Alterado ou alternado?, por Tânia Du Bois

ALTERADO ou ALTERNADO? por Tânia Du Bois Ivan Cláudio escreveu que “Para as pessoas comuns, dicionários são muitas vezes como catálogos telefônicos que só costumam ser consultados em situações de urgências”. No entanto, no meu cotidiano, manuseio com frequência o dicionário; principalmente após a consulta médica, para me certificar da diferença entre alterado e alternado. Alternado, significa revezado. Alterado, significa modificado. Como tomar o remédio, se está escrito errado? O médico usou incorretamente o significado da palavra, alterando o modo de usar a medicação. Chego a triste conclusão de que muitas pessoas tem a pretensão de saber e não tem o conhecimento necessário. Custaria ao doutor consultar o dicionário? Pois, uma coisa...

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Parto poema, poema de Carmen Silvia Presotto ao Desafio Poético de Tânia Contreira

Escrevendo com a imagem. 120º Desafio Poético com Imagens, projeto da poeta e amiga TaniaContreiras Arteterapeuta. PARTO POEMA O verso que se pretende outro universo não sai, de mim não sai… olho para todos os lados nada, além de mim penso em 3 D… o imaginário late a face condena recolho a simultaneidade que amanhã, outros espelhos me condenem hoje, narciso múltiplo, sou minha própria poluição… Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! Arte: Abbey...

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Anoitecendo com Walt Whitman…

Ao anoitecer, um poema de Walt Whitman! 27. Ser de alguma forma qualquer – o que é isso? ( Giramos e giramos, todos nós, e sempre voltamos ao mesmo ponto.) Se nada houvesse mais evoluído, a ostra em sua calosa concha deveria bastar. Não tenho calosa a concha: tenho instantâneos condutores por mim todo, esteja eu parado ou em movimento, e eles apreendem todas as coisas e sem dano as conduzem através do meu ser. Eu simplesmente me animo e tateio, sinto com os dedos e fico feliz: tocar com minha pessoa a de outrem é quase o máximo a que eu posso resistir. WHITMAN, Walt. ( 1819 – 1892 ). In: Folhas das folhas de relva. Seleção e tradução Geir Campos, introdução Paulo Leminski. São Paulo: Brasiliense, 2002. p.p....

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Hoje, lendo o poema Exercício de Antonio Olinto…

Para iluminar o dia, a vida, exercito-me com um poema de Antonio Olinto. Que poeta! EXERCÍCIO É preciso aprender tudo Novamente Dar o primeiro passo outra vez Pegar roupas sem nome ainda Num tateio Enfiar as meias no pé direito Depois no esquerdo Calçar os sapatos Como é difícil calçar os sapatos Colocar um pano sobre o sexo Cobrir o peito Num longo reaprendizado Até que a mortalha caia perfeita E consigas reconhecê-la No grito da criança Rompendo livre o escuro ventre Puxando o cordão preso no umbigo Aprender de novo usá-lo No pulo da brincadeira A cada morte é preciso Abrir-se em Renovado renascimento. OLINTO, Antonio ( 1919 – 2009). In: 50 poemas escolhidos pelo autor. Rio de Janeiro: Edições Galo Branco, 2004....

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Preciso de um poema teu…, poema de Carmen Silvia Presotto

Um poema ao dia… Preciso de um poema teu… que ele venha com o porteiro por caixa, e-mail face, bilhete, rosas ou correio que venha por ondas marés, quinteto entrelinhas quadras ou soneto mas que chegue imerso, livre em versos precioso… … preciso um poema por inteiro… por empréstimo consórcio ou favor seja o meio que for que nele estejas todo… todo por amor! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! A arte é de Ive M....

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Às mãos que escrevem, Ave Poesia!

A todas mãos que escrevem, amam, conVersam – do Norte ao Sul, Portugal e amigos do Mundo – um bom anoitecer. Ave Poesia! Minha Pátria está no coração. Um poeta sabe que a humanidade é sua melhor região. Carmen Silvia Presotto – Vidráguas!

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Cara Apagada, poema de Carmen Silvia Presotto

Escrevendo com a imagem. 119º Desafio Poético, projeto de TaniaContreiras Arteterapeuta. CARA APAGADA Onde está o olhar que antes tudo iluminava? onde está o nariz que ao perfumar me perfilava? e a boca… sumiram os beijos? me deleto da série borro a matriz a tempo de me reinventar no tempo resta a mala, em mãos uma esperança descansa Ser Viajante… … parto! Carmen Silvia Presotto – Vidráguas! Arte: Van...

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Revelação: o “ANTIPOEMA” por Tânia Du Bois

Revelação: o “ANTIPOEMA” por Tânia Du Bois Os dias são repletos de segredos e surpresas, como significado para manter, renovar, melhorar, mudar e recomeçar o que considero importante em busca do essencial, da sensação do viver, como canta Simone, “… vestidos de saudades vivas”. Segredo é o que que se revela a alguém, algo importante para a vida. A dúvida permanece quando o segredo deixa de ser, por que foi revelado quando era para ser reservado. Já a surpresa pode ser agradável e, por vezes, contribuir para causar ótima impressão em outra pessoa. Segredo e surpresa são palavras que desvelam e definem o estilo de vida; assim, nada mais natural do que compartilhar tais momentos com os amigos, o que de alguma forma impõe limites e...

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Psiu! Hoje “Sopapo Poético”. Uma festa poesia!

Psiu! Hoje “Sopapo Poético”. Uma festa poesia! EM OUTUBRO, O SOPAPO POÉTICO CELEBRA O MÊS DAS CRIANÇAS COM UMA MOSTRA DO TRABALHO DA TRUPI DI TRAPU, GRUPO DE TEATRO DE BONECOS PORTO-ALEGRENSE Realizado desde 2012 pela Associação Negra de Cultura (ANdC), o projeto Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia acontece sempre na última terça-feira do mês, com entrada franca. Neste mês, o evento será realizado na sede do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA), na Av. João Alfredo, nº 61, ao lado do Largo Zumbi. Referência para a poesia em Porto Alegre, o sarau é um ponto de encontro de artistas e admiradores da cultura negra e um espaço de reflexão. A cada mês, no evento, tem destaque um grupo ou personalidade negra da...

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Vidráguas à Sylvia Plath

Vidráguas à Sylvia Plath*, hoje meu dia poesia é dela! Words – Sylvia Plath Axes After whose stroke the wood rings, And the echoes! Echoes travelling Off from the center like horses. The sap Wells like tears, like the Water striving To re-estabilish its mirror Over the rock That drops and turns, A white skull, Eaten by weedy greens Years later I Encounter them on the road — Words dry and riderless, The indefatigable hoof-taps. While From the bottom of the pool, fixed stars Govern a life. Palavras – Tradução de Ana Cristina Cesar Golpes, De machado na madeira, E os ecos! Ecos que partem A galope. A seiva Jorra como pranto, como Água lutando Para repor seu espelho sobre a rocha Que cai e rola, Crânio branco Comido pelas ervas. Anos depois, na...

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