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		<title>hoje, sal-grando em Vidráguas</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 03:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Aline Morais Farias]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[

Sal-grando

Choro tanto
Sou puro pranto
Mesmo sem lágrimas
Alguma coisa me inunda
Imunda!
E sai salgando tudo&#8230;
Sangrando o mundo!

Aline Morais Farias

Leia mais poemas no blog da autora:
http://alinemoraisfarias.blogspot.com/

*Aline, bem- vinda à Trança Poética Vidráguas e que venham mais versos&#8230;  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/lagrima-de-sangue.jpg" alt="lagrima de sangue" title="lagrima de sangue" width="320" height="240" class="alignnone size-full wp-image-4936" /><br />
<br />
Sal-grando<br />
<br />
Choro tanto<br />
Sou puro pranto<br />
Mesmo sem lágrimas<br />
Alguma coisa me inunda<br />
Imunda!<br />
E sai salgando tudo&#8230;<br />
Sangrando o mundo!<br />
<br />
Aline Morais Farias<br />
<br />
Leia mais poemas no blog da autora:<br />
http://alinemoraisfarias.blogspot.com/<br />
<br />
*Aline, bem- vinda à Trança Poética Vidráguas e que venham mais versos&#8230;  </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>amares, um poema, um livro de Pedro Du Bois</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 22:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[

Amares

Se me tens no contraído corpo
tenso
pretensa hora da chegada
a escravidão
a escuridão
no desencontro tido
pérfido espírito
o que espiona
espia
soslaio arranhado
nos teus olhos

imensamente perdidos em torrentes
tu és noite e mar em fúria
telúrico sentimento sobreposto
ao mistério do que tens: a mim
em subterfúgio e esdrúxulo corpo
despido em festa, tu és a floresta.

Pedro Du Bois, AMARES, organização de Tânia Du Bois,Edições do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/matisse.jpg" alt="matisse" title="matisse" width="301" height="412" class="alignnone size-full wp-image-4933" /><br />
<br />
Amares<br />
<br />
Se me tens no contraído corpo<br />
tenso<br />
pretensa hora da chegada<br />
a escravidão<br />
a escuridão<br />
no desencontro tido<br />
pérfido espírito<br />
o que espiona<br />
espia<br />
soslaio arranhado<br />
nos teus olhos<br />
<br />
imensamente perdidos em torrentes<br />
tu és noite e mar em fúria<br />
telúrico sentimento sobreposto<br />
ao mistério do que tens: a mim<br />
em subterfúgio e esdrúxulo corpo<br />
despido em festa, tu és a floresta.<br />
<br />
Pedro Du Bois, <em>AMARES</em>, organização de Tânia Du Bois,Edições do Autor.<br />
<br />
Arte de Henri Matisse<br />
<br />
Psiu! Queridos Amigos,Pedro e Tânia,  que alegria chegar em casa e me surpreender com este belo presente a Elas- uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher.<br />
Um beijo amigo e meu coração e a poeta em mim agradecem, e seguimos com a trança poética Vidráguas. Vivas!!!<br />
*Carmen </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>leiam, leiam, relançamento de Que País é Este?</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/09/leiam-leiam-relancamento-de-que-pais-e-este/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/09/leiam-leiam-relancamento-de-que-pais-e-este/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 15:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[affonso romano de sant'ana]]></category>
		<category><![CDATA[Affonso Romano de Sant’Anna]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[

saibam mais no site do autor:
http://www.affonsoromano.com.br/blog/
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Flyer-stop21-723x1024.jpg" alt="Flyer stop(2)" title="Flyer stop(2)" width="723" height="1024" class="alignnone size-large wp-image-4928" /><br />
<br />
saibam mais no site do autor:<br />
http://www.affonsoromano.com.br/blog/</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SPAM to, espanto..</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/09/spam-to-espanto/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/09/spam-to-espanto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[Kirsty Mitchell]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[SPAM]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[SPAM  to, espanto
         um poema à philoSophia
 


Assombro-me das imagens
que me  perseguem

em desalinho
feito um terremoto
percorro o léxico
 
deitada sobre outras páginas
é quando iManto
e me reescrevo&#8230;

Poema:Carmen Silvia Presotto
Fotografia:Kirsty Mitchell
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SPAM  to, espanto<br />
         um poema à philoSophia<br />
<br /> <br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/3967645005_7475815c74_b.jpg" alt="3967645005_7475815c74_b" title="3967645005_7475815c74_b" width="448" height="299" class="alignnone size-full wp-image-4921" /><br />
<br />
Assombro-me das imagens<br />
que me  perseguem<br />
<br />
em desalinho<br />
feito um terremoto<br />
percorro o léxico<br />
<br /> <br />
deitada sobre outras páginas<br />
é quando iManto<br />
e me reescrevo&#8230;<br />
<br />
Poema:Carmen Silvia Presotto<br />
Fotografia:<a href="http://www.wix.com/mattstevensen/KirstyWebsite/">Kirsty Mitchell</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>vidráguas aos 50 anos de Renato Russo</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/09/vidraguas-aos-50-anos-de-renato-russo/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/09/vidraguas-aos-50-anos-de-renato-russo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Russo]]></category>

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		<description><![CDATA[“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”
(Frase da canção Pais e Filhos, composta por Renato Russo)



Convidamos toda a comunidade cultural de Porto Alegre para prestar a maior homenagem ao cantor Renato Russo, líder da Legião Urbana,  no mês em que se comemoram os seus 50 anos de idade

Dia: 09/03/2010 (terça-feira)
Horário: 19 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”<br />
(Frase da canção Pais e Filhos, composta por Renato Russo)<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Renato-Russo.jpg" alt="Renato Russo" title="Renato Russo" width="448" height="290" class="alignnone size-full wp-image-4917" /><br />
<br />
Convidamos toda a comunidade cultural de Porto Alegre para prestar a maior homenagem ao cantor Renato Russo, líder da Legião Urbana,  no mês em que se comemoram os seus 50 anos de idade<br />
<br />
Dia: 09/03/2010 (terça-feira)<br />
Horário: 19 h<br />
Local: Centro Cultural CEEE Erico Veríssimo (Café Monjolo)<br />
♦      Debate sobre a obra do artista<br />
♦      Apresentações musicais<br />
♦      Sorteios de livros e CDs<br />
<br /> <br />
Parceria: Clube Literário Jardim Ipiranga e Sociedade Partenon Literário (Fones 8400-5531/9336-6540)<br />
Coordenação Geral: Benedito Saldanha </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ao dia da mulher, um poema de amor de Luiz Otávio Oliani</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/08/ao-dia-da-mulher-um-poema-de-amor-de-luiz-otavio-oliani/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/08/ao-dia-da-mulher-um-poema-de-amor-de-luiz-otavio-oliani/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 22:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Otávio Oliani]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[robert parkeharrison]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[CORTINA


no ventre nu das arábias
malabarismo frenético
aos sete véus

em êxtase
pêlos eriçados
dançam
no oásis da cama

súbito
sobre o fogo-fátuo
cai o fustão

efêmero prazer
fundido em pedra

Poema: Luiz Otávio Oliani, Fora de órbita, Ed.da Palavra, 2007.

Fotografia: Robert Parkharrison

*Psiu! Um abraço Oliani e obrigada por este poema encaminhado à Vidráguas, à trança poética vidráguas!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CORTINA<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/mulher-cortina.jpg" alt="mulher-cortina" title="mulher-cortina" width="400" height="224" class="alignnone size-full wp-image-4913" /><br />
no ventre nu das arábias<br />
malabarismo frenético<br />
aos sete véus<br />
<br />
em êxtase<br />
pêlos eriçados<br />
dançam<br />
no oásis da cama<br />
<br />
súbito<br />
sobre o fogo-fátuo<br />
cai o fustão<br />
<br />
efêmero prazer<br />
fundido em pedra<br />
<br />
Poema: Luiz Otávio Oliani, <em>Fora de órbita</em>, Ed.da Palavra, 2007.<br />
<br />
Fotografia: Robert Parkharrison<br />
<br />
*Psiu! Um abraço Oliani e obrigada por este poema encaminhado à Vidráguas, à trança poética vidráguas!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>à Mulher, um poema homenagem de Rubens Jardim</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/08/a-mulher-um-poema-homenagem-de-rubens-jardim/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/08/a-mulher-um-poema-homenagem-de-rubens-jardim/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Kirsty Mitchell]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Celebra à mulher.ção


Toda mulher é uma viagem
ao desconhecido. Igual poesia
avessa ao verso e à trucagem,
mulher é iniciação do dia,

promessa, surpresa, miragem.
De nada adiantam mapas, guias,
cenas ensaiadas ou pilhagens.
Controverso ser, mulher é via

de mão única, abismo, moagem.
É também risco máximo, magia,
caminho íngreme na paisagem.

Simplificando: mulher é linguagem,
palavra nova, imagem que anistia
o ser, o vir a ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Celebra à mulher.ção<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/4058509611_179cb4fa96_b.jpg" alt="4058509611_179cb4fa96_b" title="4058509611_179cb4fa96_b" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-4908" /><br />
<br />
Toda mulher é uma viagem<br />
ao desconhecido. Igual poesia<br />
avessa ao verso e à trucagem,<br />
mulher é iniciação do dia,<br />
<br />
promessa, surpresa, miragem.<br />
De nada adiantam mapas, guias,<br />
cenas ensaiadas ou pilhagens.<br />
Controverso ser, mulher é via<br />
<br />
de mão única, abismo, moagem.<br />
É também risco máximo, magia,<br />
caminho íngreme na paisagem.<br />
<br />
Simplificando: mulher é linguagem,<br />
palavra nova, imagem que anistia<br />
o ser, o vir a ser e outras bobagens<br />
<br />
Abraço fraterno<br />
<br />
Rubens Jardim<br />
<br />
Leia mais poemas no site do autor:<br />
www.rubensjardim.com<br />
<br />
Fotografia: Kirsty Mitchell<br />
http://www.kirstymitchellphotography.com/</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/08/a-mulher-um-poema-homenagem-de-rubens-jardim/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>tranças poéticas, ao dia da mulher Vidráguas&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/08/trancas-poeticas-ao-dia-da-mulher-vidraguas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/03/08/trancas-poeticas-ao-dia-da-mulher-vidraguas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartografias Poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Américo Conte]]></category>
		<category><![CDATA[António Amaral Tavares]]></category>
		<category><![CDATA[berenice sica lamas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[Eugênia Fraietta]]></category>
		<category><![CDATA[Gerci Oliveira Godoy]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan Bueno]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Psiu, Amigos!

Sigamos versando juntos para que o Dia da Mulher seja um dia de sempres, tipo uma trança de Evas e Adões a mais Poesia&#8230; Hoje, em Vidráguas selamos a  criação, respeitando o estilo de quem conosco segue conVersando, assim brindamos,  ampliamos, selamos e iniciamos um Bonde Chamado Poesia a todos os gêneros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu, Amigos!<br />
<br />
Sigamos versando juntos para que o Dia da Mulher seja um dia de sempres, tipo uma trança de Evas e Adões a mais Poesia&#8230; Hoje, em Vidráguas selamos a  criação, respeitando o estilo de quem conosco segue conVersando, assim brindamos,  ampliamos, selamos e iniciamos um Bonde Chamado Poesia a todos os gêneros que dela renascem, que sigam, prossigam e que venham mais versos&#8230;<br />
 <br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/trança.jpg" alt="trança" title="trança" width="650" height="960" class="alignnone size-full wp-image-4889" /><br />
*FotoColagem de Ricardo Hegenbart sobre vídeo arte<br />
<br />
<strong>Eu fui&#8230;</strong><br />
por Carmen Silvia Presotto<br />
<br />
um tempo<br />
entrecortado na névoa<br />
pontos<br />
lápide<br />
e servidão<br />
<br />
Eu fui&#8230;<br />
meu próprio vagão<br />
lúgubre espaço<br />
por onde um lenço branco<br />
gritava a Deus<br />
<br />
Eu fui&#8230;<br />
a onda<br />
que sorveu a seca face de Netuno<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/fp_sapho_big.jpg" alt="fp_sapho_big" title="fp_sapho_big" width="259" height="440" class="alignnone size-full wp-image-4891" /><br />
* Sapho<br />
<br /> <br />
A outra,<br />
não, não fui eu<br />
ela é a vida<br />
que escorre em minhas mãos<br />
<br />
A outra,<br />
não, não sou eu<br />
ela é o cristal<br />
que agora me enfeita os pulsos<br />
<br />
Da outra,<br />
sou essa penumbra<br />
franja<br />
nas janelas dos dias<br />
<br />
Vinho de sua taça,<br />
sou este sorvete de Evas&#8230;<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Cecilia+Meireles.jpg" alt="Cecilia+Meireles" title="Cecilia+Meireles" width="260" height="283" class="alignnone size-full wp-image-4892" /><br />
*Cecília Meireles<br />
<br />
<strong>Eu fui&#8230;</strong><br />
por Berenice Sica Lamas<br />
<br />
a trança de Penélope<br />
volúvel<br />
ninfa<br />
veludo estelar<br />
<br />
eu fui&#8230;<br />
olho de furacão<br />
ametista<br />
total<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/wislawa-szymborska.jpg" alt="wislawa-szymborska" title="wislawa-szymborska" width="398" height="301" class="alignnone size-full wp-image-4893" /><br />
* Wislawa Szimborka<br />
<br />
Da outra,<br />
sou este derretimento<br />
lambuzado<br />
que lampeja<br />
plurais<br />
<br />
sou a algema<br />
cravejada<br />
que adocica<br />
pulsares&#8230; da outra<br />
<br />
<strong>Serrilha</strong><br />
por Américo Conte<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/hilda-hilst3bx.jpg" alt="hilda hilst3bx" title="hilda hilst3bx" width="305" height="301" class="alignnone size-full wp-image-4894" /><br />
* Hilda Hilst<br />
<br />
Se fui, não sei, eu sou<br />
Aquela que no Olimpo mantém o seu brilho<br />
Na árdua e invisível labuta diária<br />
Das colchas engomadas e dos lençóis azuis<br />
Dos pisos espelhados que refletem as almas rotas.<br />
<br />
Eu sou, será que fui?<br />
Aquela que nutre os estômagos famintos<br />
Na interminável confecção alimentar<br />
Dos aromáticos e deliciosos temperos<br />
Combustível do vigor e da força moral.<br />
<br />
E seria, e serei, sereia<br />
Carente de afeto, sonhos e ilusões<br />
Fantasiando castelos, príncipes e princípios<br />
Alinhavando em estampas as esperanças<br />
De que um dia quem sabe enfim sei quem sou!<br />
<br />
<strong>Elo suave</strong><br />
por Ivan Bueno<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/henriqueta-lisboa.jpg" alt="henriqueta-lisboa" title="henriqueta-lisboa" width="301" height="339" class="alignnone size-full wp-image-4895" /><br />
* Henriqueta Lisboa<br />
<br />
Marcha desenfreada<br />
Sucumbindo à dor<br />
A dar à luz do mundo<br />
Novo ser<br />
Novos seres<br />
E alimentar, cuidar<br />
Fortaleza delicada<br />
Delicadeza intensa<br />
Sexo forte<br />
Norte, diretriz<br />
Ai de quem te chamou meretriz!<br />
Contrapõe-se à morte<br />
Sendo criadora<br />
Conjunta, par<br />
Complemento humano<br />
Ser divino<br />
És mantenedora e suporte<br />
Do feto, do afeto<br />
De doce embalar<br />
Elo delicado da vida<br />
Elo suave,<br />
Flexível, por isso forte<br />
Delicado, dedicado<br />
Alado, aliado<br />
Sofrimento nem sempre reconhecido<br />
Da dedicação superior<br />
Quem há de contrapor<br />
Ou questionar teu poder,<br />
Tua beleza, teu amor,<br />
Mulher.<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/sylvia.jpg" alt="sylvia" title="sylvia" width="394" height="301" class="alignnone size-full wp-image-4896" /><br />
* Sylvia Plath<br />
<br />
<strong>SABORES</strong><br />
por Ivan Bueno<br />
<br />
Quando em teus cabelos mergulho,<br />
Faço com orgulho.<br />
Ouço-te como a mais bela música,<br />
Encanto, belo pranto<br />
<br />
De sentimentos que fazes aflorar,<br />
Fazes-me chorar<br />
Ao ver-me tão teu: criado, criatura,<br />
Resultado, emoção.<br />
<br />
Co-partícipe da chama primeira,<br />
Paro por ali: terreno teu.<br />
Quando em ti penetro, no escuro,<br />
Mergulho no paraíso.<br />
<br />
É como entrar em santuário<br />
Prazer, amor, criação, vulcão, erupção.<br />
És energia primordial:<br />
Mulher, beleza, serena força helena&#8230;<br />
<br />
De origens que tens e dás,<br />
Sereno ser, elo forte da vida, do mundo<br />
De eterno admirar, querer,<br />
Vislumbre de beleza eterna: mulher.<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/sophia_de_mello_breyner_andresen.jpg" alt="sophia_de_mello_breyner_andresen" title="sophia_de_mello_breyner_andresen" width="334" height="400" class="alignnone size-full wp-image-4897" /><br />
* Sophia de Mello Breyner Andresen<br />
<br />
<strong>EU SOU A MULHER</strong><br />
por António Amaral Tavares<br />
<br />
Eu sou a mulher que caminha lado<br />
a lado com esta outra mulher<br />
<br />
eu sou a mulher que lava<br />
com afinco as escadas dos dias<br />
<br />
a mulher que se ausenta<br />
para longe do espelho recto que lavou<br />
<br />
eu sou a mulher que traz nas mãos<br />
as sombras que apanha do chão<br />
<br />
a mulher grave que traz pela mão os filhos<br />
e a meu lado a outra mulher que sorri<br />
<br />
sou a mulher que olha em volta e ninguém vê<br />
e por ninguém ver se encosta de pé ao cansaço<br />
<br />
a mulher que solta à noite os cabelos<br />
como se abrisse um livro só seu assim<br />
<br />
e essa outra que neles lê histórias de mar e vento<br />
que frisa e guarda em tranças longas de silêncio<br />
<br />
eu sou a mulher que acorda de manhã<br />
com um travo de galho verde na boca<br />
<br />
e se lava como quem abre uma porta ao amor<br />
ou a um pingo de luz na janela suspenso<br />
<br />
eu sou a mulher que leva<br />
pela mão outra mulher<br />
<br />
a mulher que se penteia ao espelho<br />
como uma vara de prumo o coração das mãos ao centro<br />
<br />
aquela que olha para o lado e vê essa mulher<br />
e com ela caminha pelo dia adentro.<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/olgoroz.jpg" alt="olgoroz" title="olgoroz" width="249" height="271" class="alignnone size-full wp-image-4898" /><br />
* Olga Orosco<br />
<strong>A outra</strong><br />
por Gerci Oliveira Godoy<br />
<br />
Às vezes penso que<br />
esta teima em dar voz ao verso<br />
sem rima certa<br />
a juntar letras, sem saber porque<br />
talvez seja outra,  não eu<br />
pois sou aquela que esqueceu o tempo<br />
que fez da vida valsa<br />
num rodar sem fim<br />
dorme acordada em voo<br />
e ao cair é pena<br />
sem lei nem rei<br />
é dó menor<br />
sem pauta<br />
mulher<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Florbela-Espanca2.jpg" alt="Florbela Espanca2" title="Florbela Espanca2" width="271" height="344" class="alignnone size-full wp-image-4900" /><br />
* Florbela Espanca<br />
<br />
<strong>Interlúdio</strong><br />
por Gerci Oliveira Godoy<br />
<br />
De todo meu possível não sou quase nada<br />
Se coisas eu pensei, já nem sei porque<br />
Se a porta estava aberta, agora está fechada<br />
Meu horizonte já não é mais meu<br />
cansei de olhar o céu em busca de consolo<br />
Nem quero ser presente em sonho teu<br />
Deixa que passe o tempo como rio ruidoso<br />
limpando cada pedra no seu mesmo andar<br />
que pelas margens verdes pássaros se aninhem<br />
A terra que germine outro caminhar<br />
Sou casa ensombrada, lâmpada queimada<br />
sou vela que ilumina a poesia agora<br />
sou alma de poeta e sofro, sou mulher.<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/materia_cora_coralina_02.jpg" alt="materia_cora_coralina_02" title="materia_cora_coralina_02" width="310" height="396" class="alignnone size-full wp-image-4901" /><br />
<br />
* Cora Coralina<br />
<strong>MULHER: o que mudou?</strong><br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> <br />
Gosto do poema de Cora Coralina: “Muitas vezes, basta ser colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia&#8230;”<br />
<br />
Podemos não perceber, mas a lembrança está em nós, está conosco o tempo todo, e não por acaso; está ali, pronta para saltar a qualquer hora do dia.<br />
<br />
Quando confio na memória, pergunto-me o que mudou em relação à mulher neste mundo moderno. Nem preciso olhar para trás, a iniciativa de estampar as lembranças explica os versos que carregam brilhos nas nossas vidas. E, quando acredito com o coração naquilo que me proponho a fazer, entendo que cada movimento é o caminho da verdade. Percebo que o pensamento é importante porque dividir, contar e ouvir é aprender sempre. Até porque a mulher tem algo a mais: o jeito diferente de olhar e fazer as coisas; ela coloca graça e emoção no que realiza; é firme, mas também age com o coração. Ela é o resultado do contato com a realidade, sem tantas fantasias, mas é fundamental continuar sonhando.<br />
<br />
As lembranças das mudanças impõem, às vezes, coragem e respeito, trazendo benefícios e palavras inspiradoras para enfrentar qualquer tipo de crise ou mudança. Não basta sonhar, é preciso ter clareza do que desejamos e entendimento do que lembramos.<br />
<br />
Quando o objetivo é a construção de um mundo mais fraterno, no qual os direitos humanos sejam respeitados, devemos lutar e lembrar para preservar a história de cada mulher. Pois, um país sem lembranças, sem memória, é um país sem história e sem sorrisos.<br />
<br />
O grande segredo é transformar sonhos, lembranças e memórias em resultados palpáveis, identificando prioridades; a primeira delas é sobreviver. Cristina Buarque, disse que “Não precisamos de políticas públicas para as mulheres, e sim de políticas públicas feitas por mulheres&#8230;”<br />
<br />
Admito que nem sempre é fácil transmitir os nossos conhecimentos diante de um novo contexto, a mulher precisa acreditar e se reconhecer na mudança. Juntar as duas coisas, opinar, unir o compromisso com o idealismo, sem perder de vista as lembranças, procurar espaço para a emoção e a ação, agir com o coração, unindo ao universo masculino a sensibilidade do mundo feminino.<br />
<br />
Às vezes, sentimo-nos corajosas, dispostas a agir. Noutras, queremos dar carinho, aquietar ou pedir colo. O que mudou?<br />
<br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Foto-Ana-Cristina-Cesar.JPG" alt="Foto Ana Cristina Cesar" title="Foto Ana Cristina Cesar" width="320" height="268" class="alignnone size-full wp-image-4902" /><br />
* Ana Cristina Cesar<br />
<br />
<strong>EU</strong><br />
por Eugênia Fraietta<br />
<br />
eu sempre acabo de nascer: &#8211; é uma menina!<br />
o que virá a ser eu? o que virei a ser sendo ela?<br />
por que desconfio de sê-lo?<br />
por que piso em ovos?<br />
por que me abro em vieses?<br />
ainda me pergunto se faço gênero.<br />
<br />
* Ilustrações das Poetas, internet.</p>
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		<title>sarau no solar, participem</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 03:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[sarau]]></category>
		<category><![CDATA[solar]]></category>

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saiba mais



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<br />
saiba mais<br />
<br />
<span id="more-4885"></span><br />
<img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Sarau.jpg" alt="Sarau" title="Sarau" width="352" height="497" class="alignnone size-full wp-image-4886" /></p>
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		<title>porque é Domingo, um poema de Rubens Jardim</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 03:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Jardim]]></category>

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		<description><![CDATA[

Saiba mais e leia outros poemas do autor em seu site:
http://www.rubensjardim.com/
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Sem-título_-um-poema-de-Rubens-Jardim.jpg" alt="Sem título_ um poema de Rubens Jardim" title="Sem título_ um poema de Rubens Jardim" width="336" height="374" class="alignnone size-full wp-image-4881" /><br />
<br />
Saiba mais e leia outros poemas do autor em seu site:<br />
http://www.rubensjardim.com/</p>
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