<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vidráguas</title>
	<atom:link href="http://vidraguas.com.br/wordpress/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://vidraguas.com.br/wordpress</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Sep 2010 15:16:57 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>num domingo a la Joyce</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/num-domingo-a-la-joyce/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/num-domingo-a-la-joyce/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[james joyce]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ronald August]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6812</guid>
		<description><![CDATA[

  I

Cordas na terra e no ar
Meiga música compõem;
Cordas junto ao rio, lugar
Onde se unem os chorões

Há música pelo rio -
É Amor, vagueando à toa;
Pálidas flores no manto,
Folhas negras em coroa.

Suavíssimo tocando,
A fronte à música pendente,
E os dedos deslizando
Num instrumento.

Poema de James Joyce, p.51, Música de Câmara, Tradução e Introdução Alípio Correia de Franco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="450" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WP9dsfKPnSk?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/WP9dsfKPnSk?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="385"></embed></object><br />
<br />
  I<br />
<br />
Cordas na terra e no ar<br />
Meiga música compõem;<br />
Cordas junto ao rio, lugar<br />
Onde se unem os chorões<br />
<br />
Há música pelo rio -<br />
É Amor, vagueando à toa;<br />
Pálidas flores no manto,<br />
Folhas negras em coroa.<br />
<br />
Suavíssimo tocando,<br />
A fronte à música pendente,<br />
E os dedos deslizando<br />
Num instrumento.<br />
<br />
Poema de James Joyce, p.51, <em>Música de Câmara</em>, Tradução e Introdução Alípio Correia de Franco Neto.<br />
<br />
Vídeo:Ronald Augusto<br />
<a href="http://poesia-pau.blogspot.com/">http://poesia-pau.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/num-domingo-a-la-joyce/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>poesia no ônibus</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/poesia-no-onibus/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/poesia-no-onibus/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 12:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[poesia no ônibus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6809</guid>
		<description><![CDATA[Previsão


 
A meteorologia
(palavra sem poesia)
avisa: chuva nem pensar,
continuará  seco:
o pampa, a serra,
o planalto, o litoral&#8230;
a boca, a alma e o corpo,
seguem a previsão:
secos, (coisas do coração).

Haydeé Schlichting Hostin Lima, Poesia no ônibus, 17ª edição.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Previsão<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/1zgcf0j.gif"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/1zgcf0j.gif" alt="1zgcf0j" title="1zgcf0j" width="283" height="406" class="alignnone size-full wp-image-6810" /></a><br />
<br /> <br />
A meteorologia<br />
(palavra sem poesia)<br />
avisa: chuva nem pensar,<br />
continuará  seco:<br />
o pampa, a serra,<br />
o planalto, o litoral&#8230;<br />
a boca, a alma e o corpo,<br />
seguem a previsão:<br />
secos, (coisas do coração).<br />
<br />
Haydeé Schlichting Hostin Lima, Poesia no ônibus, 17ª edição.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/poesia-no-onibus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>pensando a Poesia de Gullar com Luís Antônio Giron</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/pensando-a-poesia-de-gullar-com-luis-antonio-giron/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/pensando-a-poesia-de-gullar-com-luis-antonio-giron/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 03:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[conversando sobre literatura]]></category>
		<category><![CDATA[ferreira gullar]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Antônio Giron]]></category>
		<category><![CDATA[pensando com]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6805</guid>
		<description><![CDATA[Poesia para quê?
por Luís Antônio Giron

Ferreira Gullar, o poeta maior, completa 80 anos. Pena que ninguém leia mais poesia



A poesia talvez seja a manifestação mais excêntrica da linguagem. Esqueçamos por ora do espírito humano ou da figura do poeta, mera abstração que as teorias de estruturalistas sobre a “morte do sujeito” enterraram nos anos 60. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poesia para quê?<br />
por Luís Antônio Giron<br />
<br />
Ferreira Gullar, o poeta maior, completa 80 anos. Pena que ninguém leia mais poesia<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/6717629_7mmWG.jpeg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/6717629_7mmWG.jpeg" alt="6717629_7mmWG" title="6717629_7mmWG" width="300" height="400" class="alignnone size-full wp-image-6806" /></a><br />
<br />
A poesia talvez seja a manifestação mais excêntrica da linguagem. Esqueçamos por ora do espírito humano ou da figura do poeta, mera abstração que as teorias de estruturalistas sobre a “morte do sujeito” enterraram nos anos 60. Suponhamos, mal seguindo Michel Foucault, Jacques Lacan e Derrida, que a poesia não passe de um prurido mórbido do código verbal, recalque da “phoné” ancestral, um signo incômodo. Ou, como ensinou o linguista Roman Jacobson, uma reles sobreposição do eixo do significante sobre o do significado. Completa inutilidade. A que vem ela então? A que vem o poeta? Cada escritor tem pronta a sua resposta. Vou tentar dar a minha.<br />
<br />
Leia todo o ensaio crítico aqui ou na Revista Época de onde colei esta leitura:http://revistaepoca.globo.com/<br />
<span id="more-6805"></span><br />
<br />
Estas reflexões me ocorrem na ocasião dos 80 anos do poeta Ferreira Gullar, que pode ajudar na busca de minha decifração. Ele nasceu José Ribamar Ferreira em São Luís do Maranhão, em 10 de setembro de 1930. Desde 1949 vem publicando volumes de poesia. São 21, o último deles recém-lançado. Intitula-se Em alguma parte alguma (José Olympio, 144 páginas, R$ 30,00). É o primeiro livro em 12 anos. O anterior, Muitas vozes, saiu no século passado. Segundo Gullar, sua poesia é filha da perplexidade, nasce de um olhar indagador lançado à matéria, ao universo, à existência. São coleções de espantos. Recolhê-los demanda pelo jeito tempo. São 59 em Algum lugar algum, divididos em quatro seções, enumeradas em algarismos romanos, que podem ser descritas assim: a vida, o universo, a arte e a memória. Suas novas surpresas acontecem sob a estranha luz do século XXI. Um século no qual o poeta ingressou pisando em ovos, talvez com receio de mostrar seus pecados líricos.<br />
<br />
Antes de ler os poemas, é preciso ter em mente que Gullar é um escritor que não se limita à arte poética. Passeou por outros gêneros. Escreveu peças de teatro de sucesso, como Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, em parceria com Oduvaldo Vianna Filho, de 1966. Fez crônicas, biografou a psiquiatra Nise da Silveira, cometeu duas obras de ficção (Gamação, de 1996, e Cidades inventadas, de 1997). Artista plástico amador, não resistiu a praticar uma das modalidades de texto mais desafiadoras: a crítica. Tornou-se um dos grandes críticos de arte e cultura do Brasil, isso desde 1959, quando publicou Teoria do não-objeto. Um de seus ensaios mais importantes é Vanguarda e subdesenvolvimento, lançado em 1969. São doze volumes de ensaística no total. Em resumo, Gullar não pode ser considerado um poeta espontâneo. Como vários poetas de sua geração, mergulhou na polêmica artística, brigou com os artistas e poetas concretos, denunciou as vanguardas e refletiu profundamente sobre arte e poesia. Seu espanto é banhado em racionalidade.<br />
<br />
Aos poucos se tornou figura pública. Em 1961, fundou com Carlos Lyra os Centros Populares de Cultura, como forma de resistir à banalização da cultura de massa e, em seguida, à ditadura. Perseguido (o relato de seus meses como fugitivo do exército está em suas memórias, Rabo de foguete, publicadas em 1998), foi forçado a se exilar do Brasil em 1971, instalou-se no Chile. Com a queda do presidente socialista Salvador Allende, mudou-se para Buenos Aires. E foi lá que escreveu em 1975 sua obra prima, Poema sujo. Trata-se da nova canção do exílio (a antiga, fora composta por um conterrâneo seu, Gonçalves Dias), construída sobre a saudade da terra natal e a revolta com a ditadura brasileira, que praticava censura, repressão, tortura e assassinato com um descaramento que só fazia aumentar a perplexidade dos intelectuais. Poema sujo é uma poderosa meditação sobre ser brasileiro. O poeta Vinicius de Moraes conheceu o poema da boca de Gullar em Buenos Aires e tratou de divulgá-lo informalmente no Brasil. “É o mais importante poema escrito em qualquer língua nas últimas décadas”, disse Vinicius. Ele próprio gravou o poema e distribuiu-o em fita cassete para os amigos. Poema sujo foi a fita pirata mais ouvida no Brasil naquele tempo, até porque o poema estava censurado. De volta ao Brasil em 1978, Gullar conseguiu levar uma vida “normal” e publicar suas obras.<br />
<br />
No século XXI, veio a consagração. Em 2002 e 2004, foi cogitado para o Prêmio Nobel de Literatura – e é sem dúvida o candidato mais forte do Brasil. Em 2010, ganhou o prêmio Camões, dado aos grandes escritores de língua portuguesa. Hoje ele responde pelo título de poeta maior do Brasil, papel assumido antes por João Cabral de Mello Neto, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Olavo Bilac, Castro Alves, Gonçalves Dias. Eu colocaria a seu lado outros polemistas do verso, como Augusto de Campos, Décio Pignatari, Mario Chamie e Manoel de Barros, autores que chegam aos 80 anos mais ativos e críticos do que nunca, brigando entre si, como se arte e poesia fossem as coisas mais importantes do mundo. Mas não tenho restrições se o título ficar para Gullar apenas. Seu papel de militante de esquerda lhe dá um verniz mais cintilante do que o dos colegas céticos em relação ao socialismo. E Gullar também não se rende ao monumentalismo. Tem 80 anos, mas fala e age como um jovem desbocado e irreverente. Na última Festa Literária Internacional de Paraty, ele se tornou a maior estrela, declamando seus poemas e falando diretamente aos jovens. Gullar é jovem, é pop.<br />
<br />
Em Algum lugar algum, ele faz versos a seu gato, às bananas podres e às fofocas da São Luís de sua juventude, aos mortos queridos, ao universo, ao caos e até ao fêmur que em certa ocasião ele fraturou. São poemas diagramados na página, com os versos se espalhando de forma irregular, como fazia seu mestre, o poeta francês Stéphane Mallarmé. Como Mallarmé, Gullar reflete sobre seu exercício verbal, no poema “Fica o não dito por dito”:<br />
<br />
“O poema<br />
antes de escrito<br />
antes de ser<br />
é a possibilidade<br />
do que não foi dito<br />
do que está<br />
por dizer<br />
e que<br />
por não ter sido dito<br />
não tem ser<br />
não é<br />
senão<br />
possibilidade de dizer<br />
mas<br />
dizer o quê?<br />
dizer<br />
olor de fruta<br />
cheiro de jasmim?<br />
mas<br />
como dizê-lo<br />
se a fala não tem cheiro?<br />
(&#8230;)<br />
<br />
assim,<br />
o poeta inventa<br />
o que dizer<br />
e que só<br />
ao dizê-lo<br />
vai saber<br />
o que<br />
precisava dizer<br />
ou poderia<br />
pelo que o acaso dite<br />
e a vida<br />
provisoriamente<br />
permite”.<br />
<br />
A poesia é a forma pura da improvisação, do dizer o que ainda não foi dito porque realmente não foi dito nem pensado, mas que, ao ser dito, torna-se uma inscrição definitiva. É o homem que se inventa para livrar-se da ideia da finitude. A poesia inscreve o homem na História, esculpe um sentimento, uma sensação, uma cisma que vibra mesmo quando o corpo do poeta não estiver mais aqui. Quando o leitor tentar abraçar o poeta “e os braços se diluem no abraço”. O poeta e seu gato: “Num dia qualquer/ não existirá mais/ nenhum de nós dois/ para ouvir/ nesta sala/ a chuva que eventualmente caia/ sobre as calçadas da rua Duvivier”. Quando o leitor não encontrar mais o poeta, ele recomenda: “pensa que resta alguma coisa de mim/ por aqui/ Não te custará nada imaginar/ que estou sorrindo ainda naquela nesga/ azul celeste/ pouco antes de dissipar-me para sempre”.<br />
<br />
Gullar está vivo, e declamando para que a gente ouça, destilando ouro com sua verve irrefreável. Está dizendo com todas as palavras e palavrões coisas que nos interessam, nos trazem surpresa e elevação. Mas ninguém está nem aí. Pena que ninguém mais leia poesia, ou não lê tanto ou com tanta devoção como no passado. Soaria como uma jeremiada arrolar os motivos para a fuga de público: o avanço tecnológico, a dispersão provocada pelo excesso de entretenimento e informação, a queda do nível de escolaridade do brasileiro, o pragmatismo do mundo globalizado. Seja lá o que for, imagino que os poetas gostem do isolamento em relação aos ruídos de um mundo que enlouquece e não liga mais para a literatura. Eles têm prazer em contemplar a vida de um ângulo enviesado, como se a amassem e ao mesmo tempo a criticassem.<br />
<br />
A poesia dispensa aparelhos, dispensa leitores. Ela surge e cresce no silêncio. Não serve para nada senão ensinar a viver, contemplar as coisas com paixão, a uma certa distância dos excessos. Ensina a sentir a pulsação de um espírito que talvez não seja mais que uma palavra dita, sentida, lembrada. É a ferramenta da subversão da ordem, da quebra de hábitos. Poesia é anticonsumo em um mundo cada vez controlado e submetido a esforços repetitivos. É o arcano da liberdade.<br />
<br />
*Luís Antônio Giron, Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV.<br />
Revista Época, 31 de agosto de 2010.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/03/pensando-a-poesia-de-gullar-com-luis-antonio-giron/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vidráguas, ao Dia Mundial do Livro Infantil</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/vidraguas-ao-dia-mundial-do-livro-infantil/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/vidraguas-ao-dia-mundial-do-livro-infantil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 18:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Livro Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tânia du bois]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6797</guid>
		<description><![CDATA[CENA de RUA: livro de imagens
por Tânia Du Bois
 
Cena de Rua é o livro infantil de Ângela Lago, de 1994. Sua execução foi pela simpatia para com os meninos de rua. É livro de imagens, não há propriamente uma história. A criança conta a sua história do que está vendo, de acordo com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CENA de RUA: livro de imagens<br />
por Tânia Du Bois<br />
<br /> <br />
Cena de Rua é o livro infantil de Ângela Lago, de 1994. Sua execução foi pela simpatia para com os meninos de rua. É livro de imagens, não há propriamente uma história. A criança conta a sua história do que está vendo, de acordo com a sua experiência de vida e através da sua criatividade.<br />
<br />
Cena de Rua é triste (ou não?), mas real! Ou simplesmente são coincidências da vida? Ou são cenas do cotidiano como a do menino vendendo frutas no trânsito. O cachorro no carro late para o menino, enquanto outro motorista rouba a fruta. A vovó que ali passa, com medo do menino, protege a sua bolsa. O menino triste e só, através da vidraça, admira uma mãe que dá carinho para o filho. O menino cansado senta na rua e come a fruta que divide com o cachorro, que também está sozinho. Ainda com fome, rouba um pacote de dentro de um carro, sai correndo e, ao abrir o pacote, encontra frutas. Sacia a sua fome e volta ao trânsito para vender as restantes. E assim a sua vida retorna novamente às ruas.<br />
<br />
“&#8230; o nada se descortina como cena / muda e vazia /de esperanças.” (Pedro Du Bois)<br />
<br />
Leia toda a crônica-ensaio<br />
<span id="more-6797"></span><br />
<br /> <br />
Cena de Rua é literatura infantil que mostra a realidade em que vivemos, através da arte. Pintar também é escrever, como nas palavras de P. M. Bardi, ”Um pintor de talento, também é um escritor”.<br />
<br />
Com sensibilidade podemos “ler” o livro e reconhecer o quanto a criança está sozinha; até Júlia, de 5 anos, reconheceu a Cena de Rua e logo montou a sua história para ajudar o menino. Então, em cada sinaleira em que hoje paramos, Júlia diz: “O menino não tem casa, nem dinheiro. Coitadinho! Ele está trabalhando como o menino da história”<br />
<br />
Cena de Rua tem a escuridão como pano de fundo, ressaltada em cores fortes e pinceladas corajosas. É diferente e interessante, porque a criança conta o que vê dentro do seu coração e da sua realidade. A parte mais bonita é a da revelação, onde crianças impressionadas e emocionadas com as imagens podem acrescentar uma história para Cena de Rua, criando seus próprios livros.<br />
<br />
A autora Ângela Lago dá oportunidade para as crianças se manifestarem de maneira lúdica e de preservação da tradição oral, garantindo assim o desenvolvimento e o entendimento da nossa vida. Também, mostra que o mundo que a rodeia nem sempre é alegre. . Imagens que falam por si, sem textos, estimulando a consciência do leitor e fazendo com que a imaginação se complete numa história a ser contada. Era uma vez&#8230;<br />
<br />
     “&#8230; As frutas sem morte / não as comemos. / Essas / que uma outra fome,<br />
    clara, segura. / Essas / suspensas lá onde o silêncio, / não bem como<br />
    uma árvore de vidro, / frutifica. // &#8230; O silêncio sustenta caules /<br />
    em que o perigo gorjeia. // &#8230; Alto abandono / em que os frutos<br />
     alvorecem, / e rompem!” (Ferreira Gullar)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/vidraguas-ao-dia-mundial-do-livro-infantil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Constelação de Ossos na Palavraria, Vidráguas &#8211; mais um livro nas ruas</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/constelacao-de-ossos-na-palavraria-vidraguas-mais-um-livro-nas-ruas/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/constelacao-de-ossos-na-palavraria-vidraguas-mais-um-livro-nas-ruas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação de Ossos]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6763</guid>
		<description><![CDATA[Psiu! Um beijo a todos que conosco estiveram ao vivo e em pensamento, gracias pelo encontro e seguimos&#8230;
 




Sigam todos os momentos, vejam mais










































Para adquirir o livro, entrem em contato com a  Livraria Palavraria, com a autora ou conosco.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Psiu! Um beijo a todos que conosco estiveram ao vivo e em pensamento, gracias pelo encontro e seguimos&#8230;<br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1568.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1568.jpg" alt="DSC_1568" title="DSC_1568" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6764" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1428.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1428.jpg" alt="DSC_1428" title="DSC_1428" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6765" /></a><br />
<br />
Sigam todos os momentos, vejam mais<br />
<span id="more-6763"></span><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1474.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1474.jpg" alt="DSC_1474" title="DSC_1474" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6766" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1492.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1492.jpg" alt="DSC_1492" title="DSC_1492" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6767" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_14431.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_14431.jpg" alt="DSC_1443" title="DSC_1443" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6801" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1440.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1440.jpg" alt="DSC_1440" title="DSC_1440" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6802" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1461.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1461.jpg" alt="DSC_1461" title="DSC_1461" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6773" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1478.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1478.jpg" alt="DSC_1478" title="DSC_1478" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6774" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_14351.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_14351.jpg" alt="DSC_1435" title="DSC_1435" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6803" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1494.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1494.jpg" alt="DSC_1494" title="DSC_1494" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6776" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1503.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1503.jpg" alt="DSC_1503" title="DSC_1503" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6777" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_15121.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_15121.jpg" alt="DSC_1512" title="DSC_1512" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6779" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1522.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1522.jpg" alt="DSC_1522" title="DSC_1522" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6780" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1524.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1524.jpg" alt="DSC_1524" title="DSC_1524" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6781" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_15301.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_15301.jpg" alt="DSC_1530" title="DSC_1530" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6784" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1542.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1542.jpg" alt="DSC_1542" title="DSC_1542" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6786" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1559.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1559.jpg" alt="DSC_1559" title="DSC_1559" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6787" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1561.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1561.jpg" alt="DSC_1561" title="DSC_1561" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6788" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1563.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1563.jpg" alt="DSC_1563" title="DSC_1563" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6789" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1564.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1564.jpg" alt="DSC_1564" title="DSC_1564" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6790" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1566.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1566.jpg" alt="DSC_1566" title="DSC_1566" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6791" /></a><br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1567.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/DSC_1567.jpg" alt="DSC_1567" title="DSC_1567" width="450" height="302" class="alignnone size-full wp-image-6792" /></a><br />
<br />
Para adquirir o livro, entrem em contato com a  Livraria Palavraria, com a autora ou conosco.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/constelacao-de-ossos-na-palavraria-vidraguas-mais-um-livro-nas-ruas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>selvagem&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/selvagem/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/selvagem/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 03:20:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[carmen silvia presotto; carmen]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[selvagem]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6761</guid>
		<description><![CDATA[Selvagem
sigo doces ondas
para viver

Carmen Silvia Presotto
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Selvagem<br />
sigo doces ondas<br />
para viver<br />
<br />
Carmen Silvia Presotto</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/02/selvagem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A(li) poema do interTextual, arte de Tonho Oliveira</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/ali-poema-do-intertextual-arte-de-tonho-oliveira/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/ali-poema-do-intertextual-arte-de-tonho-oliveira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 19:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Almeida Nicolau]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Nicolau]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Tonho de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Tranças Poéticas Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6757</guid>
		<description><![CDATA[*Hoje, e todas as quartas, poemas do Espaço Intertextual, leia aqui e leia A(li)
http://www.espacointertextual.blogspot.com/
 

A(li)

Alago
Amar
Abarco
Afluir
Abraço
Aveia
Atalho
Atingir
Aterra
Aorta
Acorrente
Arregar
Alargo
Aprova
Agente
Achegar
Alado
Agosto
Aparte
Apenas
Apreço
Apagar
Assim
Anão
Acético
Adeus
Arrogar
Apagão
Acúmulo
Acometer
Anexo
Arrumo
Assombra
Aparecer
Amanhã
Ajeito
Acém
Alar
Aninho
Aquém
Aleito
Aguardar
Almoço
Ajunto
Agarra
Agrupo
Acrescer
Abrigar
Aparelho
Ajusto
Assuceder
Advento
Arremeter
Alento
À-vontade
Acreditar
Afim
Atender
Apalavra
Afluente
Atentar
Alinha
Adverso
Arrimar
Atormenta
Aceder
Avalia
Ater
Acessar
Admirar
Aperceber
Asserção
Afinal
Abastar

Poema de Marcio Nicolau
Arte:(&#8221;8vezes8 AflorARTE&#8221;, desenho quase poesia de Tonho Oliveira, do &#8220;pô ética&#8221;.
Acesse: http://po&#8211;etica.blogspot.com)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>*Hoje, e todas as quartas, poemas do Espaço Intertextual, leia aqui e leia A(li)<br />
<a href="http://www.espacointertextual.blogspot.com/">http://www.espacointertextual.blogspot.com/</a><br />
<br /> <br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/8veze8-AflorARTE.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/8vezes8-AflorARTE.jpg" alt="8vezes8 AflorARTE" title="8vezes8 AflorARTE" width="320" height="320" class="alignnone size-full wp-image-6758" /></a><br />
A(li)<br />
<br />
Alago<br />
Amar<br />
Abarco<br />
Afluir<br />
Abraço<br />
Aveia<br />
Atalho<br />
Atingir<br />
Aterra<br />
Aorta<br />
Acorrente<br />
Arregar<br />
Alargo<br />
Aprova<br />
Agente<br />
Achegar<br />
Alado<br />
Agosto<br />
Aparte<br />
Apenas<br />
Apreço<br />
Apagar<br />
Assim<br />
Anão<br />
Acético<br />
Adeus<br />
Arrogar<br />
Apagão<br />
Acúmulo<br />
Acometer<br />
Anexo<br />
Arrumo<br />
Assombra<br />
Aparecer<br />
Amanhã<br />
Ajeito<br />
Acém<br />
Alar<br />
Aninho<br />
Aquém<br />
Aleito<br />
Aguardar<br />
Almoço<br />
Ajunto<br />
Agarra<br />
Agrupo<br />
Acrescer<br />
Abrigar<br />
Aparelho<br />
Ajusto<br />
Assuceder<br />
Advento<br />
Arremeter<br />
Alento<br />
À-vontade<br />
Acreditar<br />
Afim<br />
Atender<br />
Apalavra<br />
Afluente<br />
Atentar<br />
Alinha<br />
Adverso<br />
Arrimar<br />
Atormenta<br />
Aceder<br />
Avalia<br />
Ater<br />
Acessar<br />
Admirar<br />
Aperceber<br />
Asserção<br />
Afinal<br />
Abastar<br />
<br />
Poema de Marcio Nicolau<br />
Arte:(&#8221;8vezes8 AflorARTE&#8221;, desenho quase poesia de Tonho Oliveira, do &#8220;pô ética&#8221;.<br />
Acesse: <a href="http://po--etica.blogspot.com">http://po&#8211;etica.blogspot.com</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/ali-poema-do-intertextual-arte-de-tonho-oliveira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>É Hoje: Constelação de Ossos na Palavraria</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/e-hoje-constelacao-de-ossos-na-palavraria/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/e-hoje-constelacao-de-ossos-na-palavraria/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[anáguas]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Lia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6752</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite_site.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/convite_site.jpg" alt="convite_site" title="convite_site" width="450" height="1117" class="alignnone size-full wp-image-6753" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/e-hoje-constelacao-de-ossos-na-palavraria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>poema de comunidade, interagindo&#8230;</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/poema-de-comunidade-interagindo/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/poema-de-comunidade-interagindo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 03:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos que Conversam]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Néres]]></category>
		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
		<category><![CDATA[poemas de comunidade orkut]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Trança Poética Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6745</guid>
		<description><![CDATA[Sequelas



Cicatrizes
Tão marcas
Tão minhas
Tão caras

Cicatrizes
Sem mágoas
Sem dores
Sem chagas

Cicatrizes
Só dormências
Só passado
Só reminiscências

Cicatrizes
Tão simplórias
Sem final, sem histórias
Só memórias

Poema de Ana Néres, amiga de poesia e interação,Orkut.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sequelas<br />
<br />
<a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cicatrizes_ondas1.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cicatrizes_ondas1.jpg" alt="cicatrizes_ondas" title="cicatrizes_ondas" width="448" height="336" class="alignnone size-full wp-image-6749" /></a><br />
<br />
Cicatrizes<br />
Tão marcas<br />
Tão minhas<br />
Tão caras<br />
<br />
Cicatrizes<br />
Sem mágoas<br />
Sem dores<br />
Sem chagas<br />
<br />
Cicatrizes<br />
Só dormências<br />
Só passado<br />
Só reminiscências<br />
<br />
Cicatrizes<br />
Tão simplórias<br />
Sem final, sem histórias<br />
Só memórias<br />
<br />
Poema de Ana Néres, amiga de poesia e interação,Orkut.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/09/01/poema-de-comunidade-interagindo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Constelação de Ossos na Palavraria</title>
		<link>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/08/31/constelacao-de-ossos-na-palavraria/</link>
		<comments>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/08/31/constelacao-de-ossos-na-palavraria/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notí­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Lia]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria Palavraria]]></category>
		<category><![CDATA[Vidráguas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vidraguas.com.br/wordpress/?p=6733</guid>
		<description><![CDATA[

Constelação de Ossos, livro de Bárbara Lia, 1º de setembro de 2010, quarta-feira, 19h, na Palavraria Livros &#038; Cafés, Rua Vasco da Gama, 165 &#8211; Bom Fim , Porto Alegre.
Telefone: 051 32684260

Saiba mais


Lynx, a narradora de Constelação de Ossos, é uma cantora de bar e garota de programa que traz em sua voz a voz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cropped-header2.jpg"><img src="http://vidraguas.com.br/wordpress/wp-content/uploads/cropped-header2.jpg" alt="cropped-header2" title="cropped-header2" width="400" height="99" class="alignnone size-full wp-image-6732" /></a><br />
<br />
<em>Constelação de Ossos</em>, livro de Bárbara Lia, 1º de setembro de 2010, quarta-feira, 19h, na Palavraria Livros &#038; Cafés, Rua Vasco da Gama, 165 &#8211; Bom Fim , Porto Alegre.<br />
Telefone: 051 32684260<br />
<br />
Saiba mais<br />
<span id="more-6733"></span><br />
<br />
Lynx, a narradora de Constelação de Ossos, é uma cantora de bar e garota de programa que traz em sua voz a voz dos excluídos que caminham à margem e também sobre a desistência. Através dessa personagem, Bárbara Lia disseca um feminino sofrido, de sensibilidades e delicadezas, violências e mágoas. A autora rasga e costura sua personagem através de outros personagens, como os amigos Layla e Raul, o amante Heleno, Igor – o amor e a acolhedora Nyx, cujo nome cabe no nome da narradora. Descarnada, oferece sua constelação de estrelas – agora transformada em ossos &#8211; à trituração de um veículo aleatório, embalada em versos de Sylvia Plath e cumprindo a profecia de seu nome: Lynx, constelação apagada, invisível.<br />
Constelação de Ossos, novela de Bárbara Lia, inicia a Coleção Anáguas da Editora Vidráguas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://vidraguas.com.br/wordpress/2010/08/31/constelacao-de-ossos-na-palavraria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->