
Para ler clique na imagem e amplie!<br />
<br />
<span id="more-13760"></span><br />
<br />
Hoje nosso entardecer com Eros traz um Fotopoema de <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100001799451616&#038;sk=info">Madhu Maretiore</a>, mais uma <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/category/anaguas-evasalmas-2/">EvAlmas</a>,  companheira de versos e do grupo Vidráguas em redes sociais. E seguimos o Projeto Anáguas, um tempo de poemar com Eros.<br />
<br />
…iMundem-se, alaguem-se com Poemas de Amor, aqui e em, <a href="http://outubro.blogspot.com/">Outubro</a> – blog de Nei Duclós – lago em quem nos espelhamos para seguir o canto, porque parafraseando este bardo, amamos sem tirar nem por… e seguimos!<br />
<br />
Um beijo Madhu, gracias pela companhia!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pérolas que adoçam a vida&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:32:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique e amplie para ler! Arte de Cristina Lopes da Cunha, gracias Cris pela companhia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/viewer17.png" rel="lightbox[13750]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/viewer17-300x225.png" alt="" title="viewer" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-13751" /></a><br />
<br />
Clique e amplie para ler!<br />
<br />
Arte de <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/01/25/perolas-que-adocam-a-vida-em-vidraguas-4/">Cristina Lopes da Cunha</a>, gracias Cris pela companhia! </p>
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		<title>Professores que transformam, exemplo a seguir&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CIDADE DAS BRINCADEIRAS QUE ENSINAM por Vanessa Vieira Há muitos e muitos anos. Em um lugar muito distante daqui, havia uma cidade. Um lugar onde só moravam pessoas que tinham coração de criança. Lá nessa cidade todas as pessoas gostavam de brincar, eles passavam o dia brincando. A escola não era feita de prédio, todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CIDADE DAS BRINCADEIRAS QUE ENSINAM<br />
por <a href="http://trasnformandovidas.blogspot.com/2011/10/leitura-cria-cidadaos.html">Vanessa Vieira</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bebe.jpg" rel="lightbox[13745]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/bebe.jpg" alt="" title="bebe" width="200" height="139" class="alignnone size-full wp-image-13746" /></a><br />
<br />
Há muitos e muitos anos. Em um lugar muito distante daqui, havia uma cidade. Um lugar onde só moravam pessoas que tinham coração de criança.<br />
<br />
Lá nessa cidade todas as pessoas gostavam de brincar, eles passavam o dia brincando.<br />
A escola não era feita de prédio, todas as escolas funcionavam em um campo de futebol enorme e também não haviam alunos da primeira série, alunos da segunda série e tantas outras séries que nos conhecemos.<br />
Todos os alunos eram da mesma série e tudo o que se aprendia era através das brincadeiras.<br />
<br />
Leiam todo o texto aqui ou no blog da Professora Vanessa, <a href="http://trasnformandovidas.blogspot.com/2012/02/cidade-das-brincadeiras-que-ensinam.html">Educar para transformar</a>, um exemplo a seguir&#8230;<br />
<br />
<span id="more-13745"></span><br />
<br />
Se eles tinham que aprender a somar eles arranjavam uma brincadeira para aprender a somar, se tinham que aprender os nomes dos outros planetas que existem no universo, mais uma brincadeira  aparecia. E quando eles iam aprender a ler, uma brincadeira muito especial era realizada. Tão especial que bastava um dia para que todos os alunos descobrissem a mágica magia da leitura.<br />
<br />
Tudo andava muito bem nesta cidade. Cada dia que passava muitas brincadeiras novas apareciam. E a cidade logo ficou conhecida&#8230; Tão conhecida que até aquelas pessoas que não tinham coração de criança começaram a querer ir morar lá também.<br />
<br />
Os moradores da cidade ficaram assustados com tanta gente visitando e resolveram permitir que uma dessas pessoas fosse morar durante um tempo lá. Se ela conseguisse viver bem e se acostumar com a forma de vida que eles levavam, ai sim, eles deixariam que essas pessoas se mudassem para lá.<br />
<br />
Essa pessoa veio e depois de um mês morando na cidade ela resolveu ensinar aos moradores uma brincadeira que gostava muito e que sempre via na televisão, todos ficaram felizes e pararam para aprender a brincadeira, mas logo de dispersaram.<br />
<br />
A brincadeira que ele queria ensinar era uma brincadeira de luta. Ele queria ensinar as pessoas a brigar!! Todos ficaram chateados porque não era assim a vida naquela cidade&#8230; Saíram dizendo assim&#8230; -Primeiro ele vem com aquela história de apelidos e agora vem com essas brincadeiras de luta&#8230;!” ‘-Ai, ai, ai. Essas brincadeiras são muito perigosas e podem acabar tirando a alegria de nossa cidade&#8230;”<br />
<br />
Depois disso, várias tentativas, aquele viajante, realizou para cativar os moradores da cidade, mas todas elas foram inúteis.<br />
<br />
Passou um tempo&#8230; Estava quase chegando o fim de seus dias naquela cidade e ele não tinha conseguido nem um amigo&#8230; Resolveu então, criar uma brincadeira nova, não igual àquelas brincadeiras que via na televisão&#8230; Aquelas que deixavam as pessoas tristes.<br />
<br />
Pensou&#8230; Pensou&#8230;  E de repente saiu correndo de sua casa porque queria muito encontrar uma pessoa para mostrar a brincadeira que ele havia criado. Algumas pessoas saíram correndo dele&#8230; Outras diziam que não queriam ouvir&#8230;. Até que ele encontrou uma pessoa que estava tristonha, sentada a beira de um laguinho que existia lá na cidade&#8230; Foi correndo até a pessoa e lhe deu um beijo e um abraço&#8230; Depois lhe disse que esta era a nova brincadeira que ele havia criado&#8230;<br />
<br />
- Dê um beijo e um abraço em alguém que está triste e peça que ele repasse esse abraço para as cinco primeiras pessoas que encontrar. Assim, as pessoas poderiam ficar mais unidas e teriam menos tempo para a tristeza&#8230;<br />
<br />
Logo, logo todos ficaram  sabendo da nova brincadeira e logo foram colocando em prática&#8230;<br />
Com toda esta história o visitante aprendeu que não dá para ficar brincando de coisas que desagradam as pessoas e os moradores da cidade descobriram que é sempre importante dar uma nova chance para que as pessoas possam aprender&#8230;<br />
<br />
E assim termina a história!<br />
<br />
*<a href="http://trasnformandovidas.blogspot.com/">Vanessa Vieira</a>, é Professora do Ensino Fundamental, uma pessoa que me levou a Búzio para poemar com os pequenos, um trabalho a ser seguido, também está na administração de nosso grupo- Vidráguas em redes sociais, onde buscamos desenvolver um trabalho de leitura, de encontros, de experimentalismos poéticos&#8230;<br />
<br />
Um professor que lê e incentiva a Poesia e a Criatividade nas Escolas é um grande transformador social.<br />
Gracias  Vanessa por tua reflexões e companhia aqui em Vidráguas, beijos e seguimos!!!</p>
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