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	<title>Vidráguas</title>
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		<title>&#8220;Ah..(a)mares XXXI&#8221;, e segue o livro em contrução&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA["Ah..(a) mares"Poemas Carmen Silvia Presotto - 2012]]></category>
		<category><![CDATA["Ah...(a)mares XXXI"]]></category>
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		<category><![CDATA[livro de carmen silvia presotto - web]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[“Ah…(a)mares XXXI Há momentos em que travamos a saliva arranhões no gosto das palavras uns chegam feito ardis outros, agridoces tal mel e anis Palavras em melodia saltitantes inVentos em poesia templos : influxos de vida meia água meia tela outro tanto, na areia sonhos possíveis olho ao longe leio Vallejo&#8230; alongo o pensamento maríntimo! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Ah…(a)mares XXXI<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n17.jpg" rel="lightbox[15175]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n17-300x199.jpg" alt="" title="531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-15176" /></a><br />
<br />
Há momentos<br />
em que travamos a saliva<br />
arranhões<br />
no gosto das palavras<br />
<br />
uns chegam<br />
feito ardis<br />
outros,  agridoces<br />
tal mel e anis<br />
<br />
Palavras<br />
em melodia<br />
saltitantes<br />
inVentos<br />
<br />
em poesia<br />
templos<br />
:<br />
influxos<br />
de vida<br />
<br />
meia água<br />
meia tela<br />
outro tanto, na areia<br />
sonhos possíveis<br />
<br />
olho ao longe<br />
leio Vallejo&#8230;<br />
alongo o pensamento<br />
<br />
maríntimo!<br />
<br />
“ cae, cae del aguacero<br />
la humana ecuación de tu amor&#8221;*<br />
<br />
se  de mim , pensar-te  é uma  parte<br />
a outra,  só pode ser te (a)mar&#8230;<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto – em mais um poema em contrução, “Ah…(a)mares XXXI”, Vidráguas.<br />
<br />
Poema retrabalhado, alongado a esta contrução. Feliz, conto que a caminho do/com o mar, ordeno a poesia em mim, que está aqui, ali, em livros, na Web e agora neste trabalho que teço.<br />
<br />
A fotografia é de Ricardo Hegenbart!<br />
<br />
* Versos colhido do poema LLUVIA de César Vallejo, em Los Heraldos Negros, Losada- 1961, p. 90</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em Vidráguas, O troco por Lisa Alves&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 22:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Quase_Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[A prisioneira do bosque]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Lisa Alves]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Troco por Lisa Alves Mas quase nos entendemos nesse leve desencontro, nesse quase que é a única forma de suportar a vida em cheio, pois um encontro brusco face a face com ela nos assustaria, espaventaria os seus delicados fios de teia de aranha. Clarice Lispector &#8211; Água Viva Desencaminhou sua quietude ao cruzar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Troco<br />
por <a href="http://lisaallves.blogspot.com.br/">Lisa Alves</a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/androgino-aurora-consurgens-libro-del-s-xv.jpg" rel="lightbox[15165]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/androgino-aurora-consurgens-libro-del-s-xv-176x300.jpg" alt="" title="androgino-aurora-consurgens-libro-del-s-xv" width="176" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-15166" /></a><br />
<br />
<em>Mas quase nos entendemos nesse leve desencontro,<br />
nesse quase que é a única forma de suportar a vida<br />
em cheio, pois um encontro brusco face a face<br />
com ela nos assustaria, espaventaria os seus delicados<br />
fios de teia de aranha.</em><br />
Clarice Lispector &#8211; Água Viva<br />
<br />
Desencaminhou sua quietude ao cruzar com sua meia alma. O encaixe despontou como um Big Bang de sensaçõesB – ele desmoronou, gemeu, seu corpo não suportou o atrito de energias tão compatíveis.Trêmulo estendeu a mão para que ela o alcançasse e ela sem delongas correu ao seu encontro – presenteando-o com um doce toque de cobre na calçada.<br />
<br />
Lisa Alves, grande leitora de Lispector, Sylvia Plath, Bukowski e tanto outros que nos enlaçam o caminho, escreve conosco em redes sociais&#8230;<br />
<br />
&#8230; e diariamente em seu blog <a href="http://lisaallves.blogspot.com.br/">A Fábula de um Mundo Real</a>,confiram!! </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quer Saber VII &#8211; e segue a série do cotidiano&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/17/quer-saber-vii-e-segue-a-serie-do-cotidiano/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quer Saber? - Poemas de Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Ilya Rashap]]></category>
		<category><![CDATA[poemas do cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Quer Saber- Poemas de Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer Saber VII? Seguindo o branco papel aliso o pânico enrolo o vento Debruçada no medo balanço antigos pensamentos sacudo a poeira dos poros e Quer saber? - teu olhar me veste, despe &#8230;reveste canta imanta nua de mim pele de teus tempos agora, descruzo as pernas conserto versos ao ponto sonolento, &#8230; feliz &#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quer Saber VII?<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n3.jpg" rel="lightbox[15156]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n3-300x171.jpg" alt="" title="558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n" width="300" height="171" class="alignnone size-medium wp-image-15161" /></a><br />
<br />
Seguindo o branco papel<br />
aliso o pânico<br />
enrolo o vento<br />
<br />
Debruçada no medo<br />
balanço antigos pensamentos<br />
sacudo a poeira dos poros<br />
<br />
 e Quer saber?<br />
- teu olhar<br />
me veste, despe<br />
&#8230;reveste<br />
canta imanta<br />
<br />
nua de mim<br />
pele de teus tempos<br />
agora, descruzo as pernas<br />
conserto versos<br />
<br />
ao ponto sonolento, &#8230; feliz<br />
&#8230; escrevo!<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto – em mais um poema à série Quer Saber? – Vidráguas, poemas ao cotidiano, leves , cantantis e brincalhões!!<br />
<br />
&#8230; e este poema é um poema que retrabalhei, e sigo ordenando minha poesia, exercitando-me poeticamente&#8230;eba!!<br />
<br />
A fotografia que uso para marcar está série é de Ilya Rashap!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A arte de contar por Tânia Du Bois&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 16:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[crônicas poéticas]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[A ARTE DE CONTAR por Tânia Du Bois Era uma vez&#8230; Contar histórias para a criança é uma arte. É ótima oportunidade de estreitar os laços familiares e ainda incentivá-la a dar asas à imaginação. É o momento em que a criança percebe que os adultos sentem e pensam como ela. O hábito de contar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ARTE DE CONTAR<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/110601671.jpg" rel="lightbox[15153]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/110601671-300x214.jpg" alt="" title="11060167" width="300" height="214" class="alignnone size-medium wp-image-15154" /></a><br />
<br />
Era uma vez&#8230; Contar histórias para a criança é uma arte. É ótima oportunidade de estreitar os laços familiares e ainda incentivá-la a dar asas à imaginação. É o momento em que a criança percebe que os adultos sentem e pensam como ela.<br />
<br />
O hábito de contar histórias é essencial para as crianças aprenderem a elaborar e exercer o raciocínio crítico; desenvolver a criatividade e as suas fantasias. Nada é mais mágico que a imaginação da criança.<br />
<br />
Ouvir histórias, essa postura faz com que a criança sinta que está tendo a chance de sonhar acordada. Ao liberar as suas fantasias, a criança compreende o mundo em que habita e aprende a lidar com as suas emoções. Cada personagem apresenta um significado para o desenvolvimento do universo infantil.<br />
<br />
leia toda a crônica poética<br />
<span id="more-15153"></span><br />
<br />
A arte de contar histórias é importante para o desenvolvimento emocional e para a aquisição de conhecimentos; aprendem a lidar com a realidade de forma lúdica e a exercitar a capacidade de aceitar a vida, o amor, a morte e os conceitos éticos, ajudando-as a entender o que parece inexplicável.<br />
Não existe fórmula “correta” para contar histórias, nem lugar adequado. O que vale é a dedicação e a vontade. É preciso fazer parte do mundo infantil, o que na prática significa sentar no chão, ajoelhar-se e ser espontânea.<br />
<br />
Caso não se sinta à vontade para interpretar a história, simplesmente leia com o livro nas mãos, para as crianças “verem” a leitura, despertando nelas a emoção e o interesse, envolvendo quem conta e quem escuta.<br />
<br />
Não importa qual seja a história que se conte ou que se leia – as fantasias são exemplos para que as crianças comecem a entender o até então inexplicável.<br />
<br />
As crianças gostam de contar e precisam ouvir histórias; através do lúdico e da magia da leitura vão descobrindo o mundo fantástico da criação e se preparando para enfrentar melhor as dificuldades impostas pela modernidade.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Maríntimo, vivas a mais um poema&#8230; &#8220;Ah&#8230;(a)mares XXX!</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/17/marintimo-vivas-mais-um-poema-ah-amares-xxx/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 02:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA["Ah..(a) mares"Poemas Carmen Silvia Presotto - 2012]]></category>
		<category><![CDATA["Ah...(a)mares XXX"]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[livro de carmen silvia presotto - web]]></category>
		<category><![CDATA[maríntimo]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Hegenbart]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Äh&#8230;(a)mares XXX&#8221; Sento na areia, me aconchego tua brisa me acolhe no ar, um raro efeito passeio, amares além dos poros Olha, o verde já está mais verde o azul, intenso ouro agora é amarelo olha o branco nos horizonta na gola do mar o aroma de nossos sonhos psiu! descalços os pés no repuxo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Äh&#8230;(a)mares XXX&#8221;<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n16.jpg" rel="lightbox[15144]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n16-300x199.jpg" alt="" title="531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-15145" /></a><br />
<br />
Sento na areia, me aconchego<br />
tua brisa me acolhe<br />
<br />
no ar, um raro efeito<br />
passeio, amares<br />
além dos poros<br />
<br /> <br />
Olha,<br />
<br />
o verde já está mais verde<br />
o azul, intenso<br />
ouro agora é amarelo<br />
<br />
olha<br />
o branco nos horizonta<br />
<br />
na gola do mar<br />
o aroma de nossos sonhos<br />
<br />
psiu!<br />
descalços os pés<br />
no repuxo das ondas<br />
a pele em carícias&#8230;<br />
&#8230; somos liberdade<br />
<br />
olha<br />
a feliz idade das mãos<br />
<br />
trasparece do cinza<br />
versos sem maresia<br />
&#8230; não mais seres do acaso,<br />
sombras habitadas<br />
<br />
&#8230; e onde o preto  se  faz eco<br />
nada mais me espanta<br />
te vejo antes de mim<br />
reflito te abraço<br />
<br />
- maríntimo-<br />
e me trazes do fim…<br />
<br />
Poema de Carmen Silvia Presotto – em mais um poema em contrução, “Ah…(a)mares XXX”.<br />
<br />
Eba, e mais um poema retrabalhado, alongado e nesta contrução. Feliz, conto que a caminho do/com o mar, ordeno a poesia em mim, que está aqui, ali, em livros, na Web e agora neste trabalho que teço.<br />
<br />
A fotografia é de Ricardo Hegenbart!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>arVida, poema de Vanessa Vieira&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/16/arvida-poema-de-vanessa-vieira/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 18:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[arVida]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Educar para transformar]]></category>
		<category><![CDATA[poemando com pequenos]]></category>
		<category><![CDATA[Vanessa Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[ArVida Falta o ar quando o ventoVida espalha alegria pelo corpo E assim, o SeRenova&#8230; Haja sustento para palavrear sobre o que nos cativa. Haja!! Incompletos Gozamos do bem viver&#8230; Momentos Segundos que parecem eternos Hey&#8230; Bom falar e descobrir que somos. Respirando ArVida. Poema de Vanessa Vieira que escreve conosco em redes sociais, também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ArVida<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/rivera-El-Vendedor-De-Alcatraces.jpg" rel="lightbox[15135]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/rivera-El-Vendedor-De-Alcatraces-291x300.jpg" alt="" title="rivera El-Vendedor-De-Alcatraces" width="291" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-15141" /></a><br />
<br />
Falta o ar<br />
quando o ventoVida espalha alegria<br />
pelo corpo<br />
E assim, o SeRenova&#8230;<br />
<br />
Haja sustento para<br />
palavrear sobre<br />
o que nos  cativa.<br />
Haja!!<br />
Incompletos<br />
Gozamos do bem viver&#8230;<br />
Momentos<br />
Segundos que parecem eternos<br />
Hey&#8230;<br />
Bom falar e descobrir que somos.<br />
Respirando ArVida.<br />
<br />
Poema de Vanessa Vieira que escreve conosco em redes sociais, também no inVentar palavras e está junto em poesia Vidráguas nas Escolas, saibam mais em seus blogues: <a href="http://poemandopq.blogspot.com.br/">Poemando com Pequenos</a> e <a href="http://trasnformandovidas.blogspot.com.br/">Educar para transformar</a>.<br />
<br />
Arte de Diego-Rivera</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poemas traduzidos VII &#8211; Adriano Nunes</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/16/poemas-traduzidos-vii-adriano-nunes/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/05/16/poemas-traduzidos-vii-adriano-nunes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas Traduzidos - Adriano Nunes]]></category>
		<category><![CDATA["SONETO MERIDIANO"]]></category>
		<category><![CDATA[Adriano Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poemas traduzidos]]></category>
		<category><![CDATA[Severo Sarduy]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=15130</guid>
		<description><![CDATA[Psiu! Sigo trazendo, lendo e relendo os poemas traduzidos de Adriano Nunes. Uma fonte certa de boa poesia, além do cuidado e zelo pelo que traduz, junto vem o desejo de não trair o poema. &#8220;SONETO MERIDIANO&#8221; &#8211; SEVERO SARDUY La transparente luz del mediodía filtraba por los bordes paralelos de la ventana, y el [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu!<br />
<br />
Sigo trazendo, lendo e relendo os poemas traduzidos de Adriano Nunes. Uma fonte certa de boa poesia, além do cuidado e zelo pelo que traduz, junto vem o desejo de não trair o poema.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/P1350061_9.jpg" rel="lightbox[15130]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/P1350061_9-300x247.jpg" alt="" title="P1350061_" width="300" height="247" class="alignnone size-medium wp-image-15131" /></a><br />
<br />
<strong>&#8220;SONETO MERIDIANO&#8221;</strong> &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Severo_Sarduy">SEVERO SARDUY</a><br />
<br />
La transparente luz del mediodía<br />
filtraba por los bordes paralelos<br />
de la ventana, y el contorno de los<br />
frutos; o de tu piel — resplandecía.<br />
<br />
El sopor de la siesta: lejanía<br />
de la isla. En el cambiante cielo<br />
crepuscular, o en el opaco velo<br />
ante el rojo y naranja aparecía<br />
<br />
otro fulgor, otro fulgor. Dormía<br />
en una casa litoral y pobre:<br />
en el aire las lámparas de cobre<br />
<br />
trazaban lentas espirales sobre<br />
el blanco mantel, sombra que urdía<br />
el teorema de la otra geometría.<br />
<br />
<strong>&#8220;Soneto Meridiano&#8221;</strong> -Tradução/transcriação de Adriano Nunes<br />
<br />
A transparente luz do meio-dia<br />
filtrava pelos paralelos bordos<br />
das janelas, e o perímetro dos<br />
frutos; ou de tua pele &#8211; luzia.<br />
<br />
O torpor da sesta: o que distancia<br />
da ilha. Nas permutáveis nuvens dos<br />
crepúsculos, ou nos véus ocultados<br />
ante o roxo e o laranja aparecia<br />
<br />
outro fulgor, outro fulgor. Dormia<br />
em uma casa litorânea e pobre:<br />
e na atmosfera as lâmpadas de cobre<br />
<br />
trançavam as lentas espirais sobre<br />
a branca toalha, sombra que urdia<br />
o teorema d&#8217;outra geometria.<br />
<br />
In: SARDUY, Severo. Obra completa. Tomo I. Edición crítica. Gustavo Guerrero – François Wahl coordenadores. Madrid: ALLCA XX, 1999.<br />
<br />
Leiam toda a postagem<br />
<br />
<span id="more-15130"></span><br />
<br />
Leiam mais este poema de Severo Sarduy em <a href="http://antoniocicero.blogspot.com.br/2012/01/severo-sarduy-rothko-rothko-trad.html">Acontecimentos</a>, e junto um comentário de Antonio Cicero &#8211; uma voz que respeito e admiro como poeta, tradutor e filósofo ao trabalho de Adriano.<br />
<br />
E recriações, segundo Ezra Pound; traduções criativas ou transcrições, de acordo com Haroldo de Campos, e digo eu, ao ler e passo adiante: com este trabalho, sigo aprendendo o valor de uma leitura, onde o contextualizar, evidencia o zelo ao código poético, porque sabemos que não podemos relatar o que se passa na cabeça do poeta. No entanto, pode-se imergir num poema para com ele buscar vida em outra pátria.<br />
<br />
Traduzir/transcriar é um trabalho que exige estar ligado ao coração da poesia, neste pulsar é que,  bate, trabalha, constroem-se os poemas traduzidos. Salve Adriano, gracias!<br />
<br />
Conheçam mais de seu trabalho em suas páginas na web:<br />
<a href="http://astripasdoverso.blogspot.com.br/">“quefaçocomoquenãofaço”</a> e <a href="https://www.facebook.com/pages/Adriano-Nunes-Poeta/203909516306213">Adriano Nunes – Poeta</a><br />
<br />
A imagem das postagens dos poemas traduzidos é a capa de se livro, desenho e arte do artista plástico Gal Oppido! </p>
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		<item>
		<title>Quer saber VI, e a série continua&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 03:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quer Saber? - Poemas de Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[Ilya Rashap]]></category>
		<category><![CDATA[poemas do cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Quer Saber- Poemas de Carmen Silvia Presotto]]></category>
		<category><![CDATA[série de poemas - quer saber?]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer Saber VI Deslizo pela vida sem eira nem beira pensamento solto atento pulso ando em muitas estradas tempaço e amores poeiras quânticas viveres que rejuvenecem atuam florescem refinam entre versos fotos acordes &#8230; amares serArte serVivo serMundo e Quer Saber? psiu! &#8230; creio, avidas-me e tudo acontece. Carmen Silvia Presotto – em mais um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quer Saber VI<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n1.jpg" rel="lightbox[15125]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n1-300x171.jpg" alt="" title="558702_346785475385694_100001627342954_907215_1201760149_n" width="300" height="171" class="alignnone size-medium wp-image-15126" /></a><br />
<br />
Deslizo pela vida<br />
sem eira nem beira<br />
pensamento solto<br />
atento pulso<br />
<br />
ando em muitas estradas<br />
tempaço e amores<br />
poeiras quânticas<br />
<br />
viveres<br />
que rejuvenecem<br />
atuam<br />
florescem<br />
refinam<br />
<br />
entre versos<br />
fotos acordes<br />
&#8230; amares<br />
<br />
serArte serVivo serMundo<br />
<br />
e Quer Saber?<br />
<br />
psiu!<br />
&#8230; creio, avidas-me e tudo acontece.<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto – em mais um poema à série Quer Saber? – Vidráguas, poemas ao cotidiano, leves , cantantis e brincalhões!! e este escrevo escutando Esquadros com Adriana Calcanhotto!!<br />
<br />
A fotografia que uso para marcar está série é de Ilya Rashap!</p>
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		<title>Maríntimo, poema &#8220;Ah&#8230;(a)mares XIX, eba mais um&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 22:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA["Ah..(a) mares"Poemas Carmen Silvia Presotto - 2012]]></category>
		<category><![CDATA["Ah...(a)mares XXIX"]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[livro de carmen silvia presotto - web]]></category>
		<category><![CDATA[maríntimo]]></category>
		<category><![CDATA[poesia brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Maríntimo! Se intuição é olhar para dentro, e o pensamento móvel teu olhar é o reflexo do que em mim acontece Revisemos os vínculos da genética revisemos os vínculos das palavras e alcançaremos o que nos sopra o amor Maríntimo! Intuo no corpo o que és a mim o ar, o céu, (a) mares&#8230; os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n15.jpg" rel="lightbox[15119]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n15-300x199.jpg" alt="" title="531141_342408072484024_128094577248709_1034920_636286465_n" width="300" height="199" class="alignnone size-medium wp-image-15120" /></a><br />
<br />
Maríntimo!<br />
<br />
Se intuição é olhar para dentro,<br />
e o pensamento móvel<br />
teu olhar é o reflexo do que em mim acontece<br />
<br />
Revisemos os vínculos da genética<br />
revisemos os vínculos das palavras<br />
e alcançaremos o que nos sopra o amor<br />
<br />
Maríntimo!<br />
<br />
Intuo no corpo o que és a mim<br />
o ar, o céu, (a) mares&#8230;<br />
os líquidos momentos<br />
em que agora me penso<br />
deságuas em mim, pões a alma<br />
para que num mar maior m/eu poesi(e)<br />
e aí, te conto<br />
:<br />
é onde me produzo mais sólida.<br />
<br />
Poema de Carmen Silvia Presotto – em mais um poema em contrução, “Ah…(a)mares XXIX”.<br />
<br />
Eba, e mais um poema retrabalhado, alongado e que deve estar junto nesta contrução. Feliz, conto que a caminho do/com o mar, ordeno a poesia em mim, que está aqui, ali, em livros, na Web e agora neste trabalho que teço.<br />
<br />
A fotografia é de Ricardo Hegenbart!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poema enRedado Vidráguas, é o 45 e com Cesário Verde!!</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[mo(r)mentos - poemas enRedados]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Sentir sinta quem lê - poema sentido...]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[Cesário Verde]]></category>
		<category><![CDATA[experimentalismos poéticos vidráguas]]></category>
		<category><![CDATA[poema enredado vidráguas - 45]]></category>
		<category><![CDATA[poema enRedados]]></category>
		<category><![CDATA[poesia portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[versos em muitas mãos]]></category>
		<category><![CDATA[webLivros Vidráguas]]></category>

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		<description><![CDATA[Hey, voltamos com nosso enredo poético, nesta série tecemos leitura e homenagem à Poesia Portuguesa, desta vez Cesário Verde. A próxima leitura e escritura será com Camões. Par ler clique na imagem, ou leia lá no blog de Luana Neres, autora de nossa Arte! E logo, logo, estaremos com novidades deste projeto cultural Vidráguas. Seguimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey, voltamos com nosso enredo poético, nesta série tecemos leitura e homenagem à <a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/2012/03/25/sophia-de-mello-breyner-andresen-poema-enredado-vidraguas/">Poesia Portuguesa</a>, desta vez <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ces%C3%A1rio_Verde">Cesário Verde</a>. A próxima leitura e escritura será com Camões.<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Cesario-Verde.jpg" rel="lightbox[15114]"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/Cesario-Verde-212x300.jpg" alt="" title="Cesario Verde" width="212" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-15115" /></a><br />
<br />
Par ler clique na imagem, ou leia lá no blog de <a href="http://luananeres.blogspot.com.br/">Luana Neres</a>, autora de nossa Arte!<br />
<br />
E logo, logo, estaremos com novidades deste projeto cultural Vidráguas. Seguimos com nosso experimentalismo poético em redes sociais e acreditando que um verso susten um outro, e mais, que lendo e em trocas poéticas, um poeta sustentará outro&#8230;<br />
<br />
Estamos com mais de 80.000 leituras na soma de nossos webLibros, isso é muito bom, e seguimos, eba!!!<br />
<br />
Confiram webLivros Vidráguas: <a href="http://en.calameo.com/books/0007035442daaead1e5b4">I</a>, <a href="http://en.calameo.com/books/000842529747eb24cfcfe">II</a>, <a href="http://en.calameo.com/books/00084252928db6a6e14fe">III</a></p>
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