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	<title>Vidráguas</title>
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		<title>Lendo Radovan Ivsic, amo esparramar quem leio&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 12:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[BRIONI à Annie Os cervos são borboletas as borboletas são peixes os peixes são claridade a claridade é morte a morte é laranja a laranja é vulcão o vulcão é feno o feno é elefante o elefante é afogamento o afogamento é riso o riso é montanha a montanha é anel o anel é solidão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>BRIONI<br />
à Annie<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/25/lendo-radovan-ivsic-amo-esparramar-quem-leio/radovan-ivsic/" rel="attachment wp-att-19518"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Radovan-Ivsic-300x225.jpg" alt="Radovan Ivsic" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-19518" /></a><br />
<br />
Os cervos são borboletas<br />
as borboletas  são peixes<br />
os peixes são claridade<br />
a claridade é morte<br />
a morte é laranja<br />
a laranja é vulcão<br />
o vulcão é feno<br />
o feno é elefante<br />
o elefante é afogamento<br />
o afogamento é riso<br />
o riso é montanha<br />
a montanha é anel<br />
o anel é solidão<br />
a solidão é areia<br />
a areia é roda<br />
a roda é terremoto<br />
o terremoto é cílios<br />
os cílios são cascata<br />
a cascata é bigorna<br />
a bigorna é lembranças<br />
as lembranças são vermelho<br />
o vermelho é chicote<br />
o chicote é fim<br />
o fim é mel<br />
o mel é nuvem<br />
a nuvem é o infinito<br />
o infinito é infinito<br />
( 22 de junho de 2001)<br />
<br />
BRIONI<br />
à Annie<br />
<br />
Les cerfs sont papillons<br />
les papillons sont poissons<br />
les poissons sont clarté<br />
la clarté est mort<br />
la mort est orange<br />
l’orange est volcan<br />
le volcan est foin<br />
le foin  est éléphant<br />
l’éléphant est noyade<br />
la noyade est rire<br />
le rire est montagne<br />
la montagne est anneau<br />
l’anneau est solitude<br />
la solitude est sable<br />
le sable est roue<br />
la roue est tremblement de terre<br />
le tremblement de terre est cils<br />
les cils sont cascade<br />
la cascade est enclume<br />
l’enclume est souvenirs<br />
les souvenirs sont rouge<br />
le rouge est fouet<br />
le fouet est fin<br />
la fin est miel<br />
le miel est nuage<br />
le nuage est l’infini<br />
l’infini est infini<br />
<br />
IVSIC, Radovan. &#8220;BRIONI&#8221;. In:Poesia Reunida. Tradução de Eclair Antonio Almeida Filho.1. Ed.,Lumme Editor, São Paulo, 2013, p.p. 304. 305.<br />
<br />
Uma emoção imensa estar a escutar a poesia deste poeta úmido, sensível, que não só embala o canto, mas faz do viver de quem ama a poesia crédito, argamassa, e claro, mais que sonhos. Seus versos são aVidamentos de que se sonhar sonhamos todos, a diferença está no que com ele fizermos&#8230;, que sejam poemas!<br />
<br />
Escutar &#8220;Mavena&#8221; em croata, francês e português, ontem em seu lançamento nacional na Casa das Rosas, ainda  em mim ressoa, retumba, eis o que tece a poesia de Ivsic: ela não só sonha, ela ecoa!</p>
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		<title>Lendo Rubens Jardim, amo esparramar quem leio&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/24/lendo-rubens-jardim-amo-esparramar-quem-leio/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 17:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poetas Consagrados -]]></category>
		<category><![CDATA[amo esparramar quem leio]]></category>
		<category><![CDATA[poemas consagrados]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[Rubens Jardim]]></category>
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		<description><![CDATA[a arte é manha de vir a arte é manha de ver a arti- manha: viver JARDIM, Rubens. In: Cantares da Paixão. Arte Pau Brasil. São Paulo: Manuela Editorial, 2008.p 28]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/24/lendo-rubens-jardim-amo-esparramar-quem-leio/481795_512551612142412_679062824_n/" rel="attachment wp-att-19514"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/481795_512551612142412_679062824_n-225x300.jpg" alt="481795_512551612142412_679062824_n" width="225" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-19514" /></a><br />
<br />
a arte é<br />
manha<br />
de vir<br />
a arte é<br />
manha<br />
de ver<br />
a arti-<br />
manha:<br />
viver<br />
<br />
JARDIM, Rubens. In: Cantares da Paixão. Arte Pau Brasil. São Paulo: Manuela Editorial, 2008.p 28</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O reflexo complexo em si: A LUCIDEZ, crônica poética por Tânia Du Bois&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/23/o-reflexo-complexo-em-si-a-lucidez-cronica-poetica-por-tania-du-bois/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 21:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[O reflexo complexo em si: A LUCIDEZ]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[O reflexo complexo em si: A LUCIDEZ por Tânia Du Bois Inquietos são os momentos de lucidez / Pacíficas as ameaçadoras loucuras” (Carmen Presotto) As palavras de Nilto Maciel, “a lucidez possível”, me faz refletir sobre a lucidez como assunto que vem à baila: algo que se lembra, que se ouve, qualquer coisa que se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O reflexo complexo em si: A LUCIDEZ<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/23/o-reflexo-complexo-em-si-a-lucidez-cronica-poetica-por-tania-du-bois/542513_372311369499771_68618476_n/" rel="attachment wp-att-19508"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/542513_372311369499771_68618476_n-300x209.jpg" alt="542513_372311369499771_68618476_n" width="300" height="209" class="alignnone size-medium wp-image-19508" /></a><br />
<br />
Inquietos são os momentos de lucidez /<br />
Pacíficas as ameaçadoras loucuras”<br />
(Carmen Presotto)<br />
<br /> <br />
As palavras de Nilto Maciel, “a lucidez possível”, me faz refletir sobre a lucidez como assunto que vem à baila: algo que se lembra, que se ouve, qualquer coisa que se lê. Pois, nas lembranças, encontro Orides Fontela que poetizou que “A lucidez, alucina”.  É claro que o sentimento às vezes se desvia completamente da ideia, como em José Castello, “A lucidez absoluta é uma mentira sinistra: todos vivemos um pouco no escuro. O importante é que cada passo esteja sincronizado com o que se sente. E sentimentos são sempre confusos e imperfeitos.” Personagens delirantes apresentam histórias de lucidez: lúcido em emocionantes momentos de delírios, como em Carlos Higgie,”&#8230;Num instante de lucidez, Marcelo passou a raiva, dos ciúmes mastigados e afogados, para a sensação de vitória e, depois, de piedade&#8230;”.<br />
<br />
No seu livro de poemas, Brevidades, Pedro Du Bois expõe (suas) brevidades, revelando tipos obsessivos, frutos de suas observações sobre a lucidez, o equilíbrio, a natureza e o sentimento, “Permito-me a lucidez: vejo a árvore e os frutos;/ &#8230;A lucidez contém luzes enfeitiçadas de verdades. / A lucidez é o meu cansaço.”<br />
<br />
A lucidez é (ou não) abrir a janela a vários estados de consciência: mergulhar no desconhecido; ter forte lembrança de como fazer a vida; fazer o link com a infância; saber lidar com a loucura; ter vida diferente das nóias. Enfim, a loucura é igual para todos ou seria a lucidez o reflexo complexo em si, algo a ser definido, porque as pessoas têm comportamento mitificado na loucura? Para Michel Foucault, “definir loucura é não saber como se está no mundo.” Não creio que existam loucos com noção do que seja a lucidez. Penso que a lucidez está misturada ao lugar onde tentamos construir os sonhos, como encontro no livro Lucidez Embriagada de Hélio Pellegrino.<br />
<br />
Rodrigo de Souza Leão, no livro Há Flores na Pele, fala de loucura. E o Carbono Pautado, também obra de Rodrigo, revela a lucidez em difíceis tempos e revela que “Nós vivemos em tempos esquizofrênicos. Muita gente tem depressão ou síndrome do pânico. É uma sociedade que está doente porque dá valor ao que não se deve: o dinheiro. O ser humano viveria muito mais se parasse com essa babaquice de querer dominar o outro.”<br />
<br />
Em Augusta Faro, n’A Friagem, encontro contos que levam o leitor a viajar num mundo de contradições e absurdos. Segundo Stella Leonardos, “o forte do livro é a fatalidade do destino”. Augustinha, como conhecida, faz poesia e prosa em matizes que mesclam o real e o absurdo; o imaginário e o simbólico, arquitetado, direcionado e moldado pela razão, Travessia // Transpassada / trespassada / tripartida / tropeçada / truncada. / Isso lá é vida?”<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/?s=tania+du+bois">Tânia Du Bois</a>, professora, bibliotecária, editora, amante de poesia, que conosco escreve todas quintas-feiras.           </p>
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		</item>
		<item>
		<title>É hoje, lançamento de Autoplágio de Wilson Caritta.Viva mais poesia nas ruas&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/23/e-hoje-lancamento-de-autoplagio-de-wilson-caritta-viva-mais-poesia-nas-ruas/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 13:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Autoplágio]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
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		<category><![CDATA[Wilson Caritta]]></category>

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		<description><![CDATA[É um prazer estar em São Paulo para este brinde poesia, venho acompanhando, estando em poesia diariamente com o trabalho de Wilson Caritta, poeta que em seu fazer poético traz junta à palavra o verbo polir, cuidado, muita leitura e amor poesia. A edição é da PATUÁ, um trabalho precioso de Eduardo Lacerda, editor, amigo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É um prazer estar em São Paulo para este brinde poesia, venho acompanhando, estando em poesia diariamente com o trabalho de <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/?s=Wilson+Caritta">Wilson Caritta</a>, poeta que em seu fazer poético traz junta à palavra o verbo polir, cuidado, muita leitura e amor poesia. A edição é da <a href="http://www.editorapatua.com.br/">PATUÁ</a>, um trabalho precioso de Eduardo Lacerda, editor, amigo e companheiro, um amante da poesia feito eu.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/23/e-hoje-lancamento-de-autoplagio-de-wilson-caritta-viva-mais-poesia-nas-ruas/convite_pea-alta/" rel="attachment wp-att-19503"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/convite_pea-alta-300x225.jpg" alt="convite_pea-alta" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-19503" /></a><br />
<br />
( clique na imagem para ampliar)<br />
Em Transe<br />
<br />
Trincou a palavra na ponta da língua<br />
quebrou escorrida pela par/te íntima<br />
Mordeu a essência – trancou a boca.<br />
<br />
E vamos lá, sucesso, sucesso, e Ave Poesia!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poemas Traduzidos XXXVIII &#8211; Adriano Nunes</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/22/poemas-traduzidos-xxxviii-adriano-nunes/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 13:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas Traduzidos - Adriano Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Adriano Nunes]]></category>
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		<category><![CDATA[I LAY WITH MY HEAD IN YOUR LAP CAMERADO]]></category>
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		<category><![CDATA[Poemas Traduzidos XXXVIII]]></category>
		<category><![CDATA[poesia inglesa]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Whitman]]></category>

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		<description><![CDATA[Viva, hoje em Poemas Traduzidos o Mestre: Walt Whitman! AS I LAY WITH MY HEAD IN YOUR LAP CAMERADO &#8211; Walt Whitman AS I lay with my head in your lap camerado, The confession I made I resume, what I said to you and the open air I resume, I know I am restless and [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Viva, hoje em Poemas Traduzidos o Mestre: <a href="http://www.waltwhitman.org/">Walt Whitman</a>!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/22/poemas-traduzidos-xxxviii-adriano-nunes/walt-whitman-in-camden-new-jersey-1887/" rel="attachment wp-att-19498"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/walt-whitman-in-camden-new-jersey-1887-300x250.jpg" alt="walt-whitman-in-camden-new-jersey-1887" width="300" height="250" class="alignnone size-medium wp-image-19498" /></a><br />
<br />
<strong>AS I LAY WITH MY HEAD IN YOUR LAP CAMERADO</strong> &#8211; Walt Whitman<br />
<br />
AS I lay with my head in your lap camerado,<br />
The confession I made I resume, what I said to you and the open<br />
air I resume,<br />
I know I am restless and make others so,<br />
I know my words are weapons full of danger, full of death,<br />
For I confront peace, security, and all the settled laws, to unsettle<br />
them,<br />
I am more resolute because all have denied me than I could ever<br />
have been had all accepted me,<br />
I heed not and have never heeded either experience, cautions,<br />
majorities, nor ridicule,<br />
And the threat of what is call&#8217;d hell is little or nothing to me,<br />
And the lure of what is call&#8217;d heaven is little or nothing to me;<br />
Dear camerado! I confess I have urged you onward with me, and<br />
still urge you, without the least idea what is our destination,<br />
Or whether we shall be victorious, or utterly quell&#8217;d and defeated.<br />
<br />
<strong>Quando pouso a minha cabeça em teu colo, companheiro</strong> &#8211; Tradução de Adriano Nunes<br />
<br />
Quando pouso a minha cabeça em teu colo, companheiro,<br />
A confissão que te fiz confirmo, o que te afirmei ao ar livre reafirmo,<br />
Sei que sou inquieto e torno outros assim,<br />
Sei que minhas palavras são armas repletas de perigo, repletas de morte,<br />
Pois confronto paz, segurança, e todas as leis estabelecidas, para desestabelecê-las,<br />
Sou mais resoluto porque tudo se negou a mim do que pelo que poderia ter, se tudo me aceitasse,<br />
Não presto atenção e nunca prestei atenção em qualquer experiência, cuidados, maiorias nem no ridículo,<br />
E a ameaça do que é tido como inferno é pouco ou nada para mim,<br />
E a atração do que é tido como paraíso é pouco ou nada para mim;<br />
Caro companheiro, confesso que te tenho impelido a seguir comigo, e ainda te instigado, sem a menor ideia do que será nosso destino,<br />
Ou se seremos vitoriosos, ou plenamente subjugados e derrotados.<br />
<br />
In: WHITMAN, Walt. &#8220;Leaves of Grass&#8221;. Philadelphia: DAVID McKAY, PUBLISHER,1891-&#8217;2, page 251.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/?s=poemas+traduzidos">Adriano Nunes</a>, poeta,tradutor, médico, servidor público,autor de Laringes de Grafite, e intenso leitor e difusor de Poesia e Literatura em redes sociais, um agregador de Cultura e mais Vida.<br />
<br />
Confiram mais poemas, traduções em seus blogues: <a href="http://astripasdoverso.blogspot.com.br/search/label/TRADU%C3%87%C3%83O">“quefaçocomoquenãofaço”</a> e Adriano Nunes – Poeta e agora também no Site:<a href="http://touromanauara.wix.com/adriano-nunes">http://touromanauara.wix.com/adriano-nunes</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Preguei os pôsteres na porta dos cabelos, crônica de Carmen Presotto</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/21/preguei-os-posteres-na-porta-dos-cabelos-cronica-de-carmen-presotto/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 23:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[carmen;carmen silvia presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Preguei os pôsteres na porta dos cabelos]]></category>
		<category><![CDATA[sentir sinta quem lê]]></category>

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		<description><![CDATA[Preguei os pôsteres na porta dos cabelos por Carmen Presotto Foram tantos os fios caídos, outros que empalideceram. Meus cabelos hoje são vermelhos, uma cor inventada, alienígena, totalmente livre de calendários, a ponto de me levar ao salão do bairro quando eu menos espero ou tenha o menor desejo de ir. Preciso embebedá-los de pastas. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Preguei os pôsteres na porta dos cabelos<br />
por Carmen Presotto<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/21/preguei-os-posteres-na-porta-dos-cabelos-cronica-de-carmen-presotto/936983_511538708910369_601736654_n/" rel="attachment wp-att-19494"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/936983_511538708910369_601736654_n-225x300.jpg" alt="936983_511538708910369_601736654_n" width="225" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-19494" /></a><br />
<br />
Foram tantos os fios caídos, outros que empalideceram.<br />
<br />
Meus cabelos hoje são vermelhos, uma cor inventada, alienígena, totalmente livre de calendários, a ponto de me levar ao salão do bairro quando eu menos espero ou tenha o menor desejo de ir.<br />
<br />
Preciso embebedá-los de pastas. Estão loucos de sede, avaros, degolados pelas pontas retorcidas por tamanha sofreguidão, aproveito para colocar às unhas num esmalte que amacie meu tamborilar de dedos.<br />
<br />
Não sei o que é pior, viver com o espectro do que me desconheço, esses cabelos brancos, ou retocar as raízes e não prever ao certo quando os fios carecem de tratamento.<br />
<br />
Além da tortura a que me submeti, opção que agora questiono, talvez seja escutar sempre a mesma ladainha ao retirar a famosa gosma que logo me deixará ruiva: Água gelada? Tem certeza?<br />
<br />
Sim, devo ser sincera aqui, não falo nada além do sim, água gelada sim, mas, por favor, devo confessar que ser uma mulher ruiva tem lá seus momentos de cochichos, e já que não posso deixar a cabeça lá, peço água gelada sim. Melhor acabar logo com a sangria. Nada como uma água gelada na nuca. Acalma qualquer bafo, qualquer sofreguidão, qualquer desqualquer.<br />
<br />
Nem sempre foi assim, antigamente meu cabelo não necessitava nada além de algumas tesouradas. A mudança deve ter ocorrido logo após minha primeira comunhão. Resolvi desentalar todas as oferendas dominicais e oferecer meus cachos aos ídolos. Em 1970, quando cortei a maneira de Paul Mcartney, vi que nada mudara além de meus xampus e ainda por cima estava traindo Lennon, tive vontade de raspar. Para chegar a Bethânia, não tinha jeito, meus cabelos eram finos, castanhos claros e ondulados.<br />
<br />
Mutante, diante do espelho, alternei caras e bocas. Engoli todas as notas vindas de Rita Lee. Dobrando os cílios até se tornarem sombrinhas, esticava meus olhos com momentos de sombras verdes. Desloquei os fios com as sombras de bastão, tubinhos pequenos, que vinham grudados até montar uma tripa. Meus cabelos são péssimos sósias.<br />
<br />
Tentava imitar e me tornava igual ao meu nascimento. Tentava ser igual e imitava.<br />
<br />
Os cabelos têm vida própria, mas contrario a genética; pincelo sangue. Na menopausa, quando os fios empalidecem, menstruo.<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto &#8211; Vidráguas! </p>
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		<title>Hoje em poema em primeira mão Vidráguas &#8211; Joelma Bittencourt</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 22:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Psiu!, Para ler, cliquem duas vezes e a imagem se engrandece e a poesia agradece!! Poema de Joelma Bittencourt, que faz parte de uma série, inédito lançado em primeira mão em Vidrágias com Arte de Joice Furtado. Confiram mais poemas nos blogues das autoras. Transfigurações e Um gole de poiesis. Joice é a autora da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu!, Para ler, cliquem duas vezes e a imagem se engrandece e a poesia agradece!!<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/21/hoje-em-poema-em-primeira-mao-vidraguas-joelma-bittencourt/a-menina-e-o-quintal-ii/" rel="attachment wp-att-19486"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/a-menina-e-o-quintal-II-210x300.jpg" alt="a menina e o quintal II" width="210" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-19486" /></a><br />
<br />
Poema de <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/12/poema-em-primeira-mao-vidraguas-joelma-bittencourt/">Joelma Bittencourt</a>, que faz parte de uma série, inédito lançado em primeira mão em Vidrágias com Arte de Joice Furtado.<br />
<br />
Confiram mais poemas nos blogues das autoras. <a href="http://transfiguracoes.blogspot.com.br/">Transfigurações</a> e <a href="http://umgoledepoiesis.blogspot.com.br/2013/01/poesia-do-solucar.html">Um gole de poiesis</a>. Joice é a autora da Edição e Ate de nosso <a href="http://pt.calameo.com/books/00216626926b620c86855">Web-Livro Ventrelinhas</a>.</p>
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		<title>Lendo Antonio Cicero, amo esparramar quem leio&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 12:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diamante O amor seria fogo ou ar em movimento, chama ao vento; e no entanto é tão duro amar este amor que o seu elemento deve ser terra: diamante, já que dura e fura e tortura e fica tanto mais brilhante quanto mais se atrita, e fulgura, ao que parece, para sempre: e às vezes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Diamante<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/21/lendo-antonio-cicero-amo-esparramar-quem-leio/270977_507878575943049_543219716_n/" rel="attachment wp-att-19482"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/270977_507878575943049_543219716_n.jpg" alt="270977_507878575943049_543219716_n" width="206" height="206" class="alignnone size-full wp-image-19482" /></a><br />
<br />
O amor seria fogo ou ar<br />
em movimento, chama ao vento;<br />
e no entanto é tão duro amar<br />
este amor que o seu elemento<br />
deve ser terra: diamante,<br />
já que dura e fura e tortura<br />
e fica tanto mais brilhante<br />
quanto mais se atrita, e fulgura,<br />
ao que parece, para sempre:<br />
e às vezes volta a ser carvão<br />
a rutilar incandescente<br />
onde é mais funda a escuridão;<br />
e volta indecente esplendor<br />
e loucura e tesão e dor.<br />
<br />
CICERO, Antonio. &#8220;Diamante&#8221;. In: PORVENTURA, Rio de Janeiro, REDORD, 2012, p.27.<br />
<br />
Leiam, conheçam mais a Poética deste Cancionista:<a href="http://www2.uol.com.br/antoniocicero/">http://www2.uol.com.br/antoniocicero/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hoje, em poema em primeira mão Vidráguas &#8211; Maria De Fátima Monteiro</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 14:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poema em primeira mão]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia Vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Maria De Fátima Monteiro]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Detalhes&#8230; Sentia o teu olhar que me despia quando enfim as tuas mãos eu consenti vi que fechavas os olhos não precisavas ver pois em todos os detalhes me sabias Maria de Fátima Monteiro, poeta, autora de Voo, edição Vidráguas, 2012. A Fotografia é de Vadim Stein!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Detalhes&#8230;<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/20/hoje-em-poema-em-primeira-mao-vidraguas-maria-de-fatima-monteiro/396332076_640/" rel="attachment wp-att-19477"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/396332076_640-300x168.jpg" alt="396332076_640" width="300" height="168" class="alignnone size-medium wp-image-19477" /></a><br />
<br />
Sentia o teu olhar que me despia<br />
quando enfim as tuas mãos eu consenti<br />
vi que fechavas os olhos<br />
não precisavas ver<br />
pois em todos os detalhes<br />
me sabias<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/?s=maria+de+f%C3%A1tima+monteiro">Maria de Fátima Monteiro</a>, poeta, autora de Voo, edição Vidráguas, 2012.<br />
<br />
A Fotografia é de Vadim Stein!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amo esparramar quem leio, lendo Paul Celan&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/19/amo-esparramar-quem-leio-lendo-paul-celan-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poetas Consagrados -]]></category>
		<category><![CDATA[amo esparramar quem leio]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Celan]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poetas Consagrados]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[FLOR A pedra. A pedra no ar, que segui. Teu olho, tão cego como a pedra. Éramos mãos, esvaziamos a escuridão, encontramos a palavra, que ascendia o verão: flor. Flor — uma palavra de cegos, Teu olho e meu olho: procuram água. Crescimento. O coração: de parede a parede se forma. Uma palavra ainda, como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>FLOR<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2013/05/19/amo-esparramar-quem-leio-lendo-paul-celan-2/celan/" rel="attachment wp-att-19473"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Celan-257x300.jpg" alt="Celan" width="257" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-19473" /></a><br />
<br />
A pedra.<br />
A pedra no ar, que segui.<br />
Teu olho, tão cego como a pedra.<br />
<br />
Éramos<br />
mãos,<br />
esvaziamos a escuridão, encontramos<br />
a palavra, que ascendia o verão:<br />
flor.<br />
<br />
Flor — uma palavra de cegos,<br />
Teu olho e meu olho:<br />
procuram<br />
água.<br />
<br />
Crescimento.<br />
O coração: de parede a parede<br />
se forma.<br />
<br />
Uma palavra ainda, como esta, e os martelos<br />
vibram ao ar livre.<br />
<br />
BLUME<br />
<br />
Der Stein.<br />
Der Stein in der Luft, dem ich folgte.<br />
Dein Aug, so blind wie der Stein.<br />
<br />
Wir waren<br />
Hände,<br />
wir schöpften die Finsternis leer, wir fanden<br />
das Wort, das den Sommer heraufkam:<br />
Blume.<br />
<br />
Blume — ein Blindenwort.<br />
Dein Aug und mein Aug:<br />
sie sorgen<br />
für Wasser.<br />
<br />
Wachstum.<br />
Herzwand um Herzwand<br />
blättert hinzu.<br />
<br />
Ein Wort noch, wie dies, und die Hämmer<br />
schwingen im Freien.<br />
<br />
CELAN, Paul. ( 1920 &#8211; 1970 ). “BLUME” ; In: Cristal, Seleção e Tradução Claudia Cavalcanti &#8211; 2. Reimp. São Paulo, ILUMINURAS, 2011. p.p. 64-65</p>
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